Tucano na terra de Chico
Este é Marcinho Miranda, o prefeito eleito da cidade de Xapuri. Ele é do PSDB e nasceu em Ji-Paraná, interior de Rondônia. Ele obteve um feito histórico: conseguiu desbancar o Partido dos Trabalhadores na terra de Chico Mendes, na terra onde a outrora esquerda acreana deu seus primeiros passos.
O tucano é filho do campo, e não do seringal. Seus pais são produtores rurais e ele cresceu no movimento de defesa do campo. Marcinho Miranda mora em Xapuri há mais de 20 anos, mesmo assim ainda carrega o forte sotaque do interior de Rondônia, do Paraná....
Ele venceu sobre a péssima gestão das prefeituras petistas em Xapuri. O último prefeito petista antes do atual, Julio Barbosa, deixou a gestão cercado de denúncias de malversação com as verbas públicas. Desde então Xapuri ficou entregue às moscas. A cidade de Chico Mendes, com um imenso potencial turístico, sofre com o abandono.
Em cima da insatisfação dos moradores, Marcinho Miranda levou a melhor. A missão do tucano é reconstruir Xapuri, recuperar a autoestima de sua população e fazer com que a “princesinha do Acre” possa explorar o turismo. Que o tucano Marcinho Miranda faça do ex-petista Chico Mendes a melhor referência para desenvolver o município.
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O tucano é filho do campo, e não do seringal. Seus pais são produtores rurais e ele cresceu no movimento de defesa do campo. Marcinho Miranda mora em Xapuri há mais de 20 anos, mesmo assim ainda carrega o forte sotaque do interior de Rondônia, do Paraná....
Ele venceu sobre a péssima gestão das prefeituras petistas em Xapuri. O último prefeito petista antes do atual, Julio Barbosa, deixou a gestão cercado de denúncias de malversação com as verbas públicas. Desde então Xapuri ficou entregue às moscas. A cidade de Chico Mendes, com um imenso potencial turístico, sofre com o abandono.
Em cima da insatisfação dos moradores, Marcinho Miranda levou a melhor. A missão do tucano é reconstruir Xapuri, recuperar a autoestima de sua população e fazer com que a “princesinha do Acre” possa explorar o turismo. Que o tucano Marcinho Miranda faça do ex-petista Chico Mendes a melhor referência para desenvolver o município.
Até a Folha desmente Serra:O "kit gay" de José Serra é o mesmo projeto anti-homofobia do MEC
Professora da Faculdade de Educação da Unicamp e especialista em pedagogia, Angela Soligo avaliou o lançamento da cartilha "Preconceito e Prevenção no Contexto Escolar" pelo governo de José Serra, em 2009, e diz que ela usa a "mesma ideia" que norteou o projeto do MEC. "Era um material mais amplo, falava de várias formas de preconceito, mas tratava a homofobia de forma semelhante à proposta pelo MEC", diz. Segundo ela, as críticas que o tucano faz hoje ao material do ministério tem natureza "política, eleitoreira".Segundo Soligo, na ocasião em que Serra lançou a cartilha não houve grande repercussão. "Até porque o levante contra os homossexuais veio depois, disse ela aqui para a Folha"
Já o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, disse ontem que comparar a cartilha tucana ao kit é "afronta à inteligência".
Ele declarou apoio a Serra afirmando ser impossível compactuar com o material produzido na gestão de Fernando Haddad (PT) no Ministério da Educação.
O pastor disse discordar da cartilha tucana somente quando ela diz que a homossexualidade é orientação sexual e não doença.
Serra é pego em flagrante 'colando' plano de continuidade do Kassab
José Serra disse no primeiro turno que não precisava apresentar plano de governo. Sob críticas, voltou atrás e apresentou um documento, improvisado de última hora, faltando apenas 13 dias para o dia da eleição no 2o. turno.
O jornal Estadão noticiou que tal plano defende a continuidade da gestão Kassab.
E revelou um detalhe particularmente curioso: "O material foi elaborado com o auxílio de funcionários de alto escalão da Prefeitura".
O documento defende a manutenção e aprofundamento da gestão Serra-Kassab aplicada nos últimos 8 anos.
“Foram trabalhadas metas e observadas questões orçamentárias”, disse o coordenador do programa, Hubert Alquéres.
Resumindo: se limita a seguir as diretrizes deixadas por Kassab na proposta orçamentária que deixará para 2013. Veja aqui de onde Serra copiou de Kassab
Para piorar, o programa de governo de Serra tem pontos onde comporta-se como um aluno repetente: promete fazer a mesma coisa que prometeu em eleições passadas e não fez. Há promessas que deveriam estar concluídas e estão atrasadíssimas, outras que continuam apenas na promessa.
