Nobel


Clique para ver...

Serra sempre foi candidato em todas as eleições onde há 'upgrade'


Uma das explicações para a alta rejeição do eleitor paulistano ao candidato a prefeito José Serra é a desconfiança quanto às reais intenções de exercer um eventual mandato de prefeito ou usar a eleição atual apenas como trampolim para a corrida presidencial de 2014.Os antecedentes do tucano que levam à desconfiança do eleitor não se restringem à eleição de 2004, quando ele prometeu, ao vivo na TV e assinou papel registrado em cartório,...Leia a matéria completa aqui
Clique para ver...

Povão fala sobre atuação política da igreja católica em Colombo.


Boa tarde, sempre que posso acompanho seu trabalho via seu site, e lhe parabenizo e admiro o mesmo.
Não sou muito ligado a politica, mas um fato ocorrido me indignou e por meio de algumas palavras
expus o meu sentimento. 
Não quero defender ninguém, e sim mostrar uma opinião.
Estou enviando a você pelo fato de você ser um conhecedor de causas politicas e poder me dar
uma opinião quanto ao texto. Desde já obrigado.




Sábado dia 06 de outubro fiquei sabendo que o atual padre da paróquia Santa Terezinha (Luiz Fernando) aconselhou os fiéis presentes na missa a não reelegerem os atuais vereadores (2008-2012), dizendo que os mesmos não fizeram um bom trabalho. O pároco orientou-os para que votassem em gente nova, visando uma renovação na câmara.

Fiquei muito indignado com isso!
Hoje soube de algo pior: um dos atuai
 s candidatos a vereador faz ou fazia parte de um grupo ligado a igreja e o padre acompanhou o mesmo por toda parte da cidade possivelmente pedindo votos e induzindo os frequentadores das missas a votarem nesse candidato.

O padre de uma igreja católica não pode ter este tipo de postura, pois seu dever é apenas orientar as pessoas para que possam refletir e fazer uma boa escolha, ao invés de criticar a atual gestão e muito menos indicar um candidato.
Não sei a origem desse padre e nem se ele nasceu na cidade, mas acredito que ele não sabe bem ao certo como funciona um órgão colegial representativo de um município com funções executivas ou legislativas, assim como eu também não sei. Só sei que como existem políticos ruins, existem também outros que são bons e que realmente tentam fazer algo por seus representados, mas não conseguem por simples politicagem ou um interesse maior sabe-se lá de quem.
Igreja deve ser imparcial. O padre até pode ter um posicionamento político, mas não é correto o expor de forma aberta e persuasiva assim como foi feito. Sacerdotes são figuras públicas extremamente fortes e são vistos por muitos, não só como líderes espirituais, mas também como um ser que é dono da verdade e da razão. Atitudes infelizes como a deste padre fazem com que algumas pessoas influenciáveis vejam pessoas boas de forma desconfiada e até mesmo pode resultar em um distanciamento de católicos (mais esclarecidos) com a igreja.
Bem, o candidato apoiado pelo padre foi eleito. Torço para que o mesmo faça um bom trabalho, assim como os outros 20. Agora ficamos na espera de quem será o novo prefeito ou prefeita de Colombo. Está decisão está na mão da justiça, mas isso é outra história. Vamos REZAR e aguardar.


Wilian Machado
Clique para ver...

Webleitora reclama da falta de médicos no Hospital Regional de Pau dos Ferros.


Longas filas de espera, equipamentos quebrados e falta de profissionais. Essas são as velhas e principais reclamações de pacientes que procuram por atendimento médico nos hospitais da rede estadual de saúde. De hospital a hospital, os pacientes tentam superar as dores numa incansável busca por socorro.

Cenário semelhante ocorre há vários anos no Hospital Regional de Pau dos Ferros, contudo, parece que entra governo, sai governo e o caos persiste em continuar.

Veja abaixo, o relato de uma webleitora enviado ao nosso blog (por e-mail) e que dá conta da falta de médicos no Hospital Regional Cleodon Carlos de Andrade:

Gostaria que você publicasse uma matéria em seu blog falando da falta de médicos na Urgência do Hospital Regional neste domingo, dia 14 de outubro.

Segue meu relato abaixo:

Domingo, final de feriadão! Minha filha ficou doente. Certo. levar para o Hospital. Qual? Hospital Regional de pau dos Ferros. Deveria atender urgências de todas as cidades da região. Médicos na Urgência? Nenhum! Levo para o Hospital Nelson Maia, particular. Mesma resposta. Volto para o Hospital Regional. Continua: nenhum médico na Urgência. Os médicos dos outros setores não atendem na Urgência, já tem seus trabalhos. 

As pessoas chegam de outras cidades e voltam sem atendimento. Não podemos fazer nada, é a resposta. Vou à Central Telefônica e ligo para todos os médicos da cidade para ver se me atendem particular. Todos viajando. Afinal, é feriadão, todos tem o direito de descansar. Pergunta: E quem está doente, faz o quê? Os diretores do Hospital não tem o que fazer foi a resposta. E a população? Faz o quê? Morre enquanto espera que alguém tome uma providência? 

