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Deputado quer proibir filme de ursinho viciado - brasil - geral - Estadão

Protógenes Queiroz leva o filho para assistir a 'Ted' e sua indignação

vira polêmica no Twitter 24 de setembro de 2012 | 22h 30 --

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,deputado-quer-proibir-filme-de-ursinho-viciado,935270,0.htm



Mais um imbecil que só foi eleito graças aos votos do Tiririca

querendo censurar a arte.



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Linux 3.5.1: Saber-toothed Squirrel

http://www.youtube.com/DanielFragaBR
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TROCA DE FARPAS ENTRE CANDIDATOS EM COLOMBO

O sexto debate entre os candidatos a prefeito de Colombo, e o terceiro promovido pela igreja católica , foi realizado nesta segunda-feira(24) na Vila Guarani. O debate foi marcado pela troca de farpas entre os concorrentes.

Logo na primeira parte do debate, o atual vereador e candidato a prefeito Joel Cordeiro(PSD), deu a tônica do confronto, escolhendo o adversário Zé Vicente(PSC) como principal alvo. Joel deu destaque a assuntos polêmicos, disse que uma pessoa que teria  que dar explicações, estaria presente no meio do público. Joel novamente destacou o loteamento "Parque dos Lagos", questionou o candidato do prefeito sobre favorecimento na liberação de loteamentos em Colombo, chamando de " amigos do rei". 


É uma pena que Zé Vicente seja o candidato, pois o vereador Painho, atual líder do prefeito na Câmara estava cheio de vontade de responder vários questionamentos, mas como o vereador Waldirlei, líder da oposição não estava presente, perderia um pouco o brilho. 
Nos intervalos o vereador Painho tentava passar alguma informações ao Zé Vicente !! Bem que o Zé merecia algo melhor !!, mas Painho roubou a sena e até ofuscando o brilhantismo de Gilmar. Zé Vicente preferiu responder que " Nunca fui prefeito, estou afastado fazem 3 anos e etc. etc. " , ressaltando inclusive que no seu  Plano de Governo, " vou dar andamento no que está dando certo e mudando o que estiver errado". Mas, admitiu o fato, que existe vários segmentos que não são favoráveis. 
A candidata Beti Pavin, sob os olhares esbugalhados de Painho, deu uma aula de como administrar a cidade de  Colombo. Beti Pavin,  não perdeu a oportunidade de esclarecer que é candidata, e que foi vitima de perseguição dos vereadores da situação. Beti destacou o seu caso, dizendo que durante todo o seu mandato os recursos nunca saíram de dentro da prefeitura, "Estou sendo atacada  pela atual administração, que juntos com jornalecos se juntaram para me prejudicar”, afirmou a candidata do governador Beto Richa,( esclarecimento em vídeo). 
Beti se dirigiu a imprensa e disse que parte da mídia precisa parar de postar meias verdades, e durante o seu desabafo, a diretora de um JORNAL DE COLOMBO, levantava seus braços, com se estivesse dizendo " estou aqui , ela fala de mim". 
Ao longo dos debates realizados nos últimos dias, a Candidata Rose Cavalli, vem mostrando uma atitude bem mais firme e convincente, inclusive Rose está superando o próprio Zé Vicente, no final de seu discurso ela foi aplaudida e grande maioria gritavam o seu nome Rose..Rose... Rose...
É uma pena que, essa história de libertação da candidata tenha acontecido somente agora, pois se tivesse " "virado a mesa" em 2011, teria forçado o prefeito a assumir outra candidatura. "Se a vice-prefeita tivesse recebido condições de trabalho nos últimos 4 anos, poderia ter contribuído em muito para que essa administração fosse diferente".
Durante o debate, todos reafirmaram seus compromissos de manter uma boa gestão pública na saúde, educação, segurança pública, transporte.
A FALTA SENTIDA ?? Sentimos a falta do vereador Oliveira da Ambulância, pois o debate era ao lado da sua casa.

Mais detalhes sobre o debate, o nosso leitor poderá ver no vídeo que estaremos postando em breve nessa edição.
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Olha quem está no berço hoje.

Parabéns ao Repórter e apresentador Junior Ribeiro!

Caro amigo Junior Ribeiro primeiro de tudo gostaria de agradecer por sua amizade e dizer o quanto você é especial pra Deus.
Tudo que você conquistou ate hoje foi Deus que te deu, é bem verdade que você perdeu muita coisa de valor mais nada acontece sem a permissão do nosso criador.
Mais saiba que no final de tudo a prova amarga que estais passando terá um sabor de mel. Toda essa luta vai passar e todos que riram de você vão te aplaudir de pé, porque você é um vitorioso em Cristo Jesus.
Mais uma vez Parabéns meu amigo e muitos anos de vida.


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Você assinaria um jornal diário de esquerda, que fosse um contraponto aos grandes grupos, ou acha que impresso já era?

