MOVIMENTO CONTRA A FICHA LIMPA?



Hoje conversando com um amigo, ele me contou que tinha votado em um candidato a vereador, pois, segundo o meu amigo, ele "rouba" mas faz!


Minha gente, temos que mudar esse pensamento de que os políticos podem roubar se fizerem algo para a nossa população. Jamais podemos admitir uma situação dessas.

A Lei Ficha Limpa foi aprovada graças à mobilização de milhões de brasileiros e se tornou um marco fundamental para a democracia e a luta contra a corrupção e a impunidade no país. Trata-se de uma conquista de todos os brasileiros e brasileiras.

Mas parece que em Colombo essa lei não está sendo bem vista. Pois algumas pessoas estão criando um movimento para tentar supostamente salvar a candidata Beti Pavin (PSDB), que atualmente encontra-se enquadrada nessa lei.

Sei que muitos estão aderindo com boa vontade, pois acreditam que a tucana seria uma possível solução para que as mudanças ocorram em nossa cidade. Mas no meio sempre existem os laranjas podres, que se acham os salvadores do povão, e esses medíocres só querem apenas garantir uma vaguinha caso sua candidata ganhe. Repito, existe muita gente com boas intenções  que infelizmente estão deixando se levar pelos "loucos".

Esse suposto "grupo", já tentou realizar uma feijoada, um movimento pedindo a cassação do Vereador Oliveira da Ambulância (PTB) e orquestraram uma mobilização para a reabertura da Santa Casa de Colombo. Mas nada deu certo, pois os mesmos são usurpadores, e na hora do "vamo ve" eles se escondem, pois dar a cara para bater não é a deles.

Na minha opinião, esse movimento esta querendo colocar um diploma de otário politico na cara do povo de Colombo, e se não estou enganado, querendo jogar uma boa parte da população contra a justiça brasileira.

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SILVIO SANTOS NA CAMPANHA DE RATINHO JR??


