Lewandowski condena Valério e mais cinco por lavagem de dinheiro


O ministro revisor do processo do mensalão (Ação Penal 470) no Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski , votou pela condenação de seis réus nesta quarta-feira (12) pelo crime de lavagem de dinheiro: Marcos Valério, Kátia Rabello, José Roberto Salgado, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz e Simone Vasconcelos. