Em São Miguel, oposição continua perseguição à campanha de Dario e Salismar.


A Campanha política pela sucessão municipal em São Miguel continua marcada por muita perseguição aos candidatos da Coligação "São Miguel de Todos", Dario Vieira (Prefeito) e Salismar Correia (vice-prefeito), por parte da ala oposicionista comandada pelo Deputado Raimundo Fernandes, marido de "Nirinha" Fernandes, atual candidata a prefeitura micaelense pela coligação "Juntos com a Força do Povo".

A coligação de "Nirinha" Fernandes entrou com pedido de suspensão da propaganda eleitoral de Dario Vieira junto à Justiça Eleitoral de São Miguel. Como a Justiça Eleitoral local negou o pedido, ela recorreu para o Tribunal Regional Eleitoral em Natal e nesta sexta-feira (21), o citado Tribunal publicou a decisão suspendendo a propaganda eleitoral de Dario Vieira e Salismar. 

Trata-se do Recurso Eleitoral n° 276-18.2012.6.20.0043 que pode ser acessado por todos no site do TRE-RN ( www.tre-rn.jus.br) a partir do nome Dario Vieira de Almeida.

Esta já é a segunda vez que a oposição em São Miguel encaminha recurso e busca acordão pedindo o cancelamento da campanha eleitoral de Dario e Salismar. 

Em decisão recente, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu favorável a continuidade das propagandas políticas de Dario e Salismar. Neste momento, da mesma forma que anteriormente, a assessoria jurídica da Coligação "São Miguel de Todos" está tomando todas as medidas necessárias e recorrendo mais uma vez.

Pela primeira vez, a população micaelense acompanha a decisão de um Tribunal Federal ser contestada por um Tribunal Estadual, com ênfase exclusiva na decisão voltada apenas para a campanha municipal em São Miguel.

Coincidentemente, o jornal Gazeta do Oeste antecipou que divulgaria neste final de semana uma pesquisa eleitoral feita pelo Instituto Consult. No entanto, diante dos fatos acima relatados, o jornal se absteve, até o momento, de publicar a pesquisa e aguarda nova decisão de Brasília.

Em São Miguel a pedido do povo micaelense a Coligação "São Miguel de Todos" mantem a programação deste sábado em que realizará Comício no bairro Treze de Maio e a "Passeata da Família" com os candidatos a vereadores e a presença do líder politico e atual Prefeito, Galeno Torquato.
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Candidatos repetem erro de eleição em 2010 e desperdiçam potencial da internet


O peso da internet na campanha que elegeu Dilma Rousseff fez especialistas preverem um papel crucial para a web nas eleições municipais deste ano, como na eleição de Barack Obama em 2008. Mas ainda não foi dessa vez.
"Os candidatos estão apenas replicando o que fizeram na internet nas últimas eleições, usando a web apenas como uma via de mão única, em que o político apresenta a sua agenda, sem uma real interação", diz Pollyana Ferrari, que é a pesquisadora em mídia social e professora de jornalismo multimídia da PUC-SP.
O único caso diferente até o momento, é o da candidata Beti Pavin, do município de Colombo, Paraná, que tem nos blog's e no facebook, ferramentas poderosas de auxílio e informações de sua campanha, que tem sido vítima de ataques e invencionices quanto a sua candidatura.

Para ela, alguns candidatos aprimoraram seus vídeos e entraram em redes sociais que estão se popularizando, como o Instagram, mas sem uma estratégia específica. "Em geral, eles usam essas ferramentas muito mal, porque poderiam, por exemplo, monitorar o que está se falando online e tentar capitalizar em cima disso."

Se em 2010 vários ignoraram o potencial da internet, agora, esse mesmo "erro" pode ter consequências graves, por causa da penetração da internet na chamada nova classe média.
Esta corresponde hoje a 53% da população ou 104 milhões de pessoas, segundo o governo. Atualmente, mais de 60% da classe C está na internet, sendo que mais da metade entra online diariamente e 76% está nas redes sociais, de acordo com dados do instituto Data Popular, que faz pesquisas entre essa fatia da sociedade.
"Diferentemente dos outros canais de comunicação como jornais, rádio e TV - que têm empresas atuando junto a todos os segmentos da sociedade - a indústria da internet ainda rejeita trabalhar para a classe C", diz o pesquisador de internet, Juliano Spyer, que já trabalhou na estratégia online das campanhas da Marina Silva (2010) e Gilberto Kassab (2008).

Preconceito?

