Após nova discussão com Barbosa, Lewandowski deixa plenário do STF

Reproduzido do G1: O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, deixou a sessão desta segunda (12) do julgamento do mensalão, após uma nova discussão com o relator, ministro Joaquim Barbosa (leia sobre outras situações ao final deste texto).
Lewandowski reclamou da "surpresa" que, segundo ele, o relator criou ao estabelecer uma nova ordem para definição da pena dos réus. A previsão era de que, após a conclusão das penas dos réus do núcleo publicitário, fossem definidas as penas dos condenados do núcleo financeiro, formado pelos ex-dirigentes do Banco Rural. Mas o relator decidiu ler as penas dos réus do núcleo político, que inclui o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Após o anúncio de Barbosa, Lewandowski afirmou: "Toda hora o senhor traz uma surpresa. Vossa excelência está surpreendendo esta corte a todo momento". Barbosa, então, rebateu: “A surpresa é a lentidão em proferir os votos."
O revisor reclamou, então de falta de transparência. "Estou sendo surpreendido. Se o advogado não está presente... Estamos a seguir regras, a publicitária, da transparência."
O presidente da corte, ministro Carlos Ayres Britto, interferiu: "Definimos anteriormente que cada ministro deverá adotar a metodologia de voto que entender cabível. Eu não vejo óbice para a metodologia adotada pelo relator."
Quando Britto deu a palavra a Barbosa para que ele prosseguisse, Lewandowski se retirou da sessão.
Embora tenha deixado o plenário, Lewandowski não participaria da definição das penas de José Dirceu e do ex-presidente do PT José Genoino, já que voltou pela absolvição de ambos. Segundo o gabinete, o ministro voltará para a definição da pena de Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT.
Após a saída de Lewandowski, Barbosa justificou aos colegas, o motivo de ter escolhido votar as penas do núcleo político. “Por que escolhi o núcleo político? Porque é pequeno. São apenas seis penas. E acho que, superado o núcleo político, andaremos bem mais rápido.”
Depois do intervalo, Lewandowski retornou ao plenário e recebeu agradecimentos do ministro-presidente. "Quero agradecer o retorno ao indispensável papel de revisor", disse Ayres Britto ao revisor. Lewandowski agradeceu e disse que entendia a fala como um "desagravo" da corte.
'Sentimento generalizado'
O ministro Marco Aurélio Mello disse compreender a posição do revisor, porque os meios de comunicação diziam que seria votada nesta segunda a pena do núcleo financeiro. Ele destacou, contudo, que está "preparado" para votar as punições de quaisquer dos réus.
O ministro também afirmou que os advogados estão intimados para comparecer a todas as sessões de julgamento.
“O sentimento do ministro Lewandowski é generalizado. Fomos alertados pelos meios de comunicação de que hoje seria votada a pena do núcleo financeiro. Obviamente que os advogados estão intimados para a sequência do julgamento. Eu recebi material do núcleo político. Estou pronto a votar quanto a qualquer acusado fixando a pena, após o voto do relator e, se cabível, o voto do revisor”, afirmou.
O ministro Celso de Mello, magistrado mais antigo do Supremo, também defendeu o relator ao dizer que os advogados dos réus devem estar preparados para comparecer a todas as sessões. “Todos os réus estão regularmente intimados e, portanto, não foram surpreendidos por uma ação intempestiva do relator.”
Outras discussões
Os embates entre revisor e relator começaram logo na primeira sessão do julgamento do mensalão, em 2 de agosto. Na ocasião, Barbosa afirmou que Lewandowski tinha agido com "deslealdade" como revisor. Lewandowski respondeu se dizendo "estupefato". Depois, os dois voltaram a protagonizar um novo embate na sessão do último dia 12.
Em 26 de setembro, os ministros discutiram em dois momentos, o primeiro quando Barbosa pediu a Lewandowski que distribuísse o voto por escrito. No segundo, a discussão começou quando o revisor divergiu do relator ao votar sobre a acusação de corrupção passiva contra o ex-primeiro-secretário do PTB, Emerson Palmieri.
Lewandowski afirmou que Palmieri era "um coadjuvante, um protagonista secundário". Joaquim Barbosa, então, criticou o fato de o revisor apontar dúvidas sobre o envolvimento de Palmieri no esquema. "Se Vossa Excelência não admite a controvérsia, seria melhor sugerir que fosse abolida a figura do revisor. O senhor quer que coincida todos os pontos de vista," rebateu o revisor.
No dia 24 de outubro, durante a definição da pena de Marcos Valério, Lewandowski criticou o critério adotado pelo relator para estabelecer a pena do crime de corrupção ativa em razão de desvios no Banco do Brasil. Ele afirmou que o critério do relator poderia levar a uma pena "estratosférica". Barbosa, então, acusou o colega de estar "plantando o que quer colher". O relator pediu desculpas ao revisor pela primeira vez no julgamento. Barbosa admitiu o "excesso" e foi desculpado pelo colega de corte.
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A LÍNGUA DE UM PREFEITO ??


