Tem Notícias entrevista Pedro Bigardi

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Bigardi foi o mais votado no primeiro turno, com 101.528 votos.

Esta semana, o Tem Notícias entrevista os dois candidatos a prefeito de Jundiaí (SP) que passaram para o segundo turno. O convidado desta terça-feira (16) é Pedro Bigardi (PC do B), de 52 anos. Ele é engenheiro e ocupa o cargo de deputado estadual desde o ano passado.

Cada candidato tem oito minutos cronometrados para responder aos questionamentos. O critério de escolha da ordem de entrevistas é o resultado oficial das eleições do dia 7 de outubro. Bigardi foi o mais votado, com 101.528 votos.

Daniel: Boa tarde.
Bigardi: Boa tarde, boa tarde a todos que estão assistindo em casa.

Daniel: E nós começamos falando justamente sobre o resultado do primeiro turno em Jundiaí. Pela primeira vez na história a cidade vai decidir quem vai administrar a cidade no segundo turno. Como o senhor avalia isso?
Bigardi: É importante para Jundiaí ter um aprofundamento das proposta nesse debate do segundo turno. Eu particularmente estou muito feliz. A maior votação da história de Jundiaí para um candidato à Prefeitura. Quase 101 mil votos. Portanto, muito agradecido pelo carinho e pela confiança da população.

Daniel: E como ficou sua campanha para esse segundo turno? Mudou?
Bigardi: A gente mantém a mesma linha, no debate de propostas e de ideias para a cidade, percorrendo os bairros, conversando com a comunidade. A gente quer fazer uma campanha muito próxima da população, e apresentando propostas reais, concretas, que podem ser implantadas a partir do ano que vem.

Daniel: O senhor disse que quer fazer uma revisão no plano diretor da cidade para controlar a expansão de Jundiaí. Como o senhor fará isso se eleito?
Bigardi: Olha, é uma área que eu tenho trabalhado há muitos anos, há mais de 30 anos no planejamento de cidades. Jundiaí precisa de uma reformulação em seu plano diretor, porque cresce de forma desordenada. Alguns bairros têm muitos prédios, uma densidade muito alta. Precisamos rever esse sistema de crescimento da cidade através de um novo plano diretor. Além disso precisamos fazer as obras para responder esse crescimento. Obras viárias, investimentos no transporte coletivo, isso precisa de mais investimentos, mais obras na cidade. Obras que possam ser concluídas rapidamente. O que a gente tem hoje são obras que demoram demais para serem feitas. Então vamos fazer o investimento para acompanhar o ritmo de crescimento da cidade, e fazer um planejamento, um zoneamento novo para que a cidade possa crescer de forma equilibrada.

Daniel: Que tipo de investimento, por exemplo, no transporte coletivo, candidato? O que o senhor mudaria e que ajudaria a melhorar o que tem hoje?
Bigardi: Olha, primeiro fazer as linhas inter bairros. Jundiaí antigamente tinha as linhas de ligação de um bairro a outro, e hoje as pessoas ficam perdendo muito tempo de um terminal a outro. Há um tempo de transbordo muito alto. As pessoas demoram quase uma hora de um bairro para o outro. Então fazer esse sistema direto de um bairro a outro.

Daniel: Isso resolveria?
Bigardi: Resolve, isso melhora o sistema. Além disso o bilhete único também, para que as pessoas possam pagar uma única passagem, e principalmente colocar mais ônibus a serviço da comunidade. Ônibus nos bairros, ônibus que possam ligar um ponto da cidade ao outro, para poder trabalhar, estudar. Então falta investimento no transporte coletivo. A tarifa é muito alta, a gente precisa progredir na questão da tarifa, tentando diminuir com o tempo a questão da tarifa na cidade de Jundiaí. Portanto fazer uma melhoria no sistema de transporte coletivo para que as pessoas possam circular melhor na cidade. E nos finais de semana a gente ter a tarifa social, para que as pessoas possam ir até os parques, circular na cidade, com uma tarifa menor. Isso nós também vamos fazer no nosso governo.