A onda de desespero que assola a campanha de Ratinho Jr nesse segundo turno destoa da tranquilidade com que o candidato mais votado no primeiro turno para a corrida à Prefeitura de Curitiba pede votos na sua propaganda de TV. Ratinho, o filho, sabe que no segundo turno a disputa volta ao zero-a-zero e, se comparada ao futebol, funciona como uma espécie de “mata-mata”. Mas o que está em jogo é o futuro de Curitiba nos próximos quatro anos, a prestação de serviços públicos para a população da cidade e isso não pode ser confundido com entretenimento. Nem com futebol e nem com tramas da dramaturgia – uma novela intitulada “Vale Tudo”. Não mesmo. Política é coisa séria!
Mas no desespero, o candidato Ratinho Jr chega ao ponto de ameaçar de forma aveludada a Presidenta Dilma a não vir a Curitiba sob o risco de perder apoio da base de seu partido, o PSC, no Congresso Nacional??. E qualquer semelhança com um irmão dedurando o outro para a mãe depois de uma briga não é mera coincidência. O partido de Dilma, o PT, indicou para a aliança em torno da eleição de Gustavo Fruet (PDT) nada mais, nada menos que o nome da candidata a vice-prefeita, a advogada trabalhista Mírian Gonçalves, o que por si só seria motivo suficiente para trazer a presidenta ao palanque do candidato pedetista. O PDT é outro grande aliado no comando da Nação e partido-berço da militância política de Dilma Rousseff no enfrentamento da violência real e das atrocidades da ditadura militar. Chega a ser um insulto sugerir, mesmo que em “conselho amigo”, de quem em sua propaganda demonstra a admiração pelo governo petista no comando do país, que a presidenta não frequente o palanque da aliança PDT-PT-PV em Curitiba e passe o mais distante possível dele. Ela pertence ao lado de lá do “alambrado” e não é o contrário.
Imagem copiada do Portal 247
Embora negue até a morte, no melhor estilo de marido pulador de cerca, que não fará da campanha à Prefeitura um programa de auditório, Ratinho Jr que já escalou o pai, o apresentador Carlos Massa, desde o primeiro turno como principal cabo eleitoral de sua popularização, o que não tem problema nenhum, pode contar com a presença do patrão de Ratinho Pai, o apresentador Sílvio Santos, como portador das chaves da “Porta da Esperança” no alto do seu palanque. O candidato diz que se trata de intriga de blogs, mas o bafon é fortíssimo. Sílvio Santos, o filho do pai, só não pode sair por aí gritando “Quem Quer Dinheiro?” ou anunciando um tal de “Show do Milhão”, que isso configuraria crime eleitoral. Se a vinda dele se efetivar, isso sim alimentaria um bom debate no Tribunal Superior Eleitoral – TSE – sobre a presença dos artistas e celebridades que não possuam parentesco direto com os candidatos nos palanques. Afinal, a proibição de showmícios foi instituída sobre essa mesma base de questionamento da banalização da eleição como espetáculo, quando se trata de uma definição séria e responsável sobre o futuro da gestão pública na cidade. Medo dessa participação especial a coligação de Fruet não tem. Na disputa dos pais, Gustavo conta com a lembrança ainda muito viva do governo eficiente e de diálogo de Maurício Fruet em Curitiba.
A população curitibana é que vai dizer nas urnas se esse tipo de apelo funciona ou não e se a confusão de papéis que muitas vezes percebe-se nas eleições proporcionais vale para o Poder Executivo também. Em São Paulo, os paulistanos já deram um sonoro chega-pra-lá no primeiro turno no candidato do apelo midiático e demonstraram maturidade política na hora do “vamos ver” das urnas, deixando claro que uma coisa é a diversão e o entretenimento da televisão e outra bem diferente é a escolha de quem vai governar e tomar as decisões pela coletividade nos próximos quatro anos. Quem vai responder pela prestação dos serviços na creche do filho, nas escolas municipais, no posto de saúde, nas ações de prevenção para melhorar a segurança pública e na orientação do trânsito na cidade entre outras questões. Mais do que aplausos, agora é hora de decidir na consciência do voto e na afirmação da participação cidadã. E é bom lembrar que a população curitibana já deu um sonoro recado em favor da mudança e da responsabilidade quando escanteou e tirou da disputa do segundo turno o grupo político atrasado e que demonstrou alto grau de ineficiência administrativa. Graças a isso, foi possível elevar o nível da discussão política na capital do Paraná.
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Acabou o Lexotan na SIP

Leandro Fortes

Há quase 200 anos, os embaixadores das maiores potências da Europa se reuniram em Viena, na Áustria, com o mesmo objetivo que, por esses dias, juntou em São Paulo os barões da mídia panamericana na 68ª Assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). Nos dois casos – no Congresso de Viena e no convescote da SIP – a nobreza presente tinha o mesmíssimo objetivo: restaurar o passado, voltar ao status quo e, principalmente, eliminar do futuro o germe da revolução. Em 1814, a intenção era redesenhar a geopolítica europeia após o fim da Era Napoleônica e banir das mentes e dos corações dos cidadãos de então as ideias e ideais da Revolução Francesa.

Em 2012, o baronato da mídia associado à SIP, também em franco desespero, tenta a mesma coisa: resgatar um mundo hegemônico onde a imprensa determinava o perfil e o caráter dos governantes, onde a mídia tinha a exclusividade da intermediação dos fatos, das informações, das notícias, e era, por si só, a própria ideologia da comunicação.

A História, como se sabe, se repete como farsa.

