Xavier e Maison deverão deixar o PMDB.


Os empresários pau-ferrenses, Xavier Rêgo e Maison Rêgo, pai e filho, respectivamente, estariam próximos de deixar os quadros do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

Segundo uma fonte bem postada junto ao seio oposicionista, Xavier e Maison já teriam comunicado o desejo de sair da sigla bacurau ao Ex-prefeito, Nilton Figueiredo, e ao Ex-deputado Estadual, Elias Fernandes.

Mesmo intentando continuar militando politicamente pela oposição, os empresários deverão procurar outra sigla para dar andamento aos projetos futuros, por sinal, bastante audaciosos.

Só para se ter uma ideia, Xavier e Maison poderão efetuar nos próximos dias a migração para uma outra legenda partidária, mas na condição de dirigentes principais, diferentemente da situação atual vivenciada pelos dois no PMDB onde atuam como meros coadjuvantes.

Os reflexos dessa mudança ideológica já puderam ser sentidos nesta segunda-feira (12). Mesmo tendo sido convidados para participarem do encontro do PMDB, em Natal, Xavier e Maison agiram de maneira indiferente à convocação partidária permanecendo ambos aqui na terrinha.

Pelo visto, a saída dos empresários do PMDB local é "prego batido" e "ponta virada"!
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"Subsídio a ônibus pode chegar a R$ 1 bi" - Folha de S.Paulo | Rede Nossa São Paulo

Neste ano, Kassab vai dar R$ 962 milhões às operadoras do sistema

porque optou por não reajustar a passagem --

http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/19042



A maior idiotice é pedir tarifas baixas no transporte público,

sendo que JÁ PAGAMOS através de subsídios... ou seja, querem enganar

quem?



Não existe almoço grátis. Isso deveria ser privatizado e ter

ampla concorrência e não algo subsidiado pelo governo.



--

Linux 3.6.0: Terrified Chipmunk

http://www.youtube.com/DanielFragaBR
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Questionamentos põem em xeque teses do STF para condenar réus do mensalão

Jurista alemão Claus Roxin, um dos pais da teoria do 'domínio do fato', diz que conceito não pode ser usado sem presença de provas - como fez a suprema corte brasileira

Por: Maurício Thuswohl, da Rede Brasil Atual

O propalado “rigor técnico e jurídico” do julgamento do mensalão, tantas vezes afirmado pelo relator do processo, Joaquim Barbosa, e por outros ministros do STF, vem recebendo vários questionamentos. Nos últimos dias, as críticas aos métodos usados no Supremo surgiram em diversas frentes, atacando pontos cruciais que sustentaram a argumentação do relator e resultaram na condenação de 25 dos 37 réus envolvidos no processo.

As críticas vão desde a denúncia de cerceamento de defesa de um dos réus até o questionamento do conceito jurídico do “domínio do fato”, utilizado por Barbosa como base argumentativa para condenar por uma suposta liderança do esquema do mensalão aqueles que tinham posição hierárquica superior, notadamente o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente do PT José Genoino, mesmo sem a presença de provas concretas nos autos. Outro pilar da argumentação do relator, o desvio de dinheiro público da empresa Visanet, também foi questionado a partir da publicação de uma reportagem que afirma que o dinheiro, de fato, não era público e nem foi desviado.

O questionamento mais emblemático à condução do julgamento do mensalão partiu do jurista alemão Claus Roxin, um dos pais da teoria do “domínio do fato”. Em entrevista ao jornal Folha de SP publicada ontem (11), ele afirma que a tese não foi bem aplicada pelo STF, pois a posição hierárquica por si só não é suficiente para comprovar a culpa de um réu: “Quem ocupa posição de comando tem que ter, de fato, emitido a ordem. E isso deve ser provado”, disse.

Roxin avalia que a condenação sem provas concretas “seria um mau uso” da teoria do domínio do fato. Segundo o jurista alemão, para ter sua condenação justificada, “a pessoa que ocupa a posição no topo de uma organização tem também que ter comandado esse fato, emitido uma ordem”.