Conta a lenda que que certa vez, para provar as qualidades de seus vereadores da base, um prefeito ordenou a um vereador  Fulano de Tal. Aqui está uma sacola cheia de moedas de ouro, corre ao mercado Municipal e compra o que há de melhor no mundo para um banquete.

Pouco tempo depois, o tal vereador voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por um fino pano de linho. O prefeito levantou o paninho
 e ficou surpreso: Uma língua ??


Mas por que escolheste exatamente a língua como a melhor comida do mundo? - O vereador de olhos baixos, e com olhos fixo na foto de um tucano disse:

 O que há de melhor do que a língua senhor prefeito ?

"A língua é que nos une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é a chave da ciência, o órgão da verdade e da razão, graças a língua podemos dizer que somos o poder , podemos falar em amor. A língua é o órgão do carinho, da ternura e da compreensão. Com a língua se ensina, com a língua dizemos "sim", com a língua  perseguimos as pessoas  e difamamos os Blog's".


O prefeito levantou-se entusiasmado:

Muito bem! Realmente me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas e traga o que há de pior, pois quero testar a sua sabedoria.


Depois de algum tempo, o vereador voltou do mercado trazendo um prato coberto pôr um pano. O prefeito descobriu o prato e ficou indignado: - O quê vereador ?  Língua outra vez? Não disseste que a língua era o que havia de melhor?
É Sr. prefeito !
A língua senhor, é o que há de pior no mundo, é a fonte de todas as intrigas, o início de todos os processos, a mãe de todas as discussões... É a língua que separa a humanidade, que divide os povos, a língua é o órgão da mentira, da discórdia, da guerra. É a língua que insulta, que corrompe... 
Com a língua dizemos "não" e " eu te odeio!".. Com a língua nós dizemos  ao povo para não voltar atrás e  também dizemos a todo momento a  palavra inelegível..... 
Só  que tem eleição que não  adianta  usa-la  para enganar o povo.

"Aí está  prefeito , por que ela é a pior e a melhor de todas as coisa do mundo... 
Como sempre, cabe decidirmos se usaremos ela para o bem ou para o mal".

A LÍNGUA É O  CHICOTE DA BUNDA ??



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A Falácia da Janela Quebrada

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Passada a euforia do porre, vem a ressaca...


Vendo que o 'golpe paraguaio' contra Lula tentado pela Veja se esvaziou e os holofotes voltaram-se para as ligações de Valério com Aécio, o tucano percebeu o tiro no pé. Tarde demais..
O senador Aécio Neves (PSDB) fez jogo duplo. Por um lado colocou uma tropa de choque majoritariamente tucana para fustigar o presidente Lula. Por outro, ficou "escondido atrás da moita" para se preservar. Se desse certo, apontaria a cabeça, colhendo os louros. Se desse errado, dizia que a ação "não tinha seu aval".Leia a matéria completa aqui
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Haddad anuncia os primeiros nomes de seu secretariado




Na tarde desta segunda-feira, o prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad, anunciou os cinco primeiros secretários de sua gestão. As pastas são Governo (SGM), Finanças (SF), Negócios Jurídicos (SNJ), Planejamento, Orçamento e Gestão (SEMPLA) e Desenvolvimento Urbano (SMDU). Antonio Donato Madormo foi indicado para a pasta de Governo; Marcos de Barros Cruz, para Finanças; Luís Fernando Massonetto, para Negócios Jurídicos; Leda Paulani, para Planejamento, Orçamento e Gestão; e Fernando de Mello Franco, para Desenvolvimento Urbano.

