Tucano vetado dribla Lei da Ficha Limpa com a mulher



Líder em candidatos ficha suja a prefeito barrados pelo país, o PSDB conseguiu driblar a Lei da Ficha Limpa no interior de SP. Em Araras, a 168 km da capital, um tucano cassado em 2009 e agora vetado pela Justiça Eleitoral deixou a disputa e colocou a mulher como candidata a prefeita.

  Fonoaudióloga e dona de uma loja de roupas, Gábi foi escalada há duas semanas pelo marido, Pedrinho Eliseu, assim que ele teve a candidatura barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). “Somos um só”, disse o tucano. “Vou contribuir como secretário, se ela for eleita, mas a Gábi foi escolhida pelos partidos e apoiada em redes sociais porque era uma forma de manter o projeto.” Eleito em 2008, o tucano foi cassado logo no início do mandato, acusado de abuso de poder econômico.

 Segundo a decisão, ele foi favorecido pela propaganda de um jornal da cidade durante a campanha. Pedrinho nega e diz que a decisão foi “antidemocrática”. De acordo com a Lei da Ficha Limpa, ele ficará oito anos sem disputar eleição. Gábi assumiu a cabeça da chapa, mas o marido ainda é personagem central em outdoors, santinhos e no site da candidatura. O programa de governo da tucana no site do TSE é assinado por Eliseu. A candidata diz que, se eleita, não fará um mandato de fachada. “Eu jamais me sujeitaria a entrar como marionete de alguém.

O atual prefeito da cidade, Nelson Brambilla (PT), candidato à reeleição e principal opositor de Eliseu, disse que a decisão sobre a substituição do candidato é uma questão interna do partido. “Eles fizeram a escolha deles, não cabe a mim criticar. Apenas desejo que a eleição seja dentro da legalidade”, afirmou. Levantamento da Folha nos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) mostra que o PSDB é o líder no ranking de prefeitos barrados pela Ficha Limpa. Dos 466 barrados até agora, 76 são do PSDB, partido seguido por PMDB (73), PR (40), PP (40) e PSD (34).
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New Zealand intelligence illegally spied on Kim Dotcom

URL: http://arstechnica.com/tech-policy/2012/09/new-zealand-intelligence-illegally-spied-on-kim-dotcom/


New Zealand's Prime Minister John Key announced on September 24 that he has requested an inquiry into illegal spying on Kim Dotcom and other employees of Megaupload by New Zealand's Government Communications Security Bureau, the country's counterpart to the US National Security Agency. The revelation is just the latest in a series of exposed missteps by New Zealand authorities in their eagerness to assist the US government in apprehending Dotcom and his colleagues, and throws even more uncertainty on the ongoing efforts by the New Zealand and US governments to extradite Dotcom to the US for prosecution.

According to a government statement, Key was informed by GCSB Director Ian Fletcher on September 17 that the GCSB had "acted unlawfully" while assisting New Zealand's police in locating Kim Dotcom and the other three suspects for arrest.   "The Bureau had acquired communications in some instances without statutory authority," the Prime Minister's office said in its statement.

The GCSB is New Zealand's electronic intelligence-gathering agency, and part of ECHELON, the worldwide communication interception network that also includes the NSA and security agencies of the United Kingdom, Australia and Canada. It operates two communications interception stations in New Zealand, as well as the government's Internet and network security operations. But the GCSB's role, like that of the NSA, is supposed to be focused on foreign intelligence—not spying on the country's own residents.

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Lei com benefícios para pequenas 'hiberna' desde 2006

URL: http://redir.folha.com.br/redir/online/mercado/rss091/*http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1156586-lei-com-beneficios-para-pequenas-hiberna-desde-2006.shtml


A lei de 2006 que trata de micro e pequenas empresas tem promessas para o setor que, na prática, nunca entraram em vigor. Ela prevê, por exemplo, redução a zero das alíquotas dos impostos e contribuições sobre a compra de equipamentos, máquinas, aparelhos, instrumentos, acessórios, sobressalentes e ferramentas feita diretamente pelas MPEs. Isso, porém, não ocorre, porque o Comitê Gestor do Simples Nacional e o Fórum Permanente das MPEs ainda não regulamentaram a lei complementar nº 123/2006, explica o doutor em física e consultor em políticas públicas Silverio Crestana. Leia mais (23/09/2012 - 07h00)
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O Banco Central deve explicações

URL: http://bdadolfo.blogspot.com/2012/09/o-banco-central-deve-explicacoes.html


Abaixo segue meu artigo publicado na Folha de São Paulo no sábado.

