Prefeito de Antônio Martins ordena derrubada de plantas e população fica revoltada.


Com os dias contados para deixar o cargo, o Prefeito de Antônio Martins, Edmilson Fernandes de Amorim (PMDB), derrotado nas urnas, quando tentava a reeleição, ordenou, na ultima terça-feira, 6 de Novembro, a derrubada de 18 Palmeiras Imperiais existentes em canteiros e praças da cidade.

Do Bairro Muquém ao Alto da Ema, cortando toda a RN 117. Da Avenida Venceslau José de Souza, passando pela Rua Francisco Paiva, até a Avenida Senador Joaquim Inácio de Carvalho Neto. Só o que se vê é destruição.

As Palmeiras Imperiais eram verdadeiros cartões-postais, que embelezavam a cidade, e há cerca de 10 anos faziam parte do cotidiano da população, mas que vinham morrendo por falta de irrigação.

As árvores foram plantadas durante a gestão do Médico e Ex-prefeito Zé Júlio (PSD), que objetivava tornar a cidade um lugar mais agradável para se viver.

Além do impacto ambiental, causado com a derrubada das plantas, existe o valor material investido. O preço de uma Palmeira Imperial em idade adulta pode alcançar R$ 10 mil.

As plantas foram cortadas de forma indiscriminada, sem qualquer critério técnico e, por isso mesmo, causou diversas reações na população de Antônio Martins e, até, de outras localidades. 

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Polícia faz operação em Serra do Mel devido à instabilidade pós-eleições.


A Polícia Civil de Mossoró, em parceria com a Polícia Militar, realizou uma ação ostensiva em Serra do Mel, neste domingo (11). O objetivo era garantir a segurança no município, tendo em vista a instabilidade política local pós-eleições, além de trabalhos de fiscalização.

Cerca de 50 policiais, entre Civis e Militares se espalharam pelas mais de 20 vilas do município. Foram apreendidas 34 motos (uma delas estava adulterada) e três pessoas foram conduzidas por falta de documentos, mas liberadas. 

"Há uma preocupação especial com Serra do Mel porque aqui o resultado das eleições ainda não se confirmou. Está sob julgamento da Justiça Eleitoral e isso tem sido motivo para crimes como ameaça, perturbação do sossego e também brigas entre os adversários políticos", explicou o delegado Clayton Pinho.

De acordo com o titular da 2ª Delegacia Regional de Policia Civil, essa indefinição tem gerado diversos conflitos na cidade, tirando o sossego da população local. “Mas o trabalho de hoje é pra mostrar que a Polícia Civil está presente e não vai permitir confusões", concluiu o delegado Clayton.

Diário de Natal
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PRIVATIZAÇÃO DA GUERRA

A DOUTRINA RUMSFELD E A PRIVATIZAÇÃO DA GUERRA


ALTA TECNOLOGIA E PRIVATIZAÇÃO DA GUERRA

Por Javier Couso, da Espanha, no “ODiario.info” de Portugal

“Nestes dias temos tomado o café-da-manhã preocupados com as notícias sobre a utilização civil de veículos aéreos não-tripulados, VANT, no seu acrônimo castelhano.

Os VANT são fruto de desenvolvimento tecnológico militar que, pelas suas virtudes, junta o poder de fogo e observação, a mobilidade e a redução de custos, foram-se impondo aos exércitos de todo o mundo. Hoje em dia, existem 700, 500 deles exclusivamente militares, presentes em 25 países.

Os líderes da fabricação desses aparelhos são os EUA e Israel e isto não é casual, já que o seu desenho e implantação foram impulsionados de forma decisiva pela chamada “Doutrina Rumsfeld”, na realidade um projeto de reorganização das forças armadas estadunidenses semelhante ao anteriormente desenvolvido por Brzezinsky, inteligência parda do verdadeiro poder estadunidense.

O que diferencia ambas as doutrinas é o aspecto táctico, o qual assenta, exclusivamente, no poder aéreo, nas forças especiais, na tecnologia, na informação e, como elemento de coesão, na privatização de grandes áreas da área da defesa.

