Mentiras desmascaradas fazem Serra perder votos de todos os lados

José Serra cada vez mais torna-se unanimidade nestas eleições. Consegue desagradar a todos.

Ao trazer para o centro da campanha eleitoral o que ele chama pejorativamente de "kit-gay", conseguiu espantar grande parte do eleitorado liberal, e também o eleitorado conservador, quando tomou conhecimento de que José Serra chegou a distribuir em 2009 o kit anti-homofobia que ele fingia condenar, e que não chegou a ser distribuído no Ministério da Educação.

Até o tucanato, vendo que os prejuízos à imagem ultrapassarão a campanha de 2012, mostram-se contrariados.

O resultado da última pesquisa Ibope de intenção de votos, mostra mais do que a ampliação de 11 para 16 pontos de vantagem a favor de Fernando Haddad. Mostra também que:

- A principal queda do tucano foi justamente entre os evangélicos, de 37% para 28% (como se vê, evangélicos não são loucos fanáticos religiosos, que não pensam, como José Serra imagina ao assistir personagens estereotipados, retratados em novelas da TV Globo. E não gostam de mentira, cinismo, deturpação e manipulação, como qualquer cidadão brasileiro).

- No centro expandido da cidade, área mais rica, considerado reduto tucano, Haddad chegou mais perto de Serra. O resultado surpreendeu.

- Na regiões de moradores de menor renda, Haddad ampliou sua vantagem, sobretudo na região Norte.

- Haddad passou a liderar em todos o segmentos de escolaridade. Ampliou a vantagem entre os eleitores com ensino fundamental, manteve entre os que cursaram até o ensino médio e empatou com Serra entre os que têm nível superior: 42% a 42%. Na semana passada estava 39% a 44%.

É nisso que dá basear a campanha em mentiras, deturpações, armadilhas, baixarias, em vez de construir consensos em torno de propostas.

Mas não esperem que Serra mudará sua estratégia. Há 10 dias da eleição, conhecido por 100% da população e com rejeição cada vez maior, os marqueteiros de Serra continuarão na tentativa de tentar apresentar o tucano como o "menos ruim", e para isso dedicarão todo o tempo falando mal do adversário, a procura de alguma "bala de prata".

Não deve dar certo, como não deu em 2010. Mas haja baixarias e mentiras a desserviço da cidadania. (Com informações do Estadão)
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PF reúne provas de esquema suspeito de desviar R$ 1,5 bi


Uma quadrilha com sede em Maringá, no Noroeste, comandava um esquema de lavagem de dinheiro que teria a participação de 400 empresas de diversas cidades paranaenses e em outros nove estados. O esquema, que teria movimentado R$ 1,5 bilhão em sonegação fiscal e lavagem dinheiro, foi desmantelado por uma operação da Polícia Federal (PF), batizada de “Laranja Mecânica”, na manhã desta quarta-feira (17). No total, 44 mandados de busca e apreensão e 35 conduções coercitivas foram cumpridos em Maringá, Mandaguari e Curitiba.

A operação ocorreu também em outros nove estados: além do Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Entre as medidas cautelares expedidas pela Justiça Federal estão o bloqueio de mais de 150 veículos e a busca, apreensão e bloqueio de duas aeronaves utilizadas pela quadrilha.

De acordo com a PF, os funcionários da família envolvidos no esquema foram classificados entre os níveis 1 e 2.
"A organização utilizava centenas de pessoas nesse esquema. Algumas tinham relação direta com a família, outras não possuem relação aparente, mas têm débito em seus nomes. Outras, ainda, sequer sabiam da existência das empresas ou dos movimentos do grupo”, afirmou o delegado da Receita Federal, Vagner Lopes.

Na operação, que não teve prisões, uma quantidade relevante de documentos, além de computadores e pelo menos 15 carretas em São Paulo (cada uma avaliada em cerca de R$ 200 mil), oito veículos de luxo em Maringá e outros seis automóveis de luxo em Curitiba.

