A história de terror da dívida trilionária do governo britânico

Mais didático impossível. Como a Inglaterra está se afundando com gastos crescentes do governo e o excelente exemplo de Hong Kong, a economia mais livre do mundo que o mundo inteiro deveria copiar.

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'Diz-me teu tipo sanguíneo e te direi quem és' - dita a obsessão japonesa


Você é A, B, O ou AB? Na maior parte do mundo, perguntar sobre o tipo sanguíneo de uma pessoa é relevante em um contexto médico, quando se discute a possibilidade de uma transfusão de sangue. Não no Japão.
Na sociedade japonesa existe a crença de que a personalidade de uma pessoa está vinculada ao seu tipo de sangue - e isso pode ter implicações profundas sobre sua vida amorosa e profissional.

Reza a lenda que pessoas do grupo sanguíneo A são sensíveis, perfeccionistas e trabalham bem em equipe, mas são ansiosas demais. As do grupo O são curiosas e generosas, porém, teimosas. Indivíduos com tipo de sangue AB são artísticos, misteriosos e imprevisíveis. Os do grupo B são alegres, porém, excêntricas, individualistas e egoístas.

Cerca de 40% da população japonesa pertence ao grupo A, 30% ao grupo O, 20% ao grupo B e 10% ao grupo AB.
Quatro livros descrevendo as características associadas aos diferentes grupos sanguíneos tornaram-se bestsellers no Japão, totalizando mais de cinco milhões de cópias vendidas. E muitos outros títulos já foram publicados sobre o tema.
Programas matinais de TV, jornais e revistas dedicam espaços regulares, como nas previsões do horóscopo, aos vários tipos sanguíneos. Agências matrimoniais oferecem serviços baseados em grupos sanguíneos, quadrinhos e videogames com frequência mencionam o tipo de sangue dos personagens.

A obsessão japonesa com o assunto também resultou no surgimento de uma série de produtos, como refrigerantes, goma de mascar, sais de banho e até camisinhas direcionados a consumidores de acordo com seu tipo de sangue.
Especialistas enfatizam que essas crenças não têm base científica e vêm tentando, sem sucesso, combatê-las.
Uma possível explicação para o fenômeno é o fato de que, em uma sociedade relativamente uniforme como a japonesa, crenças como essa são uma forma simples de dividir as pessoas em grupos facilmente reconhecíveis.
"Ser igual é considerado algo bom aqui na sociedade japonesa", diz a tradutora Chie Kobayashi. "Mas nós gostamos de encontrar pequenas diferenças que distinguem as pessoas".

Século 20

O sistema de grupos sanguíneos ABO foi descoberto pelo cientista australiano Karl Landsteiner em 1901. A pesquisa de Landsteiner, que lhe valeu um prêmio Nobel, abriu caminho para transfusões de sangue mais seguras.
No período entre a Primeira e a Segunda Guerra, o trabalho do australiano foi apropriado por nazistas em busca da supremacia racial e por adeptos da Eugenia, teoria que propunha o aperfeiçoamento da espécie humana por meio de seleção genética.
Na década de 1930, o governo militar japonês também incorporou as pesquisas de Landsteiner para treinar soldados. Segundo relatos, durante a Segunda Guerra, o Exército Imperial formava grupos de batalha de acordo com tipos sanguíneos.
Japoneses | Foto: AP
Maioria dos japoneses mantém crença de que tipo sanguíneo pode afetar sua vida amorosa e carreira
O estudo de tipos sanguíneos no Japão tornou-se popular após a publicação, na década de 1970, de um livro do escritor Masahiko Nomi, que não tem formação médica. Mais recentemente, o filho de Masashiko, Toshitaka Nomi, publicou uma série de livros que contribuíram para disseminar ainda mais as várias teorias sobre o assunto.
Toshitaka também fundou um instituto - o Institute of Blood Type Humanics. Segundo ele, o objetivo da entidade não é julgar ou estereotipar as pessoas, mas aproveitar ao máximo os talentos de uma pessoa e melhorar os relacionamentos humanos.

