Fw: Anvisa quer garantir exigência de receita para remédios

ANVISA chamando o povo de burro.



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http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/anvisa-quer-garantir-exigencia-de-receita-para-remedios



Medicamentos cuja venda deve ser feita com prescrição médica

representam cerca de 65% do mercado



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Linux 3.5.1: Saber-toothed Squirrel

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Os números do fracasso da guerra às drogas nos Estados Unidos.

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Governo fomenta pesadelo da dívida coletiva com sua política

URL: http://www.ordemlivre.org/2012/09/governo-fomenta-pesadelo-da-divida-coletiva-com-sua-politica-2/


O anúncio do governo de injetar R$ 21 bilhões na Caixa Econômica e no Banco do Brasil apenas confirma o medo dos analistas, que apontam para a existência de uma bolha brasileira, de uma pirâmide de cartas financiada com dinheiro público.

Em 2009, Bernard Madoff foi condenado a 150 anos de prisão pela Justiça dos EUA. Ele havia fraudado seus investidores em estimados US$ 65 bilhões para a montagem de um esquema de pirâmide.

Em vez de aplicar o dinheiro de maneira produtiva, um esquema de pirâmide transfere recursos de novos investidores para os mais antigos. Quando não se consegue atrair um número maior de investidores, a pirâmide quebra. Madoff quebrou.

Nos últimos anos, há indícios de que o Brasil vem construindo sua própria pirâmide. Com uma política fiscal generosa e crédito fácil, o governo vem criando uma ilusão de riqueza que não é capaz de se sustentar indefinidamente. Se não começar a ser desmontada, nossa pirâmide também irá quebrar.

Em nenhum lugar a pirâmide aparece de maneira mais saliente do que no setor imobiliário. De janeiro de 2008 a março de 2012, o preço de venda de imóveis em São Paulo subiu 132%. Essa inflação imobiliária transforma um endividamento crescente em uma sensação de riqueza insustentável.

Pesquisadores do Ipea publicaram recentemente um estudo alertando para “a possibilidade concreta de existência de uma bolha no mercado de imóveis no Brasil”. Os principais culpados? A combinação de “políticas fiscais” e “estímulo ao crédito”. Preços mais altos não significam mais riqueza. Estímulo com dinheiro dos pagadores de impostos apenas sustenta a ilusão de que dívida equivale a prosperidade. Por isso, o estudo diz que “a insistência do governo em aquecer ainda mais um mercado imobiliário já aquecido só tende a piorar o resultado final”.

Em vez de aprender com o aviso, o governo quer evitar a ressaca mantendo a economia embriagada com ainda mais políticas fiscais e mais estímulo ao crédito.

Parte do estímulo governamental é destinado exclusivamente para o setor imobiliário. Na tentativa de realizar o sonho da casa própria, o governo está fomentando o pesadelo da dívida coletiva.

A pirâmide brasileira é diferente da de Madoff por uma razão principal: quando ela desabar, o governo não irá se culpar ou se punir. Em vez de condenarem os fraudadores, condenarão o capitalismo, a Copa do Mundo, as Olimpíadas, a guerra cambial, você e eu. E se dermos carta branca, ela será utilizada apenas para continuar nossa insustentável pirâmide de cartas.

DIOGO COSTA é professor do curso de economia no Ibmec-MG e coordenador do projeto Ordem Livre.

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A melhor vacina contra a corrupção é a liberdade

URL: http://www.ordemlivre.org/2012/09/a-melhor-vacina-contra-a-corrupcao-e-a-liberdade/


Fábio Ostermann nos ofereceu aqui no OrdemLivre.org faz alguns meses um texto irretocável sobre a corrupção ("Quer diminuir a corrupção no Brasil? Tire poder das mãos de políticos"). Como explicado no artigo, falta de liberdade econômica e corrupção elevada são pragas que andam de braços dados: "quanto maior a participação do estado na economia e a autoridade conferida a seus agentes para interferirem no processo de mercado, maiores são as oportunidades de corrupção".

