Uma em cada 3 mulheres ignora a conversa depois de 15 segundos


Não é difícil perceber quando alguém não presta atenção no papo. É só reparar nos excessos de expressões como “aham”, “claro” e “entendi”. Sem contar as tentativas de mudar logo de assunto. Mas se você, por acaso, nunca tinha reparado nisso, fique esperto: um terço das mulheres deixa de prestar atenção ainda logo no início, aos 15 segundos de conversa.

Bastante coisa, né? Mas os homens não ficam de fora. Um quarto deles confessou não prestar atenção depois de 10 segundos de conversa.
Os dados são de uma pesquisa do Hidden Care, uma clínica especializada em audição, que entrevistou a população britânica. Eles só deixaram uma falha, não informaram a amostragem da pesquisa.
Ainda assim vale saber quais os assuntos mais deixam as pessoas desinteressadas. Em primeiro lugar aparecem as lamentações. Depois vêm as conversas sobre as novidades da novela, papo sobre si mesmo, trabalho ou sobre suas tarefas domésticas. Portanto, se não você quiser pagar de chato, já sabe sobre o que não falar.
Confessa: você também é do tipo que desliga a atenção quando percebe que o papo é furado?
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Tomar café ameniza dor muscular


Dorflex já era. Se você, por acaso, costuma passar o dia sentado em frente ao computador e, no fim do expediente, sente dores musculares nos ombros e pescoço, esqueça esses remédios convencionais. O melhor negócio é tomar café.

Quem descobriu isso foi um grupo de pesquisadores do Hospital Sunnaas Rehabilitation, na Noruega. Eles convidaram 22 pessoas com dores constantes nos ombros ou pescoço e outras 26 saudáveis para participar do estudo. Desse total, os cientistas recomendaram que 19 deles tomassem café antes de começar o expediente. E, depois de meia hora de trabalho, quem havia tomado café sentiu um alívio nas dores musculares. O “remédio” funcionou com pessoas saudáveis e com quem sofria com a dor crônica.
Mas, calma, não vá passar dos limites. A recomendação dos pesquisadores foi tomar só uma xícara de café antes do trabalho. Eles ainda não sabem explicar qual a ligação entre a bebida e a dor muscular.
Vou ali buscar um copinho de café, só pra comemorar a notícia.
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Íntegra da reportagem de Veja com Marcos Valério. Confira a entrevista fictícia que visa atingir o presidente Lula

Como é uma imagem grande, para não pesar o blog, a íntegra da reportagem de Veja desta semana está aqui.

Chamo sua atenção para um detalhe, que destaquei em amarelo. Há uma frase que não tem prosseguimento. É o único flagrante em que isso acontece. Por que será? Repare aqui e confira lá.

"O medo ainda constrange Marcos Valério a limitar suas revelações a...". A frase não tem prosseguimento na página seguinte, não sei se por deficiência da própria revista ou de uma editada malandra de quem copiou a matéria, tentando esconder o que O Globo revela, em reportagem de hoje, na página 10 de seu Primeiro Caderno:

A revista Veja diz que as afirmações foram feitas a diversos interlocutores. Procurado pela publicação, Valério teria evitado dar entrevista, mas não desmentiu nada.

Mas, se, como informa a Veja, Valério não deu entrevista, como poderia desmentir ou confirmar algo?

É o novo boimate da Veja. Eles inovam, fazendo uma entrevista sem a participação do entrevistado. Um depoimento sem depoente. Ou seja, uma fraude total.


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10 erros que as pessoas cometem em nome da saúde


Comer três vezes por dia, não abusar da gordura e fazer exercícios. Isso parece ser o suficiente para uma vida saudável. Mas preocupar-se com a saúde pode ser uma tarefa bem mais difícil do que se imagina. Por isso, se você deu uma escapadinha da vida saudável, não se preocupe: você não está sozinho. Para ajudar, a SUPER reuniu 10 erros bem comuns cometidos por quem quer cuidar da saúde e acaba fazendo o contrário.
1. Deixar o sono em segundo plano

