Advogado de Marcos Valério diz que denúncias contra tucanos foram engavetadas pelo PGR

Advogado diz que mensalão de MG do PSDB não foi considerado
Políticos foram poupados no mensalão mineiro tucano, diz defesa
FAUSTO MACEDO

O advogado do empresário Marcos Valério, Marcelo Leonardo, acusou o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza de tratar "de forma diversa" o mensalão mineiro e o petista. Leonardo disse que Valério entregou nomes de beneficiários do esquema em MG, mas "o procurador considerou que, como crime eleitoral, já estava prescrito, e a pena é pequena". O STF retomará julgamento hoje.

Na etapa derradeira do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal, que abrange a fixação das penas aos 25 réus, e sob clima de forte tensão provocado pelo depoimento secreto de Marcos Valério Fernandes de Souza, seu advogado, o criminalista Marcelo Leonardo, acusou ontem o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza de tratar "de forma diversa" dois fatos que teriam, em sua visão, a mesma origem e finalidade: o mensalão mineiro, que envolve tucanos, e o federal, que envolve petistas.

"No caso (do mensalão mineiro) ele (Antonio Fernando) não ofereceu denúncia contra os deputados que receberam valores por entender que participaram de caixa 2 eleitoral e o crime já estava prescrito", disse Leonardo. "O procurador entendeu de maneira diversa a ação penal 470 (mensalão do governo Lula)."

Na ação penal que está sendo julgada pelo STF, Antonio Fernando denunciou 40 investigados, entre eles o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), o ex-presidente do PT, José Genoino, e o ex-tesoureiro do partido, Delúbio Soares. O ex-procurador não acolheu os argumentos das defesas, que alegavam crime eleitoral, e denunciou o núcleo político por corrupção ativa e quadrilha - crimes relacionados à compra de apoio parlamentar no Congresso Nacional.

A mesma crítica já havia sido feita pelo defensor de Valério em novembro de 2007, logo após Antonio Fernando apresentar a denúncia do mensalão mineiro. Leonardo afirmou que o então procurador-geral foi parcial ao analisar, em 1998, os fatos relacionados à campanha do ex-governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB) - atualmente deputado federal.

Carta. O advogado voltou ao tema ao enviar carta em resposta a um post publicado pelo jornalista Luis Nassif em seu blog. Leonardo sustentou que, assim como no caso do mensalão federal, Valério entregou à Procuradoria-Geral da República nomes de beneficiários dos repasses do valerioduto de 1998.

"Entreguei, na ocasião, a lista com os nomes de parlamentares e ex-parlamentares, 79 nomes ao todo, com valores recebidos e comprovantes. Mas ele (Antonio Fernando) entendeu que o crime já estava prescrito porque os fatos se deram em 1998. O procurador considerou que, como crime eleitoral, já estava prescrito, e a pena é pequena", disse Leonardo ao Estado.

Na denúncia de novembro de 2007 ao STF, Antonio Fernando afirma que um "esquema delituoso verificado no ano de 1998 foi a origem e o laboratório dos fatos descritos" na acusação formal do mensalão. O ex-procurador-geral apontou desvio de pelo menos R$ 3,5 milhões para a campanha à reeleição, por meio da "retirada criminosa" de recursos públicos da Copasa (R$ 1,5 milhão), Comig (R$ 1,5 milhão) e do antigo Banco Estadual do Estado, Bemge (R$ 500 mil).

"Faz tanto tempo que saí de lá (da procuradoria), quase quatro anos, que sinceramente não tenho lembrança desse caso específico", disse Antonio Fernando. "Tenho quase certeza de que não se tratou de crime eleitoral, mas acho que era a tal lista de Furnas sobre a qual havia dúvida de sua autenticidade."

"Vazamento seletivo". Na carta ao jornalista, Leonardo trata como vazamento "parcial" as revelações do Estado e da revista Veja sobre o depoimento e os pedidos de delação premiada e proteção feitos por Valério.

"Se alguém "vazou" de forma seletiva, parcial e ilicitamente alguma providência jurídico-processual que está sujeita a sigilo, eu não tenho absolutamente nada a dizer, a confirmar ou não confirmar", disse o advogado de Marcos Valério.
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Greve geral na Grécia. Europa afunda!

Foto: http://www.kke.gr/
Por Altamiro Borges

Milhares de trabalhadores saíram às ruas ontem (06) na Grécia. Os protestos fazem parte da nova greve geral convocada pelas duas principais centrais sindicais do país para protestar contra as medidas de “austeridade” impostas pelo governo a mando dos credores internacionais. Estão previstas manifestações hoje em frente ao parlamento, em Atenas, com o objetivo de pressionar os deputados a rejeitarem o pacote de corte de gastos e aumento de impostos. A Europa afunda na crise capitalista e os trabalhadores resistem!

O novo pacote de austeridade do governo do primeiro-ministro conservador Antonis Samaras foi imposto pela famigerada “troika” – que reúne o Banco Central da Europa, o Fundo Monetário Internacional e a Comissão Europeia. Através do corte dos gastos públicos e da elevação dos tributos, ele visa arrecadar 13,5 bilhões de euros, que servirão para enriquecer ainda mais os banqueiros. Ele prevê mais demissões no setor público e mais arrocho salarial, num quadro de agravamento da crise econômica europeia.

Na semana passada, a prepotente chanceler da Alemanha, Angela Merkel, exigiu mais cinco anos de “austeridade” no velho continente para saciar a sede de lucro do capital financeiro. As medidas de austeridade, porém, só tem agravado a crise na Europa. O euro segue em queda livre e os “investidores” continuam em fuga da região à deriva. A própria Alemanha, que banca ortodoxia neoliberal, começa a sentir os impactos do acelerado declínio. Em outubro, mais de 20 mil trabalhadores foram demitidos no país.

Na zona do euro, o desemprego já atinge a taxa recorde de 11,6%, com 18,5 milhões de vítimas – o equivalente a toda a população da região metropolitana de São Paulo. Entre os mais jovens, a taxa sobe para 23,3%. Este quadro dramático explica o aumento da revolta no velho continente. A Confederação de Sindicatos da Europa organiza para 14 de novembro uma jornada unitária de lutas, com greves e passeatas. Para quem achava que a luta de classes havia terminado, a Europa promete dias bem quentes! 
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MÍDIA, PGR GURGEL E STF ESCONDEM QUE VALÉRIO DELATOU TUCANOS?

SEGREDO DA MÍDIA E DO PGR GURGEL: VALÉRIO ENTREGOU OS NOMES DOS POLÍTICOS DO PSDB QUE RECEBERAM DINHEIRO


Por Luis Nassif, no seu blog, sugestão de “FrancoAtirador”

“Preparei um post sobre a tal confissão de Marcos Valério à revista ‘Veja’ e, antes de publicar, enviei-o ao seu advogado Marcelo Leonardo, para obter explicações dele. Elas chegaram hoje de manhã (6), por email (a íntegra no final deste post).

Entre outras afirmações, destaco:

1. O vazamento (ao “Estadão” e à “Veja”) do depoimento de Marcos Valério à PGR foi feito de forma “seletiva, parcial e ilícita”. Não adianta suas suspeitas sobre quem vazou.

[OBS: Por mais que se suspeite, não se pode expressar que o PGR Gurgel vazou para a "Veja", pois, exceto para a Ação Penal 470, ainda há necessidade de provas. Ilações, suspeitas, depreensões não valem.]
2. Os documentos enviados por Valério em julho de 2005 foram essenciais para as investigações da "AP 470". “Tudo isso possibilitou as investigações da Polícia Federal e viabilizou a denúncia do Procurador Geral da República que, apesar do exagero dos quarenta acusados, não foi além dos nomes e dados fornecidos naquela atitude de colaboração com a Justiça, o que assegura direito à redução de pena. Não há nada de novo sobre esse assunto, até porque a instrução na AP 470 está encerrada faz tempo”.

3. O chamado “mensalão mineiro” está em fase bem mais adiantada do que se imagina. E informa que o ex-Procurador-Geral da República, Antonio Fernando, “ao oferecer denúncia no caso chamado de ‘mensalão mineiro’ contra Eduardo Azeredo (hoje deputado federal), Clésio Andrade (hoje Senador) e outras quatorze pessoas, deixou de propor ação penal contra os deputados e ex-deputados que receberam os valores, porque entendeu, expressamente, que o fato 'seria apenas crime eleitoral' (artigo 350 do Código Eleitoral – ‘caixa dois’ de campanha”), que já estava prescrito. Esse entendimento [discrepantemente] não foi adotado no oferecimento da denúncia e no julgamento da AP 470″.

Aqui, o post que enviei ao advogado e a sua resposta:

De Luis Nassif:

"Na defesa que fez de Marcos Valério, no julgamento do “mensalão”, o advogado mineiro Marcelo Leonardo demonstrou enorme competência. Não abusou da retórica, tão a grado dos advogados e magistrados. Foi objetivo ao descrever as acusações e ao rebater o mérito. Escrevi na época que me pareceu o mais brilhante dos advogados que atuaram no processo.

Ser bem sucedido ou não na defesa não depende apenas do advogado, mas do próprio estado de espírito dos julgadores.

Agora, dá seu lance mais ousado, ao orientar um cliente desorientado a adotar uma linha de defesa de alto risco.

