Após greve, UFPR divulga o calendário de reposição das aulas


A Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulgou nesta segunda-feira (17) o calendário de reposição das aulas. A rotina acadêmica foi suspensa em 17 de maio, com a adesão dos professores ao movimento nacional de greve, e retornou parcialmente nesta segunda, nos cursos de Direito e Psicologia.

De acordo com a universidade, o ano letivo terminará em março e não haverá reposição aos sábado, domingos e feriados.

  Pelo calendário, nos cursos com disciplinas anuais, as aulas retornam nesta terça-feira (18) e seguem até 21 de dezembro. Haverá um recesso até 20 de janeiro e, desta forma, o ano letivo de 2012 terminará em 2 de março de 2013.

  Na avaliação da estudante Thamires Bonatto, do segundo período do curso de Arquitetura e Urbanismo, dentro do possível, o calendário agradou os alunos.

“O ideal seria que não precisasse, mas, pelo o que os professores falaram, vai dar para recuperar todo o conteúdo”, disse. A estudante destacou que, mesmo sendo anual, o curso tem diversas disciplinas com muito conteúdo e que este calendário mais amplo foi bom. “E eles deram esse recesso de um mês que ninguém esperava”, acrescentou Thamires.

Para os cursos com disciplinas semestrais, há pequenas diferenças. O reinicio também ficou estipulado na terça-feira, porém, o primeiro semestre terminará em 17 de outubro. As aulas inerentes ao segundo semestre começarão em 29 de outubro e seguem até 16 de março.

“Depois de quatro meses de greve, é o único jeito, não tem muito que fazer”, disse a universitária Ana Letícia Novacki que está no sétimo período de Engenharia Ambiental. Como está no fim do curso, a estudante lembrou que alguns colegas podem ser prejudicados, especialmente, aqueles que ingressaram no mestrado.

Ela espera, contudo, que a mobilização dos professores, de quase quatro meses, tenha sido válida para a melhoria da qualidade de ensino. "Se esse é o único jeito de o governo ourvir", comentou Ana Letícia.
A universidade informou também que alguns professores terminaram as atividades do primeiro semestre. Nestes casos, as aulas voltam na segunda-feira (24).

UTFPR
No caso da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) o reitor Carlos Eduardo Cantarelli emitiu uma deliberação que revoga o ato que suspendeu, por conta da greve, o calendário acadêmico. O Conselho Universitário deve se reunir em 5 de outubro para definir o novo calendário.

A universidade tem 12 campi, sendo que apenas o de Guarapuava, na região central do estado, não aderiu à mobilização. De acordo com a UTFPR, em oito campi as aulas já retornaram. Nos campi de Campo Mourão e de Curitiba, as atividades devem voltar na segunda-feira (24) e, em Toledo, apesar da determinação do comando nacional de greve para cancelar a mobilização, não há data prevista.

Unila
Na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) informou que o reinício das aulas ocorrerá na quinta-feira (20). A definição do calendário de reposição deve ocorrer em reuniões marcadas para quinta-feira e na sexta-feira (21).

G1
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São Miguel: No último domingo, Prefeito, Galeno Torquato, reuniu multidão em solidariedade a Dario e Salismar.


Mesmo sem presença dos candidatos à Prefeitura de São Miguel, Dario Vieira e Salismar Correia, o Prefeito, Galeno Torquato, e os candidatos a Vereadores da Coligação "São Miguel de Todos" realizaram um grande comício na noite deste domingo (18) no bairro Maria Manuela, em evento histórico na cidade e de grande repercussão, inclusive pelo número de adesões presentes.

A manifestação espontânea da população deixou claro que as perseguições impostas a Dr. Dario pelos integrantes da oposição não o prejudicam, pelo contrário, só fortalecem ainda mais a sua postulação.

Também ficou nítido que caso seja necessário substituir o nome de Dr. Dario na chapa majoritária, o povo micaelense deverá continuar apoiando a Coligação "São Miguel de Todos". Mostra disso foi a aclamação à presença de Edinalva Vieira, esposa de Dario Vieira, em palaque. 

Durante os discursos, todos acompanharam os pronunciamentos dos candidatos a Vereadores e do Prefeito, Galeno Torquato, que destacou os investimentos feitos no bairro pela sua administração, além de alfinetar representantes da oposição que querem, a todo custo,  denegrir a sua imagem. Ele ainda pediu aos adversários que respeitem o povo e o município de São Miguel, já que não é um local abandonado e descuidado como gostariam. 

Galeno frisou a ausência constante da candidata à prefeita na cidade e que esta se mostra somente no período eleitoral sem nunca ter desempenhado um trabalho no município, a exemplo do seu candidato a vice-prefeito também.

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Bancários de todo o país e metalúrgicos do ABC aprovam greve para terça-feira


Bancários de todo o país e metalúrgicos do ABC paulista prometem entrar em greve nesta terça-feira, por tempo indeterminado, reivindicando reajustes acima da inflação. Os metalúrgicos, que pedem aumento de 8%, esperam que 46 mil dos 105 mil trabalhadores da base cruzem os braços. Já os bancários, que pedem um ajuste de 10,25%, esperam que o movimento grevista tenha uma adesão semelhante à do ano passado, quando 10 mil dos 18 mil pontos de trabalho, entre agências e prédios administrativos, paralisaram suas atividades.

De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), dos 127 sindicatos filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo de Finanças (Contraf-CUT), 122 aprovaram a greve a partir desta segunda-feira, incluindo os do Rio, Niterói e São Paulo. Além do reajuste acima da inflação, a categoria reivindica piso salarial de R$ 2.416,38 e participação sobre lucro de R$ 4.961,25.
— Desde o dia 5 enviamos uma carta à Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) dizendo que este era o nosso calendário. Como a Fenaban sequer respondeu, foi deflagrada a greve — afirmou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
A Fenaban informou que depois de ter apresentado a contra-proposta de reajuste de 6% aos trabalhadores, no início do mês, esperava que os trabalhadores indicassem quais pontos estavam em desacordo, para que pudessem levar as reivindicações aos bancos.
— Esperávamos que eles dissessem o que estava faltando na proposta. Estamos à disposição para continuar as negociações para a convenção coletiva que definitivamente é a melhor do país — disse o diretor de negociações trabalhistas da Fenaban, Magnus Apostólico.
Cordeiro diz que os bancos têm condições de oferecer reajustes melhores que o de outros setores. Segundo ele, os executivos dos bancos estão recebendo aumentos da receita distribuída, de até 9,7% no mesmo período, o que indica que as instituições estariam capitalizadas.
— Outros setores tiveram reajustes reais de até 5% neste ano, de acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos). Por que o setor bancário, que tem os maiores lucros, não pode dar aumentos maiores? — indaga Cordeiro.
Já no ABC paulista, entram nesta terça-feira em greve os metalúrgicos das empresas que ainda não atenderam a principal reivindicação da categoria: aumento de 8%. Isso significa que cerca de 46 mil dos 70 mil trabalhadores da base em campanha salarial devem cruzar os braços. Os 35 mil trabalhadores nas montadoras não participam da campanha neste ano porque, em 2011, fecharam acordo válido por dois anos e que equivale aos 8% reivindicados em 2012.

O Globo
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Nova queda de sinal da TIM será incluída em investigação do MP


A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Curitiba vai investigar a queda de sinal da operadora TIM neste domingo (16) na capital. De acordo com o órgão, a nova falha será anexada ao procedimento aberto no último dia 10, que investiga outra falha semelhante, onde foram registrados problemas em ligações e transmissão de dados da operadora no dia 30 de agosto.

A operadora informou via assessoria de imprensa que a TIM ainda não foi notificada oficialmente e está à disposição do órgão para esclarecimentos. O caso será incluído na ação civil pública n°40419/2012 ajuizada pelo Ministério Público do Paraná no dia 6 de agosto, que apura problemas na qualidade nos serviços prestados pela TIM. A empresa alega que uma falha técnica pontual ocasionou o problema neste fim de semana.
É a segunda vez em menos de 20 dias que usuários da TIM amargam ausência de sinal em seus equipamentos. No grupo “TIM sem sinal” na rede social Facebook inúmeras queixas de usuários foram publicadas neste domingo, como impossibilidade de efetuar ligações, enviar SMS e uso do serviço 3G.
Ressarcimento
Questionada pela Gazeta do Povo se haverá ressarcimento dos clientes lesados, a empresa foi esquiva e se limitou a dizer que “a TIM estuda a melhor forma de minimizar os impactos causados aos seus clientes da região de DDD 41, em razão dos desequilíbrios técnicos ocorridos no último domingo (16/09), tendo como métrica as determinações do órgão regulador. A empresa reitera que tem a satisfação dos consumidores e a qualidade da sua rede como prioridades estratégicas. Tanto que, até o fim deste ano, terá investido R$ 95 milhões no Paraná para melhoria e ampliação da sua infraestrutura local”.
Punição
A operadora foi penalizada em julho deste ano pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pelos frequentes problemas enfrentados pelos consumidores em 18 estados, incluindo o Paraná. A TIM também é suspeita de derrubar ligações efetuadas pelo plano Infinity, onde o usuário paga apenas pela ligação não havendo limite de tempo para o uso.
gazeta do povo
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PP vendeu apoio ao PT, segundo relator do mensalão


O relator do processo do mensalão (Ação Penal 470) no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, disse nesta segunda-feira (17) que “não há dúvida da compra de votos a essa altura do julgamento” pelo governo federal no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de parlamentares no Congresso Nacional. Para ele, o Partido Progressista (PP) só aderiu à base aliada depois de ter firmado um acordo financeiro para receber recursos do Partido dos Trabalhadores (PT).

Com base em depoimentos, Barbosa lembrou que o PP apoiou, na eleição que sagrou o ex-presidente Luiz Inácio da Silva vitorioso, o então candidato do PSDB, José Serra. O relator disse que a ida do PP para a base do governo se consumou a partir de meados do ano de 2003, com o pagamento do mensalão.

O julgamento foi suspenso e será retomado na próxima quarta-feira (19) com a continuação do voto de Barbosa sobre a compra de votos, agora analisando as situações do PL (atual PR), PTB e PMDB.
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Relembre os paranaenses envolvidos e os que investigaram o esquema
O ministro Joaquim Barbosa se valeu de depoimentos de integrantes do próprio PP, como o ex-líder José Janene (PR), já falecido, que admitiu que a cúpula do seu partido firmou um acordo de "cooperação financeira" com os dirigentes do PT. O partido recebeu R$ 4,1 milhões do esquema operado pelo publicitário Marcos Valério. "Não havia qualquer razão para esse auxílio do PT ao PP, senão o fato de ter aderido à base do governo em meados de 2003", ressaltou o relator.
Para Barbosa, Pedro Henry (PP-MT) e Pedro Corrêa (PP-SP) receberam recursos do "valerioduto" em razão dos cargos de deputado que ocupavam em 2003 e 2004 com o objetivo de influenciar os votos do partido no sentido de apoiar as propostas de interesse do governo Lula. Henry, que ainda é deputado, e Corrêa, ex-presidente do partido, receberam vantagem indevida numa prática que se enquadraria dentro da acusação de corrupção passiva.
"Como se nota em todo o contexto evidenciado dos autos, não houve qualquer motivo além da fidelidade dos réus Pedro Corrêa, Pedro Henry e José Janene que explicasse o interesse do PT em realizar o repasse ao PP", disse o relator. "Independentemente da destinação dada aos recursos, as provas conduzem à conclusão de que os réus receberam o dinheiro em razão da função parlamentar e em troca da fidelidade do partido ao governo", concluiu.
Crimes
Por conta da descrição do acordo, Barbosa votou pela condenação do deputado federal Pedro Henry (PP-MT) e do ex-presidente do partido Pedro Corrêa pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ele votou ainda pela condenação do ex-assessor ligado ao partido João Cláudio Genu. Também foram considerados culpados dos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha os donos da corretora Bônus Banval, Enivaldo Quadrado e Breno Fischberg.
Processo
Os ministros do começaram a julgar nesta segunda os principais réus do mensalão. Trata-se do chamado núcleo político, que tem como figura central o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, considerado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o chefe da quadrilha.
O relator rebateu indiretamente fala do ex-presidente Lula e argumentos dos advogados de que o mensalão era invenção. "Apesar das defesas afirmarem que o mensalão foi invenção de Jefferson para se defender de propinas nos Correios, percebemos que as acusações feitas pelo ex-parlamentar estão distantes da mera vingança política, embora essa tenha sido a sua motivação inicial", afirmou.
Neste capítulo do julgamento, que deve ser o mais longo e polêmico, os ministros vão abordar a acusação de compra de apoio político no Congresso Nacional através de quatro partidos: PP, PTB, PL (atual PR) e PMDB.
O primeiro a se manifestar é o relator, Joaquim Barbosa, que apresentará seu voto sobre o sexto capítulo da denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF). Nesta etapa são tratados os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro entre os partidos da base aliada do governo de 2003 a 2004.
É o maior número de réus mencionados ao longo da ação - 23 dos 37 de todo o processo. Barbosa informou que deve demorar pelo menos uma sessão e meia para ler seu voto.
Mensalão ou caixa 2?
A análise sobre o suposto pagamento de deputados para votarem a favor de projetos do interesse do governo vai dar a palavra final se o mensalão de fato existiu ou se houve, na verdade, caixa 2 eleitoral – prática que consiste em não contabilizar recursos financeiros usados na campanha, configurando crime eleitoral. A decisão do STF sobre esse capítulo definirá o futuro político de integrantes ligados a cinco partidos políticos.
Em sua acusação, Gurgel defende que o esquema se valeu de dinheiro público para que o PT comprasse os votos de parlamentares para aprovar matérias de seu interesse na Câmara dos Deputados. De acordo com a denúncia, o sistema era abastecido por meio de empréstimos fictícios e lavagem de dinheiro operados pelo publicitário Marcos Valério – conhecido como “valerioduto”. Se prevalecer esse entendimento, as penas variam de um a 12 anos de prisão.
Por outro lado, se for aceita a tese do caixa 2, segundo a qual os recursos em questão foram usados para pagar dívidas de campanhas, ninguém irá para a cadeia. Nesse caso, a única punição possível seria a cassação do mandato dos envolvidos referente à eleição de 2002. Esses mandatos, porém, já se encerraram.
A polêmica em torno da questão já foi manifestada pelo ministro Dias Tofolli, ex-advogado do PT e ex-assessor de José Dirceu na Casa Civil. Na última quinta-feira, durante a leitura do voto, ele disse que, até o momento, o STF apenas comprovou a existência do “valerioduto”, mas nada afirmou sobre a compra de apoio político no Congresso.
gazeta do povo com agências

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