Uma das aeronaves foi localizada em um aeroporto de São Paulo. De acordo com a PF, as aeronaves, modelos Bonanza 6336 e Pilatus PC, estariam avaliadas em R$ 500 mil cada. Segundo a polícia, essas seriam algumas das provas do esquema.

Sem prisões

De acordo com a assessoria de imprensa da PF, não houve prisão porque o objetivo da operação é reunir o maior número de documentos que comprovem o esquema, atendendo assim a um novo tipo de abordagem da corporação, especialmente em casos de crimes fiscais.

A investigação, que começou em 2008, juntamente da Receita Federal, apurou que integrantes de uma família maringaense constituíram diversas empresas, principalmente no ramo de autopeças, utilizando-se de “laranjas” para se desvincularem das pessoas jurídicas.
“À vista de qualquer atuação dos órgãos fiscais, eles abandonavam as empresas. Muitas vezes, utilizavam o mesmo imóvel, só trocando a fachada, utilizando novos ‘laranjas’ e continuando a atividade, possibilitando angariar um patrimônio gigantesco. Esperamos que com os bloqueios, a gente possa recuperar grande parte desta sonegação fiscal”, explicou o coordenador da operação em Maringá, Alex Sander Dias.
A PF afirmou que mais de 500 "laranjas", além de dez pessoas da mesma família - que estariam à frente do esquema - devem responder aos processos em liberdade. "Esperamos que essas pessoas sejam condenadas a partir do farto material probatório colhido", salientou Dias.

A PF explicou que entre os "laranjas" havia pessoas que autorizaram a utilização dos próprios nomes no esquema e outras que dizem desconhecê-lo.

A organização utilizava cerca de 400 empresas de fachada, 40 delas envolvidas diretamente no esquema, em quase todos os estados brasileiros, de acordo com informações divulgadas pela durante a coletiva de imprensa.

Investigações

Conforme a Receita Federal, nos últimos 10 anos, diversas ações fiscais foram movidas contra 25 empresas do grupo, cujos créditos tributários em dívida ativa se aproximam de R$ 112 milhões. Os primeiros indícios do esquema foram levantados em 1995 pela Receita Federal. No entanto, a investigação em parceria com a Polícia Federal só teve início em 2008.

De acordo com a Receita, os principais membros da família montaram um esquema fraudulento de planejamento tributário e de blindagem patrimonial com o fim de se distanciarem da responsabilidade solidária do passivo tributário e, a partir de então, ocultarem-se totalmente com o uso de empresas comerciais, descartadas de tempos em tempos, todas, sem exceção, em nome de "laranjas”.

Ainda, para dissimular a expressiva movimentação financeira da organização criminosa, o esquema constituiu e passou a utilizar fraudulentamente ao menos quatorze empresas de “factoring” - também com sócios “laranjas” – cujas contas bancárias funcionavam como “caixa centralizador” do esquema, tanto para cobranças dos clientes como para pagamentos pelo grupo econômico das aquisições de autopeças junto às indústrias fornecedoras.

Algumas destas “factorings” de fachada foram fiscalizadas recentemente pela Receita, cujos valores lançados também se encontram em dívida ativa na ordem de R$ 26 milhões.
gazeta do povo

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Taboleiro Grande: Após entregar o cargo, Maria Miriam deverá voltar às suas origens.

Voltando às origens, Maria Miriam deverá ocupar, novamente, honrosa função de Servidora Pública Estadual.

Sem dúvidas, a passagem do ser humano aqui na terra é recheada de altos e baixos. Mesmo que cheguemos a alcançar um patamar elevado de sucesso em nossas existências, sempre a vida nos proporcionará momentos em que deveremos voltar às nossas origens. 

Talvez, até para aprendermos um pouco mais com as coisas simples e em situações inusitadas (não esperadas).

Neste caso, deverá entrar em cena a humildade, qualidade inerente somente às pessoas desprendidas de qualquer amor exarcebado às coisas materiais e supérfluas, tipo: contar com uma gorda conta bancária no fim do mês, possuir mansões enormes ou manter um "carrão do ano" na garagem.