Daniel: E como você pretende lidar, candidato, com a expansão imobiliária e com a especulação no entorno da Serra do Japi.
Bigardi: Essa é uma preocupação muito grande. Eu sou professor de planejamento ambiental, tenho debatido isso na cidade. A Serra do Japi precisa ser preservada. É um patrimônio da humanidade, dá um equilíbrio ambiental para toda a região, o clima, na questão ambiental propriamente dita. Então nós temos que controlar esse assédio que nós temos em relação a Serra do Japi, com relação ao mercado imobiliário. Jundiaí pode crescer de forma ordenada mas sem atingir a Serra do Japi. Precisamos preservar a serra, ampliar a reserva biológica, a terra alta da serra do japi, para que seja de fato preservada, um estudo que já existe na cidade, a ampliação da reserva biológica, e fazer uma revisão da legislação do entorno da serra. Para que a gente possa ter uma ocupação, uma preservação desse patrimônio ambiental, e a cidade não cresça de forma desordenada, e o mercado imobiliário possa crescer nas áreas onde é possível crescer.

Daniel: E os produtores rurais? Falando da falta de incentivos. O que eles podem esperar se o senhor for eleito?
Bigardi: Olha, a valorização da nossa produção agrícola. Até porque a questão da zona rural também é uma questão ambiental. Nós temos um corredor verde que nos protege na cidade, além da Serra do Japi, na zona rural, a zona de produção agrícola que é uma região também de manancial, a região do Jundiaí-mirim, do Capivari, então preservar essa região é essencial ara nós. E aí temos que ter uma política de subsídios, buscar recursos no Governo Federal, do Governo Estadual, para produção agrícola, condições de trabalho, máquinas, equipamentos, valorização da agricultura. E também nosso circuito das frutas, intensificar a atuação do poder público junto ao circuito das frutas, criar na cidade uma coisa importante, o circuito gastronômico na região do Caxambú, uma região importante, o vinho artesanal, nós temos que fazer uma valorização do vinho artesanal, que também é uma questão histórica na cidade, portanto valorizar nossa produção agrícola, preservar e impedir inclusive na questão da produção agrícola que é a especulação imobiliária, também aconteça naquela direção. É isso que nós vamos fazer dentro do plano diretor, e na valorização do nosso produtor.

Daniel: Mas que ações seriam essas para valorizar, por exemplo, a região do campo?
Bigardi: Olha, existem recursos, existem subsídios, existem recursos do Governo Federal, programas do Governo Federal para valorização da agricultura, de valorização do produtor agrícola, através de cooperativas. É mais do que necessário nós criarmos cooperativas de produtores rurais, buscar esses recursos, tanto no Governo Federal como no Governo Estadual.

Daniel: Falando agora de segurança, o senhor disse em sua campanha eleitoral bastante que Jundiaí é uma cidade insegura. Mas isso é competência do Governo do Estado. O que o senhor pretende fazer para dar suporte à segurança pública?
Bigardi: Sabemos que é uma competência do governo do estado, mas o município também tem que assumir essa responsabilidade. Tenho dito que eu como prefeito vou assumir responsabilidades com a questão da segurança pública. Ampliando o efetivo da guarda, nós contrataremos mais 200 guardas municipais para a Guarda Municipal, vamos descentralizar a sua atuação, levando a Guarda Municipal para os bairros da cidade, através das bases descentralizadas de segurança pública da guarda. Vamos criar um sistema de comunicação rápida entre todos os agentes da polícia, guarda, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros. Isso é imprescindível no combate à violência, criminalidade na cidade que tem aumentado, aumentado demais, portanto vamos fazer uma reformulação na questão da segurança. E vamos criar a secretaria da segurança pública para Jundiaí que possa fazer a articulação de todas as ações na segurança pública da cidade. Isso é imprescindível. Nós vamos assumir a nossa responsabilidade em relação à segurança pública.