O artigo do Fábio resume bem uma das mais importantes conclusões da literatura acadêmica sobre a corrupção, que deveria ser amplamente conhecida por todos, mas que infelizmente permanece restrita aos grupos interessados pela causa da liberdade. Gostaria de ampliar a discussão sobre a corrupção e adicionar algumas observações aos pontos já abordados pelo Fábio.

Liberdade econômica e corrupção são, inquestionavelmente, incompatíveis entre si, e este resultado independe da fonte dos dados. O Fábio utilizou as classificações da Heritage Foundation e da Transparência Internacional. O mapa abaixo utiliza alternativamente dados sobre liberdade econômica coletados pelo Fraser Institute (onde uma cor mais azul clara e verde indica mais liberdade):

O mapa a seguir, por outro lado, utiliza dados sobre controle de corrupção coletados pelo Banco Mundial (onde uma cor mais esverdeada indica menos corrupção):

É fácil observar que os resultados do artigo do Fábio não se alteram: países abençoados por altos níveis de liberdade econômica são quase sempre países com governos menos corruptos. Países com governos altamente corruptos são países desprovidos de liberdade econômica. Os países ditos comunistas e socialistas, em particular, estão entre os mais afetados pela corrupção.

O resultado não se limita, entretanto, apenas à liberdade econômica, mas a todas as liberdades. Por exemplo, tome-se a liberdade de imprensa. De acordo com o Repórteres sem Fronteiras, os países com maior liberdade de imprensa são também os com menor corrupção (onde uma cor mais clara indica mais liberdade):

O mesmo ocorre com liberdades políticas, representadas pelo índice de democracia da The Economist (onde uma cor mais esverdeada indica mais liberdade):

Pode-se observar que a relação entre liberdade e corrupção é sempre negativa, não importando qual seja a definição de liberdade utilizada.

Liberdades são enormemente eficazes no combate à corrupção sabidamente por dois grandes motivos. O primeiro diz respeito à inexistência de regulações e leis excessivas e desnecessárias. Quanto mais racional e enxuto o sistema regulatório e legal de uma localidade, menor é o campo de ação daqueles que criam dificuldades para vender facilidades.  Além disso, quando o sistema jurídico de uma coletividade alinha-se às práticas e costumes dos seus membros, reduz-se naturalmente a possibilidade do abuso de poder e da contravenção, e consequentemente reduz-se a corrupção.

O segundo motivo pelo qual a liberdade contribui para a redução da corrupção passa pela transparência e pela competição na esfera pública, ou seja, por meio de sistemas de freios e contrapesos (checks and balances) que bem conhecemos desde os tempos de Locke e Montesquieu. Sociedades que não atingiram um grau elevado de sofisticação institucional ou que abandonaram a rota do liberalismo estão muito mais sujeitas aos desatinos dos poderosos e à desigualdade de poder, essa desigualdade menos badalada, que não parece incomodar tanto aqueles que se intitulam progressistas, socialistas ou esquerdistas e que defendem o líder forte, carismático e populista que os conduzirá ao "paraíso do proletariado".

O fator cultura aparece habitualmente nas discussões sobre corrupção, e a despeito de evidência favorável a certos fatores culturais, é necessário observar que eles são provavelmente muito menos importantes que imaginado por muitos. Os países asiáticos sob a influência do taoismo, confucionismo e budismo podem ter uma reputação de corrupção mais elevada que os países avançados ocidentais, mas deve-se notar que os governos de Singapura, de Hong Kong, do Japão e da Coreia do Sul conhecem menos corrupção que muitos governos ocidentais, a despeito do inquestionável orientalismo de suas populações.

A Itália e a Grécia, campeãs de corrupção na Europa Ocidental, são utilizadas frequentemente como evidência de que a cultura greco-romana, que é a base da cultura latina, seria mais favorável à corrupção que suas variações menos latinas, nórdicas e germânicas. Tal interpretação é, porém, de uma superficialidade risível: algumas regiões da França e a Suíça romanda e italiana (de cultura inegavelmente latina) conhecem menos corrupção que regiões dos Estados Unidos ou do Reino Unido que não podem ser consideradas latinas. De fato, os países ocidentais avançados observam mais corrupção na medida em que não rejeitam o "capitalismo dos cupinchas" (crony capitalism), como nos casos dos EUA, do Reino Unido, da França e da Coreia do Sul, e a herança fascista e nacional-socialista, como nos casos da Itália, Grécia, Espanha e Portugal.

