Pau dos Ferros: Assessoria Jurídica do candidato Edgar Queiroz assegura manutenção de sua candidatura.


A Assessoria Jurídica do candidato a Vereador pela Coligação "Para o Bem de Todos", Edgar de Queiroz (PRB), enviou Nota de Esclarecimento ao nosso blog desmistificando algumas informações veiculadas na imprensa dando conta que a sua postulação seria cassada em virtude do mesmo não estar quite com a Justiça Eleitoral.

Segundo o que foi divulgado, Edgar teria tido os seus direitos políticos cassados, como decorrência de uma condenação criminal transitada em julgado desde 2011, e agora não poderia mais votar e nem ser votado.

Contudo, os advogados do candidato ao Legislativo afirmam que o único empecilho que se tem até o presente momento é da situação do eleitor EDGAR, que por ora, não se encontra regular, mas que por certo, a assessoria jurídica da Coligação “Para o BeM de Todos”, irá contornar a situação, pois, já se encontra na 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte (Ação Cautelar nº0007134-05.2012.4.05.8400), como também, no Superior Tribunal de Justiça em Brasília (Processo RvCr 1824), para regularizar a situação do eleitor.

Como o registro da candidatura de EDGAR já foi deferido pela Justiça Eleitoral, ele  poderá realizar atos de campanha normalmente e terá seu nome mantido na urna eleitoral.

Veja abaixo a íntegra da Nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

No que pertine as notícias que se tem propagado com relação a representação eleitoral da Coligação “Trabalho e Progresso” (Representação nº 581-11.2012.6.20.0040) ajuizada em desfavor do candidato a Vereador EDGAR de Queiroz que requereu, em suma, que fosse suspensos de imediato o direito do candidato de exercer seus direitos políticos, ou seja, praticar os seus atos de campanha, além de proibi-lo de fazer qualquer ato de propaganda eleitoral.

Contudo, tal pedido liminar foi indeferido pelo Juízo Eleitoral da 40ª Zona Eleitoral, que seguiu o entendimento do TSE, e nem poderia ser de forma diferente, pois, estaria em dissonância, com a corte superior especializada (doc. em anexo).

Referida representação se trata de desespero por parte dos adversários que são cientes, assim como o povo de Pau dos Ferros, que EDGAR está muito bem cotado para ser eleito no próximo dia 07 o vereador mais bem votado, pois é Deus e o povo quem quer, além de completo desconhecimento dos fatos e da própria legislação eleitoral, conforme veremos adiante.

O registro da candidatura de EDGAR já foi deferido pela Justiça Eleitoral, não cabendo mais discutir tal assunto, além do que o Ministro Dias Toffoli, do TSE, concedeu liminar no sentido de que o candidato que se encontra com o seu registro sub judice pode realizar atos de campanha e ter seu nome mantido na urna eleitoral.

Frise-se que que a coligação Para o Bem de Todos já ingressou com representação eleitoral em face do coligação situacionista, pelo fato de terem veiculado na imprensa matérias que não condizem com a realidade.

Simplesmente, o único empecilho que se tem até o presente momento é da situação do eleitor EDGAR, que por ora, não se encontra regular, mas que por certo, a assessoria jurídica da Coligação “Para o BeM de Todos”, irá contornar a situação, pois, já se encontra na 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte ( Ação Cautelar nº0007134-05.2012.4.05.8400), como também, no Superior Tribunal de Justiça em Brasília (Processo RvCr 1824), para regularizar a situação do eleitor.

Assim, a situação do candidato a vereador Edgar é mais do que sustentável, e que se será, por certo, contornada, sendo de que a decisão sobre sua candidatura vai ficar nas mãos do povo, que com toda a certeza, lhe elegerá o vereador mais votado. Pois, falando na situação jurídica, estará totalmente regularizada para o candidato ser eleito com a força do povo e, consequentemente, empossado.

Pau dos Ferros, 28 Setembro de 2012.

TAIGUARA SILVA FONTES
OAB/RN 9.803-B
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Aécio se declara inimigo público no. 1 de Lula, ao pregar o golpe hondurenho

Aécio se declara inimigo público no. 1 de Lula
http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/81704/Lula-%C3%A9-um-l%C3%ADder-de-fac%C3%A7%C3%A3o.htm
O senador demotucano Aécio Neves (PSDB) resolveu se declarar o inimigo público no. 1 do presidente Lula.

O tucano abandonou a tradição política mineira de conspirar em silêncio e passou a conspirar abertamente pelo golpe hondurenho contra Lula e Dilma.

O senador tucano disse achar "ridícula" a nota contrária ao golpe hondurenho assinada pelos presidentes de 6 partidos (PT, PCdoB, PRB, PSB, PDT e PMDB), dizendo não existir golpe contra ex-presidentes.

Ora, o tucano acha que só ele é esperto e que todo mundo é idiota. É claro que o golpe hondurenho consiste em cassar Lula, forjando factóides na revista Veja e na Globo para levar ao tapetão do judiciário, tirando Lula do caminho de 2014 e 2018, pois só com Lula fora do caminho, adiantaria derrubar a Presidenta Dilma. Com Lula podendo se candidatar em 2014, de nada adianta a oposição fazer das tripas o coração para derrubar Dilma, pois Lula ganharia 2014, se Dilma estivesse desgastada.

Além disso, o senador tucano não achou ridícula a nota anterior de seu partido (PSDB), junto ao DEM e PPS, pedindo o golpe hondurenho contra Lula, logo após a matéria ridícula da revista Veja.