Ao contrário da visão de Collin Powell, de recorrer a um poder militar esmagador e decisivo, Rumsfeld propõe baixar os custos de armamento, já que, na concepção das novas guerras, e sem ter de enfrentar exércitos possuidores de poder semelhante, é preferível força menor apoiada, isso sim, pela mais alta tecnologia e melhor informação.

Curiosamente, e apesar de ser um republicano neocon, Rumsfeld coincide na sua visão estratégica com o democrata Brzezinsky. Este aponta a China como o verdadeiro inimigo, prevê um cada vez maior isolamento dos EUA, descarta o Atlântico Norte e a Europa Central como os eixos centrais e não dá qualquer importância aos países europeus da NATO, atribuindo importância tática ao Médio Oriente, para onde, aí sim, se enviam forças de intervenção estadunidenses e se dominam zonas estratégicas que possam propiciar, como objetivo prioritário, o isolamento que leve à neutralização da China.

De início, o conceituado “complexo militar industrial” opunha-se frontalmente aos planos de Rumsfeld, mas a realidade demonstra-nos que, por fim, houve aceitação dos mesmos, já que o orçamento da Defesa aumentou com orientação mais tecnológica e os empórios que se dedicam à construção de material de alta tecnologia saíram reforçados.

Quando se reflete sobre a doutrina estratégica estadunidense, apreciam-se alterações de elementos tácticos, novos teatros de operações, mas o apontar a China como prioritária é anterior à queda da URSS, ainda que depois se tenha consolidado.

Quando observamos essas alterações, vemos que Rumsfeld é, desde 2001, o impulsionador do falsamente chamado “Escudo antimíssil”, que pretende por fora de jogo a Rússia, ao obrigá-la a empreender nova corrida armamentista, deixando o peso dessa iniciativa aos países europeus da OTAN (mais a Turquia).

A Polônia, a Romênia e a Espanha são atores destacados. Uns põem as bases de mísseis e o nosso país [Espanha] contribui com os melhores e mais modernos meios navais, as fragatas dotadas com o sistema AEGIS.

O importante do pensamento de Rumsfeld não é tanto o conceito estratégico que, como já vimos, bebe no de Brzezinsky, mas a sua aplicação tática enovelada que dá o tiro de saída à proeminência da alta tecnologia fundida com o pensamento neoliberal de privatização de áreas e recursos, que na concepção do Estado-nação tradicional estavam exclusivamente nas mãos do Estado.

Essa é a ideia que obriga a que, para manter essa pequena força estatal, se tenha de recorrer à iniciativa privada em áreas de segurança e informação vitais. Funções assumidas de imediato por empresas de segurança, conhecidas popularmente como “contratados”, forma eufemística de chamar ao que sempre foi o aluguel de soldados mercenários.

A partir das invasões do Afeganistão e do Iraque, assistimos à proliferação dessa privatização da guerra e da inteligência, o que levou à criação de grandes empresas com mais poder que alguns países. Os seus benefícios imediatos convencem os governos: são mais baratas de manter que as estruturas castrenses tradicionais, não há responsabilidades para além do tempo de contrato e, em último caso, se adjudica o negócio a setores ideologicamente afins, que poderão chegar aonde as próprias Forças Armadas, algo limitadas pelo Direito Internacional Humanitário, não convêm que cheguem.

O mesmo sucede com a segurança e na logística; aplica-se o mesmo princípio. As comidas, os transportes, a construção de bases, a sua manutenção…, tudo é posto nas mãos dos privados. Nas mãos dos privados amigos, claro.

Ainda que dando menos “nas vistas”, a logística é a alma de um exército. Não é em vão que os grandes historiadores militares falam com admiração da logística das legiões romanas ou dos exércitos de Alexandre Magno, que lhes permitia percorrer centenas de quilômetros tendo assegurada a comida, o descanso, o material…, definitivamente, todas as necessidades na vida de milhares de homens em movimento. Imaginemos o formidável negócio que é manter a deslocação de centenas de milhares de soldados em oitocentas bases espalhadas pelo mundo.

Como conclusão, devemos ter sempre presente o pensamento de Rumsfeld pois, com as bases estratégicas de Brezinsky, faz uma construção tática e ideológica da projeção do poder estadunidense que estamos hoje em dia a viver e se resume: “Alta tecnologia e privatização”. Puro pensamento neoliberal de âmbito militar imperial.