A SIP foi criada em 1943, em Havana, Cuba, durante a ditadura-bordel de Fulgencio Batista. Acabou sediada em Miami, nos Estados Unidos e, como tudo o mais durante da Guerra Fria, rapidamente foi transformada em braço funcional da CIA e do Departamento de Estado dos EUA para dar suporte aos movimentos golpistas bancados pelos ianques na América Latina. Os tempos mudaram, mas a SIP, como a maioria de seus associados, quedou-se estagnada, triste e ultrapassada, exatamente como a mídia que orgulhosamente representa.

Assim como os ventos revoltosos do século XIX surpreenderam os nobres europeus em Viena, perdidos estão, no tempo e na circunstância, os porta-vozes dos oligopólios de mídia convidados a participar da assembleia da SIP, em São Paulo. Também estão apavorados. Os une o desespero das perdas e a incerteza de um futuro nebuloso sobre o qual não há mais quaisquer garantias de poder e lucro. Buscam na encenação montada sob as bandeiras das liberdades de imprensa e expressão um Napoleão Bonaparte que os justifique e, por isso mesmo, os redima. Encontram, aturdidos, generais do povo, pior, eleitos. Gente a quem sempre consideraram serviçais de menor monta: índios, mamelucos, mulatos, negros, caboclos, operários, mulheres.
Como era de se esperar, os dirigentes da SIP tem se revezado na tribuna para demonizar os napoleões que elegeram como inimigos da liberdade de imprensa: Hugo Chávez, da Venezuela; Cristina Kirchner, da Argentina; Rafael Correa, do Equador; e Evo Morales, da Bolívia.

Dilma Rousseff, do Brasil, esperada para falar no festim da SIP, desistiu de última hora. Enfim, se redimiu de ter participado do aniversário de 90 anos da Folha de S.Paulo, jornal associado da SIP que, em 2010, estampou uma ficha falsa do DOPS da então candidata do PT à Presidência da República a fim de eternizá-la como terrorista e assassina.

Diante da cadeira vazia reservada a Dilma, os 600 participantes da assembleia da SIP sincronizaram um muxoxo generalizado, mas pelo menos se livraram da obrigação protocolar de respeitar a presidenta do País que os acolheu. Em poucos minutos, Dilma foi comparada ao general-ditador Ernesto Geisel e ao ex-presidente Fernando Collor, outros dois mandatários que se negaram a emoldurar, quando no Brasil, a feliz confraternização de empresários midiáticos do continente americano.

Até o final do encontro, espera-se que a presidenta seja igualada a Stalin, Hitler, Mussolini, Gengis Khan e Átila, o huno.

Embalados pelo medo do admirável mundo novo aberto pela internet, mas, sobretudo, unidos por um grau de descolamento da realidade muito próximo do delírio, os próceres da SIP vociferam em coro contra os governos progressistas aos quais, cada qual em seu canto americano, fazem oposição sistemática, partidária e, não raramente, golpista.

Temem, no detalhe, medidas como a Lei dos Meios, baixada na Argentina, que irá desmembrar, em breve, o império do Clarín, principal apoiador da sangrenta ditadura dos generais argentinos. No todo, se apavoram com a possibilidade de uma combinação capaz de disseminar, sobretudo na América do Sul, a ideia de um novo marco regulatório com poder de romper a hegemonia dos oligopólios de mídia e, enfim, criar mecanismos de democratização da informação – um direito humano imprescindível, mas negado desde sempre ao eleitor latino americano.

A tudo chamam de censura e, deliberadamente, misturam os conceitos de liberdade de expressão e liberdade de imprensa para que, justamente, não se discuta nem um, nem outro.
Em Viena, pelo menos, a nobreza era genuína.

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70% da alta do crédito vem do BB e da Caixa - economia - - Estadão

Analistas veem risco na estratégia agressiva das instituições

controladas pelo governo --

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,70-da-alta-do-credito-vem-do-bb-e-da-caixa,130807,0.htm



Dilma e o PT fazendo de tudo para aumentar os preços no Brasil.



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Linux 3.6.0: Terrified Chipmunk

http://www.youtube.com/DanielFragaBR
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