Diriam os operadores de direito que é papel do advogado recorrer a todos os instrumentos em defesa do seu cliente. Digo eu: é possível que Leonardo esteja colocando em risco até a vida do seu cliente para defender outros possíveis clientes mineiros.

A lógica é simples:

1. Há dois processos envolvendo Marcos Valério: o “mensalão petista”, que está no fim; e o “mensalão mineiro”, que está no começo. Valério já contou tudo o que podia sobre o “mensalão petista” e tem tudo a contar sobre o “mensalão mineiro”. Qualquer pedido de delação premiada, portanto, deveria ser em relação ao “mensalão mineiro”, que não foi julgado.

2. Qual a explicação para um advogado experiente, como Leonardo, solicitar a delação premiada e, mais, a proteção da vida do seu cliente, em cima de um depoimento fantasioso, referente ao processo que já está no fim? Qual a lógica de insistir em uma estratégia na qual, aparentemente, seu cliente tem muito pouco a ganhar, em termos de redução de pena; e deixa de lado a outra, na qual seu cliente poderá sofrer novas condenações, com agravantes?

3. Em Belo Horizonte, há mortes que se tentam relacionar com o “mensalão mineiro”. Há uma modelo que foi assassinada e um advogado que diz ter sido vítima de atentado. Pode ser verdade, pode ser algo tão fantasioso quanto as versões criadas em torno da morte de Celso Daniel. De qualquer modo, durante algum tempo, Marcos Valério mostrou preocupação genuína ao enfatizar que jamais delataria alguém. Para quem ele falava? Para os réus do “mensalão petista” ou do “mensalão mineiro”?

4. Agora, analise a seguinte hipótese: uma peça relevante na montagem do esquema Valério em Minas, alguém que se sinta ameaçado por futuras delações de Valério sobre o "mensalão mineiro", que já tenha sido indiciado ou que ainda não tenha aparecido nas investigações. Tem-se uma ameaça potencial – Marcos Valério -, que já se diz ameaçado e lança as suspeitas de ameaça sobre o lado petista. Qualquer atentado que sofra será debitado, automaticamente, ao lado petista. Não é prato cheio?

5. É apenas uma hipótese que estou formulando, mas perfeitamente factível. Ao tornar público o pedido de proteção a Valério, insinuando que "sua vida está em risco", e ao "direcionar as suspeitas para o caso Celso Daniel", Marcelo Leonardo expõe seu cliente a possíveis atentados.

6. Aguardo uma explicação de Marcelo Leonardo, pelo respeito que dedico, até agora, à sua competência de advogado.”

RESPOSTA de Marcelo Leonardo

“Prezado Luis Nassif,

Em primeiro lugar, agradeço as referências elogiosas feitas ao meu trabalho profissional. Fiquei lisonjeado.

Sobre matérias veiculadas pela revista “Veja” e pelo jornal “Estadão”, contendo referências a suposto pedido de delação premiada, suposto pedido de proteção pessoal e suposto depoimento de Marcos Valério em setembro do corrente ano, não tenho nada a declarar, uma vez que tenho por hábito cumprir meus deveres ético-profissionais. Se alguém “vazou” de forma seletiva, parcial e ilicitamente alguma providência jurídico-processual que está sujeita a sigilo, eu não tenho absolutamente nada a dizer, a confirmar ou não confirmar. Obviamente, não tornei público nada sobre esse tema sobre o qual não falei a nenhum veículo de comunicação.

Quanto a AP 470, o processo já se encontra em fase final de julgamento. A defesa de Marcos Valério, desde suas alegações finais escritas, apresentadas em setembro do ano passado, vem pleiteando a redução de suas penas, em caso de condenação, pela sua condição de “réu colaborador”, em face das atitudes tomadas pelo mesmo desde as suas primeiras declarações ao Ministério Público em julho de 2005, em virtude de haver fornecido, voluntariamente, a lista com nomes e valores de todos os beneficiários dos repasses feitos a pedido de partido político para integrantes da base aliada e fornecedores da campanha eleitoral de 2002, acompanhada dos respectivos documentos e recibos, bem como, na mesma época, ter fornecido as informações e dados sobre os empréstimos bancários. Tudo isso possibilitou as investigações da Polícia Federal e viabilizou a denúncia do Procurador-Geral da República que, apesar do exagero dos quarenta acusados, não foi além dos nomes e dados fornecidos naquela atitude de colaboração com a Justiça, o que assegura direito à redução de pena. Não há nada de novo sobre esse assunto, até porque a instrução na AP 470 está encerrada faz tempo.

