Elmano - Prefeitos do PT

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Elmano - Prefeitos do PT , um álbum no Flickr.

Reunião de Elmano de Freitas, candidato do PT em Fortaleza, com os prefeitos eleitos do PT no Ceará.

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Vendo o minério passar

Shot018

Devido às regras que reduzem o IPI de veículos cuja fabricação de peças é parcialmente feita no Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio estima que 11 montadoras avaliam instalar fábricas no país.
O movimento, se efetivado, poderá resultar na geração de mais de 30 mil empregos e investimentos de mais de R$ 44 bilhões até 2015.
> Americanas, alemãs, tailandesas e chinesas
Algumas montadoras já estão no Brasil e pretendem ampliar as plantas. Outras negociam a instalação com governos estaduais.
A Toyota, Nissan, Hyundai, Chery, JAC e Volvo pretendem investir R$ 6,5 bilhões até 2014. A Foton Motors está em tratativas com o governo da Bahia e prevê investir mais de R$ 2 bilhões até 2017. A Shacman negocia com o governo de Pernambuco investimentos de R$ 1 bilhão em uma planta. A Shiyan Yunlihong já assinou protocolo de intenções com o governo gaúcho para investir R$ 1 bilhão.
A BMW e a Land Rover discutem em suas respectivas diretorias a instalação de montadoras no Brasil. Da mesma forma as chinesas BYD, Geely, SAIC, Chang Na, Great Wall e Sinotruck.
> Nada no Pará?
Escrevo isso como um alerta às autoridades paraenses: vão atrás de alguma para oferecer um cafezinho, ou preferem ficar, à janela, vendo o o minério passar?
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O X da questão

Shot015O Estado de São Paulo” revela, com base em um levantamento da Economática, que ¾ da fortuna do bilionário Eike Batista é de propriedade de três empresas estrangeiras pertencentes ao próprio.
> Duas nos EUA e uma no Panamá
A OGX, OSX, MMX, LLX, MPX e CCX têm 72,5% das suas ações controladas pela Centennial Asset Mining Fund, que é controlada pela Centennial Asset Brazilian Equity Fund.
A Centennial Asset Mining Fund LLC é administrada pela EBX International S.A., presidida por Eike Batista, com sede no Panamá, conhecido paraíso fiscal da América Central.
> Estrutura é legal
Embora as autoridades fiscais desconfiem desse tipo de estrutura, muito usado para ocultar controladores e despersonalizar a administração, ela não é ilegal, desde que transparente nas remessas financeiras entre as empresas envolvidas.
> Diversionismo empresarial
No caso de Eike, todavia, o organismo não visa desvincular as empresas da pessoa, pois ele aparece como “sole diretor” (administrador único) de todas, o que torna a estrutura uma espécie de diversão, algo assim como o dono daquela mansão que tem 30 quartos e resolve dormir uma noite em cada um, só para mudar os ares do sono.
Ou seria outro o X da questão?
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Cameli pra cá e pra lá

Este segundo turno em Rio Branco tem um fato em especial: ambos os candidatos, Marcus Alexandre (PT) e Tião Bocalom (PSDB), têm o apoio direto ou indireto do ex-governador Orleir Cameli, considerado um dos piores governos da história recente do Estado. Presas a este apoio, nenhuma das campanhas pode tocar no assunto. O que está em situação mais “delicada” é o PSDB.

Enquanto o PT atribui ao grupo político dos tucanos a responsabilidade pela “herança maldita” dos governos da década de 1990, o PSDB não pode retrucar por ter em seu palanque o deputado federal Gladson Cameli (PP), sobrinho de Orleir. O PP indicou o vice de Bocalom, o vereador Alysson Bestene.

Hoje o ex-governador, demonizado pelo PT quando na oposição, é um dos principais aliados do Palácio Rio Branco no Vale do Juruá. O vice-governador César Messias é primo de Orleir Cameli. As empreiteiras da família Cameli foram detentoras de alguns lotes na pavimentação da BR-364 entre Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

Mesmo sem poder criticar a aliança do PT com “velhos caciques da oposição”, o PSDB não controla as críticas da militância nas redes sociais, que lembram a ligação entre os petistas e o ex-governador. Já o grupo do PT é mais cauteloso, evitando citar Orleir. O alvo são outros líderes da definida “turma da oposição” no grupo de Bocalom.  
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Plano de Serra inclui projeto já fracassado na gestão Kassab

A implantação de faixas exclusivas para motos pode ser retomada caso Serra seja eleito. Está em seu programa de governo: "Estudar a implantação de novas motofaixas a partir da experiência das avenidas Vergueiro e Sumaré".

O plano de metas de Kassab prevê a criação de oito motofaixas, mas não só a meta não será cumprida como Kassab e seu secretário dos Transportes, Marcelo Branco, já deram declarações de que elas pioraram a segurança dos motociclistas. Serra cedeu à pressão de entidades de motociclistas e motofretistas, que reivindicam mais faixas exclusivas.

Falha
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