O Banco Central do Brasil (Bacen) adota, desde 1999, o regime de metas de inflação. Por esse modelo, cabe ao Bacen tentar fazer com que a inflação convirja para o centro da meta ao longo do ano corrente.

Mas o Bacen alterou tal regime de metas sem informar a população.

A primeira evidência que temos disse se refere ao que ocorreu no ano passado. Note que durante todo o ano de 2011 a inflação se situou acima de sua meta estipulada de 4,5%, sem que o Bacen adotasse medidas para trazer a inflação de volta à meta. Ele nem sequer tentou.

Sim, eu sei que existe um limite de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Mas isso não implica que o Bacen tem o direito de perseguir 6,5% de inflação anual como meta.

Pelo contrário, o regime de metas de inflação adotado no Brasil é claro: cabe ao Bacen perseguir a meta de inflação (e não seu limite superior). O limite de tolerância é apenas uma garantia contra eventuais choques na economia. Isto é, não é para ser usado de forma proposital.

Durante todo o ano de 2011, além de não tentar reduzir a inflação para a meta, o Bacen ainda emitiu diversos sinais de que a preocupação era com a convergência da inflação para a meta apenas no ano seguinte. Basta ler o decreto 3.088, de 1999, para ficar evidente que o Bacen não tem permissão para isso. Eis o texto do primeiro artigo, primeiro parágrafo: "As metas são representadas por variações anuais de índice de preços de ampla divulgação". Ou seja, o Bacen deve perseguir a meta de inflação durante o ano corrente, e não para o ano seguinte.

A inflação de 6,5% ocorrida em 2011 mostra bem a pequena preocupação demonstrada pelo Bacen no combate a inflação. Afinal, que choque tão grave ocorreu na economia para justificar tamanho desvio em relação a meta?

Mirar no teto da inflação é como um time de futebol entrar em campo dizendo "se perdermos só de 5 a 0, terá sido uma grande vitória". O Brasil tem hoje um inflação alta, e a autoridade monetária competente parece não se preocupar com isso.

Em agosto de 2012, o acumulado do IPCA nos últimos 12 meses indicou alta de 5,24%. Por mais de um ano, o acumulado do IPCA está acima da meta, mas isso parece não preocupar o Bacen.

Detalhe importante: a inflação em 2012 só está nesse patamar pois o governo federal vem usando política tributária para combater a inflação (o que é um erro, equivale a varrer a sujeira para debaixo do tapete).

Ou seja, parte importante do controle da inflação em 2012 deve ser atribuída à desonerações tributárias, e não ao Bacen. Se o Brasil calculasse a inflação dos produtos sem considerar os impostos, como deveria ser feito, a inflação atual estaria num patamar ainda mais alto.

Em 2012, a inflação está novamente acima da meta. E, novamente, o Bacen dá claros sinais de que não se preocupa com isso.

Em vez de simplesmente cortar juros e aumentar o consumo, o cenário internacional é excelente para o Brasil fazer as grandes reformas macroeconômicas, aproveitando a folga para fazer ajuste fiscal, reforma tributária, reforma das leis trabalhistas, reforma previdenciária, abertura econômica, diminuição dos entraves burocráticos etc.

Mas, aumentando gastos públicos e com uma política monetária expansionista, o governo estimula a bolha imobiliária em formação por aqui. E dificilmente haverá responsabilidade fiscal em 2013 e 2014, com os preparativos para a Copa e as eleições, quando o gasto sempre dá um salto.

Assim, em 2015, primeiro ano do novo governo, será o momento de pagar a conta da irresponsabilidade fiscal e monetária do passado. A partir de 2015, o Brasil deve amargar o mesmo tipo de cenário que já enfrentou no começo dos anos 1980.
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