São Paulo sobdescontrole



Alvos, policiais recorreram à religião. A associação PMs de Cristo lançou a campanha “Ore por um PM”, um ciclo de orações até o dia 15 de dezembro

 Clima de Pânico

Conflitos de PMs com o crime organizado espalham terror pelas ruas da principal cidade do País: Mais de 100 mortes em uma semana ,Antônio Ferreira Pinto, secretário da segurança de Alcmin dizia, porém, que visita do ministro José Eduardo Cardozo  foi apenas de cortesia. Mentiu

Violência em são paulo

Numa reunião em junho, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, alertou o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, sobre o possível agravamento da violência no estado a partir de ações desencadeadas por uma das maiores organizações criminosas do país.

Segundo uma autoridade federal que acompanha o caso de perto, o ministro viajou à capital paulista, e avisou o secretário, com base em relatório sigiloso do Sistema de Inteligência Brasileiro (Sisbin), que reúne dados da Polícia Federal, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e das Forças Armadas, entre outras instituições.

Apesar da gravidade do conteúdo do relatório, Ferreira Pinto minimizou o problema e rejeitou a oferta de ajuda do governo federal, segundo essa autoridade. Em resposta, limitou-se a dizer que a situação em São Paulo estava sob controle. O poderio da organização criminosa mencionada pelo ministro seria apenas uma exagero da imprensa.

Alckmin: "ajuda é bem-vinda". Isso depois de dizer que São Paulo não precisava de ajuda

Alckmin não tem como reverter o desgaste político, mas poderia minimizá-lo se efetivamente conseguir diminuir o número de assassinatos programados.

O secretário não quis sequer transferir chefes criminosos do estado para presídios federais, como sugeriu o ministro. Ontem, Ferreira Pinto não quis dar entrevista para comentar o assunto. Na véspera, dissera que recebeu a visita do ministro como "cortesia", e não como missão para oferecer ajuda no combate à criminalidade.

O Palácio dos Bandeirantes informou que, este ano, pediu cerca de R$ 156 milhões ao Ministério da Justiça, mas recebeu R$ 4 milhões. Segundo o governo estadual, foram pedidos R$ 8 milhões por meio do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv), dos quais foram liberados R$ 4 milhões. Outros R$ 148 milhões foram pedidos à pasta federal, para compras e projetos tecnológicos e outras despesas.

O ministério confirmou os pedidos, mas informou que não libera recursos sem um plano estratégico, feito com a participação federal. No ofício enviado a Alckmin, Cardozo oferece ajuda, desde que seja elaborado um plano conjunto. Ele também afirma que há vagas nos presídios federais de segurança máxima para acomodar os chefes do crime organizado de São Paulo.

O governo paulista tem recusado a participação em programas federais. Até a proposta do governo federal de combate ao crack foi deixada em segundo plano. Só há duas semanas, foi enviado ofício ao ministério demonstrando interesse.

Nasceu durante a administração do PSDB

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC)nascida na gestão tucana completa 19 anos de existência  A gangue paulista foi fundada, em 31 de agosto de 1993, na Casa de Custódia de Taubaté. Desde o início de 2006, o grupo foi considerado responsável por três ondas de ataques criminosos em São Paulo, que atingiram prédios da polícia e de outros órgãos públicos, agências bancárias e ônibus, supermercados, revendedoras de carros e postos de gasolina.

O grupo também é responsável pelas maiores rebeliões nas prisões paulistas nos últimos anos e está ligado ao tráfico de drogas, seqüestro e roubos de bancos, segundo a polícia. Acredita-se que a facção tem apoio de mais de 80% dos presos do Estado.

O PCC tem um estatuto, que exige dos criminosos que passam a integrar a rede lealdade e pagamento de uma contribuição financeira, uma espécie de dízimo. O dinheiro arrecadado tem coordenação única e serve para contratar advogados, resgatar presos e dar apoio financeiro para novos crimes.Diferente do outro partido PSDB, eles são bem organizados.

Em 18 de fevereiro de 2001, o PCC coordenou 29 rebeliões simultâneas em São Paulo com um saldo de 30 mortos, a grande maioria alvo de disputas entre gangues rivais nas prisões. Em novembro de 2003, por mais de uma semana, o grupo foi responsável pelo ataque contra dezenas de delegacias com metralhadoras, bombas caseiras, escopetas e pistolas. No total, três agentes policiais foram mortos e 12 feridos.

Em várias ocasiões, foram descobertas centrais telefônicas que permitem o ordenamento de mortes, inclusive de policiais, e roubos, além da coordenação do tráfico. O uso de celulares dentro da prisão, já flagrado inclusive por câmeras, é apontado por delegados como principal fator na comunicação entre penitenciárias e facção.

São Paulo dominada

Desde o início do ano, ao menos 90 policiais foram assassinados no Estado. Desse total, 18 eram aposentados e três estavam em serviço. Além disso, o Estado continua a enfrentar um grande índice de violência. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, só na capital houve um crescimento de 102,82% no número de pessoas vítimas de homicídio no mês de setembro, em comparação ao mesmo período do ano passado. Em todo o Estado, a alta foi de 26,71% no mesmo período.

