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Chalita acha que Serra apela para 'guerra nada santa' para esconder pecados de Serra-Kassab



No dia de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, Haddad acompanhou a missa celebrada na Paróquia Nossa Senhora de Aparecida, vinculada à Obra Social Dom Bosco, em Itaquera, na zona leste da cidade.

Haddad foi convidado pelo padre Rosalvino Morán Viñayo e pelo deputado federal Gabriel Chalita (PMDB). "São Paulo tem essa característica, de congregar muitas fés, muitas crenças, num espírito de muita paz", afirmou o candidato do PT à prefeitura de São Paulo.

Chalita disse que seu apoio a Haddad quer ser importante pelas propostas e pelos projetos, e não apenas pela fé religiosa.

Chalita disse:
"não acredito que essa campanha será tão contaminada como a de 2010, por José Serra. Se for, mostrará uma imaturidade imensa do Serra... outra vez. [Em 2010] reduziu os temas de discussão nacional a um só aspecto.
(...)
Aqui a discussão é municipal, é a pobreza na cidade de São Paulo, é a miséria em que pessoas ainda vivem. As crianças ali, cada uma contava uma história mais triste do que a outra: mãe espancada pelo pai, pai que está preso... Esse é o problema da cidade: o que fazer para resolver as grandes questões sociais da cidade. Eu acho que se a gente não discutir isso e ficar em questões religiosas, a gente vai empobrecer o discurso.
(...)
Para mim o que há de mais sério hoje em São Paulo é o que essa cidade faz para resolver essa dor de 3 milhões de pessoas que não tem casa em São Paulo, o que se faz para resolver o problema de creche, de violência onde a prefeitura pode entrar também.
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Haddad nas Ruas: 8 comícios e 4 carreatas neste fim de semana

Se você, paulistano, não viajou no feriado, se prepare: Fernando Haddad, os ministros José Eduardo Carzodo, Marta Suplicy e Aloizio Mercadante e o senador Eduardo Suplicy se dividem para dialogar com a população em 8 minicomícios num só dia, o sábado. E quatro carreatas no domingo.

Conheça a programação:

Mini-comícios
Sábado


14h

Aloizio Mercadante em São Miguel Paulista
Ponto de encontro: Rua Salvador de Medeiros, s/n, São Miguel Paulista, em frente à estação de trem

Marta Suplicy em Sapopemba
Avenida João Rodrigues Ruiz, 209, Sapopemba, em frente à EMEF Olival Costa

Eduardo Suplicy na Vila Brasilândia
Rua Firminópolis, 10 - Jd. Vista Alegre

Fernando Haddad em M`Boi Mirim
Largo de Piraporinha - Avenida M'Boi Mirim, 1049, Jardim São Luiz

16h

Aloizio Mercadante em Itaim Paulista
Praça Silva Teles, s/n, Itaim Paulista

Marta Suplicy em São Mateus
Avenida Miguel Ferreira de Melo, 51, Jd. Santo André

Eduardo Suplicy em Parada de Taipas
Ponto de encontro: Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, esquina com Estrada de Taipas

Fernando Haddad em Campo Limpo
Local: Praça Irmãs Nilza e Rosilene
Endereço: Rua Agostinho de Paiva, altura do 252, Capão Redondo

Carreatas
Domingo


9h

José Eduardo Cardozo em Guainases
Ponto de encontro: Avenida José Pinheiro Borges, 60, CEU Jambeiro

Eduardo Suplicy em Itaquera
Ponto de encontro: Inácio Alves de Matos esquina com Rua Ken Sugaya

Aloizio Mercadante na Capela do Socorro
Ponto de encontro: Praça Enzo Ferrari, Interlagos

11h30

Fernando Haddad no Jaçanã
Ponto de encontro: Rua Antonelo de Messina, 1012
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COMO FICA O QUADRO POLITICO EM COLOMBO