Cotidiano

Essas crenças afetam a vida da população japonesa de maneiras surpreendentes.
Segundo relatos, o time feminino de softball, ganhador de uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim, usou teorias sobre tipos sanguíneos para preparar treinamentos específicos, sob medida, para cada jogadora. Algumas escolas maternais dizem utilizar métodos de ensino baseados nos tipos sanguíneos das crianças. E até as grandes companhias dizem se basear no tipo sanguíneo do funcionário antes de alocar tarefas e responsabilidades.
Em 1990, o jornal Asahi Daily publicou um artigo dizendo que que a companhia de eletrônicos Mitsubishi havia anunciado a criação de uma equipe composta inteiramente de trabalhadores com tipo sanguíneo AB, devido à "sua habilidade de fazer planos".
A política japonesa não está imune a essas teorias. Um ex-primeiro-ministro fez questão de revelar que pertencia ao grupo sanguíneo A, enquanto seu adversário pertencia ao grupo B.
No ano passado, um ministro, Ryu Matsumoto, teve de renunciar depois de apenas uma semana no cargo. Ele foi flagrado por câmeras de TV maltratando verbalmente um grupo de autoridades. Em seu discurso de renúncia, Matsumoto atribuiu sua irritabilidade e comportamento impetuoso ao seu tipo de sangue - B.

Preconceito

Nem todos, no entanto, veem a obsessão japonesa por tipos sanguíneos como uma diversão inofensiva.
Ela às vezes se manifesta em preconceito e discriminação, algo que está se tornando tão comum que os japoneses agora têm um termo para isso: bura-hara, ou "assédio por tipo sanguíneo".
Segundo relatos, a discriminação contra os tipos de sangue B e AB resulta em crianças sofrendo perseguições na escola, perda de oportunidades de emprego e no fim de relacionamentos felizes.
Apesar de várias advertências das autoridades, empregadores continuam a perguntar o tipo sanguíneo de candidatos nas entrevistas para empregos, disse Terumitsu Maekawa, que pesquisa religiões na Asia University, em Tóquio.
"Podemos indicar tendências gerais de um grupo, mas você não pode dizer que uma pessoa é boa ou má por causa do seu tipo sanguíneo", disse Maekawa, autor de vários livros sobre grupos sanguíneos. Assim como as teorias que deram origem à lenda, as conclusões do especialista também não podem ser comprovadas cientificamente.
BBC Brasil


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Pagamento suspeito a testemunha-chave 'deveria' causar reviravolta no mensalão


Em agosto último, o blogueiro Reinaldo Azevedo da revista Veja pediu para seus leitores espalhar na internet a história de uma "ex-petista", que teria perdido o emprego no Banco do Brasil por se negar a atestar campanha publicitária da DNA Propaganda, e estaria passando dificuldades por isso. O texto era tirado de uma "reportagem" da própria revista....Leia, comente, tuite e recomende, aqui neste link
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Jegue Folia 2013 – A Primeira do Brasil não tem comparação!


Divulgadas as atrações que animarão a 12ª edição do Jegue Folia, a micareta da cidade de Marcelino Vieira/RN.

O Jegue Folia acontecerá nos dias 04, 05 e 06 de janeiro de 2013. Considerada como a melhor e maior micareta do interior do Rio Grande do Norte, o evento traz em sua grade de atrações três grandes nomes do Axé Music baiano: 

O cantor Tuca Fernandes, a banda Cheiro de Amor e a sua bela cantora Aline Rosa, e repetindo o sucesso de 2012, a banda Chicabana.

"Para este ano, resolvemos contratar três atrações baianas de axé, para consolidarmos de vez o status de “maior e melhor micareta do interior do Rio Grande do Norte”. 

Marcelino Vieira é uma cidade acolhedora, de povo hospitaleiro, e com certeza, será o ponto de encontro de toda a turma que gosta de uma boa micareta.” Comentou Ewerton Filgueira, promotor do Jegue Folia.
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O "mensalão" tucano

Mino Carta

A mídia nativa entende que o processo do “mensalão” petista provou finalmente que a Justiça brasileira tarda, mas não falha. Tarda, sim, e a tal ponto que conseguiu antecipar o julgamento de José Dirceu e companhia a um escândalo bem anterior e de complexidade e gravidade bastante maiores. Falemos então daquilo que poderíamos definir genericamente como “mensalão” tucano. Trata-se de um compromisso de CartaCapital insistir para que, se for verdadeira a inauguração de um tempo novo e justo, também o pássaro incapaz de voar compareça ao banco dos réus.

