PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS DO PRÉ-SAL REGISTRA NOVO RECORDE

PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS DO PRÉ-SAL REGISTRA NOVO RECORDE EM SETEMBRO

Por Vitor Abdala Repórter da Agência Brasil

“A produção média de petróleo e gás na camada pré-sal registrou novo recorde em setembro deste ano. Segundo dados divulgados quinta-feira (8) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram produzidos 220,1 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 182,6 mil barris de petróleo e 5,9 milhões de metros cúbicos de gás natural.

Houve crescimento de 8,3% em relação ao mês anterior. Esse foi o terceiro mês consecutivo em que a produção do pré-sal ficou acima dos 200 mil barris de óleo equivalente.

De acordo com a ANP, três novos poços entraram em operação em setembro, no campo de “Baleia Azul”, no Espírito Santo, operado pela Petrobras. Um deles já figura entre os 30 maiores poços produtores do país, com produção diária de 15,6 mil barris. Os dados da ANP mostram que, apesar do crescimento na produção do pré-sal, houve queda de 4% na produção total de petróleo do país, que chegou a 1,92 milhão de barris por dia em setembro. Com produção diária de 318,1 mil barris de óleo equivalente, o campo de “Marlim Sul”, na Bacia de Campos, foi o maior produtor de petróleo e o segundo maior produtor de gás natural de setembro. Já a produção de gás teve aumento de 9,9% entre agosto e setembro, chegando a 71,7 milhões de metros cúbicos por dia, segundo a agência. As operações no mar concentraram 89,9% da produção de petróleo e 76% da de gás natural.”

FONTE: reportagem Vitor Abdala Repórter da Agência Brasil (edição: Lílian Beraldo)  (HTTP://NOTICIAS.TERRA.COM.BR/BRASIL/NOTICIAS/0,,OI6286799-EI306,00-PRODUCAO+DE+PETROLEO+E+GAS+DO+PRESAL+REGISTRA+NOVO+RECORDE+EM+SETEMBRO.HTML). [Imagem do Google adicionada por este blog 'democracia&política'].

COMPLEMENTAÇÃO:

PETROBRAS INICIA PRODUÇÃO DO PRÉ-SAL DE “BALEIA AZUL”

“A Petrobras celebrou, na terça-feira (06/11), o início da produção do projeto Pré-Sal de Baleia Azul, por meio do “FPSO Cidade de Anchieta”, e a conclusão do sistema de escoamento e processamento de gás, com interligação do Gasoduto Sul-Norte Capixaba ao Terminal de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC).

Em cerimônia comemorativa, que contou com a presença do governador do Estado, Renato Casagrande, na sede da Petrobras em Vitória (ES), a presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, destacou que esse é o primeiro projeto desenvolvido com foco exclusivo para o pré-sal no Espírito Santo e que será fundamental para atingir a curva de produção prevista no Plano de Negócios e Gestão 2012-2016 da Companhia.

A presidente da Petrobras falou sobre os investimentos de US$ 17 bilhões da Petrobras no Espírito Santo, sendo US$ 13,3 bilhões em projetos de Exploração e Produção e US$ 3,7 bilhões na área de Gás e Energia, no período de 2012 a 2016. “A entrada em operação desta nova unidade de produção é significativa também para a economia do Espírito Santo, porque reforça a importância da indústria de petróleo e gás no estado, que é o segundo maior produtor no Brasil. Temos grande confiança nesse estado e em nossa equipe técnica. Estamos muito felizes”.

Antes da cerimônia, Graça Foster, os diretores da Petrobras José Formigli Filho (Exploração e Produção) e José Alcides Santoro (Gás e Energia), os gerentes executivos Erardo Gomes e Osmond Coelho Junior, e o gerente geral da Unidade de Operações da Petrobras no Espírito Santo, Roberio Ramos, embarcaram com o governador do Estado, Renato Casagrande, no “FPSO Cidade de Anchieta” para visitar as instalações da plataforma. A unidade, que iniciou a produção em setembro deste ano, já produz 65 mil barris de petróleo por dia (bpd), com quatro poços interligados, no Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos.

FPSO Cidade de Anchieta

Até março de 2013, o “Cidade de Anchieta” deverá atingir a capacidade máxima de produção, de 100 mil barris diários de petróleo e 3,5 milhões de m³ de gás. Na plataforma, a presidente da Petrobras e o governador Casagrande receberam a tarefa de armazenar num frasco especial uma pequena mostra do petróleo leve de Baleia Azul.