Caro amigo do Blog, as eleições provaram por A mais B que o município de Colombo está literalmente rachado ao meio em termos de preferência eleitoral, bem diferente de 2008 quando o prefeito foi reeleito com folga considerável. Portanto, apesar da divulgação de obras e mais obras no final de mandado, algo não estava bem em relação ao povo. A força tarefa em véspera de eleição e do "Trabalho"  não acabado teve a influência esperada e se a prefeitura não tivesse entrado na briga com unhas e dentes atrás de eleitores, a derrota teria sido retumbante. A oposição se fortaleceu de forma considerável, " aglutinou" vários partidos e mostrou claramente que a população não está satisfeita. A aflição passada pelo grupo situacionista durante a apuração das eleições evidenciou isso.

O quadro futuro em termos majoritários depende do desfecho da briga jurídica travada nos  bastidores onde Beti Pavin tentará se manter prefeita, fato que a oposição tentou anular essa pretensão durante dois anos. Quanto tempo isso irá durar e se haverá mudanças só o futuro trará essa resposta. Enquanto isso nos bastidores oposição e situação buscam aliados para comporem suas bancadas na Câmara de vereadores em 2013, mas isso só teremos uma resposta após a definição do nome do prefeito(a), ainda é muito cedo para uma definição.

Após a eleição de domingo com a vitória de Beti Pavin e a disputa apertada entre ou outros concorrentes, merece algumas reflexões e alguns pontos de análise.
 Será que a utilização da máquina administrativa da prefeitura municipal foi utilizada até a exaustão, em todas as secretarias, fato que iria gerar tanto a eleição do candidato majoritário, como as dos vereadores ???

Lamentavelmente isso não acontece só em Colombo, mas em todos os municípios brasileiros onde devido aos erros de nossa atual legislação eleitoral, a campanha eleitoral se torna injusta e desigual entre situação e oposição. Não se trata de um debate democrático de idéias: mas sim uma eterna luta entre o poder econômico de uma instituição pública que ampara as pessoas que estão no controle e outro grupo politico que quer assumir o governo. 
Se formos analisar em Colombo, geralmente a oposição ganha as eleições, e se reelege independentemente de quem seja o candidato adversário, mas é complicado fazer o sucessor.
Em 2004 Beti Pavin após 8 anos de mandato, não conseguiu eleger o seu sucessor Dr. Antoninho, agora em 2012, o mesmo fato volta a acontecer com Jota Camargo,pois  não obteve exito com o seu candidato a sucessão Zé Vicente.
 O que falta é a continuidade de um bom trabalho e a valorização do vice-prefeito.



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Chumbetas da Veja na PGR

COLLOR VOLTA A DENUNCIAR TÊNUE GURGEL "Olha o Rodrigo Rangel, o Chumbeta, entrando aí, gente !" Com a volta da CPI do Robert(o) Civita, o Senador Fernando Collor voltou à tribuna do Senado para denunciar, outra vez, a relação provavelmente criminosa entre o Ministério Público Federal -- sob o domínio do fato -- de Roberto Tênue Gurgel e o detrito sólido de maré baixa, que se comercializa com a marca fantasia "Veja". Collor exige que a CPI chame para depor na CPI o implacável Tênue Gurgel, o máximo algoz, e sua mulher. E o Policarpo ? Vai sair de mansinho da CPI, sob a larga proteção do Miro Teixeira e do Michel Temer ? E o Rodrigo Rangel, que tinha a mania de ir à PGR ? E o Robert(o) Civita ? O dono do detrito. Ah, já se sabe. É que eles não são pobres, preto, p... nem petistas. Por que o PiG (*) não ouve o Collor ? Por que o Collor não é convidado para ir ao "Entre Caspas" ou à Miriam Leitão ? Ele não é de confiança ? Pode ser inconveniente ? Por que o Ataulfo Merval de Paiva não lhe dedica um daqueles tijolos do Globo ? Qual o pecado do Collor, que não tenha pago, segundo a Lei ? Clique aqui para assistir ao depoimento do Senador. Paulo Henrique Amorim
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