Defensor público é condenado por chamar faxineira de 'negra, preta e pobre'


O Tribunal de Justiça de Minas condenou no último dia 4 um defensor público aposentado a indenizar uma faxineira em R$ 12.400 por chamá-la de "negra, preta e pobre". O caso ocorreu em fevereiro de 2008, na garagem do prédio onde o aposentado mora em Belo Horizonte.
Segundo o advogado da faxineira, Darli Domingos Ribeiro, as duas partes chegaram a um acordo após a decisão de segunda instância e a cliente recebeu R$ 10 mil ontem. A advogada do defensor público, Caroline Gandra Oliveira, confirmou o acordo, mas não revelou o valor.
De acordo com o processo, a faxineira relata que se aproximou do aposentado para pedir informações sobre o paradeiro da filha que trabalhava no prédio. Sem motivos, o defensor público teria começado a ofendê-la.
A faxineira entrou com a ação na 24ª Vara Cível de Belo Horizonte contra o aposentado em setembro de 2009.
Ainda segundo a ação, o defensor público aposentado contestou as acusações e alegou que apenas se limitou a responder que a filha da faxineira não estava mais no local. Segundo ele, a mulher estava tentando ganhar dinheiro e, por isso, inventou a história.
Em fevereiro de 2011, a juíza Yeda Monteiro Athias considerou que havia provas suficientes e fixou a indenização por danos morais em R$ 7 mil. O aposentado recorreu pedindo a redução do valor a ser pago. A faxineira também apelou pedindo um valor maior.
No último dia 21, os desembargadores da 10ª Câmara Cível do TJ-MG decidiram, por maioria dos votos, elevar o valor da indenização para R$ 12.440.
Em seu voto, o relator Veiga de Oliveira disse que o montante "leva em consideração a proporcionalidade e a razoabilidade, atendendo ao caráter punitivo-pedagógico do dano moral sem configurar exagero nem constituir fonte de renda".
folha de São Paulo
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Ministros votam nesta quinta sobre lavagem de dinheiro no mensalão


  Após os votos do relator e do revisor, os demais ministros do Supremo Tribunal Federal começarão nesta quinta-feira (13) a votar sobre as acusações de lavagem de dinheiro no processo do mensalão. O item já foi analisado nesta semana por Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski. Será a 23ª sessão do julgamento e a primeira a votar será a ministra Rosa Weber.

Segundo a acusação, dez réus tentaram dissimular a origem dos recursos usados no esquema de compra de votos de parlamentares operado por Marcos Valério. Além do grupo de Valério, são acusados nesse item da denúncia da Procuradoria Geral da República os sócios dele e integrantes da cúpula do Banco Rural.
Rosa Weber será seguida pelos ministros Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ayres Britto. Se der tempo de os oito votarem, o Supremo concluirá nesta quinta o terceiro dos sete itens a serem analisados no processo. O próximo tópico será corrupção por parte dos partidos políticos.
O revisor do processo condenou nesta quarta-feira (12) seis réus: além de Marcos Valério, Lewandowski entendeu que os sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz e a funcionária Simone Vasconcelos participaram de crimes. Ele também votou pela condenação da acionista e ex-presidente do Rural Kátia Rabello e do ex-vice-presidente da instituição financeira José Roberto Salgado.
Em seu voto, o ministro absolveu quatro réus: Geiza Dias, ex-funcionária de Valério chamada de "mequetrefe" pela defesa; a ex-vice-presidente do Rural Ayanna Tenório; e o atual vice Vinícius Samarane; além do advogado Rogério Tolentino, também acusados de lavagem.
Na última segunda (10), o relator da ação penal, Joaquim Barbosa, votou pela condenação de nove dos 10 réus - inocentou apenas Ayanna Tenório.

  Ao votar pela condenação da ex-presidente do Banco Rural, Lewandowski argumentou que as provas constantes dos autos demonstram “claramente” a tentativa de dissimular saques fraudulentos.
Para o relator, o Banco Rural ajudou as agências de Valério na ocultação de saques feitos por políticos em agências da instituição. O dinheiro sacado, diz a Procuradoria Geral da República, foi utilizado para o pagamento de propina em troca de apoio político ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso.
"Não há como negar que os réus, dolosamente, em divisão de tarefas próprias de um crime organizado, também fraudaram empréstimos, ocultaram bens, informações e dados, para ocultar proprietários e beneficiários de quantias, como etapa para a real lavagem de dinheiro", disse Barbosa na segunda (10).

Absolvição
Ao absolver Ayanna Tenório, o ministro destacou que a ex-vice-presidente do Banco Rural não conhecia Marcos Valério e seus sócios, Cristiano Paz e Ramon Hollebarch. "Ela não só não participou [dos atos de gestão fraudulenta] como também não tinha ciência do que aconteceu posteriormente [lavagem de dinheiro]".