Quanto ao chamado “mensalão mineiro”, o andamento do caso está em fase bem mais adiantada do que se imagina. A etapa das investigações já foi concluída e, nela, Marcos Valério forneceu todas as informações, inclusive os nomes dos políticos ligados ao PSDB (deputados e ex-deputados) que receberam, em contas bancárias pessoais, recursos financeiros para custear as despesas do segundo turno da tentativa de reeleição do então Governador Eduardo Azeredo, em 1998, tendo entregue as cópias dos depósitos bancários realizados.

É importante saber que o ex-Procurador Geral da República, Dr. Antônio Fernando, ao oferecer denúncia no caso chamado de “mensalão mineiro” contra Eduardo Azeredo (hoje deputado federal), Clésio Andrade (hoje Senador) e outras quatorze pessoas, deixou de propor ação penal contra os deputados e ex-deputados que receberam os valores, porque entendeu, expressamente, que "o fato seria apenas crime eleitoral" (artigo 350 do Código Eleitoral – “caixa dois de campanha”), "que já estava prescrito". Esse entendimento [estranhamente, por interesses partidários?] não foi adotado no oferecimento da denúncia e no julgamento da AP 470.

Sobre o “mensalão mineiro”, atualmente, correm três ações penais distintas. Duas no STF, uma contra Eduardo Azeredo e outra contra Clésio Andrade. A terceira, na qual é acusado Marcos Valério, tramita perante a 9ª Vara Criminal da Comarca de Belo Horizonte (Justiça Estadual), contra todos os demais denunciados que não têm foro por prerrogativa de função, pois nesse caso o STF deferiu o pedido de desmembramento do processo, o que [estranhamente] não ocorreu na AP 470. Aquela última ação penal encontra-se na etapa adiantada destinada a inquirição de testemunhas de defesa. Nela, meu único cliente é Marcos Valério. Não atuo na defesa de qualquer outro acusado em nenhuma destas ações.”

Atenciosamente,
Marcelo Leonardo”

FONTE: portal “Viomundo”  (http://www.viomundo.com.br/politica/valerio-entregou-ao-ex-procurador-os-nomes-dos-politicos-do-psdb-que-receberam-dinheiro.html) [Título, imagens do Google, suas legendas e trechos entre colchetes adicionados por este blog ‘democracia&política’].
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Furar orelha do bebê ao nascer não é recomendável, alerta médico



Quando descobrem que o bebê que está a caminho é uma menina, as mamães já começam logo a pensar em diversas possibilidades para enfeitá-la: lacinhos, babados, vestidinhos, tiaras, pulseiras e brincos. A ansiedade é tanta que muitos recém-nascidos chegam a sair da maternidade com a orelhinha já furada. De acordo com a pediatra Cristina Ortiz, diretora médica do Centro Pediátrico da Lagoa (CPL), no Rio de Janeiro, não existe uma idade certa, mas é recomendável não furar quando o bebê nascer, e sim esperar mais um pouco.

O melhor método, segundo a pediatra, é sempre aquele que é limpo o suficiente e com antissepsia adequada. “Isso ajuda a evitar os riscos de inflamação e infecção”, diz. E o procedimento não precisa necessariamente ser feito por um pediatra, pode ser na farmácia. “Não há anestesia. O bebê sente que algo está sendo feito na orelha, mas não chega a sentir dor propriamente dita”, explica.

O brinquinho não precisa ser de ouro e pode ficar direto na orelha do bebê. “Não é necessário tirar, mas são necessários alguns cuidados, pois as inflamações são comuns. O ideal é passar álcool com concentração a 70% para manter o furo bem sequinho e livre de secreções. E o pediatra deve ser consultado sempre que houver qualquer tipo de complicação. Se houver infecção no local do furo do brinco, o pediatra pode contornar a situação facilmente e evitar problemas maiores”, finaliza.

itodas
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Preço de eletrônico pode subir até 12% a partir de 5ª-feira, diz entidade - economia - - Estadão

BRASÍLIA - O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica

e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, afirmou que o preço dos

computadores, notebooks, tablets, celulares e smartphones pode subir

entre 10% e 12% a partir de quinta-feira, 1º. Segundo Barbato, isso é

consequência de uma recente decisão do ministro do Supremo Tribunal

Federal (STF) Celso de Mello, que suspendeu os incentivos fiscais dados

pelo Estado de São Paulo às empresas que produzissem esses produtos em

seu território. A liminar foi concedida na última segunda-feira (29),

após o Estado do Amazonas ingressar com Ação Direta de

Inconstitucionalidade (Adin) contra um decreto paulista, sob o

argumento de que a iniciativa prejudicava a Zona Franca de Manaus. --

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,preco-de-eletronico-pode-subir-ate-12-a-partir-de-5-feira-diz-entidade,133148,0.htm





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Linux 3.6.0: Terrified Chipmunk

http://www.youtube.com/DanielFragaBR
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