Daniel: Candidato, no seu plano de governo o senhor diz que quer criar um programa que chama Jundiaí Conectado, que levará internet banda larga a todos os bairros, a todas as casas. A prefeitura vai custear todo esse investimento?
Bigardi: É, isso é um projeto que nós vamos fazer no tempo, é um projeto importante para levar a comunicação a todos os bairros da cidade. Existem áreas hoje que não são atendidas, portanto é um projeto a ser implantado ao longo de todo o governo. Nós vamos perseguir isso com muito cuidado para poder atender toda a comunidade.

Daniel: Certo, candidato. Agora nós temos os últimos instantes da nossa entrevista dedicados às suas considerações finais.
Bigardi: Bom, eu queria novamente agradecer a toda a população o carinho, a confiança que me deram nesse primeiro turno, nós tivemos mais de 101 mil votos, e eu quero dizer, reiterar aqui que eu me sinto com muita experiência ao longo de toda a minha vida, e preparação, com muita maturidade para poder governar Jundiaí. Eu quero governar minha cidade, cidade que eu nasci, vivi aqui a minha vida toda. Podemos criar aqui um governo com gente muito boa da própria cidade, portanto estamos preparados para governar Jundiaí, resolver esses problemas que estão atrapalhando a vida da população. Trânsito, transporte, segurança, saúde, portanto estamos preparados para governar Jundiaí. E é isso que nós vamos fazer. Governar com a participação da população, com diálogo com a comunidade. E nós estamos, pode ter certeza, preparados, com maturidade para governar nossa cidade de Jundiaí.

Daniel: Muito obrigada pela sua participação aqui no Tem Notícias.
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PL de Fábio Faria cria cadastro nacional de usuários que não desejam receber ofertas comerciais por telefone.


O objetivo do PL 4508/2012 é estabelecer normas para o envio de ofertas comerciais por meio de telefone, além de criar o cadastro de usuários que não desejam o recebimento de chamadas de telemarketing. 

O deputado federal Fábio Faria (PSD/RN) lembra que já existem leis com esse propósito em vigor em diversos estados e municípios, o que mostra a importância da aprovação de uma lei federal sobre o assunto, de modo a ampliar os benefícios desse tipo de regra a todos os cidadãos brasileiros.

"Órgãos de defesa do consumidor de todo o País têm voltado sua atenção para esse fenômeno que é a crescente atividade de telemarketing, realizada muitas vezes de maneira desrespeitosa ao consumidor, com contatos insistentes, em horários inadequados e até mesmo com ofertas enganosas", justifica o autor.

Fábio Faria conta que no Estado de São Paulo, por exemplo, a Lei nº 13.226, de 2008 estabeleceu o Procon-SP como o administrador de um sistema de bloqueio de recebimento de ligações de telemarketing. A partir daí qualquer cidadão pode acessar um sistema disponível na internet, cadastrar, sem custos, seu código de acesso e bloquear o recebimento de chamadas de telemarketing. 

Já em Natal, capital do Rio Grande do Norte, a Lei Municipal 6.260, de 2011 possibilita ao consumidor solicitar o bloqueio de até três linhas telefônicas para o recebimento de chamadas de telemarketing.
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A Privataria Tucana, assista!

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Saiba onde estão os 'depósitos' de coliformes fecais nos lares


Uma grande quantidade de doenças infecciosas pode ser transmitida em casa, sobretudo em determinados pontos que se tornaram verdadeiros focos de coliformes. A advertência é reforçada por especialistas nesta segunda-feira, o "dia mundial de lavar as mãos", que ressalta a importância da higiene pessoal.
Objetos como controles remotos, torneiras de banheiro e cozinha, telefones, brinquedos e lixeiras são importantes transmissores de bactérias.