Quanto a Geiza Dias, que teria realizado, como empregada empresa de Marcos Valério, os saques fraudulentos do Banco Rural, Lewandowski afirmou que ela ara uma "funcionária subalterna" que tinha salário de "empregada doméstica".
"Eu tirei xerox da carteira de trabalho da senhora Geiza Dias. É cargo de assistente financeira. Ela não era gerente e na verdade, este cargo conforme veremos, equivale a um cargo que vulgarmente chamaríamos de secretária. O salário inicial era de R$ 1.100", afirmou.
Até o momento, foram condenados 8 dos 37 réus do processo. Além de Valério e os dois sócios, foram os três da cúpula do Banco Rural, o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha e o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato (veja como cada ministro votou).
G1


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Você conhece o Rude? Ele também se garantiu na Lei Rouanet


Você já ouviu falar do cantor catarinense Rude? Pois é, ele conseguiu que o Ministério da Cultura aprovasse na semana passada um dos mais altos valores de captação de recursos de um projeto na área musical, via Lei Rouanet: 2,7 milhões de reais para fazer sua turnê de 36 shows, gravar um disco “para a divulgação do CD, DVD e da cultura brasileira”.
Por Lauro Jardim
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Aquário do Ceará; os malefícios

Dárdano Nunes de Melo - Téc. em turismo e prof. do IFCe 
O Governo do Ceará como idealizador do projeto tem apregoado que o empreendimento, o maior do gênero na América Latina, será a redenção econômica de Fortaleza, contribuindo para eliminar a pobreza na periferia e no centro, irá gerar 18 mil empregos, vai atrair 1,2 milhões de turistas, e renderá 21,5 milhões de dólares ano. 
A partir de que informações técnicas se chegou a certeza que o empreendimento trará este número de turistas? Cadê o contrato com as operadoras de turismo(primeiro se garante o mercado para depois fazer o negócio)? Que perfil econômico tem estes possíveis turistas para pagar o empreendimento? De onde virão estes turistas? Há linhas internacionais e voôs charters? Haverá sazonalidade de fluxo? Que capacidade de carga turística tem o espaço físico da Praia de iracema para comportar, em períodos de pique, uma demanda de mais de um milhão e duzentos mil turistas? Por que não escolher outra área ainda não qualificada urbanisticamente? E a mobilidade do transito? Com a implosão da demanda como ficará a qualidade e a capacidade do receptivo turístico? Como se chegou a 18 mil empregos se em estudos de empregabilidade hoteleira o fator gerador máximo é de um para oito e o aquário só irá gerar 250 empregos diretos? Que efeito multiplicador econômico(direto ou indireto) leva a uma receita de 21,5 milhões de dólares ano. Qual o benefício social direto e que instrumentos de sócio- economia solidária serão produzidos com esta nova economia. Por que a administração será entregue a iniciativa privada?

O Ibama prende aficcionados por pássaros silvestres por mante-los em gaiolas de ferro e por que não prender o responsável do Aquário por prender peixes em gaiolas de vidro(só porque é governador!)? O Povo pobre de Fortaleza ainda não atingiu a escala que prioriza o lazer e o divertimento em função das outras necessidades já estarem satisfeitas. O Aquário não é para o povo simples de Fortaleza. O turista que tem dinheiro vem dos países ricos e está comprovado que ele prefere o recurso natural e o ecoturismo, o que a natureza já nos presenteou fartamente, inclusive com muito sol.
O projeto não tem sustentabilidade turística, econômica, social ambiental e muito menos legal. O desenvolvimento do turismo mais uma vez foi usado como tapume para esconder o abandono que se encontra a
educação, a saúde, a segurança e a empregabilidade.Que falta faz trezentos milhões de reais nestes setores!

Enviado por Luiz Edgard Cartaxo de Arruda Junior memorialista
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Canindé e Petrônio participam de mais uma mobilização política na cidade do Encanto.


Neste domingo (16), a Coligação "Compromisso com a Verdade" que tem como candidatos à Prefeitura de Encanto, Canindé Costa (Prefeito) e Petrônio Chaves (Vice-prefeito), preparam-se para realizar mais uma mobilização política. 

Desta vez, a concentração será no Bairro Novo Encanto (em frente ao Ginásio de Esportes), a partir das 17 horas, e em seguida,
 saírão em carreata/passeata pelas principais ruas da cidade com destino ao Bairro Rua Velha (em frente a Escola Adolfo Fernandes), local que acontecerá um grande comício.

Segundo informações da Assessoria de Comunicação dos candidatos oposicionistas, a campanha de Canindé e Petrônio vem se destacando pelo crescimento contínuo. Adesões e apoios de lideranças políticas e líderes comunitários estariam sendo o grande marco da caminhada desses dois trabalhadores, que já estão lutando por um "Encanto melhor" para sua população.  

A conferir.
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