Vale lembrar que Providência, só se for divina, porque na Terra os médicos e os diretores do Hospital Regional não estão muito preocupados com isso não.

Depois de ligar para vários médicos consegui que um deles atendessem minha filha, porque, afinal, alguns ainda merecem o diploma que receberam, na maioria das vezes, pagos com o dinheiro público.

Atenciosamente.

Hortência Pessoa Rêgo Gomes.


Comentário do Blog: Os atuais mandatários do poder não podem fechar os olhos diante de tristes relatos como este da senhora Hortência Rêgo que foi mais uma vítima do descaso das nossas autoridades com a saúde pública.

O desespero, revolta e angústia vivido por esta senhora no Hospital Regional representa o sofrimento diário de muitos cidadãos que pagam os seus impostos em dia, mas que não recebem por parte do Estado a mesma retribuição através de políticas públicas que melhorem a qualidade de vida.

Sobre os problemas detectados no Hospítal de Pau dos Ferros, acho que já não adianta mais nem falar.

A direção joga a culpa nos políticos responsáveis pelo orçamento que poderia melhorar as condições de atendimento do nosocômio, já os políticos agem como verdadeiros irresponsáveis investindo, por exemplo, mais em publicidade do que na saúde das pessoas.

Sinceramente, não sei mais para quem apelar.

S.O.S. Saúde!!!
Clique para ver...

Alguns obstáculos para o título de mestre


No último ano da graduação, o universitário já sabe identificar se tem vocação – ou não – para a pesquisa. É algo que vai além do mero domínio da técnica de pesquisar, habilidade obrigatória para a produção de uma monografia. É o gosto pela leitura e pela produção de conhecimento científico. Um curso de mestrado pode garantir muita satisfação a quem se sente atraído por esse universo.
O título de mestre proporciona prestígio social, um evidente acréscimo de cultura e, muitas vezes, compensações financeiras – especialmente se o objetivo do aluno é seguir a carreira de professor universitário. Entretanto, também há espaço para quem busca um lugar no mercado de trabalho, sem se envolver com docência. Há poucos anos, surgiram os mestrados profissionais com um número de vagas ainda bem menor do que as opções tradicionais.
Para quem tem vontade de ser mestre, mas não sabe por onde começar, o Vida na Universidade explica quais são as etapas iniciais do processo e dá algumas dicas práticas para ajudar na conquista de uma vaga. Os tópicos a seguir foram elaborados a partir de informações obtidas com as universidades Federal (UFPR), Tecnológica (UTFPR), Católica (PUCPR), Positivo, Tuiuti e as estaduais de Ponta Grossa (UEPG), Londrina (UEL) e Maringá (UEM), além do depoimento de mestrandos.

