Nós últimos debates em Colombo, os candidatos apresentaram problemas e soluções para a saúde. Será que alguém verificou se existem verbas do Estado ou do governo federal que por falta de projetos para investí-las são devolvidas ??? O deputado Ratinho Jr. trouxe quanto de verba para investir na área da saúde em Colombo ?? o que falta para sintonizar recursos ??
projetos ??, vontade por parte do gestor e demanda?? Ou comprometimento e vontade de fazer?? Saúde, educação e segurança são molas mestras para o bem viver das pessoas, são os pontos críticos de qualquer administração, não desconsiderando os demais aspectos. É necessário que os deputados federais AngeloVanhoni , Takayama e Ratinho Junior, que em 2010 " buscaram votos em Colombo", criem emendas que destinem recursos ao setor da saúde colombense. É necessário que os três trabalhem em sintonia afim de implantar novos modelos de financiamento, de redistribuição de recursos para a nossa cidade. Aqui estamos falando da honestidade dos parlamentares com os eleitores de Colombo.
Os recursos também devem ser aplicados de forma inteligente pelos gestores, sendo considerada a compra de equipamentos e insumos, a capacitação profissional dos seus trabalhadores, a reforma e readequação da área física da Santa Casa, PA Maracanã e Osasco, sempre tendo em mente a melhoria de vida do usuário, e este deve ser ouvido, assim como os profissionais envolvidos, em todos os processos de melhorias.
Joel Cordeiro , candidato a prefeito de Colombo diz " Estamos cansados de sanguessugas que levam o dinheiro para casa", mas esquece que no Brasil tem muito mais que isso : Mensalões, indicações, acertos, propinas, desvios, desonestidades, falta de preparo, movimentos antiéticos, guerra de egos, autopromoções, falta de comprometimento.
Saúde é assunto sério. Queremos gestores que saibam ouvir a demanda, decidir inteligentemente e ter proposições que realmente tragam melhorias aos serviços oferecidos para a população, que os problemas da saúde não fique somente como pauta constante em seus debates, mas que sejam prioridade em seu mandato. A ampliação do financiamento deve ser proposta, afinal as necessidades humanas são complexas.
Será que pedimos muito? Será impossível conseguirmos um sistema público de saúde com qualidade, onde o usuário seja atendido e acolhido com dignidade? Há um projeto que deve alterar a Lei Complementar nº 1419( http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/Lcp141.htm ), que obriga a União a aplicar na saúde o equivalente ao valor investido no ano anterior mais a variação do PIB. Os estados devem destinar 12% de suas receitas, e os municípios 15%. Com a palavra os candidatos Beti Pavin, Rose Cavalli, Jole Cordeiro e Zé Vicente .
Parceira da prefeitura do Rio de Janeiro no programa de internação de viciados, a ONG Tesloo está sob suspeita de irregularidades
Um dos mais controversos programas de combate ao crack completará um ano e meio de atividade. Adotado pela prefeitura do Rio de Janeiro, em maio de 2011, como resposta ao avanço de uma epidemia com graves impactos sociais, é o único no país que prevê internação compulsória de menores viciados. O caso do Rio conta com o apoio do governo federal e é apontado como inspiração para programas de combate ao crack em todo o Brasil – país que lidera o consumo de cocaína fumada no mundo, segundo uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Boa parte dos recursos municipais destinados ao programa está indo para a conta de uma ONG suspeita de superfaturar compras e de não executar parte dos serviços, de acordo com o Tribunal de Contas do Município (TCM) e com fiscais da própria prefeitura. A gravidade das suspeitas levou o Ministério Público do Rio de Janeiro a instaurar um inquérito para investigar o caso. A ONG chama-se Casa Espírita Tesloo. Fundada em 2002 por Sergio Pereira de Magalhães Junior, um PM reformado, com sede em Magalhães Bastos, na Zona Norte do Rio, tornou-se a principal parceira da prefeitura carioca na área social. A entidade administra três dos quatro abrigos municipais