Os casos do Chile, Hong Kong e Singapura são instrutivos, pois mostram como a redução da corrupção ocorre certamente e simultaneamente ao aumento das liberdades – mesmo que lentamente. O caso do Chile em particular mostra que a queda da corrupção é ainda mais acentuada quando o efeito do aumento da liberdade econômica é reforçado pelo aumento das demais liberdades e da transparência e da competição na esfera pública. Se há uma certeza que os brasileiros deveriam ter é a de que a praga histórica da corrupção no Brasil só será reduzida no dia em que abraçarem o liberalismo de peito aberto.

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TCU investiga convênios da Petrobras com a CUT

URL: http://www.implicante.org/noticias/tcu-investiga-convenios-da-petrobras-com-a-cut/


Estatal comandada por petista deu R$ 26 milhões para programa de alfabetização de sindicato ligado ao PT que não alfabetizou ninguém

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Matéria do Estadão:

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou nesta quarta-feira, 26, a abertura de tomadas de contas especiais para calcular prejuízos e identificar eventuais responsáveis por irregularidades em convênios da Petrobrás com a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Braço sindical do PT, a entidade recebeu R$ 26 milhões da estatal para alfabetizar mais de 200 mil alunos, mas, de acordo com a corte, não provou ter aplicado o dinheiro na realização dos cursos.

Comandada pelo partido desde o início do governo Lula, a empresa não fiscalizou a execução do projeto e aprovou as contas sem exigir provas do cumprimento, diz o relatório técnico do tribunal. O TCU auditou convênios e patrocínios da Petrobrás, identificando em 2009 falhas em diversas parcerias de entidades supostamente ligadas ao PT e outras legendas. As constatações foram apreciadas na terça-feira em plenário.

Além da CUT, serão alvo de processos para apuração de danos o Instituto Nacional de Formação e Assessoria Sindical da Agricultura Familiar Sebastião Rosa da Paz, que recebeu R$ 1,6 milhão; a Cooperativa de Profissionais em Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (Colméia), contemplada com R$ 1,7 milhão; e a Cooperativa Central de Crédito e Economia Solidária (Ecosol), cujo patrocínio foi de R$ 350 mil. A área técnica havia sugerido a aplicação de multas a dirigentes da estatal, o que foi aceito pelo relator do processo, ministro Aroldo Cedraz. Mas, após voto revisor de José Múcio, o tribunal decidiu avaliar a aplicação de penalidades somente no julgamento das TCEs.

As parcerias com a CUT foram firmadas entre 2004 e 2006 para ações do Programa Brasil Alfabetizado. Na época, a Petrobrás era dirigida pelo petista José Sérgio Gabrielli, que deixou o cargo este ano. Duas foram assinadas diretamente com a central e uma terceira com uma de suas entidades de apoio, a Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS). Após a inspeção, o TCU apurou que os gestores da estatal aprovaram as medições de serviços, dando as atividades como regulares, sem que fosse demonstrado se os investimentos foram, de fato, feitos e quais os resultados obtidos.

Na documentação analisada pelos auditores, não havia fichas de acompanhamento individual dos alunos, listas de presença nas supostas aulas, acompanhamento das ações dos alfabetizadores, número de estudantes envolvidos e documentos que atestassem que os materiais didáticos foram realmente entregues.

Em nota, a Petrobrás sustentou ontem que “não há irregularidades ou beneficiamento político-partidário nos convênios, o que será comprovado no andamento do processo”. A CUT alega ter cumprido integralmente todas as etapas das parcerias com a estatal e que foram apresentadas comprovações dos serviços executados, com base em regras do Brasil Alfabetizado.

(grifos nossos)

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