Seja pró-ativo
A lógica burocrática dos mestrados e doutorados é diferente da existente nas graduações. Tudo é muito descentralizado – cada departamento ou programa de mestrado define suas próprias regras. Não há uma prova única para todos os cursos, como ocorre no vestibular. Se a universidade oferece um mestrado em Educação e outro em Direito, por exemplo, cada um lançará seu próprio edital, em geral, independentemente. Como as vagas de mestrado são poucas, a propaganda desses cursos é mais discreta. Diante disso, o estudante deve ser mais pró-ativo e buscar informações com as universidades. Visite com frequência o site do mestrado. É lá que será publicado o edital que estabelece prazos, regras e condições para participar da seleção, data das provas e entrevistas, bibliografia recomendada, professores disponíveis para orientação e outras informações. Alguns programas publicam o edital todos os anos no mesmo mês.
Currículo Lattes
Alguns documentos são comuns à maioria dos programas de mestrado, como uma fotocópia autenticada do histórico escolar da graduação. Entre outros fatores, boas notas durante a faculdade influenciam na escolha do candidato. Outra exigência aos inscritos é a necessidade de apresentar um currículo Lattes, que deve ser feito pela Plataforma Lattes (http://lattes.cnpq.br) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Toda a experiência do estudante com pesquisa deve constar nesse currículo, como a participação em congressos, a apresentação de trabalhos em semanas acadêmicas ou a publicação de artigos em revistas científicas. Mesmo que o estudante considere que não teve experiências relevantes com pesquisa, a criação de um currículo é obrigatória, já que, se aprovado, o estudante atualizará esse documento no decorrer do mestrado. Caso tenha dúvidas sobre o que é considerado pelos avaliadores, pergunte à secretaria do curso.
Pré-projeto
Também chamado de anteprojeto, trata-se de um resumo do que o estudante pretende pesquisar. Na maioria dos programas de mestrado, o estudante deve apresentar o pré-projeto ao se inscrever, mas há casos em que é possível elaborá-lo na fase inicial do curso. Para quem precisa apresentar o resumo na candidatura, é essencial que ele se encaixe em uma das linhas de pesquisa do mestrado – temas trabalhados pelos professores orientadores e que fazem parte do programa do curso. Se o pré-projeto apresentado não está alinhado a essas diretrizes, provavelmente o candidato sairá em desvantagem na disputa por uma vaga. As secretarias dos mestrados também podem auxiliar os candidatos com modelos de pré-projetos. Alguns tópicos cobrados são título, relevância da pesquisa, objetivos gerais e específicos e bibliografia sobre o assunto. O projeto definitivo é construído durante o curso, junto com o professor orientador.
Prova e idioma
Todo programa de mestrado aplica uma prova dissertativa como etapa eliminatória do processo seletivo. O conteúdo a ser estudado é anunciado no edital. Normalmente, são recomendados livros que tenham relação com a linha de pesquisa escolhida pelo candidato. As provas costumam ter poucas questões que exigem análise aprofundada de algum tema e a capacidade de relacionar assuntos e autores distintos. O domínio de outro idioma também é levado em consideração pelos avaliadores. Eles partem do princípio de que o estudante é capaz de ler livros em outras línguas, já que, dependendo do tema escolhido, é possível que não haja bibliografia especializada com tradução para o português. Muitos programas incluem na seleção uma prova para medir o domínio do estudante em outras línguas. Não é preciso ser fluente para ser aprovado. O uso de outro idioma durante o curso geralmente é instrumental, ou seja, ler e entender textos em inglês – ou outra língua – é suficiente.
Entrevista
Em todos os programas de mestrado consultados, a entrevista só ocorre após a aprovação na prova dissertativa e de idiomas. Nessa fase, cada candidato recebe um horário específico para comparecer diante de alguns professores do programa. A quantidade de entrevistadores varia e nem sempre o professor que o candidato pretende ter como orientador está presente. Esse é o momento em que as condições concretas de o candidato levar o mestrado adiante são avaliadas. São feitas perguntas sobre o tempo disponível para a pesquisa, condições financeiras para arcar com mensalidade (no caso das instituições privadas) ou de se sustentar apenas com o dinheiro de uma bolsa, quando o candidato pleiteia ou já tem uma. Esclarecimentos sobre a ideia apresentada no pré-projeto também são cobrados, portanto, é importante saber explicar oralmente com clareza o que pretende pesquisar e por que.
Bolsa de estudo
Nas universidades públicas, os programas de mestrado não são pagos, mas os estudantes são incentivados a se dedicarem com exclusividade à pesquisa, abrindo mão de vínculos empregatícios. Para viabilizar a opção de quem se dedica totalmente ao mestrado, a Capes e o CNPq, ambos ligados ao governo federal, fornecem bolsas de estudo às universidades, que as distribuem por meio de seleções. Atualmente, o valor das bolsas é de R$ 1.350. O CNPq e as fundações estaduais de amparo à pesquisa, como a Fundação Araucária, também oferecem auxílios que podem ser solicitados individualmente. Além dessas opções, há fundações e institutos privados em todo o mundo que concedem bolsas a candidatos que se dedicam a pesquisas na área de interesse dessas instituições. Para quem quer cursar um mestrado em uma instituição privada, grandes redes bancárias oferecem linhas de crédito específicas para o financiamento de cursos de mestrado e doutorado.
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Aproveitando oportunidades


Géssica Peniche formou-se em Letras pela PUCPR em 2010, graças a uma bolsa do ProUni. Como foi a melhor aluna de sua turma, ganhou outra bolsa, dessa vez para cursar qualquer mestrado da instituição. Ela transformou um tópico de seu TCC em projeto para o mestrado em Educação e passou a pesquisar a área de formação de professores. A dedicação de Géssica chamou a atenção dos professores e logo surgiu o convite para que ela desse aulas a alunos do ensino técnico. Ela admite que o mestrado tem aberto muitas portas e deixa uma dica para quem está começando: “É importante ler as dissertações já orientadas pelo professor que você pretende ter como orientador porque isso lhe dá uma noção exata da compatibilidade do seu projeto com a linha de pesquisa”.

Dois anos muito diferentes



O mestrando em História pela UFPR Rafael de Mesquita Diehl acabou de passar pela banca de qualificação, uma etapa preparatória para a defesa pública da dissertação de mestrado. Prestes a terminar o curso, ele conta que o primeiro ano de mestrado foi muito diferente do segundo. “No começo, nos dedicamos mais a assistir as aulas e fazer os trabalhos pedidos por cada disciplina, geralmente buscando associá-los com algum aspecto do projeto.” É no segundo ano que a dedicação à dissertação passa a ser mais intensa, com reuniões cada vez mais frequentes com o orientador. Diehl, que também é graduado em História pela UFPR, escolheu a área de História Medieval para sua dissertação.
Gazeta do Povo
Clique para ver...
 
Copyright (c) 2013 Blogger templates by Bloggermint
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...