Tudo está relacionado nesse tabuleiro mundial onde se joga a geopolítica, ainda que o emaranhado de ações não nos deixe ver o núcleo do bosque.

Fica claro que essa é a construção ideológica de um futuro em que as grandes corporações vão minando e substituindo o poder dos Estados, chegando, inclusive, a devorar quem lhes permitiu crescer e desenvolver-se: os EUA.

O que pareciam as distopias literárias ou cinematográficas de um mundo dominado por um governo mundial de grandes corporações, tornam-se, cada dia mais, possíveis com a permissividade e o impulso de um pensamento que retira as competências do Estado os cidadãos emanado da Revolução Francesa para as entregar a entidades privadas, com visão feudal do mundo.”

FONTE: escrito por Javier Couso, da Espanha, no “ODiario.info” de Portugal. O autor é ativista antiguerra. Escreve sobre meios de informação e tratamento de notícias e estratégia militar. Desenvolve batalha jurídica para levar ao banco dos réus os soldados norte-americanos que ele acusa de assassinarem, na guerra do Iraque, o seu irmão José Couso, câmera de “Telecinco”. Este texto foi publicado inicialmente em:  http://hablandorepublica.blogspot.com/2012/03/la-doctrina-rumsfeld-alta-tecnologia-y.html. Transcrito no portal de Luis Nassif com tradução de José Paulo Gascão  (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-doutrina-rumsfeld-e-a-privatizacao-da-guerra) [Imagens do Google adicionadas por este blog ‘democracia&política’].
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QUEM SEREMOS NO FUTURO?


Por Marcelo Gleiser


“Segundo visionário, em 2020 computadores serão poderosos o suficiente para simular o cérebro humano.

Acabo de assistir a uma palestra do inventor e futurista Ray Kurzweil, que está passando uns dias na minha universidade nos EUA. Kurzweil ficou famoso por suas várias invenções, desde sintetizadores que podem simular sons de piano e outros instrumentos até um software para cegos que transforma texto em voz.

Escreveu vários best-sellers, nos quais explora como o avanço exponencial da tecnologia transformará profundamente a sociedade, redefinindo não só o futuro, mas a própria noção do que significa ser humano. Segundo Kurzweil, a revolução não só já começou como avança rapidamente em direção a um ponto final, "a Singularidade", quando máquinas e seres humanos formarão uma aliança que poderá nos tornar seres super-humanos. Ele prevê que chegaremos lá em 2045.

Segundo Kurzweil, em 2020 computadores serão poderosos o suficiente para simular o cérebro humano. Baseando seus argumentos numa lei empírica chamada "Lei dos Retornos Acelerados", ele afirma que, em 25 anos, o progresso da internet e a velocidade de processamento de dados criarão tecnologias bilhões de vezes mais poderosas do que as que temos hoje.

Por exemplo, os computadores da década de 1970 eram 1 milhão de vezes mais caros e mil vezes menos eficientes do que o que temos hoje em nossos celulares, totalizando um aumento de bilhões de vezes em eficiência de computação por real.

Ele prevê que, em 2029, teremos entendido o funcionamento do cérebro humano, ao menos o suficiente para simular seu funcionamento em computadores que, a essa altura, serão bem mais poderosos do que nossos cérebros.

A singularidade, no caso da física dos buracos negros, da qual Kurzweil tomou sua inspiração, é um ponto além do qual não sabemos o que pode ocorrer. É onde as leis que usamos para descrever as propriedades da matéria, do espaço e do tempo deixam de fazer sentido. Isso não significa que seja impossível compreender a singularidade, mas apenas que não temos as ferramentas teóricas para fazê-lo.

Já no caso da inteligência artificial, fica bem mais difícil prever o que poderá ocorrer. Toda tecnologia pode ser usada para o bem ou para o mal. Se, como Kurzweil, somos otimistas e vemos que a humanidade, em média, tem se beneficiado com o avanço tecnológico (vivemos mais e matamos melhor, mas matamos menos), a singularidade trará uma nova era na evolução da inteligência, na qual o corpo será supérfluo: o que importará será a informação que nos define.