Ao comparar o julgamento do mensalão com a condenação pela Corte Suprema do Peru do ex-presidente Alberto Fujimori, também amplamente apoiada na tese do “domínio do fato”, Roxin ressaltou a importância da prova concreta que, segundo ele, deve ser priorizada em detrimento de indícios e depoimentos de outros réus: “A posição hierárquica não fundamenta, sob nenhuma circunstância, o domínio do fato. O mero ‘ter que saber’ não basta. Essa construção (‘dever de saber’) é do direito anglo-saxão e não a considero correta. No caso do Fujimori, por exemplo, foi importante ter provas de que ele controlou os sequestros e homicídios realizados”, disse.

Visanet
O suposto desvio de dinheiro público da empresa Visanet, comprovado nos autos do processo, segundo o entendimento da maioria dos ministros do STF, é questionado por uma reportagem publicada na edição de novembro da revista Retrato do Brasil. A reportagem reproduz uma auditoria interna feita pelo Banco do Brasil que demonstra que durante a gestão do ex-diretor de Marketing do banco, Henrique Pizzolato, condenado no julgamento do mensalão, a diferença entre os valores dos serviços demandados pelo banco e o valor dos serviços que tinham nota legalmente emitida pela Visanet jamais ultrapassou 1%.

Feita por 20 auditores do BB ao longo de quatro meses, a auditoria analisou o período entre 2001 e 2005, alcançando, portanto, os dois anos anteriores à gestão de Pizzolato. Segundo a reportagem, a auditoria joga por terra a tese, defendida por Joaquim Barbosa e acatada pela maioria do STF, de que Pizzolato teria desviado R$ 73,8 milhões do banco para as empresas controladas pelo publicitário Marcos Valério.

“Os auditores procuraram saber se existiam os comprovantes de que as ações de incentivo autorizadas pelo BB no período tinham sido de fato realizadas. (...) Os auditores procuraram, então, os mesmos documentos na CBMP (Visanet), que é, por estatuto, a dona dos recursos e a controladora de sua aplicação e dos documentos originais de comprovação da realização dos serviços. A falta de documentação comprobatória foi, então, muito pequena – em proporção aos valores dos gastos autorizados, de 0,2% em 2001, de 0,1% em 2002, de 0,4% em 2003 e de 1% em 2004”, diz a reportagem.

Cerceamento de defesa
Pizzolato também é personagem de outro questionamento ao julgamento do mensalão surgido nos últimos dias. Seu advogado, Marthius Cavalcante Lobato, deu entrada em uma petição junto ao STF para requerer vistas de um processo que corre em segredo de Justiça e no qual o ex-diretor de Marketing é objeto de uma investigação que pretende apurar se outros diretores do banco teriam participado do esquema do mensalão.

Iniciada em 2006 sob a coordenação do procurador geral da República, Roberto Gurgel, a investigação toma como pressuposto uma das teses da defesa de Pizzolato ao admitir que os supostos desvios do Fundo Visanet para a empresa DNA Propaganda, de Valério, foram decididos por um colegiado dentro do banco, o que tornaria injusto o indiciamento de apenas a um único réu no processo do mensalão.

Em entrevista à Carta Maior publicada ontem (11), Lobato afirma que a Procuradoria Geral da República “sempre negou a existência de uma decisão colegiada, afirmando que Henrique Pizzolato fez autorizações isoladamente, muito embora estivesse de forma paralela fazendo investigação em sentido contrário”.

O advogado defende a tese de que, uma vez a investigação paralela e sigilosa tendo apontado a existência de uma decisão colegiada, os demais participantes desta decisão também deveriam figurar necessariamente como réus no processo do mensalão. Se isso fosse feito de forma correta, sustenta o advogado, “haveria necessidade de prova, por parte da Procuradoria Geral da República, da participação ativa de todos os envolvidos”.
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Luís Gomes: Prefeito, Tadeu Nunes, atrasa salário de servidores e agora terá que se explicar ao Ministério Público.


A Promotoria de Justiça da Comarca de Luís Gomes/RN instaurou, no dia 07 de novembro de 2012, inquérito civil nº 21/2012 para apurar possível ato de improbidade administrativa que teria sido cometido pelo Prefeito de Luís Gomes, Francisco Tadeu Nunes, consubstanciada no atraso de salário dos servidores públicos municipais.

Em verdade, têm-se notícias de que os servidores comissionados estão com as remunerações dos meses de setembro e outubro do ano em curso em atraso, no referido Município.