O Jornalista Beto Almeida publicou alguns dias atrás um artigo (cuja leitura recomendo) e Rodrigo Vianna publicou outro ontem (leia, leia) sobre o mesmo tema, o que me motivou a voltar a um assunto que me intriga há muito tempo. Sugeri uma vez até ao Nassif uma discussão no blog dele sobre o assunto, mas que, até hoje, não aconteceu. Por isso volto ao tema:

O mundo vive hoje a chamada guerra de quarta geração, que se desenvolve não nos campos de batalha mas na cabeça e no coração das pessoas. A mídia corporativa é o braço avançado dessa guerra na luta para o Brasil voltar a se encaixar na ordem capitaneada pelos Estados Unidos.

O presidente da Venezuela Hugo Chávez conheceu essa força em 2002, quando foi derrubado do poder por um golpe idealizado, forjado, trabalhado, incitado e comandado pela mídia corporativa de lá, liderada pela cadeia RCTV (a RGTV de lá, à época).

A batalha da comunicação se desenrola como um roteiro cinematográfico, onde os lados opostos vão criando seus personagens, tramas, subtramas, com o objetivo de conseguir chegar ao seu final feliz.

Por serem governo e oposição, é claro, o final feliz de um é a desgraça do outro, como experimenta agora a oposição quase esfacelada com o impressionante sucesso do governo do presidente Lula.

Grosso modo, a história que o governo pretende contar está resumida no discurso de posse da presidenta Dilma (que pode ser lido na íntegra aqui). É uma história de continuidade em relação ao govermo anterior, mas também de avanço e com um eixo central:

A luta mais obstinada do meu governo será pela erradicação da pobreza extrema e a criação de oportunidades para todos.

Já a história que a oposição - há tempos subsidiada, mas hoje assumidamente liderada pela mídia corporativa - quer contar é a seguinte: Este é um governo demagógico, que se vale de bolsas e transferência de renda para vagabundos, numa compra indireta de votos; é um governo de petralhas, de cumpanheros enriquecendo como nunca; uma república sindicalista, com bolsa de estudo para pobre, tudo para os pobres, com o objetivo de continuar vencendo as eleições e poderem roubar ainda mais.

Já tentaram o golpe em 2005, com o mensalão. Em 2006, levaram a eleição para o segundo turno com o episódio da foto do dinheiro feita pelo delegado Bruno. Agora em 2010, a guerra do aborto, o episódio ridículo da bolinha de papel, o jogo sujo da ficha falsa de Dilma na primeira página da Folha.

Perderam mais uma vez. Mas, aos pouquinhos, na timeline da comunicação, vão construindo seu roteiro, deixando registrados os papéis que querem destinar ao governo: corrupto, antidemocrático, defensor da censura, populista.

No início do governo Dilma, voltaram ao ataque com o episódio Palocci. O ministro caiu. E aí, nada mudou? Mudou sim. Fica na mente das pessoas mais uma vez a mancha de que esse governo esconde coisas, de que há corrupção. Até tapioca eles já usaram para colar essa marca. Porque o importante para eles é continuarem montando seu roteiro.

Agora, no julgamento do tal mensalão, o jogo bruto da mídia corporativa recrudesceu. Colocaram a faca no pescoço do STF, que julga de acordo com o cronograma, a pauta e as direções apontadas pelo exército midiático.

Por isso, nada adianta fazermos o saneamento básico, levar educação e saúde de qualidade, diminuir desigualdades, combater a miséria, se não soubermos também comunicar o que estamos fazendo.

O presidente Lula sozinho conseguia fazer isso em seu governo. Por causa de seu carisma pessoal, de sua história de vida. Por causa das inúmeras campanhas majoritárias que disputou antes de vencer em 2002.

Lula talvez conheça o Brasil como ninguém ("nunca dantes"). Talvez tenha ido a mais municípios brasileiros que qualquer outro cidadão. A ponto de o povo mais humilde se identificar com ele e ver na sua luta e luta de cada um deles.

Além do mais, Lula foi um sindicalista, um líder metalúrgico. Tem liderança reconhecida na classe trabalhadora organizada.

A presidenta Dilma não tem essas características.

Por isso, o outro grande movimento da oposição é afastar os dois e fazer o povo esquecer que Lula é Dilma e Dilma é Lula. Se na mente das pessoas eles estiverem separados, nem Lula conseguirá uni-los novamente.

Enquanto pudermos continuar crescendo, gerando empregos e desenvolvimento social, eles terão dificuldades. Mas, tudo isso tem um gargalo. E há ainda a crise mundial, que, longe de ter passado, volta a se agravar.

Por isso a comunicação tem que ganhar a importância que parece ainda não ter nesse governo. Porque a comunicação democrática, o livre fluxo da informação, é um direito humano tão importante quanto o acesso à educação e à saúde.

Porque, como eu já escrevi aqui em O poder dos cartéis midiáticos não permite a informação livre e põe em risco a democracia no Brasil:


A implantação urgentíssima do PNBL e a consequente Ley de Medios são lutas que podem impedir que o país retroceda e acabe, por blablablás lacerdistas, nas mãos de quem vai entregar a Petrobras e nossas riquezas, na próxima oportunidade.

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