Supremo vai transformar Dirceu em mártir


Volto a dizer: alguém duvida que se ficar anos na cadeia, Dirceu será transformado em herói,mártir, em vítima e injustiçado? Serão anos que ele vai virar símbolo de perseguição política e lembrado em todos os atos da esquerda, no Brasil e no Mundo.
E Niemeyer puxa o bloco...kiakiakiá
*** Ato falho? Ministro do Supremo, Ayres Britto, chama o Ministro Marco Aurélio de Marcos Valério. kiakiakiá
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PF deixa aldeia na divisa de MT com PA após conflito que deixou 7 feridos

Policiais federais entraram em confronto com índios na aldeia Teles Pires.
Operação Eldorado foi suspensa após a morte de um indígena no conflito.

Os policiais federais que se envolveram em um confronto com índios da etnia Munduruku, na divisa de Mato Grosso com o Pará, nesta quarta-feira (7), deixaram a aldeia Teles Pires, o local do conflito que terminou com um índio morto, outros dois feridos, além de mais quatro policiais que acabaram atingidos por flechas. Os policiais federais se deslocaram para a cidade de Alta Floresta, a 800 quilômetros de Cuiabá.
O conflito, segundo informou a PF, ocorreu no momento em que os policiais se preparavam para destruir uma balsa utilizada supostamente para a extração ilegal de ouro no Rio Teles Pires. A ação fazia parte da Operação Eldorado, que foi desencadeada em Mato Grosso e outros seis estados, mas, por conta do conflito, acabou suspensa por tempo indeterminado.
Nesta quinta-feira (8), um grupo de 17 índios se deslocou para prestar depoimento na Delegacia da Polícia Federal em Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá. Três delegados da PF passaram o dia colhendo depoimentos. Ainda não é possível afirmar se os indígenas, após os depoimentos, poderão retornar à aldeia.
Morte
O corpo do índio morto no conflito foi encontrado quase 24 horas depois de ter sido baleado nas águas do rio Teles Pires. A vítima foi encontrada pelos próprios indígenas. Ele seria pai de sete a oito filhos. Além dele, outros dois índios se feriram gravemente e acabaram sendo levados de helicóptero, primeiramente, para o Hospital Regional de Alta Floresta.
Nesta quinta-feira, os dois foram transferidos para o Pronto-Socorro de Cuiabá. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade hospitalar, ambos estão em estado de observação e não correm risco de morrer. Os policiais federais feridos no conflito foram atendidos na própria aldeia e passam bem.

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) classificou, por meio de nota, a ação policial como truculenta. Segundo o conselho, durante a presença dos agentes, a aldeia ficou sitiada. A nota salientou a disparidade entre o armamento usado pelos policiais com o dos indígenas que estariam com arco e flecha artesanais.
O Cimi destacou ainda que a aldeia não mantém atividade garimpeira em suas terras. A informação contrapõe a que foi prestada pelo coordenador da Funai em Alta Floresta, Clóvis Nunes. Ele disse ao G1 que os índios recebem uma porcentagem dos lucros obtidos pelo garimpo instalado no rio Teles Pires. “Lá existe atividade garimpeira feita no leito do rio. Muitas dragas e balsas atuam na região e os índios recebem uma porcentagem dos lucros obtidos pelos garimpeiros”, destacou Nunes.
O Ministério Público Federal (MPF) solicitou informações sobre a operação à presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Maria do Amaral Azevedo, e ao superintendente da Polícia Federal, César Augusto Martinez. O comunicado do MPF pede que as informações contenham as medidas tomadas pelos órgãos para a mediação do conflito.
  g1.globo.com/mt
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ITAITUBA SOME DO MAPA DIGITAL - SEM INTERNET, SEM BANCO, SEM TELEFONE CELULAR E SEM NADA FUNCIONANDO DIREITO

Itaituba mais uma vez fica no apagão da comunicação.

Ainda na manhã desta quinta-feira (8) uma carreta que carregava uma PC e um Trator rompeu um cabo de fibra ótica próximo a 19ª Seccional, e com isso os serviços de telefonia celular, sinal de internet e operações bancária foram interrompidos.  Mais  assim que  a policia descobriu quem  ocasionou todo esse dano,  o convidou  a comparecer a delegacia para prestar esclarecimentos. Já o delegado Alexandro Napoleão disse  que o motorista irá responder por essa  ação de forma culposa(quando não há intenção) ressaltando que a empresa  responsável pelo veiculo que transportava os maquinários ressarcirá os prejuízos  com o cabo de fibra ótica.  O caminhão encontra se no pátio da 19ª Seccional.