Réu mais esperto, matreiro, duradouro. A tigrada atuou impune por uma temporada apinhada de oportunidades excelentes. Quem quiser puxar pela memória em uma sociedade deliberadamente desmemoriada, pode desatar o entrecho a partir do propósito exposto por Serjão Motta de assegurar o poder ao tucanato por 20 anos. Pelo menos. Cabem com folga no enredo desde a compra dos votos para a reeleição de Fernando Henrique Cardoso, até a fase das grandes privatizações na segunda metade da década de 90, bem como a fraude do Banestado, desenrolada entre 1996 e 2002.

Um best seller intitulado A Privataria Tucana expõe em detalhes, e com provas irrefutáveis, o processo criminoso da desestatização da telefonia e da energia elétrica. Letra morta o livro, publicado em 2011, e sem resultado a denúncia, feita muito antes, por CartaCapital, edição de 25 de novembro de 1998. Tivemos acesso então a grampos executados no BNDES, e logo nas capas estampávamos as frases de alguns envolvidos no episódio. Um exemplo apenas. Dizia Luiz Carlos Mendonça de Barros, presidente do banco, para André Lara Rezende: “Temos de fazer os italianos na marra, que estão com o Opportunity. Fala pro Pio (Borges) que vamos fechar daquele jeito que só nós sabemos fazer”.

Afirmavam os protagonistas do episódio que, caso fosse preciso para alcançar o resultado desejado, valeria usar “a bomba atômica”, ou seja, FHC, transformado em arma letal. Veja e Época foram o antídoto à nossa capa, divulgaram uma versão, editada no Planalto e bondosamente fornecida pelo ministro José Serra e pelo secretário da Presidência Eduardo Jorge. O arco-da-velha ficou rubro de vergonha, aposentadas as demais cores das quais costuma se servir.

Ah, o Opportunity de Daniel Dantas, sempre ele, onipresente, generoso na disposição de financiar a todos, sem contar a de enganar os tais italianos. Como não observar o perene envolvimento desse monumental vilão tão premiado por inúmeros privilégios? Várias perguntas temperam o guisado. Por que nunca foi aberto pelo mesmo Supremo que agora louvamos o disco rígido do Opportunity sequestrado pela PF por ocasião da Operação Chacal? Por que adernou miseravelmente a Operação Satiagraha? E por que Romeu Tuma Jr. saiu da Secretaria do Ministério da Justiça na gestão de Tarso Genro? Tuma saberia demais? Nunca esquecerei uma frase que ouvi de Paulo Lacerda, quando diretor da PF, fim de 2005: “Se abrirem o disco rígido do Opportunity, a República acaba”. Qual República? A do Brasil, da nação brasileira? Ou de uma minoria dita impropriamente elite?

Daniel Dantas é poliédrico, polivalente, universal. E eis que está por trás de Marcos Valério, personagem central de dois “mensalões”. Nesta edição, Leandro Fortes tece a reportagem de capa em torno de Valério, figura que nem Hollywood conseguiria excogitar para um policial noir. Sua característica principal é a de se prestar a qualquer jogo desde que garanta retorno condizente. Vocação de sicário qualificado, servo de amos eventualmente díspares, Arlequim feroz pronto à pirueta mais sinistra. Não se surpreendam os leitores se a mídia nativa ainda lhe proporcionar um papel a favor da intriga falaciosa, da armação funesta, para o mal do País.

Pois é, hora do dilema. Ou há uma mudança positiva em andamento ou tudo não passa de palavras, palavras, palavras. Ao vento. É hora da Justiça? Prove-se, de direito e de fato. E me permito perguntar, in extremis: como vai acabar a CPI do Cachoeira? E qual será o destino de quem se mancomunou com o contraventor a fim de executar tarefas pretensamente jornalísticas, como a Veja e seu diretor da sucursal de Brasília, Policarpo Jr., uma revista e um profissional que desonram o jornalismo.
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