Os tucanos, para combater o tom de inovação da campanha de Haddad, também tentaram apresentar Serra como um político capaz de desenvolver projetos inovadores, mas não apresentaram uma única proposta que possa ser chamada de inovadora para os próximos anos, no improvisado programa de governo.
Outro ponto fraco é que, em um ato pretensamente para apresentar propostas, o tucano, que é governista na esfera municipal, dedicou-se mais a fazer oposição ao governo federal e ao PT, o que transformou o ato em pré-campanha presidencial de José Serra para 2014, reforçando a impressão que abandonará a prefeitura 15 meses após a posse, como fez em 2006, caso viesse a vencer estas eleições.
Mais votados esperam decisão da Justiça para comemorar
Estão nesta situação a candidata Beti Pavin (PSDB), de Colombo, e os candidatos Cezar Gibran Johnsson (PSC), de Rio Branco do Sul, Moacir Luiz Froehlich (PMDB), de Marechal Cândido Rondon, e José Pedro Rodrigues da Silva (PTB), de Santa Inês. Eles aparecem em uma lista divulgada pelo TSE que relaciona candidatos de todo o país que tiveram registros de decisões judiciais pelo indeferimento e que, apesar de protocolarem recursos, perderam o prazo. A situação é distinta dos candidatos que concorreram com as candidaturas deferidas com recurso. Este é o caso, por exemplo, do candidato Carlos Roberto Pupin (PP), que foi para o segundo turno em Maringá. Neste caso, o TSE ainda vai se pronunciar sobre o recurso, apresentado dentro do prazo legal.
Indefinição
Em Colombo, Beti Pavin atingiu 51% dos votos válidos. O candidato Zé Vicente (PSC), segundo colocado, obteve 48% dos votos. Se o TSE decidir negativamente contra Beti, a lei eleitoral prevê a realização de novas eleições, já que o Zé Vicente não conseguiu 50% dos votos válidos. Zé Vicente, do PSC, acabou eleito com quase 25 mil votos, 49% dos votos válidos.
Beti Pavin teve o registro indeferido no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) no dia 25 de agosto, mas recorreu da decisão junto ao TSE, que manteve a impugnação no último dia 20. Pela determinação do ministro Marco Aurélio Mello, Beti ficará inelegível até 2017. O ministro entendeu que a candidata não cumpriu o prazo fixado por lei para recorrer, que se encerrava em 31 de agosto. Os embargos da coligação de Beti foram protocolados nos dias 2 e 6 de setembro e, por isso, o ministro negou a legitimidade do recurso, mantendo a determinação do TRE. Ela teve a candidatura impugnada pelo TRE-PR por improbidade administrativa sob os princípios da Lei Ficha Limpa. Entre os motivos que causaram a impugnação estão prejuízo à gestão municipal, rejeição de contas públicas, danos ao patrimônio público e gastos ilícitos de recursos públicos.
Na urna
Confira quantos votos recebaram os impugnados
No resultado oficial das eleições, os votos dos candidatos indeferidos de Rio Branco do Sul, Colombo, Santa Inês e Marechal Cândido Rondon constam como nulos e os candidatos que alcançaram o segundo lugar na votação aparecem como eleitos. A situação pode se inverter de acordo com a decisão final do Tribunal Superior Eleitoral.
Em Marechal Cândido Rondon, o atual prefeito da cidade, Moacir Froehlich (PMDB), que tentou a reeleição, obteve 13.538 votos. Vítor Giacobbo (PTB), segundo colocado, somou 8.122 votos. Em Santa Inês, José Pedro Rodrigues da Silva (PTB) alcançou 781 votos, conseguindo 22 votos a mais do que Carlos Scadelai (PSL) que atingiu 759 votos. Em Rio Branco do Sul, oficialmente até agora, o prefeito eleito é Waldemar Castro (PSDB), que teve 8.933 votos. Cezar Gibran Johnsson (PSC), que aguarda a posição definitiva do TSE, recebeu o voto de 9.480 eleitores, num total de 21.441 eleitores.
Em Colombo, os votos registrados em nome de Bete Pavin correspondem a pouco mais que o dobro dos conquistados pelo segundo colocado. A ex-deputada teve 53.980 votos, Zé Vicente (PSC) obteve 24.684 votos.
Gazeta do Povo
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