Afinal, somos matéria arranjada segundo um plano, e esse plano é uma sequência de instruções, ou seja, um programa.

Se pudermos armazenar essas instruções, em princípio podemos recriá-las em qualquer máquina, como numa realidade virtual superavançada. Imagine um personagem do videogame Sims que é tão sofisticado que se considera vivo. Seremos ele. A realidade, tal qual a percebemos, pode ser simulada; basta mais informação, mais detalhes, mais velocidade de processamento.

Se é esse o nosso futuro, é bom começarmos a pensar nas suas várias consequências. E nos certificar de que nossa informação terá um backup que não falhará nem poderá ser destruído por forças malignas.”

FONTE: escrito por Marcelo Gleiser, professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor de "Criação Imperfeita". Artigo publicado na “Folha de São Paulo”  (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saudeciencia/77338-quem-seremos-no-futuro.shtml).
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Virada Cultural leva multidão às ruas


A manhã instável -- ora nublada, ora abafada-- deste sábado (10) não espantou o público que prestigiou a 3ª edição da Virada Cultural na cidade. Com atrações de peso, como Dudu Nobre, Zeca Baleiro, Arnaldo Antunes, Cauby Peixoto e Angela Maria, o evento reuniu uma multidão nos palcos espalhados por Curitiba. Só no show do Zeca Baleiro foi estimado um público de 15 mil pessoas.

FOTOS: Veja fotos da Virada Cultural no Paraná

VÍDEO: Assista ao vídeo da apresentação de Zeca Baleiro e entrevista
VÍDEO: Arnaldo Antunes em versão acústica
VÍDEO: Cauby Peixoto e Angela Maria emocionam a Boca Maldita
Curitiba
O agito começou com Dudu Nobre no palco Conexões, na Boca Maldita, centro de Curitiba. O show começou pontualmente ao meio dia e seguiu até às 13 horas.
Tocando o samba-enredo "É hoje", da União da Ilha (1982), o músico animou muitas famílias presentes, que fizeram coro: "é hoje o dia da alegria... Diga espelho meu, se há na avenida..." Leia a matéria completa.
Zeca Baleiro se apresentou na Virada Cultural no início da tarde do sábado, no Palco Riachuelo, montado perto do Paço da Liberdade, no centro de Curitiba.
A apresentação estava entre as mais aguardadas pelo público dentre as atrações da Virada Cultural 2012 na capital. Leia a matéria completa.
Pouco depois, o cantor Arnaldo Antunes empolgou o público que superlotou o Palco Riachuelo, montado em frente ao Paço da Liberdade, no centro de Curitiba no final da tarde.
O músico, que tem público cativo na cidade, comandou um dos shows mais esperados da Virada Cultural e soube matar a fome da galera que queria diversão e arte. Leia a matéria completa.
Grande atração da Virada Cultural de Curitiba, Cauby Peixoto e Angela Maria transformaram a noite no Palco Conexões, na Boca Maldita, em uma grande serenata. O público, que lotou o espaço, era composto por gente de todas as idades – muitos emocionados com as canções de amor.
Tinha até gente acompanhando a performance da dupla na sacada de hotéis e prédios da região.Leia a matéria completa.
No domingo (11), sobem aos palcos da Virada o compositor Roberto Menescal e Coral, a Orquestra Sinfônica do Paraná, os gaúchos Kleiton e Kleidir, além de Emílio Santiago e A Banda Mais Bonita da Cidade, entre outras atrações culturais.
Interior
A Virada Paraná no interior do estado foi marcada pela baixa participação do público. Exceto em Maringá, onde Emílio Santiago agitou quem acompanhou o show no Palco Conexões.
Já em Foz do Iguaçu, o calor e a falta de atrações nacionais foram os motivos apontados pela organização para justificar a presença de poucos iguaçuenses nas atividades culturais. Na cidade de Campo Mourão, o movimento foi ainda pior. Durante a tarde, o show que registrou o maior número de pessoas foi o da Orquestra Paranaense de Viola, com cerca de 150 espectadores.
gazeta do povo

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