Sobre este assunto o Apóstolo Paulo nos deu um belo exemplo: "Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece. (Filipenses 4: 12, 13) 

No caso da atual Prefeita de Taboleiro Grande, Maria Miriam Pinheiro De Paiva (PMDB), ela deverá passar por uma situação similar, quando (a partir de janeiro de 2013) entregará o cargo máximo do município à empresária, Klébia Bessa (PSD), e, possivelmente, voltará a ocupar a função de Servidora Pública Estadual em uma escola do referido município.

Talvez, um grande contraste na vida da Prefeita Maria Miriam, mas que deverá ser superado com facilidade por ela, já que na qualidade de seguidora da religião evangélica buscará orientações divinas (através das escrituras) para manter-se com a mesma personalidade firme de sempre.

Desejo boa sorte a Maria Miriam em seu, provável, retorno às suas honrosas origens, a partir do início do próximo ano, inclusive, foram elas que mantiveram a sua liderança política por tanto tempo.

É hora de recomeçar. Refletir com as adversidades para, quem sabe, voltar a ocupar um lugar de glória no futuro.

Se a máxima de Simon Bolívar estiver certa: "A arte de vencer se aprende nas derrotas."
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Folha chama vantagem de Elmano em Fortaleza de "empate técnico"

Antes de falar sobre os 3% de margem de  lucro  erro, analise bem os dados: a intenção de voto mostrada na pesquisa é entre 39 e 45% para Elmano e 34 e 40% para Roberto Cláudio. Somente na pior hipótese possível para Elmano haveria uma ligeira vantagem de 40 x 39 para Roberto Cláudio. Acreditando-se na validade da pesquisa e na correção de seus números é extremamente provável que Elmano lidere a intenção de voto no momento, embora ainda não fique fora da margem de  lucro  erro. Tente imaginar a Folha chamando uma vantagem de 5 pontos a favor de Serra de "empate técnico".
Datafolha aponta empate técnico na disputa a prefeito de Fortaleza
DO COORDENADOR DA AGÊNCIA FOLHA

Os candidatos Elmano de Freitas (PT) e Roberto Claudio (PSB) aparecem tecnicamente empatados na disputa do segundo turno em Fortaleza, de acordo com pesquisa Datafolha encomendada pelo jornal "O Povo".

Elmano tem 42% das intenções de voto, contra 37% de Claudio. Declarações de voto em nulo e em branco somam 11%. Indecisos são 9%.

A margem de erro da pesquisa, realizada terça (16) e quarta (17) na capital cearense, é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na situação em que Elmano estivesse próximo do limite mínimo, e Claudio, de seu máximo, os dois estariam empatados em 40% ou 39%.

Nos votos válidos, quando são excluídos brancos, nulos e indecisos, o petista aparece com 53%, ante 47% do candidato do PSB. No primeiro turno das eleições, Elmano obteve 25% dos votos válidos, contra 23% de Claudio.

O Datafolha mediu a rejeição dos candidatos: 41% não votariam de jeito nenhum em Claudio, e 38%, em Elmano.

O Datafolha ouviu 1.281 eleitores em Fortaleza. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número CE-00180/2012.
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Exposição na internet esconde drama de mendigo fotografado em Curitiba


A foto de um mendigo de Curitiba publicada no Facebook – e compartilhada mais de 35 mil vezes – rodou o Brasil. Mas por trás das feições nórdicas e dos olhos azuis, o moço alto enrolado em uma manta surrada esconde um drama que escapa às redes sociais.
Rafael Nunes da Silva, de 31 anos, é usuário de drogas desde os 17 e há pouco mais de um ano perambula pelo Centro da capital paranaense, onde vive como morador de rua. O crack o fez deixar uma casa, uma família e uma carreira de modelo fotográfico. Assustados com o status de celebridade instantânea do rapaz nas redes sociais, familiares esperam que a superexposição o ajude, pelo menos, a conseguir o tão sonhado tratamento para se livrar da dependência química.