Segundo o Gobal Hygiene Council, grupo formado por especialistas internacionais em higiene, estima-se que entre 50% e 80% das doenças alimentares tenham origem em casa. Isso porque pontos como a pia da cozinha, por exemplo, costumam conter 100 mil vezes mais germes do que um banheiro, por estar contaminada por restos e sujeira.
Tábuas de cortar alimentos têm 200% mais coliformes fecais do que assentos de privada.
Objetos frequentemente tocados com as mãos são grandes pontos transmissores - é o caso das torneiras de banheiro, que também costumam ter mais germes nocivos do que a tampa da privada, e das bolsas de mão, que têm milhares de bactérias por centímetro quadrado.
Daí a preocupação com a lavagem frequente das mãos, para evitar a transmissão dessas bactérias.
"O nível surpreendente de contaminação em objetos do dia a dia é um sinal de que as pessoas estão esquecendo de lavar suas mãos após o uso do banheiro, um dos momentos-chave para prevenir infecções", disse à Press Association o pesquisador britânico Val Curtis, da Escola Britânica de Higiene e Medicina Tropical.

'Mãos de privada'

Divulgação
Objetos como controles remotos, brinquedos e torneiras são frequentes pontos de acúmulo de germes
Estudo lançado nesta segunda-feira pela escola, em associação com a Universidade Queen Mary e patrocínio de uma marca de sabonetes, aponta que cerca de um em cada dez britânicos pesquisados carrega em suas mãos a mesma quantidade de germes de uma privada suja.
A pesquisa identificou coliformes fecais em 26% dos entrevistados, em 14% das notas de dinheiro e em 10% dos cartões de crédito analisados.
"As pessoas dizem que lavam suas mãos, mas as pesquisas mostram que não e apontam o quão fácil esses patógenos (agentes causadores de doença) são transmitidos, sobrevivendo em dinheiro e cartões", diz Ron Cutler, que liderou a pesquisa britânica na Universidade Queen Mary.
Em média, as mãos carregam cerca de 3 mil tipos diferentes de bactérias de mais de cem espécies, segundo pesquisadores americanos. Muitos desses tipos não são nocivos, mas a higiene das mãos é essencial para evitar que os germes que causam doenças não sejam transmitidos.
O hábito de lavar as mãos é considerado pela ONU uma das medidas de melhor custo benefício para controlar doenças mundo afora. Pode, ainda, salvar mais de 1 milhão de vidas anualmente - perdidas, por exemplo, com diarreias e infecções respiratórias.

O Hygiene Council também recomenda, nas residências, o uso de lixeiras que se abrem com pedal (para evitar contato manual), a limpeza de brinquedos (principalmente os de crianças doentes) e de superfícies tocadas com frequência.
O site do conselho traz um mapa interativo com os pontos comumente contaminados nas casas, no link Clique http://bit.ly/Tmq2XD.

Equilíbrio

Ao mesmo tempo, relatório de setembro do Fórum Científico Internacional sobre Higiene Doméstica (IFH, na sigla em inglês) cita a hipótese segundo a qual a crescente prevenção de infecções desde a primeira infância pode resultar, mais tarde, na maior incidência de doenças como alergias. A explicação: necessitamos da interação com micróbios, particularmente nos primeiros anos de vida, para manter nosso sistema imunológico em equilíbrio.
Celebração do 'dia mundial de lavar as mãos' na Indonésia
Desafio é incentivar higiene e, ao mesmo tempo, permitir exposição natural a micro-organismos
Há indícios de que, idealmente, teríamos que ser expostos a determinados tipos de micróbios, mas não há consenso científico sobre quais deles, ou em que quantidade.
Como, então, encontrar o equilíbrio entre a exposição a esses micro-organismos e a necessidade de manter distância de doenças infecciosas perigosas?
Segundo o relatório, "podemos, por exemplo, estimular as crianças a brincar livremente umas com as outras e com seu ambiente, o que as deixará expostas a uma variedade de micróbios (inevitavelmente, também a patógenos), mas ao mesmo tempo devemos ser rigorosos com a importância de ações como lavar as mãos após ir ao banheiro ou visitar fazendas, antes de comer, etc".
O mesmo vale para animais de estimação: a exposição a eles traz contato com diferentes tipos de micro-organismos, mas o risco de contaminações é reduzido com a boa higiene dos pets.
BBC Brasil


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