Abaixo os perfis dos indicados.

SECRETÁRIO DE GOVERNO - SGM

Antonio Donato Madormo, 52 anos, nasceu em São Paulo e é administrador de empresas. Atual presidente do Diretório Municipal do PT de São Paulo, foi o coordenador-geral da campanha de Fernando Haddad à Prefeitura. Em outubro passado foi reeleito para o terceiro mandato consecutivo de vereador no Legislativo paulistano. Na gestão Marta Suplicy, atuou na Secretaria dos Transportes e, em seguida, como assessor especial do Gabinete da Prefeita. Compôs o grupo responsável pelo projeto de descentralização administrativa que deu origem à Secretaria de Coordenação das Subprefeituras e à criação das 31 subprefeituras existentes hoje na cidade. Foi secretário das Subprefeituras em 2003, ano de criação da pasta.

 

SECRETÁRIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO - SEMPLA

Leda Maria Paulani, 58 anos, professora titular do Departamento de Economia e da Pós-graduação em Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), onde se graduou em Economia. Foi assessora da Secretaria de Finanças do município de São Paulo entre 2001 e 2003.  Livre-docente pela FEA, possui doutorado em Teoria Econômica pelo Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (IPE-USP). É pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). De 2004 a 2008 foi presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP).

SECRETÁRIO NEGÓCIOS JURÍDICOS - SNJ

Luís Fernando Massonetto, paulistano, 35 anos, é advogado e doutor em Direito Econômico pela Universidade de São Paulo. Professor do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), foi, no ministério da Educação, chefe de gabinete da pasta (2006 a 2008) e secretário de Regulação da Educação Superior (2011 e 2012). Na gestão Marta Suplicy, foi chefe de gabinete da Secretaria de Negócios Jurídicos (2003 e 2004) e chefe da assessoria técnica da Secretaria de Finanças (2002 e 2003).  Também foi Gerente Corporativo Institucional da Companhia Siderúrgica Nacional (2009 a 2011).

SECRETÁRIO DE FINANÇAS - SF

Marcos de Barros Cruz, 37 anos, é sócio da McKinsey & Company, onde trabalha desde 1999, e tem mais de 14 anos de experiência em consultoria de gestão e estratégia. Foi responsável pela implementação de iniciativas de aprimoramento de gestão e de reorganização interna na Casa Civil da Presidência da República, por meio do Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade (CGDC), na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, no Governo do Estado de Minas Gerais e na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. É ligado ao Movimento Brasil Competitivo (MBC). Em 2001, atuou como consultor voluntário para o desenvolvimento do plano de negócios para cooperativa de produtores rurais em Moçambique, na África. É formado em Engenharia Elétrica (1998) pela Unicamp (Universidade de Campinas), com MBA pela Insead (França, 2004). Barros Cruz não pôde comparecer ao anúncio desta segunda-feira por motivo de viagem pré-agendada. Para assumir o cargo, ele deixa de ser sócio da consultoria McKinsey & Company.

SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO URBANO - SMDU

Fernando de Mello Franco, 48 anos, é arquiteto e doutor  pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), com ampla experiência em urbanismo e infraestrutura urbana. É curador do URBEM (Instituto de Urbanismo e Estudos para a Metrópole) e sócio-diretor do escritório MMBB Arquitetos. Ex-professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Engenharia da USP São Carlos (1992 a 2005), também foi professor visitante na Universidade de Harvard (2009). Em 2007, venceu o Best Entry Award da 3ª Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã, da qual viria a ser membro do grupo curador em sua 5ª edição (2012).
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