GÁS NATURAL DE BALEIA AZUL

O gás produzido será escoado pelo Gasoduto Sul-Norte Capixaba até a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas, no litoral do Espírito Santo, o que permitirá o início da exportação de gás natural a partir deste mês. O gasoduto, de 200 km de extensão e capacidade de escoamento diário de 6 milhões de m³ de gás natural, foi concebido para escoar até a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas o gás produzido pelo “FPSO Cidade de Anchieta” e pelo “FPSO P-58”, previsto para iniciar a operação no primeiro trimestre de 2014.

Durante o evento, também foi realizada a assinatura de um Protocolo de Intenções com o Governo do Estado, a prefeitura de Aracruz e a Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA) para viabilizar a instalação do Terminal de GNL e da Base de Apoio de Barra do Riacho, no município de Aracruz. O terminal será destinado à regaseificação do GNL importado, de modo a diversificar o suprimento de gás natural para o país. A base de apoio será uma área de estocagem de metanol, parte integrante do projeto do Complexo Gás-Químico UFN-IV, permitindo o recebimento, armazenagem e expedição desse produto.

A Petrobras celebrou, ainda, uma parceria com o estado do Espírito Santo, com a assinatura de convênio para a elaboração do Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo 2030. A Petrobras aportará R$ 2,3 milhões como apoiadora financeira do projeto.

“FPSO CIDADE DE ANCHIETA”

O FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo e gás) Cidade de Anchieta, afretado à empresa “SBM Services Inc.”, foi construído em Cingapura e chegou ao Brasil em 02/08/12, após 48 dias de navegação. O navio-plataforma destina-se, exclusivamente, à produção da camada pré-sal dos campos de Baleia Azul, Jubarte e Pirambu, localizados no Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos:

Comprimento: 330 metros
Largura: 52 metros
Altura: 28 metros
Profundidade de água: 1.221 metros
Distância da costa: 80 km
Peso total: 273 mil toneladas
Poços produtores: 7
Poços injetores: 3
Petróleo de 28 a 30 graus API

FONTE: blog “Fatos e Dados”, da Petrobras  (http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2012/11/06/petrobras-inicia-producao-do-pre-sal-de-baleia-azul/).
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Não há vaga


Esta é uma cena do centro de Rio Branco. Uma pilha de motos estacionada na Benjamin Constant, em frente à Secretaria da Fazenda. O amotinado de motos é de perder de vista. A briga por espaço também é grande. A cada dia mais e mais motos entram em circulação. A continuar este ritmo, com o poder público ineficiente para oferecer vagas, andar pelo centro ficará quase impossível, inviável.
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LULA RECEBE NOVAS HOMENAGENS DO CANADÁ E ESPANHA

LULA RECEBE DO CANADÁ PRÊMIO NELSON MANDELA DE DIREITOS HUMANOS


De José Maria Tomazela, do “O Estado de S. Paulo”

Lula recebe prêmio Nelson Mandela de Direitos Humanos

Premiação reconhece contribuição do ex-presidente para a inclusão social e o combate à fome

“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu na terça-feira, 6, o prêmio “Nelson Mandela de Direitos Humanos”, concedido pela “Canadian Auto Workers” (CAW), a “Associação Canadense de Trabalhadores da Indústria Automotiva”. A entrega ocorreu na sede da “Confederação Nacional dos Metalúrgicos”, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A entidade canadense mantém relações de correspondência com a brasileira “Central Única dos Trabalhadores” (CUT). Lula participou da abertura da “Conferência Nacional de Negociação Coletiva Metalúrgica” e discursou no evento.

Durante a entrega, foi apresentado um vídeo com saudação do presidente nacional da CAW, Ken Lewenza, para quem o prêmio é reconhecimento à contribuição do ex-presidente do Brasil para a inclusão social e o combate à fome. "Você deu enorme esperança a todos nós, mundo afora, mostrando que há alternativas ao modelo conservador de tantos governos hoje em dia", diz Lewenza na gravação. Lula também discursou no evento.

O prêmio, oferecido a cada três anos a uma personalidade mundial, foi concedido a Lula em agosto deste ano. Como a agenda do ex-presidente não permitiu a viagem ao Canadá, a entrega foi transferida para a cidade onde Lula reside.”

FONTE: reportagem de José Maria Tomazela, do “O Estado de S. Paulo”. Transcrita no portal de Luis Nassif  (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/lula-recebe-premio-nelson-mandela-de-direitos-humanos).

COMPLEMENTAÇÃO:

O PRÊMIO INTERNACIONAL DE CATALUNHA (ESPANHA) RECEBIDO POR

Do “Brasil 247”

“FHC só recebeu prêmios como "bom acadêmico". Já Lula, os recebeu por ter sido bom presidente, é bom que se repita, já que há uns desmemoriados por aqui.