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PSDB fala em renovação e ensaia resgatar discurso da privatização



Os partidos de oposição pretendem resgatar suas bandeiras históricas para tentar fazer a campanha de 2014 para a Presidência da República em pé de igualdade com o PT. Em destaque, o programa das  privatizações...

À frente do movimento pelo resgate das bandeiras está o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Terminado o 2.º turno da eleição em que o petista Fernando Haddad derrotou o ex-governador José Serra (PSDB) na disputa para a Prefeitura de São Paulo, Fernando Henrique passou a pregar a renovação dos programas de governo dos partidos de oposição.

Uma renovação que, a rigor, significa o resgate daqueles projetos que, segundo os partidos  PSDB, DEM e PPS, o PT lhes tomou.

No início da semana o ex-presidente conversou sobre o assunto com o ex-governador Alberto Goldman, primeiro vice-presidente do PSDB. "Concluímos que do ponto de vista dos resultados do que fizemos, o governo de FH foi absolutamente vitorioso", disse Goldman ao jornal o Estado de SP.

Isso causou um problema de fato para a oposição, avaliaram Fernando Henrique e Goldman. "Nosso grande desafio é levantar nossas bandeiras e mostrar para a opinião pública que tudo começou com o governo de Fernando Henrique, que teve à frente o PSDB e o DEM, com nosso programa de privatizações. Temos o desafio de mostrar que fomos tão vitoriosos que se apropriaram de nossas ideias como se fossem deles. Pior: só foram perceber que era preciso fazer as parcerias com a iniciativa com dez anos de atraso, o que causou um prejuízo imenso para o Brasil."

Presidenciável

Candidato mais provável das oposições, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) tem conversado com os economistas André Lara Resende, Armínio Fraga e Edmar Bacha, que tiveram papel fundamental no programa de privatizações do governo FHC - como o das telefônicas e da Vale, além da federalização dos bancos estaduais. Aécio já se disse pronto para ser o candidato. Deverá ser o próximo presidente do PSDB, o que lhe garantirá palanque duplo: no Senado e no comando do partido. Informações Estadão
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Charges do dia - pig de Colombo...














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Aveiro está em festa - Parabéns ao amigo Jornalista Elias Junior pela passagem do seu aniversario hoje, 11/11/2012



Elias Junior tem sido ao logo desses anos o único blogueiro a atuar diretamente na divulgação dos acontecimentos ocorridos na vila histórica de fordlandia municipio de Aveiro-Pará.
Com seu jeito irreverente e criativo tem se destacado no municipio de Aveiro pela noticia e pela musica já que ele também atua na ária musical como cantor e compositor retratando nas letras de suas canções as belezas naturais da vila de fordlandia onde mora.
Parabéns mais uma vez e que muitas primaveras como essa possa acontecer.                São os sinceros votos do seu amigo; Neymias Cordeiro do Blog Política com pimenta malagueta.
Elias Junior também é o moderador do blog; http://blogdoeliasjr.blogspot.com/ 
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PF procura índio morto em conflito e teme invasão em MT

PF procura índio morto em conflito e teme invasão em MT


Operação Eldorado terminou com seis índios e quatro agentes feridos. Quase 100 agentes estão em Alta Floresta para conter suposta invasão.

PF diz que foi vítima de emboscada de índios Região - A Polícia Federal abriu inquérito para investigar as causas do assassinato do índio da etnia Munduruku morto durante uma ação da operação Eldorado que terminou em confronto entre agentes da PF e indígenas da aldeia Teles Pires, na região de Alta Floresta, a 800 quilômetros de Cuiabá nesta última quarta-feira (7).

O corpo do indígena, que seria pai de oito filhos, foi encontrado um dia depois pelos próprios indígenas boiando no rio Teles Pires. Nesta sexta-feira (9), em coletiva à imprensa, o superintendente da PF em Mato Grosso, César Augusto Martinez, informou que um boletim de ocorrência foi registrado na delegacia de Jacareacanga, cidade do Pará que faz divisa com Mato Grosso. “Ele teria sido até enterrado. Mas nós já iniciamos uma investigação conjuntamente com a Secretaria de Segurança do Pará para apurar o caso”, afirmou o delegado. Depois de encontrado, relatou Martinez, o corpo terá que ser exumado.

No confronto, segundo o superintendente, um dos três delegados que comandou a operação na região, disse em depoimento à PF, que foi perseguido por um indígena no rio Teles Pires e teria disparado. “Ele estava com a água já pelo peito e depois de ser atingido por uma borduna e alvejado por flecha ele disse que foi perseguido por dois índios. Ele efetuou um disparo que pode ou não ser de arma de fogo. Ele não soube precisar. Estamos investigando se o índio que morreu foi alvejado por ele”, relatou.