Na opinião de Spyer, o motivo pode estar relacionado a preconceito, uma vez que a classe C é acusada de "orkutizar" diversos ambientes online. "A internet talvez seja vista como um demarcador de classes e, na medida em que a distância entre as classes encurta, a antiga classe média sente que está perdendo seu prestígio e reage desprezando a maneira como esses novos usuários atuam na internet."
Entender que a internet é hoje sinônimo de interatividade parece óbvio, mas na opinião do sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles, é justamente isso que falta à maioria dos candidatos.
"Não tem nada a ver com o horário eleitoral, em que o político falava e o eleitor ouvia. Na democracia 2.0, o eleitor quer falar e também compartilhar. E não adianta apenas estar nas mídias sociais e dar respostas padrões, porque isso não cola mais", diz.
Os integrantes da nova classe média aprenderam nas redes sociais, segundo Meirelles, que a opinião dela conta e ela sabe usar isso a seu favor, inclusive como eleitor.
O analista e professor de comunicação política da USP Gaudêncio Torquato também vê essa apropriação: "Essa nova classe C é imediatista, pragmática, reivindica coisas da micropolítica - melhor sistema de transporte, escolas mais próximas, bom atendimento na saúde, segurança. Já a classe média tradicional é atraída por conceitos mais abstratos."

Como aproveitar

E como os candidatos podem aproveitar melhor a internet nesse ano eleitoral (e nos próximos)? Os especialistas ouvidos pela BBC Brasil mostram outros caminhos, além de interagir de verdade com usuário/eleitor.
Para Spyer, é preciso combater os preconceitos da "orkutização": de um lado, a campanha precisa se comunicar com a classe C sem infantilizá-la e, por outro, os emergentes devem reduzir a desconfiança nas instituições.
Explorar melhor as redes sociais também foi citado. Pollyana acredita que o Facebook poderia ser usado com uma palco para discussões sobre programas de governo e afins.
Já para Spyer, o desafio é o político falar de maneira centralizada no Facebook, individualizando cada grupo, já que hoje se vê inúmeros conglomerado da vida real se reunindo no site de Mark Zuckerberg.
Outra dica constante é investir em conteúdo compatível com celular. "Tudo caminha para o celular, é a grande tendência", diz Pollyana. "Todo conteúdo online hoje deveria ter versões para smartphones, mas muitos sites de candidatos nem rodam em celular."
Fora isso, uma pesquisa realizada pela empresa de tecnologia Intel mostrou que os brasileiros têm o costume de compartilhar informações pelo celular. E, mais que isso, são os que mais compartilham opiniões políticas entre os países avaliados: Austrália, China, França, Índia, Indonésia, Japão e EUA.
Mais uma vez, a classe emergente ganha relevância nesse quesito. Uma pesquisa do grupo Mobi mostrou que 19% dos integrantes da classe C têm smartphones e, desses, 45% pretendem trocar de aparelho nos próximos seis meses.
"Candidatos precisam passar a ver o celular como uma maneira de transformar uma pessoa em um agente da sua campanha", diz Spyer, que sugere o uso de aplicativos (apps) para isso.
BBC Brasil

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Segundo mês mais quente da história não é só culpa do aquecimento global


Agosto foi o segundo mês mais quente da Terra. A média de temperatura da superfície do planeta foi de 14,7ºC, ficando atrás apenas de 1998 e igual a 2001 e 2011. Como consequência, o degelo do Ártico foi recorde e de acordo com especialistas, a tendência é que o ano de 2012 seja um dos dez mais quentes da história.
O mundo está ficando mais quente como um todo. As temperaturas da superfície terrestre e dos oceanos aumentaram 0,7 °C a cada século, desde 1800 quando as elas passaram a ser registradas. Alguns anos apresentam oscilações naturais como a ocorrência do El Niño.

De acordo com Jessica Blunden, da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (na sigla em inglês, NOAA) , um dos motivos para tanto calor neste ano foi a transição do fenômeno La Niña, que esfria as águas do Pacífico para o El Niño, que as aquece. Ela afirma que o ano de 2012 está “traçando um caminho” para ficar entre os dez mais quentes da história.
Embora os dados mostrem a ocorrência de temperaturas mais altas que a média esperada em todas as partes do mundo, foram nas regiões próximas ao pólo norte, especialmente o Ártico onde pode-se notar um aumento maior da média. 


Entenda: Como ocorre o aquecimento global

“Em geral, o Ártico está esquentando o dobro da taxa das latitudes mais baixas. Apenas algumas semanas atrás, o gelo marinho no Ártico atingiu a menor extensão já registrada e ainda continua a diminuir”, disse.
Verões mais quentes
Os Estados Unidos vivenciaram o terceiro verão mais quente da história. E de acordo com o NOAA as altas temperaturas foram ocasionadas pelo fenômeno La Niña, que terminou em maio.

“As condições atmosféricas continuam muitas vezes semelhantes aos padrões do La Niña e depois se dissipam”, disse Jake Crouch, do NOAA. Ele explica que durante o fenômeno os EUA tendem a ser mais quente e seco do que a média. O clima mais quente e seco durante a primavera, de março a junho de 2012, criou base para a grande seca que impactou o país no verão, aumentando as temperaturas.
A tendência de aquecimento aumenta as chances de que no futuro haver verões ainda mais quentes que o deste ano. “Isso não significa necessariamente que cada verão será tão quente quanto o anterior. Os próximos verões podem ter temperaturas mais altas ou mais baixas que a média esperada. Porém, a expectativa é que a tendência de aquecimento continue no futuro”, disse.