LULA RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL DA CATALUNHA

“Ex-presidente venceu por unanimidade o prêmio, que tinha a concorrência de 177 personalidades. O motivo foi a luta de Lula pelo crescimento econômico do Brasil e para "erradicar a pobreza e a miséria" durante seus dois mandatos

O governo autônomo da Catalunha, na Espanha, anunciou, no dia 2 nov., que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o vencedor do 24º “Prêmio Internacional Catalunha” 2012. A informação foi divulgada pelo “Instituto Lula”.

O ex-presidente venceu por unanimidade a eleição, na qual concorriam 177 personalidades de 57 países. Durante o anúncio do prêmio, o presidente do governo catalão, Artur Mas, disse que a escolha de Lula foi motivada pela luta que o ex-presidente travou em seus dois mandatos pelo crescimento econômico do Brasil e para "erradicar a pobreza e a miséria" do país.

Na cerimônia, foi lida uma carta em que Lula manifesta "alegria e orgulho" pelo prêmio. "[O prêmio é] uma conquista que reforça a minha convicção na importância de lutar por uma sociedade mais justa e democrática, sem fome e sem miséria", diz o ex-presidente na carta.

De acordo com o “Instituto Lula”, o júri, presidido pelo escritor e filósofo Xavier Rubert de Ventós, também elogiou a política adotada pelo ex-presidente, “a serviço de um crescimento econômico justo, que colocou seu país à frente da globalização”.

O “Premio Internacional Catalunya” é concedido anualmente desde 1989 a personalidades internacionais dos meios político, econômico e cultural. Entre os homenageados anteriores incluem-se os ex-presidentes ou primeiros-ministros Jimmy Carter, dos Estados Unidos, em 2010; Vaclav Havel, da República Tcheca, e Richard von Weizsacker, da Alemanha, em 1995; Jacques Delors, da França, em 1998; os intelectuais Edgar Morin, da França, em 1994, Karl Popper, da Áustria e naturalizado britânico, em 1989, e Claude Lévi-Strauss, da França, em 2005.”

FONTE: do “Brasil 247”. Transcrito no portal de Luis Nassif  (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-premio-internacional-de-catalunha-recebido-por-lula). [Imagem do Google adicionada por este blog ‘democracia&política’].
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MP diz que PCC ordena crimes dos presídios e quer tirar cúpula da policia paulista


Enquanto a imprensa e a  oposição do PT usam  cortina de fumaça  tentando ligar o nome do ex presidente Lula ao mensalão,  para não desgastar politicamente o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) o PCC, toma conta de São Paulo. Enquanto ônibus foram queimados durante a noite, toque de recolher fechou escola e 11 pessoas foram assassinadas, o jornal paulista  Folha de São Paulo, edição dessa sexta feira, trás a manchete de capa a notícia: "Líder chinês afirma que corrupção ameaça país".

A imprensa  paulista não publicou. Saiu no site da BBC Brasil: Um grupo de 12 promotores de Justiça elaborou um documento defendendo o isolamento da cúpula do PCC (Primeiro Comando da Capital) e a transferência dos líderes da facção criminosa de presídios do Estado de São Paulo para unidades federais.

"O sistema prisional do Estado (de São Paulo) não tem condições de assegurar o isolamento de líderes das organizações criminosas e impedir (...) que exerçam influência e liderança", diz o documento, ao qual a BBC Brasil teve acesso.

O tema é sensível e polêmico.

 O chefe da facção, Marcos Herbas Camacho, o Marcola,(Leia notícia de 2006) e uma dúzia de criminosos que formam a cúpula do PCC são detentos do sistema prisional paulista. Segundo o Ministério Público, eles são capazes de controlar todo grupo, enviando de dentro da cadeia ordens, por meio de telefones celulares, para gerir o tráfico de drogas, comprar armas e assassinar rivais e autoridades. 


Uma série de transferências de integrantes de escalões mais baixos da facção, que já faz parte da nova parceria entre o Estado de São Paulo e a União, está programada para ocorrer nos próximos dias. A medida é interpretada por analistas como um recado do governo paulista para a cúpula da facção.

O primeiro detento transferido foi Francisco Antônio Cesário, o Piauí, - um membro do terceiro escalão do PCC tido como chefe do narcotráfico na favela paulista de Paraisópolis e acusado de envolvimento em mortes de policiais.

Outras 18 transferências de membros de posições hierárquicas inferiores da facção devem ocorrer ainda em novembro.

Segurança 'máxima'

Porém, para a Promotoria de Execuções Criminais de São Paulo - o órgão do Ministério Público que investiga as lideranças do PCC - essa ação não será suficiente para combater a organização. Para esses promotores, apenas o isolamento total de Marcola e de todos os membros do segundo escalão da facção pode desestruturar o PCC.