E também não achou ridícula a representação feita pelo seu partido ao Ministério Público pedindo para cassar Lula, pelo destempero recente do Ministro Gilmar Mendes junto com a revista Veja. A representação, aliás, foi recusada, por falta de fundamento, fracassando essa primeira tentativa de golpe hondurenho.

Por isso é importante, em Minas, dar um rotando NÃO ao Aécio golpista, e votar em candidatos lulistas de cabo a rabo nestas eleições. Do vereador ao prefeito, só dá para votar em quem a gente tem absoluta confiança de não ser golpista, nem votar em gente que fica com braços cruzados na hora em que os golpistas atacam.

Patrus: não é só antídoto contra golpes, mas também o melhor prefeito

Em Belo Horizonte, além de ser de absoluta confiança e ser uma barreira contra o golpe hondurenho do Aécio, Patrus Ananinas (PT) é de longe o melhor candidato.

Ele sabe fazer tudo o que demotucano Márcio Lacerda (PSB) sabe em termos de obras, e com mais competência, além de saber fazer o que o demotucano não sabe e nem quer saber depois que passa a eleição: erradicar a pobreza, colocando a Belo Horizonte do século XXI no rumo de se tornar uma cidade toda de classe média, sem bolsões de pobreza, e com alta qualidade de vida para todos. Com Dilma, o governo federal está fazendo a sua parte no plano nacional. É preciso ter prefeitos que também façam a sua parte no município.

Patrus já tirou 5 pontos de diferença em relação a última pesquisa. Patrus recuperou o entusiasmo da mobilização popular.É só fazer uma forte mobilização nos bairros populares, nas comunidades carentes que ganha essa eleição.

Basta subir uns 6% e Lacerda cair uns 3%, que haverá um acirrado segundo turno. Nada impossível de se conseguir, principalmente porque o PT é partido de chegada. Depende só de cada um militante de Patrus fazer a diferença, conversando com amigos, parentes, vizinhos, nas redes sociais, e vestindo a camisa, com cartazes em casa, no carro.

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A "anticampanha" contra Beti Pavin


Desde o início da campanha eleitoral deste ano, a principal candidata a prefeita de Colombo têm sido alvo de ações da “anticampanha”, métodos para desconstruir a imagem dos oponentes, como panfletos apócrifos (sem autoria definida), pichações em muros e até ameaças a familiares. A equipe jurídica de Beti Pavin já denunciou ações deste tipo.
A justiça eleitoral já determinou a apreensão de material apócrifo denominado de "Colombo em Foco", bem como pesadas sanções ao seu "proprietário".
Algumas pessoas ligadas a campanha de Beti citam também casos de “pichações e telefonemas ameaçadores” para a casa de parentes da candidata. “Esta é a campanha mais suja da nossa história”, diz uma colaboradora.

Propagandas com críticas são permitidas, desde que respeitem o que diz a lei eleitoral. Os materiais devem ter identificação (CNPJ ou CPF) do responsável, além da quantidade impressa. “Quando cidadãos comuns ou o Ministério Público fazem a denúncia, um procedimento é instaurado e o oficial de justiça vai até o local para verificar”. Se for constatado crime, a investigação passa a ser feita pela Polícia Federal. Só nos casos em que se comprova a autoria do material a Justiça Eleitoral pode interferir no processo.

Especialistas divergem sobre o efeito dos apócrifos
A coordenadora de campanhas eleitorais Cila Schulman diz que as propagandas ofensivas e apócrifas estão “fora de moda”. “Acho que o uso dessas práticas é meio ‘cafona’. Sempre que uma coisa parecida com essa me aconteceu, atrapalhou muito mais meu candidato do que ajudou”, conta. “É como no futebol: se o time faz uma jogada ensaiada, pega os outros de surpresa, faz o gol e ganha o jogo, é legítimo. Mas se o jogador quebra a perna do outro para ganhar, não é.”
O doutor em Ciências Sociais e sociólogo da PUCPR Cezar Bueno de Lima diz que a utilização de panfletos apócrifos está diretamente relacionada à tendência de legitimar o “método politicamente correto de fazer campanhas” — que é reforçado pela legislação eleitoral. “Preocupados em perder espaço para os adversários no horário eleitoral, candidatos e coligações dão mais importância à utilização de estratégias jurídicas para impedir que os adversários os ofendam diretamente”, diz.
Para Cila, os candidatos podem e até devem criticar os adversários, mas deve-se pensar na melhor forma. “Também é função das campanhas mostrar por que não votar no outro, mas existem formas e formas. Se uma denúncia é verdadeira, pode ser dita pelo adversário. Se tem que ser dita de forma apócrifa, provavelmente é mentira. O eleitor sabe e está cansado disso. É desrespeitoso tratar o eleitor como burro, isso atrapalha ainda mais o processo”, opina.
Já o sociólogo Cezar Bueno acredita que a anticampanha continua influenciando o eleitor. “Principalmente os indecisos”, diz. Para ele, a melhor forma de combater a ação do marketing político sobre o eleitor é estimular os debates. “Eles quebram a imagem artificial dos candidatos. Uma sugestão seria a própria lei eleitoral estipular a obrigatoriedade de debate entre os candidatos no horário político. Com isso, a indústria subterrânea dos panfletos apócrifos e pichações perderia sentido e interesse do eleitor.”
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