brigadas do atraso

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Credibilidade do Instituto PERFIL continua sendo colocada em xeque. Desta vez, no município de Acari.


Deu no Blog de Thaísa Galvão:

Foi o candidato a prefeito de Acari, Isaías Cabral (PMDB), quem disse ao Blog:

Três eleitores seus foram visitados por entrevistadores da pesquisa Perfil. Os 3 disseram que, quando responderam à primeira pergunta, dizendo que votariam em Isaías, os entrevistadores foram embora sem concluir as perguntas.

Se um dia o Ministério Público decidisse investigar o uso de pesquisas em campanhas eleitorais… teria muito pano pras mangas.

Comentário do Blog:

Está se tornando cada vez mais necessária a adoção de medidas rigorosas por parte do Ministério Público Eleitoral para fiscalizar a realização de pesquisas eleitorais, pois muitos institutos, aparentemente, estariam sendo contratados apenas para mostrar números surreais nesta campanha (que agradam somente ao contratante) para tentar confundir a cabeça do eleitor.

Tal fato bem que poderia constituir-se num verdadeiro crime eleitoral, entretanto, parece que a justiça eleitoral faz vista grossa diante de tantos casos sendo denunciados na imprensa.

São pesquisas de todos os tipos, para todos os gostos e com vários preços, nem sempre fidedignas à realidade eleitoral.

"Em um mundo injusto, aquele que clama por justiça é chamado de louco." (Leon Felipe Camino y Galicia)
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A moda da 'cabeça de rosquinha'


Sabe aquele dito "Quer aparecer, põe uma melancia na cabeça"? No Japão, a melancia está sendo substituída. Está se tornando cada vez mais popular uma modalidade de arte de transformação do corpo conhecida como "bagel head" (cabeça de rosquinha).
Funciona assim: o adepto da moda recebe injeção de uma solução com sais na testa, até que apareça a forma de uma rosquinha - daquelas que o Homer Simpson adora.
O processo demora entre duas horas para ser completado. Entre 16 e 24 horas depois, a solução é absorvida pelo corpo e a testa volta ao seu formato original, segundo reportagem da NatGeo.E aí? Gostou?

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Juiz que mandou prender executivo do Google recua e expede alvará de soltura


O juiz da 35ª Zona Eleitoral de Campo Grande (MS), Flávio Saad Peron, expediu alvará de soltura nesta quarta-feira (26) para o diretor-geral do Google no Brasil, Fábio José Silva Coelho, detido pela Polícia Federal em São Paulo por suspeita de crime de desobediência.
Coelho foi levado à sede da PF na capital paulista por ter infringido ordem judicial que determinava a exclusão do YouTube, site de vídeos do Google, de dois vídeos com ataques ao candidato a prefeito de Campo Grande pelo PP, Alcides Bernal.

Para o magistrado, o Google é responsável pelo material veiculado, embora a empresa alegue ser apenas a plataforma de publicação. "O Google não deve se servir a este tipo de papel, a prática do crime de cunho eleitoral. Repito: tem que ter liberdade, mas a medida que você abusa, deixa de ser exercício regular de expressão e passa a ser abuso, e abuso tem que ser combatido", disse.
A Justiça também determinou a suspensão, por 24 horas, do Google e do YouTube em Mato Grosso do Sul, o que não havia ocorrido até o início da noite de hoje. Segundo o juiz, a Embratel, citada para efetuar a suspensão dos sites, informou que enfrentava dificuldades técnicas para o cumprimento da decisão.
Peron afirmou que o presidente do Google já irá responder a processo e, por se tratar de crime de menor potencial ofensivo, caberia a assinatura de TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência), espécie de boletim de ocorrência para crimes menos graves. Por isso, deferiu o pedido de soltura, que já foi encaminhado à PF em São Paulo. A PF confirmou que o executivo seria apenas ouvido e liberado em seguida --às 19h30, ele permanecia na sede da PF.
Segundo o juiz, caso seja constatada a manutenção dos vídeos no YouTube, ele poderá agir de ofício, ou seja, impor ao Google que o material seja retirado do ar, sem que seja necessário um recurso de Bernal. "Por enquanto vou aguardar para ver se haverá manifestação", explicou.

Perón afirmou ainda que se os vídeos não forem excluídos ele poderá decretar nova prisão do executivo e dobrar o período de suspensão dos sites, conforme prevê a legislação eleitoral. "A medida é prevista em lei, eu não faço a lei, eu só a aplico".

"Eu sou totalmente favorável a ampla liberdade [de expressão], jamais tenho interesse em cercear. A liberdade é tão importante que é garantida na Constituição, mas ela tem limites, dentro da própria Constituição", afirmou.
Folhapress
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Russomanno, não tem programa de governo. Mas tem laranja como coordenador

Plano de governo de Russomanno é coordenado por 'laranja' da Prefeitura...empregado de Kassab e amigo do Serra


Celso Russomanno, candidato do PRB à prefeitura de São Pualo, usa um "laranja" como coordenador de programa, afirma o jornal O Estado de S.Paulo. Carlos Baltazar na verdade se chama Carlos Alberto Joaquim, e faz funções minoritárias, como reunir sugestões de propostas. Os "técnicos" que ajudam Baltazar não foram divulgados. Nas redes sociais, Baltazar - ou Joaquim - se apresenta como fotógrafo.

Apontado por integrantes do comitê do PRB como o responsável pelo programa, ‘Carlos Baltazar’ chama-se, na verdade, Carlos Alberto Joaquim; candidato diz ser apenas ‘nome de guerra’


O plano de governo impresso por Russomanno é assinado apenas pelo candidato e por seu vice, Luiz Flávio D’Urso (PTB). O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Marcos Cintra (PSD), chefe de Joaquim, afirmou desconhecer um funcionário com sobrenome de "Baltazar". "Li uns dez dias atrás que apareceu essa coisa de Carlos Baltazar. Chamou a minha atenção, mandei ver se tinha esse nome. Não tinha. 

Depois é que se falou, parece que é esse nome Joaquim que estaria realmente envolvido nessa atividade (na campanha de Russomanno)", disse Cintra. "Esse Joaquim tem. É funcionário da Prefeitura e está lá na secretaria, sim. Se não me engano, entrou na Prefeitura em 88, no começo da década de 90", completou. 

Cintra levou Ferreira, o chefe de Joaquim, para a secretaria municipal em 2010. Os dois se conheceram na época em que eram filiados ao PFL (atual DEM), antigo partido de Kassab. Já na presidência do banco de microcrédito, Ferreira conheceu Joaquim e o convidou para trabalhar como analista de projetos no órgão.

Haddad

 O programa de Haddad foi coordenado pelo cientista político Aldo Fornazieri, diretor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e filiado ao partido há mais de dez anos. O trabalho de montagem e sistematização, disse a campanha, durou cinco meses e foi divulgado em agosto.

O programa de governo de Russomanno foi criticado por três propostas genéricas e consideradas "bizarras" pelos adversários, que questionam também a falta de lastro orçamentário das propostas. 
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