Donos de provedores de internet disseram que  já entram em contato com  a eletro norte, onde  tiveram resposta que um técnico estariam vindo  de Belém ou de Santarém.
Josué Castro administrador do provedor Itbnet, disse que se a eletro norte autorizasse eles trariam um técnico de Santarém  para  resolver esse problema onde  o mesmo  estaria chegando a cidade a noite por meio de uma  lancha e assim poderia   trabalhar a noite  para  dá um ponto final a toda esse problemática.
Mais  a Eletronorte não autorizou  a vinda  do técnico, tendo assim que esperar um técnico que eles me enviariam.
Somente  esse ano já  são duas  vezes  que os  cabos de fibra ótica  são  rompidos no   mesmo ponto a primeira vez ocorreu  no  começo de julho.
A 19ª Seccional, também ficou com os serviços parados, por conta da falta de internet, não podendo assim fazer os registros de BO e TCO.
Apenas  agencia dos correios  e banco Bradesco estavam  com suas atividades  operacionais devidos o sistema dos mesmo ser via satélite.


Ponta rompida do cabo de fibra otica

Carreta que ocasionou o rompimento do cabo

Cabo jogado

Uma das pontas rompidas do cabo de fibra otica
FONTE; GILSON VASCONCELOS
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A Folha contra Cristina Kirchner

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Vejo, na Folha, um ataque a Cristina Kirchner, presidenta da Argentina. Ela estaria, mais uma vez, ameaçando a “mídia independente”.

Bem, vamos deixar claro. Ninguém é a favor de ameaças à “mídia independente”, assim como ninguém é a favor da miséria e do câncer.

Mas de que independência a Folha está falando? Do governo? Certo: é importante. Vital. E, a rigor, a mais fácil: em democracias como a brasileira, você pode demonstrar coragem, aspas, facilmente com violentas críticas aos governantes.

E a outra independência, a que o leitor não vê? Reportagens da Folha que tenham algum tipo de delicadeza financeira – que envolvam, por exemplo, um credor da empresa – estão longe de serem independentes.

Dentro da Folha, elas são chamadas de “Operação Portugal”. Quem me contou foi o jornalista Nelson Blecher, que editou o caderno de Negócios da Folha. Quando havia reportagens complicadas, Nelson era um dos convocados para fazer as sempre bem-comportadas Operações Portugal. Nelas, o rabo da Folha estava devidamente preso, mas fora da vista do leitor.

Há anos aprendi que a verdadeira independência editorial de uma publicação em regimes democráticos, a real prova de bravura e destemor, está não nas páginas de política – mas nos cadernos de economia.

Repare a diferença no tom. Os artigos políticos são quase sempre contundentes. Rugem. As colunas de negócios são invariavelmente cor de rosa. Miam. Todas pertencem à mesma categoria da Operação Portugal.

O que motivou a ira da Folha foi uma cláusula que o governo argentino pretende colocar numa nova lei para regular a mídia.

Só para registrar: na Inglaterra está em curso uma nova legislação para a mídia. O escândalo do tabloide News of the World, de Rupert Murdoch, precipitou um debate sobre quais são os limites da mídia. O NoW invadia caixas postais de milhares de pessoas para obter furos e, com isso, vender mais.

Pode? Não. O que se viu na Inglaterra é que a auto-regulação da mídia simplesmente não funcionou. Interesses econômicos – vender mais, ter relevância a qualquer preço – podem se sobrepor aos interesses públicos. Empresas jornalísticas são negócios com fins lucrativos, e não instituições filantrópicas.

Ninguém, na Inglaterra, ousou dizer que o que estava em curso era uma tentativa de “calar a mídia independente”. A mídia está subordinada à sociedade, e não acima dela. Não poucos notaram, na Inglaterra, o baixo nível de muitas publicações – que deseducam em vez de educar, com uma massa sinistra de fofocas de celebridades e fotos de beldades seminuas.

No Brasil, a mídia não paga imposto no papel em que publica revistas de fofocas como Caras, Contigo e Quem, que fazem seus leitores crer que o importante é saber que ator de novela está saindo com que atriz.

É o chamado “papel imune”, isento de imposto pelo caráter supostamente educativo da publicação. Faz sentido? Talvez para jornais e revistas sérios. Mas para tudo?