A ideia: Quem pratica exercícios regularmente e se alimenta bem pode se dar ao luxo de dormir algumas horinhas a menos.
Na prática: A maioria das pessoas precisa de pelo menos sete horas de sono para manter o corpo em funcionamento – e isso não é um exagero. A ciência já provou que dormir pouco pode desencadear uma série de problemas de saúde, como pressão alta, depressão, diabetes e diminuição da resposta do sistema imunológico a vacinas, além de afetar a memória, desacelerar o metabolismo, diminuir a criatividade e prejudicar o aprendizado. Uma vida saudável começa na cama, com uma boa noite de sono.
2. Apostar todas as fichas na academia

A ideia: Para manter uma boa saúde e um corpo saudável, basta pegar pesado nos exercícios. Certo?
Na prática: Errado. Estudos mostram que fazer exercícios regularmente ajuda o sistema imunológico, melhora o humor e dá mais energia. Mas não adianta exagerar nos pesos. Se o consumo de calorias ingeridas diariamente não diminuir, correr uma maratona na esteira não vai levar você a lugar algum. E outra. Malhar geralmente abre o apetite – e aquele pedaço de pizza vai ficar ainda mais apetitoso. Portanto, aliar exercícios ao planejamento nutricional é importante para garantir um bom resultado – seja ele perder peso, ou ganhar músculos.
Além disso, é importante ter limites: pegar pesado demais na malhação pode provocar fadiga, dificuldades para dormir, dores musculares e diminuição da imunidade. O ideal é procurar um profissional que ajude a avaliar o melhor programa de exercícios e de alimentação, mantendo um equilíbrio entre o que é consumido e o que é gasto nas atividades diárias.
3. Ignorar as informações nutricionais

A ideia: Parece tudo muito simples – alimentos naturais são melhores que os não-naturais; tudo que tem menos calorias é mais saudável; orgânico é sempre melhor que industrializado.
Na prática: Você viu essas afirmações em algum lugar, mas certamente não foi na tabela de informações nutricionais. Se você checar os outros dados que vêm nas embalagens, vai perceber que eles revelam bem mais do que o número de calorias por porção.
Um dos mais ignorados (e mais alarmantes) é o sódio, ligado ao aparecimento de doenças como hipertensão, problemas do coração e doenças renais que estão entre os principais problemas de saúde pública do Brasil segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde recomendam que o consumo diário de sódio não ultrapasse 2.000 miligramas. Achou muito? Um pãozinho francês tem, em média, 320 mg de sódio. Não por acaso, a Anvisa publicou um Guia de Boas Práticas, que orienta a diminuição gradativa da substância nesse e em outros 15 alimentos.
4. Pensar que alimentos orgânicos são sempre mais saudáveis

A ideia: Você vê a plaquinha com a palavra “orgânico” e já consegue visualizar aquele tomate em uma fazenda distante, sendo plantado e cultivado com imenso cuidado para preservar todos os nutrientes.
Na prática: Pesquisadores da Universidade de Stanford mostraram que não há muita diferença entre os alimentos orgânicos e os convencionais. Ou seja, nada de tomates saltitantes. Produtos orgânicos são, por definição, cultivados sem o uso de produtos químicos, como fertilizantes e pesticidas – os infames agrotóxicos, que podem fazer mal.
“Mas os alimentos orgânicos serão saudáveis se consumidos dentro de uma dieta balanceada, como acontece com os demais alimentos”, afirma Luana Caroline dos Santos, professora do curso de Nutrição da UFMG. Ela explica que valem as mesmas regras: se tubérculos e cereais convencionais devem ser consumidos com moderação, o mesmo se aplica às suas versões sem pesticidas. Ou seja, não adianta nada se entupir de batata-frita ~orgânica~.
5. Adiar os exames de rotina