usados para o acolhimento compulsório de viciados, mas sua atuação vai além do crack. Desde 2005, a Tesloo assinou convênios que somam R$ 80 milhões. Pelo menos metade já foi paga à entidade. Essa profícua parceria com o Poder Público não aparece na página da ONG na internet. Nela, lê-se que toda doação é bem-vinda, pois a Tesloo diz que não recebe “nenhum subsídio garantindo a continuidade dos serviços por nós prestados à comunidade”. +Brasil é o maior mercado consumidor de crack do mundo, diz estudo Nos serviços prestados à comunidade com recursos públicos, a Tesloo falha. ÉPOCA teve acesso a um relatório sigiloso em que o TCM analisa um contrato de R$ 9,5 milhões, de 2009, e aponta a existência de superfaturamento – envolvendo compra de produtos de limpeza e higiene, além de comida, para as casas de acolhimento mantidas pela ONG. Os fiscais encontraram também notas fiscais irregulares e recibos suspeitos. Outro convênio, de R$ 6 milhões, assinado no ano passado, também apresentou problemas. A Tesloo deveria registrar e atualizar informações de 408 mil famílias no Cadastro Único dos programas sociais do governo federal. Entregou um relatório incompleto, com pouco mais da metade do objetivo cumprido. +Ilona Szabó: "A verdadeira discussão sobre política de drogas ainda não chegou ao Brasil"
Ao visitar os abrigos da Tesloo, em 2009 e 2010, fiscais da Secretaria de Assistência Social relataram um cenário desolador: armários, camas e banheiros quebrados e sujos. Crianças dormiam no chão. A Casa Ser Criança, na Zona Oeste do Rio, não tinha psicólogo. Os fiscais constataram que um dos psiquiatras contratados nunca tinha ido ao abrigo. A internet e o telefone estavam cortados, por falta de pagamento. Em 23 de março de 2010, a coordenação encarregada da Casa Ser Adolescente, abrigo para viciados em Campo Grande, também na Zona Oeste, informou aos fiscais que a Tesloo não repassava os recursos para o bom funcionamento da unidade.
ÉPOCA visitou, no mês passado, a Casa Ser Adolescente. A chácara de um piso, com quartos e mobiliário simples, tem paredes com pintura descascada e janelas gradeadas. A piscina estava suja e sem proteção, como no relato feito dois anos antes por fiscais da prefeitura. Um relatório do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre visitas realizadas nos dias 4 e 5 de setembro revela, em fotos, armários de ferro quebrados e sem portas. O abrigo Bezerra de Menezes, também mantido pela Tesloo e o primeiro visitado pela blitz do Ministério Público, apresentava mato acumulado nos jardins, colchões no chão e privadas sem assento. +Bom exemplo: Uma fortaleza contra o crack
Apesar do histórico problemático, a Secretaria de Assistência Social continuou fechando novas parcerias com a Tesloo. Assinou, neste ano, mais quatro convênios, num valor total de R$ 30,2 milhões, terceirizando o atendimento social e centros de acolhimento. Diante da gravidade dos fatos descobertos, o Tribunal de Contas do Município decidiu passar o pente-fino em todos os convênios da Tesloo com a prefeitura. A direção da ONG não respondeu ao pedido de entrevista de ÉPOCA e repassou a demanda à prefeitura. A Secretaria Municipal de Assistência Social afirmou, em nota, que “as deficiências do atendimento (nos abrigos da Tesloo) foram informadas à Tesloo no dia da fiscalização para as soluções cabíveis” e que esse é “um procedimento de rotina”. Para resolver o problema do superfaturamento nas compras, a Secretaria informa ter fixado limites de preço para a compra de alimentos, uma tentativa de coibir generosidade com dinheiro alheio. Diz ainda que tomará “todas as medidas cíveis e penais, se for o caso”. Que as eventuais irregularidades descobertas não atrapalhem uma causa tão importante quanto o combate à epidemia de crack.
Na ânsia de faturar algum, nossos clubes estão matando a galinha dos ovos de ouro. Santos de camisa azul. Palmeiras com uma amarela. Já vi o Flamengo com uma que parecia do Olaria. Vasco com uma das Cruzadas. E agora o meu Botafogo entra em campo hoje contra o Corinthians com uma camisa dourada.