O superintendente relatou que os policiais federais foram vítimas de uma emboscada. No dia anterior à ação, os agentes da PF e as lideranças da aldeia Teles Pires, pertencente ao povo Munduruku, fecharam acordo de que as balsas utilizadas no leito do rio para a extração ilegal de ouro seriam destruídas. “A reunião durou quatro horas e deixamos claro que os índios não estavam sendo investigados naquele momento. No outro dia quando os policiais chegaram para explodir as balsas foram surpreendidos com mais de 100 índios atirando flechas”, informou.

Ainda de acordo com Martinez, um áudio que vai compor o inquérito da PF dá conta que os índios se prepararam para o confronto. “Eles arregimentaram guerreiros e o líder da aldeia chegou a dizer: é para bater ou matar”, destacou o superintendente.

O coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Alta Floresta, Clóvis Nunes afirmou ao G1 que, possivelmente, o conflito só ocorreu porque os índios não querem que o garimpo deixe as suas terras. “Lá existe atividade garimpeira feita no leito do rio. Muitas dragas e balsas atuam na região e os índios recebem uma porcentagem dos lucros obtidos pelos garimpeiros”, destacou Nunes.

No conflito, os policiais federais portavam tanto balas letais como não-letais. Além do indígena morto, outros seis ficaram feridos. Dois deles, em estado mais grave, foram transferidos de helicóptero, primeiramente, para Alta Floresta e, em seguida, para o Pronto-Socorro de Cuiabá. Um deles, de 44 anos, está com um dreno instalado no braço atingido por um disparo. Ele corre risco de ter o membro amputado. Eles também foram submetidos a exame de corpo de delito que vai apontar, dentre outros pontos, se há resíduo de pólvora nos ferimentos.

Outros quatro policiais também se feriram. Um deles, da Força Nacional de Segurança, foi baleado. Todos os agentes foram atendidos no local e estão em estado de observação porque, segundo a PF, as bordunas que os atingiram poderiam conter alguma substância que causaria dano à saúde.

Invasão de três mil índios
A Polícia Federal desmontou a base que mantinha em uma fazenda e deslocou 92 agentes para a cidade de Alta Floresta. Tudo porque escutas via rádio e conversas informais entre os indígenas dão conta de que quase três mil índios preparam uma invasão à cidade de Alta Floresta em retaliação ao confronto na aldeia.

O superintendente informou à imprensa que só irá retirar os agentes da cidade quando a hipótese de invasão for dissipada. “Três mil pessoas é muito complicado. Para reunir toda essa gente precisa de tempo e estrutura. Mas continuamos na cidade com a nossa tropa de choque”, acentuou Martinez.

Ao longo desta quinta-feira (8), um grupo de 17 índios envolvido no conflito prestou depoimento à PF, em Sinop, a 500 quilômetros de Cuiabá. Treze deles foram autuados por desacato e resistência e poderão responder pelos crimes, segundo o superintendente da PF, porque são índios aculturados. Outros quatro não foram autuados porque são menores de idade. Quinze armas de diversos calibres, além de bordunas, arcos, flechas e facões foram apreendidos e serão submetidos à perícia.

De acordo com a PF, os índios recebiam R$ 420 mil por mês obtidos pela garimpagem ilegal de ouro na região. Cada balsa empregada no garimpo, segundo Martinez, custou R$ 2,5 milhões. “A aldeia é bem estruturada. Tem geladeira, fogão elétrico, gerador, balsas e carros”, salientou Martinez.

O superintendente afirmou ainda que a operação Eldorado, apesar de ter sido interrompida após o conflito, encerrou a primeira fase que se ateve a coibir crimes financeiros e ambientais. Ele classificou a ação como positiva porque todas as 16 balsas usadas na extração ilegal de ouro no rio Teles Pires foram explodidas. A Justiça Federal de Mato Grosso expediu 28 mandados de prisão e 64 de busca e apreensão em Mato Grosso e outros seis estados. Agora, a operação vai entrar na segunda fase quando os crimes de lavagem de dinheiro serão apurados. Nessa fase, os índios serão investigados.

Truculência da PF
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) classificou, por meio de nota, a ação policial como truculenta. Segundo o conselho, durante a presença dos agentes, a aldeia ficou sitiada. A nota salientou a disparidade entre o armamento usado pelos policiais com o dos indígenas que estariam com arco e flecha artesanais.

O Cimi destacou ainda que a aldeia não mantém atividade garimpeira em suas terras. A informação contrapõe as investigações da PF que apontaram, ao longo de 10 meses, que os indígenas estariam envolvidos no esquema criminoso.

O Ministério Público Federal (MPF) também acompanha o caso e solicitou informações sobre a operação à presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Maria do Amaral Azevedo, e ao superintendente da Polícia Federal, César Augusto Martinez. O comunicado do MPF pede que as informações contenham as medidas que foram tomadas pelos órgãos para a mediação do conflito.

Fonte: G1
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