Batendo recordes
Nove dos dez anos mais quentes já registrados no mundo ocorreram durante o século 21 (o terceiro ano mais quente no registro é de 1998). Os anos de 2010 e 2005 são os dois mais quentes. As últimas três décadas foram as mais quentes no registro, sendo os anos 2000 os mais quentes, seguido de 1990 e 1980.

Como consequência do aumento da temperatura, especialistas afirmam que é esperado que eventos como secas, enchentes e ondas de calor podem se espalhar pelo mundo. “Eventos extremos devem se tornar mais generalizados com as mudanças climáticas. Porém, não é fácil prever quando nem quais regiões do mundo passaram por tais eventos”, disse .
IG
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O casamento de Mônica e Cebolinha


Anunciado como o casamento do século, a união da Mônica com o Cebolinha chega às bancas na próxima quinta (27), edição 50 da revista "Turma da Mônica Jovem". Namorando oficialmente desde maio de 2011, o casal já havia divulgado o convite da cerimônia no início deste mês.

"Muitos leitores vinham pedindo para criarmos esse momento especial. Mas para saberem como Mônica e Cebola chegaram a esse altar, só lendo a revista", disse o quadrinista Mauricio de Sousa.
Lançada em 2008, a série mensal "Turma da Mônica Jovem" acompanha as aventuras dos personagens de Mauricio de Sousa na adolescência. Além da Mônica e do Cebolinha, Cascão, Magali e companhia são retratados em histórias que misturam dilemas da juventude com aventuras fantásticas.
Em entrevista, Mauricio disse que "nunca o sexo será o assunto de uma história". "Podemos falar dos primeiros momentos de uma preocupação, dúvidas sobre o assunto, mas não exatamente de sexo", afirmou.






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4 fotos famosas que registraram a História do século XX


Vitória, sofrimento, dor, amor. Ao longo do século XX, fotografias registraram os acontecimentos mais importantes pelos quais a humanidade passou. Algumas ficaram marcadas em nossa mente, como a imagem de Albert Einstein mostrando a língua, já discutida aqui no História sem Fim. Mas o gesto inesperado do cientista não foi o único momento imortalizado nos últimos tempos. Nesta lista, você confere outras quatro fotografias que registraram fatos importantes do século XX. Confira e conte para nós: qual sua preferida?

 1. Um beijo na Times Square (1945)

Reprodução
Repleta de mistérios, esta fotografia foi imortalizada pela revista “Life”. Uma das hipóteses é que, durante o anúncio do término da Segunda Guerra Mundial e dos ataques contra o Japão, em 14 de agosto, o fotógrafo Alfred Eisenstaedt registrou o marinheiro beijando a jovem mulher de vestido branco. O marinheiro possivelmente estava passando quando viu a enfermeira na rua e a agarrou.
2. Execução do guerrilheiro vietcong (1968)

Reprodução
Premiada internacionalmente, esta foto é um ícone do episódio que ficou conhecido como “Ofensiva de Tet”, durante a Guerra do Vietnã (1959-1985). Mostra o general Nguyen Ngoc Loan, da polícia sul-vietnamita, e um prisioneiro vietcongue Nguyen Van Lém. A execução, registrada pelo fotógrafo Eddie Adams, foi justificada com o argumento de que o prisioneiro também havia matado muitas famílias. A imagem se transformou em um símbolo para os pacifistas que lutavam contra a brutalidades e a violência gratuita presente em conflitos armados.
3. Os Beatles atravessando a Abbey Road (1969)

Reprodução
Uma das imagens clássicas da História da Música, feita em 8 de agosto de 1969 pelo fotógrafo escocês Iain Macmillan. A anedota é que os caras de Liverpool ficaram oito minutos posando para a foto em frente ao estúdio onde gravaram o disco estampado pela imagem. ”Vamos tirar logo a foto e sair daqui, deveríamos estar gravando o disco e não posando pra fotos idiotas”, teria dito Lennon. A imagem estampou o penúltimo disco, que guardou clássicos como Because, You never give me your money e Something.
4. Massacre da Praça da Paz Celestial (1989)

Reprodução
Eternizada pelo fotógrafo Jeff Widener, a imagem mostra um jovem solitário desarmado diante de uma fileira de tanques de guerra na Praça da Paz Celestial (Tian’anmen, para os chineses). Após a morte do líder comunista Hu Yaobang, mais de 100 mil estudantes pacifistas saíram às ruas de Pequim, protestar a favor da liberdade e da democracia. A repressão foi a resposta do governo chinês, que enviou o exército para coibir os manifestantes, deixando mais de 800 civis mortos. Em meio a tudo isso, um jovem, com identidade desconhecida até hoje, enfrentou o governo e assumiu o primeiro plano de uma das imagens mais conhecidas do século. A revista Time elegeu o homem do tanque, como ficou conhecido, como um dos mais influentes do século XX.
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