Assim, o Promotor Ricardo José da Costa Lima entendeu a necessidade de apurar o caso, uma vez que o mesmo atenta contra os princípios da legalidade e da moralidade e, os repasses da verba do Fundo de Participação dos Municípios ao Município são efetuados todos os dias 10, 20 e 30 de cada mês.

Ademais, o Promotor requereu, no prazo de 10 (dez) dias, ao Município, justificativa para o atraso no pagamento dos salários do funcionalismo público municipal, relação nominal dos servidores públicos que estão com suas respectivas remunerações em atraso e, ainda, requereu ao Banco do Brasil S.A. cópia da movimentação financeira da conta do Município de Luís Gomes/RN alusiva ao FPM dos meses de setembro, outubro e novembro de 2012.

Ressalto que o Prefeito poderá ser condenado pelo crime de Improbidade Administrativa por praticar ato visando fim proibido em lei, cuja pena pode ser de ressarcimento integral do dano, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente, dentre outras, nos termos da Lei de Improbidade Administrativa - 8.429/1992). 

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FERREIRA GULLAR ASSUSTA AS CRIANÇAS

Buuuuuu!!!


Ferreira Gullar, que por sua idade, pela   obra e passado,  merece todo o meu respeito,  escreveu artigo neste domingo na Folha de SP - onde escreve regularmente, o que já o qualifica - afirmando que Lula comprou deputados enquanto Presidente e decidindo que a geração de políticos ideológicos acaba com Dilma. Vaticina que após a Presidenta a ideologia política acabará.

A ideologia não acaba. Como literato o honorável Gullar deveria lembrar-se que cada discurso, cada gesto, cada postura corporal denuncia uma ideologia neles contida.


A ideologia  não acabou e nem acabará. Seu próprio artigo deste domingo na Folha denota a sua ideologia.  Ao escrever que uma nova geração de políticos como Aécio, Cabral, eduardos: Campos e  Paes,  são a nova geração de políticos "não ideológicos", está mais uma vez sendo o porta-voz de uma nossa velha e conhecida ideologia: a que prega o fim das lutas sociais, dos conflitos entre pobres e ricos, entre poderosos e excluídos, para que tenhamos a ilusão "voltairiana" de Cândido, o Otimista, a  de que vivemos no melhor dos mundos, e que a melhor coisa que posso fazer é "cuidar do MEU jardim."

Faz coro com Roberto Freire e com muitos outros que para justificar seu rendição ao neoliberalismo aceitam a tese de que a ideologia acabou.

A ideologia é um conjunto de idéias, ideias são sonhos antes de se tornarem realidade. A ideologia que nos moveu até hoje  é como a Fé, é acreditar na realização do impossível. A Fé numa sociedade melhor,  com igualdade social continua sendo o sonho de milhões no Mundo de hoje. Sobretudo milhões  de jovens, que continuarão realizando o impossível mesmo depois de décadas após a nossa morte. Manterão a memória de Spartacus, de Lutero, da Comuna de Paris, de Rosa de Luxemburgo, das Brigadas Internacionais, de Paris em Maio de 68, de Martin Luther King, Che Guevara e de tantos e tantos outros movimentos e pessoas que lutaram contra o Sistema,  por mais justiça e  por mais humanidade.

Para experienciar o verso de   Fernando Pessoa: "tenho em mim todos os sonhos do mundo.." basta ter o espírito jovem, e para sonhar não importa a idade, porque diz Joel: "...os vossos velhos sonharão".

O grande Ferreira Gullar  que já nos deu tanto orgulho e prazer, chega  na velhice -  ao contrário de Niemeyer -  confundindo o fim da sua vida com o Fim do Mundo.

Pode ser que realmente o Mundo tenha acabado para ele desde o dia em que Lula se elegeu, e o PT chegou ao Poder.

Tão trágico quanto um  Titanic não se importa de ir a pique desde que leve com ele  Lula, acusando-o de ter comprado parlamentares, e de ser o verdadeiro chefe do "mensalão".

E, com todo o  bom humor que me caracteriza, com todo respeito -  é claro -  digo que Gullar além de equivocado é muito feio. Assusta as crianças. kiakiakiá




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