Os promotores elaboraram o documento alertando o Procurador Geral do Estado, Márcio Elias Rosa, sobre a necessidade de "aceitar as vagas federais" e transferir a liderança do PCC para outros Estados.

Segundo os promotores, uma investigação da Polícia Federal mostrou que, mesmo em uma penitenciária de segurança máxima em Presidente Venceslau, no interior de Sâo Paulo, os líderes do PCC continuam se comunicando com subordinados. Para eles, afastar a cúpula da facção de São Paulo os faria perder o controle da facção e assim a desestabilizaria.

As primeiras transferências e a discussão sobre adoção da iniciativa entre as lideranças do PCC ocorrem em meio à escalada da violência com conflitos armados e assassinatos envolvendo a polícia e a facção criminosa PCC. Como resultado, mais de 130 pessoas foram mortas só nas últimas duas semanas o que criou uma sensação de medo generalizado em São Paulo.

Ajuda da União

A possível transferência de líderes do primeiro escalão do PCC de presídios paulistas para unidades prisionais da União pode vir a ser a mais polêmica das medidas negociadas entre o governador Geraldo Alckmin e o governo federal.

Há menos de um mês, o governo de São Paulo se dizia capaz de resolver localmente a atual onda de violência, que vem crescendo desde maio. O comércio em diversos bairros da periferia tem fechado até três horas mais cedo. Moradores evitam sair na rua à noite temendo a chegada de atiradores mascarados em motocicletas - que diariamente disparam tanto em policiais como em suspeitos de ligação com o narcotráfico.

Escolas de portas fechadas e ônibus incendiados por criminosos também compõe o cenário da capital paulista dos últimos dias.

Esse pico de violência, ao lado da execução de 90 policiais e de três agentes penitenciários desde o início do ano, fez o governo do Estado mudar de estratégia e aceitar ajuda da presidente Dilma Rousseff.

Um pacote de medidas conjuntas foi adotado. Entre elas, a criação de uma agência para compartilhar informações de inteligência, ações de combate à lavagem de dinheiro e intensificação da fiscalização de fronteiras.

Rebeliões

Segundo Camila Nunes Dias, pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal do ABC, desde a onda de ataques de 2006, não há rebeliões significativas em penitenciárias de São Paulo devido a um processo de acomodação de forças.

Nele, o governo procura não mandar líderes do PCC para o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) - um prisão em Presidente Bernardes mais dura que as unidades de segurança máxima, onde o contato do preso com o mundo exterior é quase totalmente restrito.

Em contrapartida, e supostamente de forma não direta ou explícita, segundo Dias, os chefes da facção impediriam a realização de rebeliões. O governo paulista nega qualquer tipo de acordo formal com os criminosos.

Na hipótese da cúpula da facção ser transferida pela atual parceria, segundo Camila, é possível que sistema prisional se desestabilize. "Mas não acho que (um nível de violência semelhante ao de 2006) voltará a acontecer. A estratégia atual (do PCC) é fazer ataques isolados".

Ela afirmou estar pessimista em relação à parceria governamental. "Não acho que isolamento e castigo tragam benefícios a longo prazo". Segundo ela, já houve parceria em 2006 e ela não impediu a atual onda de violência.

Dias disse ainda que, em 2001, as lideranças do PCC foram transferidas para outros Estados. A medida não só não acabou com a facção, como teria colaborado para aumentar sua zona de influência.

A organização têm membros na maioria dos presídios de São Paulo, além de ramificações em ao menos outros cinco Estados e países vizinhos.

Integração

O cientista social José dos Reis Santos Filho, do Núcleo de Estudos sobre Situações de Violência e Políticas Alternativas da Unesp, afirmou que a parceria governamental está no caminho certo ao integrar órgãos como o Banco Central e a Receita Federal aos esforços de Sâo Paulo para rastrear e bloquear o dinheiro sujo movimentado pela facção criminosa e assim asfixiá-la.

Ele afimou também que a integração das polícias e órgãos de inteligência que foi proposta já deveria ter ocorrido há muito tempo. "Hoje, praticamente não existe conversa entre os órgãos por diferenças ideológicas, políticas e corporativas", disse.

Vamos lembrar 2006?

Marcola 1
Na primeira série de rebeliões do PCC em São Paulo, o ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, ofereceu o presídio federal de Catanduvas, no Paraná, para abrigar o líder Marcola. O secretário da época Saulo Abreu abortou a operação. Alegou que o fato tiraria o moral da polícia paulista.


Marcola 2
O plano do então ministro da justiça Marcio  Thomaz Bastos era, antes de levá-lo para o presídio, botar Marcola na superintendência da PF, em Brasília, que na ocasião abrigava Fernandinho Beira-Mar. Saulo não aceitou a oferta.

E as TVs para o PCC, você lembra? Veja aqui

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