A ideia: Quem se alimenta bem, faz exercícios e não fuma não precisa ir ao médico com frequência – afinal, já está fazendo tudo que deveria ser feito.
Na prática: Deixar para ir ao médico somente quando se está doente ou sentindo dores é uma péssima decisão, mesmo para quem mantém hábitos saudáveis. Fazer checkups anuais e buscar conselhos médicos para manter a saúde do corpo é a melhor opção e ajuda a prevenir e diagnosticar o desenvolvimento de doenças em sua fase inicial.
6. Montar sua própria dieta
A ideia: Emagrecer é fácil – é só cortar carboidratos, doces e carnes para ver a mágica acontecer.
Na prática: Não existem fórmulas pré-estabelecidas para o emagrecimento – e, caso existissem, com certeza não incluiriam a exclusão de grupos alimentares inteiros do cardápio. “O grupo de cereais, que inclui pães e arroz, é geralmente o primeiro a ser cortado em dietas – e isso é um erro. Estes alimentos são importantes fontes de energia e não devem deixar de ser consumidos”, explica a nutricionista Aline Cristine Souza Lopes.
A ideia é manter uma alimentação variada, “colorida” e bem balanceada que inclua leite e seus derivados – importantíssimas fontes de cálcio -, os nutrientes, as vitaminas e minerais – ricos em fibras e importantes para regular a digestão e fortalecer o sistema imunológico -, proteínas e, com moderação, as gorduras e açúcares.
7. Acreditar que salada é sempre a melhor opção

A ideia: Almoçar um prato de salada é sempre melhor do que optar por um hambúrguer.
Na prática: Nem sempre. Em restaurantes, a lógica é às vezes é colocada à prova – quem opta pelo lado verde do menu pode não estar fazendo a escolha mais saudável. Não se deixe enganar pela montanha de alface: uma salada acompanhada por frango frito, croûtons (aqueles pedacinhos de pão, fritos ou assados e não muito saudáveis), maionese ou outros temperos, pode ser muito mais prejudicial à saúde do que um sanduíche leve.
8. Substituir a água por outras bebidas
A ideia: Para manter o corpo hidratado, consumir refrigerantes, sucos e outras bebidas é tão eficiente quanto ingerir água.
Na prática: A água não possui conservante, corante, aromatizante e outros vários componentes que podem ser nocivos à saúde, principalmente se consumidos em excesso. Além de causar sensação de saciedade, ela dá ao corpo energia, protege o sistema imunológico e ajuda a previnir dores de cabeça e musculares. Está com sede? Beba água.
9. Consumir doses grandes de vitaminas e suplementos

A ideia: O corpo precisa de vitaminas – e elas são vendidas em potinhos. Uma receita fácil para se tornar saudável, não é?
Na prática: Mesmo se tratando de substâncias necessárias para o bom funcionamento de nosso organismo, o consumo de vitaminas e suplementos alimentares sem orientação médica está longe de ser a opção recomendada. Na verdade, é uma escolha desnecessária na maioria dos casos.
Vitaminas e minerais podem ser obtidos diariamente através do consumo de alimentos. Segundo a nutricionista Aline Cristine Souza Lopes, “a primeira alternativa deve ser sempre a alimentação balanceada – ela é á capaz de suprir plenamente as necessidades do organismo”. O uso de suplementos só é recomendado em casos extremos de deficiências nutricionais e um médico deve ser consultado para avaliação das necessidades específicas do paciente.
10. Esquecer que saúde é um processo
A ideia: Ser saudável significa perder peso – e este é um objetivo conquistado com muito suor e pouco churrasco.
Na prática: Saúde não é medida nos ponteiros da balança. “Muitas vezes as pessoas adotam dietas da moda para se adequarem, de forma imediata, a um padrão. Mas uma vida saudável não é ditada por uma fórmula. É um estilo de vida”, defende a nutricionista Luana dos Santos. Isso significa que não são os números – de calorias cortadas, de quilos a serem perdidos, ou de quilômetros corridos – que vão determinar a qualidade de vida.
O termo que se costuma usar para denominar a lista de alimentos e hábitos que melhor atendem às necessidades do organismo é “plano alimentar”. O nome já entrega: a ideia é que manter-se saudável depende de um planejamento duradouro e pensado em longo prazo. E, para que ele dure, é preciso que esteja alinhado a atitudes que possam se tornar hábitos – nada de receitas milagrosas.
Consultoria: Aline Cristine Souza Lopes, nutricionista, doutora em Saúde Pública pela UFMG e consultora do Nutrition Research; Luana Caroline dos Santos, doutora em Saúde Pública pela USP e professora do curso de Nutrição da UFMG.
Via Huffington Post
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