PQP! Quero minha gloriosa camisa de listras verticais pretas e brancas, ou a reserva, totalmente branca, que vestiu nossos craques Mané Garrincha, Nilton Santos, Didi, e tantos outros, e que nos remete à nossa história e à opção que fizemos de um dia de virarmos torcedores do Glorioso.
Não sou contra as ações de marketing. Nem às camisetas, por mais estranhas que sejam. Mas, em jogos comemorativos. Em jogos oficiais, tem que entrar em campo a camisa que tem história, a nossa história.
Nesse ritmo, qualquer dia desses, o Itaú, por exemplo, põe uma merreca no Botafogo e nossa estrela passa a ser laranja.
Quero ter o direito de chegar ao estádio ou ligar a TV e saber qual dos times é o meu pela camisa que veste. É pedir muito?
Em quanto tempo uma pessoa consegue mudar de opinião sobre um tema polêmico? No mais novo estudo de campo do núcleo de Choice Blindness (escolha cega, em tradução livre) da universidade sueca de Lund, quase 70% dos 160 entrevistados mudaram sua avaliação, em questão de minutos, sobre questões tão sensíveis como o acesso do governo a dados privados dos cidadãos na internet e a oferta de abrigos para imigrantes ilegais. E eles nem sequer se deram conta disso. Para chegar ao resultado, os pesquisadores de Lund utilizaram um truque que poderia ser facilmente reproduzido com a ajuda de qualquer kit de mágica. As questões estavam divididas em duas folhas. Em cada uma delas, o entrevistado era solicitado a colar um papel com uma determinada opinião a respeito de um tema. Só que a segunda folha continha afirmativas exatamente inversas às da primeira. Quando passava de uma folha para outra, o entrevistado colava sem perceber argumentos opostos (assista ao vídeo abaixo).
Se o experimento parasse por aí, não seria mais do que um método eficaz para enganar alguém desatento. Só que numa segunda etapa, o entrevistado relia as sentenças (duas delas agora invertidas) e justificava suas escolhas. Para não restar margem de dúvida, quem aplicava a enquete enunciava em voz alta cada um dos posicionamentos assumidos. Segundo os pesquisadores de Lund, não faltou quem concordasse com a frase "se causa dano a inocentes, o emprego de uma determinada ação não pode ser justificável moralmente", mas defendesse, minutos depois, exatamente o oposto. Dos participantes, 69% não se deram conta de pelo menos uma das alterações. O resultado mostra "um dramático potencial para a flexibilização de atitudes morais", de acordo com os pesquisadores. Membro do Departamento de Filosofia de Lund, Lars Hall, cientista da cognição, foi quem coordenou o experimento. Ele se antecipa a críticas e afirma que o objetivo não era enganar as pessoas ou mesmo escancarar falhas em suas opiniões. "O resultado demonstra quão flexíveis nossas opiniões podem ser." Também responsável pelo núcleo de Choice Blindess, Petter Johansson vai na mesma direção. "O teste mostra que temos menos acesso às razões que nos levam a escolher algo do que imaginamos." Às cegas – A metodologia desenvolvida pelos suecos já foi utilizada em outros experimentos. Em 2005, Petter Johansson propôs a diferentes pessoas abordados aleatoriamente que indicassem, entre dois retratos 3x4 de mulheres, qual acreditavam ser a mais atraente. Na hora de justificar verbalmente a escolha, Johansson colocava as duas fotos sobre a mesa, ambas com o verso para cima, e fingia passar a selecionada ao entrevistado – quando na verdade estava entregando a imagem da mulher que não havia sido escolhida. Apenas 30% dos participantes perceberam que não tinham recebido o retrato que diziam preferir.
Saiba mais
CHOICE BLINDNESS Desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, o Choice Blindness é um método da psicologia que utiliza truques de mágica para tentar identificar alguns limites do processo de tomada de decisão das pessoas. Foram realizados experimentos, por exemplo, que mostraram que os participantes não conseguiram reconhecer escolhas realizadas instantes antes. Segundo Larls Hall, um dos cientistas envolvidos, a técnica visa criar um paradigma experimental para testar a natureza e os limites do comportamento.
Abaixo, vídeo (com legendas em inglês) mostra como foi feito o experimento: