Serra faz acordo com Malafaia: Na frente das câmeras de TV, Serra é bonzinho e Malafia ataca Haddad



Vocês meus queridos leitores, já devem ter lido neste blog milhares de vezes a frase "José Serra é covarde, ele não bate no adversário, manda bater".  Mais uma notícia que comprova que estamos certo: Está no jornal O Estado de SP; "Tucano combina com pastor ficar fora de ataques a   cartilhas anti-homofobia

 Segundo o jornal,    a campanha do PSDB acertou com o pastor Silas Malafaia não ligar Serra aos ataques a Fernando Haddad,  mas  não impôs restrições às críticas feitas pelo pastor as cartilhas anti-homofobia para  evitar que a exploração  sobre o assunto  na campanha seja mal recebida por eleitores mais progressistas.

Malafaia foi consultado anteontem pela equipe tucana e deu aval para que Serra descole sua imagem. Ou seja, Malafaia vai continuar atacando Haddad, a mando de Serra, que, na frenta das cameras de TV, vai dizer que os comentários de Malafaia não fazem parte da pauta de sua campanha.

 É bem a cara de José José, que nunca soube fazer campanha limpa, sem atques, sem agressões ao adversário Encontro com José Serra

 Na semana passada, o pastor Silas Malafaia, teve um encontro com o candidato José Serra (PSDB) para alinhar a estratégia de campanha para o segundo turno em São Paulo... Dois dias depois, o pastor apareceu na imprensa, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo,afirmando que vai “arrebentar” com Haddad 

 Haddad, respondeu o ataque de maneira educada: "Ele (Serra) trouxe do Rio de Janeiro um pastor para me ofender", afirmou Haddad. "Nós teremos vários debates. Se ele quiser pautar o debate sobre tolerância e intolerância, eu estou disposto a conversar, agora tem que ser ele, não pode ser por preposto. Não posso responder ao submundo da política, eu tenho que responder a ele", defendeu-se o petista. "O Serra instrumentaliza as religiões.

 Fez isso para atacar a Dilma (contra quem disputou as eleições presidenciais de 2010), e eu entendo que ele fará o mesmo para me atacar. A minha família está muito indignada em relação a esses ataques, com a atitude do Serra de instrumentalizar pastores para me atacar na honra. Mas é o estilo dele. Ele já foi derrotado em 2010 em função desse comportamento, entendia que ele tinha aprendido a lição, pelo jeito Serra não aprende nunca. É o velho Serra de sempre"
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Rafael Fernandes: Prefeito, "Nicó" Júnior, comemora reeleição e aniversário com festa em Praça Pública.

Ex-prefeito, Nicodemos Ferreira, ao lado do filho e atual Prefeito, "Nicó" Júnior.

Festa de comemoração em dose dupla para o Prefeito Reeleito de Rafael Fernandes, "Nicó" Júnior (PMDB), nesta sexta-feira (12).

Ainda em clima de euforia pela vitória obtidas nas urnas no pleito do último domingo (07), "Nicó" Júnior também festeja neste dia a passagem do seu aniversário natalício ao lado de amigos e correligionários.

O jovem prefeito não perdeu tempo e para estender os festejos à população, contratou o Cantor Nilson Viana e a Banda Menina Dengosa para a realização de um grande show em praça pública, nesta sexta-feira (feriado), a partir das 22 horas. 

"Nicó" Júnior foi reeleito numa disputa apertada contra dois candidatos: Maria Alzira (DEM), que obteve 47,23% dos votos válidos, e Sérgio Sena (PR), que obteve apenas 3,22% no total. 

Com 49,55% dos votos, o atual prefeito ganhou o direito de continuar governando Rafael Fernandes por mais quatro anos, além de ter ratificado de forma inconteste a sua liderança política no município.
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Multidão prestigia festa da vitória de Klébia Bessa, em Taboleiro Grande.


Uma grande multidão foi à praça pública prestigiar as comemorações pela vitória da Prefeita Eleita de Taboleiro Grande, Klébia Bessa (PSD), na noite desta quarta-feira (10), no centro da cidade.

A festa da vitória de Klébia Bessa e José Lenário contou com animação do Forrozeiro Vicente Nery e da banda "Forró Cheiro de Menina" que empolgou bastante os populares presentes.

"Klebinha" obteve 50,24% dos votos válidos (1.129) de Taboleiro Grande e a sua vitória colocou ponto final na hegemonia política da atual Prefeita, Maria Miriam (PMDB). 


Fotos: Blog do João Moacir
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Indios em pé de guerra - Justiça dá prazo para índios desocuparem Belo Monte

Justiça Federal também determinou que a Polícia Federal assuma, com o apoio da Polícia Militar, a segurança da área

Belo Monte…
A Justiça Federal estipulou, na terça-feira (9/10), um prazo de 48 horas para a Fundação Nacional do Índio (Funai) mediar um acordo para que o grupo de índios e pescadores que ocupa um trecho do canteiro de obras da Usina de Belo Monte, no Pará, deixe o local pacificamente.
Para garantir a integridade patrimonial e dos próprios índios e pescadores, o juiz substituto da Subseção da Justiça Federal no Pará, em Altamira, Marcelo Honorato, também determinou que a Polícia Federal assuma, com o apoio da Polícia Militar, a segurança da área. E, se possível, garanta o prosseguimento das atividades não afetadas pela ocupação da área.
Além da intermediação da Funai, a negociação entre a empresa responsável pelas obras, a Norte Energia, e os manifestantes deverá ser acompanhada por um procurador federal e por outros especialistas em assuntos indígenas.
Por questões de segurança, logo após a ocupação na última segunda-feira (8/10), o Consórcio Construtor Belo Monte retirou da área os 900 funcionários, interrompendo os trabalhos. De acordo com a Norte Energia, alguns operários chegaram a ser mantidos reféns por algumas horas e ao menos um trabalhador se feriu durante a confusão inicial. Após apreender as chaves de caminhões e tratores, os manifestantes permitiram que os trabalhadores deixassem o local das obras a pé.
Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), participam da ocupação índios das etnias Xipaia, Kuruaia, Parakanã, Arara, Juruna e Assurini, que se uniram a pescadores que há 24 dias protestam contra o barramento do Rio Xingu pelo empreendimento.
De acordo com a ONG Xingu Vivo, os índios, pescadores e ativistas sociais decidiram ocupar a obra em protesto contra o que classificam de descumprimento dos acordos firmados pelo Consórcio Norte Energia com os indígenas depois da última ocupação da ensecadeira, em meados do ano.
A coordenadora regional da Funai em Altamira, Estella Libardi de Souza, disse À Agência Brasil ainda não ter sido notificada da decisão judicial. Em Brasília, a assessoria da fundação também não soube informar se o órgão já está a par da determinação.
A Norte Energia informou que foi notificada pela manhã e que irá cumprir a decisão, destacando um representante da Gerência de Assuntos Indígenas para acompanhar as negociações com o grupo de manifestantes. As informações são da Agência Brasil.
Fonte: Revista Consultor Jurídico
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Seca ameaça ribeirinhos de Santarém e Região Oeste


A falta de chuvas e a baixa das águas dos rios Tapajós e Amazonas preocupam autoridades e ribeirinhos de Santarém e de vários municípios do Oeste paraense

No município de Óbidos é visível a preocupação com a estiagem
A falta de chuvas e a baixa das águas dos rios Tapajós e Amazonas preocupam autoridades e ribeirinhos de Santarém e de vários municípios do Oeste paraense. Dezenas de municípios do entorno de Santarém estão sendo castigados pela seca, o que dificulta o transporte de centenas de pessoas das áreas de rios para as cidades.
Em Santarém, as autoridades do Município realizam encontros para discutir medidas para enfrentar o problema. O fenômeno preocupa os moradores da cidade, já que em 2009 foi registrada uma das maiores cheias do rio Tapajós, contrastando com a realidade deste ano, quando o assoreamento dos rios e igarapés está deixando a região em alerta.
De acordo com os ribeirinhos, as comunidades mais atingidas são: Arapixuna, Arapiuns, Tapajós e Lago Grande. O peixe, a principal fonte de alimentação do ribeirinho, já começa a faltar. Neste ano, o nível do rio Tapajós é bem maior comparado ao ano anterior.
No caso de Itaituba, algumas áreas da cidade estão sofrendo com a longa estiagem. O município de Aveiro, vizinho a Itaituba, é um dos mais castigados pela seca do rio Tapajós. Na mesorregião do Tapajós, Aveiro e Itaituba são os municípios mais castigados pelo período seco.
Já no Município de Óbidos a estiagem começa a preocupar. Onde há pouco tempo existia bastante água, hoje é só mato e terra. Com isso vão-se os peixes e a escassez de comida aumenta, principalmente para o ribeirinho que tem o rio como sua principal fonte de sustento.
Os danos causados são tão grandes quanto os da cheia, visto que, o principal obstáculo é a falta de água e consequentemente a comida.
No total, são 19 comunidades de várzea que já receberam mais de 600 filtros que utilizando o cloreto obtém água de boa qualidade. O município de Óbidos é um dos que está em melhores condições de utilização desses filtros e consequentemente menos incidência de doenças típicas dessa época, informou a Defesa Civil.
ESTIAGEM: Caracterizada por um longo período sem chuvas, o período de estiagem no Oeste do Pará inicia no mês de setembro tendo o seu mais alto grau de severidade em outubro e novembro. Para evitar danos e focos de incêndios em todas as regiões paraenses, a Defesa Civil do Estado iniciou os trabalhos de orientação à população e capacitação das defesas civis municipais.
Os principais danos causados pela estiagem são os focos de incêndio, diminuição dos níveis de água nos rios, complicação no transporte fluvial e na pesca. A região Oeste, principalmente no Baixo Amazonas, é apontada, segundo o relatório, como a mais castigada durante este período.
“Apesar de nossas ferramentas hidro-climatológicas não captarem um alto nível de severidade nestes últimos meses, nós da Defesa Civil já iniciamos os trabalhos de preparação das equipes de todas as regiões do Estado”, explica o Tenente-Coronel José Augusto Almeida, coordenador adjunto da Defesa Civil do Estado.
Orientações: O Tenente-Coronel José Augusto repassa algumas orientações à população. “Primeiro, é importante acompanhar e seguir as orientações das coordenadorias municipais da Defesa Civil, pois elas estão capacitadas para atender cada região de acordo com suas particularidades”. O coordenador explica, também, que as queimadas devem ser evitadas a todo e qualquer custo. “O risco de ocorrência de incêndios descontrolados é muito alto nesse período”, ressalta José Augusto.
Por: Carlos Cruz e Oimpacto
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