O objeto específico do ataque da Folha a Cristina Kirchner é um trecho da nova legislação em que é afirmada a “questão de consciência”. É mais ou menos o seguinte: imagine que um jornalista receba uma ordem para escrever uma coisa que lhe cause repugnância. Ele poderia se recusar.

Em situações normais, a “questão de consciência” seria supérflua. Os jornalistas poderiam trabalhar em jornais e revistas com os quais se sintam identificados. Na Inglaterra, um jornalista de esquerda vai trabalhar no Guardian. Um conservador, no Times de Murdoch.

Mas e quando você tem uma brutal concentração de mídia como na Argentina? O grupo Clarín, fora o jornal do qual extraiu o nome, é dono de 240 emissoras de tv a cabo, 10 estações de rádio e quatro canais de televisão.

Tenho uma história pessoal a contar, neste campo. Por coincidência, ela ocorreu na própria Folha.

Em meados dos anos 1960, meu pai era editorialista da Folha. O Brasil vivia uma ditadura militar. Presos políticos iniciaram uma greve de fome em São Paulo.

O dono da Folha, Octavio Frias de Oliveira, mandou que meu pai escrevesse um editorial no qual fosse dito que não havia presos políticos. Todos eram presos comuns. Meu pai recusou. O editorial saiu, escrito por um grande jornalista que a cada dia passava por meu pai e dizia, aflito: “Emir, já são x dias. Minha mulher tem muitos amigos entre os grevistas.” Meu pai foi colocado na geladeira imediatamente por Frias.

Jornalista, para servir ao interesse público, tem que ser mais que uma máquina de escrever o que o dono pensa. Não é o que julgava o jornalista Evandro Carlos de Andrade, que ganhou de Roberto Marinho o posto de editor do Globo com uma infame declaração de que era “papista”, um servo do Papa Roberto Marinho, mas é o que motiva qualquer profissional que veja mais que cifrões pela frente.

Definitivamente, o ponto levantado por Cristina Kircher, o da “questão de consciência”, é mais complexo do que a Folha gostaria que fosse.
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Mídia enreda-se nas próprias palavras

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/
Por José Carlos Ruy, no sítio Vermelho:

O falatório midiático conservador parece enredar-se nas próprias palavras, e as ameaças implícitas nas recentes “reportagens” que garantiam revelações mirabolantes por parte do publicitário Marcos Valério parecem minguar.

De um lado, cresce a suspeita de que o depoimento secreto de Marcos Valério à procuradoria-geral da República teria sido vazado ao panfleto de direita paulistano, a revista Veja, pelo próprio procurador geral Roberto Gurgel, o mesmo a quem caberá o destino a ser dado à representação do PPS e do senador tucano Álvaro Dias contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Apurações jornalísticas do portal 247 apontam nessa direção – a de que o "entrevistado" de Veja seria não Valério, mas o próprio Gurgel. E o senador Fernando Collor fortaleceu esta suspeita quando encaminhou ofício, na terça-feira (6) ao procurador Gurgel para que ele esclareça a data e o local em que a Procuradoria-Geral da República tomou o “depoimento secreto” de Marcos Valério. Collor deixou clara sua suspeita de uma ação circular: o procurador teria tomado o depoimento de Valério e vazado trechos à revista Veja, cujas reportagens ancoraram uma representação contra Lula que será avaliada pelo próprio Gurgel.

Nessa linha, mesmo uma colunista insuspeita de simpatias pelo ex-presidente Lula como Eliane Cantanhêde acredita que "denúncias giratórias" não parecem nada verdadeiras e podem não convencer o Supremo Tribunal Federal a favorecer Marcos Valério com o beneficio pretendido de abrandamento da pena, escreveu ela em sua coluna publicada na Folha de S. Paulo nesta quinta-feira (8), intitulada apropriada e significativamente “Ardil”. São alegações que “carecem de provas e de oportunidade”, escreveu, “e, quando vão de Santo André a Marte e Saturno, perdem credibilidade a cada quilômetro percorrido rumo ao nada”.

Segundo ela, “os ministros suspeitam que possa haver uma "estratégia ardilosa" por trás do que Valério tem dito, ora à Procuradoria, ora à revista Veja”, estratégia através da qual Valério estaria operando “um processo - ou uma tentativa - de procrastinação indefinida das condenações e prisões”, estratégia da qual outros condenados poderiam se beneficiar devido ao fato de que “novas revelações” podem gerar pedidos de vista e novos procedimentos judiciais capazes de empurrar para as calendas o cumprimento das penas.
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