Rafael morava em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, com os pais e com duas irmãs. Trabalhou como vendedor e feirante, antes de se tornar modelo fotográfico – profissão que exerceu por dois anos. Mas, segundo o pai, o aposentado José Nunes, o consumo continuado de drogas desestabilizou o moço e há pouco mais de um ano o jovem abandonou a família. “Ele simplesmente saiu”, lamenta o pai.
A cada dois meses, em média, Rafael reaparece na casa da família, permanece por um curto período e volta a sumir sem deixar pistas. A última “visita” ocorreu há um mês. “Ele fala pouco e não conta nada sobre as ruas. Já tentamos internação, já encontramos ele andando como mendigo em Curitiba. Espero que, com tudo isso, a gente consiga internar”, desabafa Nunes.
Largo da Ordem
Rafael é visto com frequência nos arredores do Largo da Ordem e da Praça Tiradentes. Ao contrário de outros moradores de rua, no entanto, ele sempre anda sozinho. “Eu conheço, mas ele não gosta de se misturar”, disse um mendigo que identificou apenas como Barba.
Na Igreja da Ordem, onde comparece religiosamente todos os dias, Rafael é conhecido pelas fiéis, mas pelo apelido de "Cobertor", devido a manta que sempre carrega consigo. “Ah, o Cobertor”, disseram alguns quando a reportagem mostrou uma foto do rapaz. Ele é descrito por elas como um jovem doce – às vezes até infantil -, educado e de fala mansa, mas de pouca conversa.
“Ele tem porte de um soldado. É um moço muito bonito e parece ter orgulho disso. Sempre que ele me vê, ele fala: ‘Olha, eu tenho olhos azuis!’”, conta a secretária da igreja, Jane Valleri.
Rafael também é velho conhecido de guardas municipais. Segundo o agente Juliano Rocha, ele costuma vagar pelo Largo, vez ou outra abordando algum passante para pedir esmola. É apontado como “um rapaz bom, que não dá problemas”, mas com o típico perfil de usuário de crack: oscila momentos de relativa calma, com alterações em períodos de abstinência.
Segundo os agentes, quando parece estar sob efeito de drogas, o rapaz solta frases desconexas, grita sozinho e chega a “rolar no chão”. O moço já chegou a ser flagrado pela Guarda consumindo drogas e encaminhado à Fundação de Ação Social (FAS). “Mas ele nunca deu problema. A droga é uma doença na vida dele. Ele precisa é de ajuda”, opinou o guarda Rocha.
A última passagem de Rafael pela FAS foi na Casa de Acolhida e do Regresso, onde dormiu em 18 de julho. Segundo os registros, ele se apresentou espontaneamente, dizendo que queria roupa e comida. Na ocasião, o rapaz estava irritado, aparentando estar sob o efeito de drogas. O cadastro faz referência, ainda, a um transtorno mental grave de que o rapaz sofreria. Para o pai, Rafael desenvolveu os problemas psicológicos por causa do crack. “Ele não tinha nada. Isso é coisa da droga”, disse.
Andanças
Na manhã desta quarta-feira (17), por volta das 9h30, Rafael foi visto na Praça do Homem Nu. Alheio à fama instantânea, foi a uma barraca de frutas e pediu uma ao feirante. “Eu disse que ele podia pegar uma fruta. Ela pegou um jabuticaba e saiu. Parecia que estava na fissura”, disse o comerciante Fernando de Souza.
O morador de rua trajava calças cortadas à altura das canelas, blusa de moletom ocre e arrastava o tradicional cobertor. Segundo testemunhas, aparentava não tomar banho há alguns poucos dias. Sabe-se que, no início da tarde, passou pelo Largo da Ordem e Praça Tiradentes.
Na publicação do Facebook, a mulher que tirou a foto explicou que foi abordada por Rafael, que queria, por meio da fotografia, “quem sabe”, ficar famoso. Ao menos por um dia, parece que ele conseguiu.
gazeta do povo

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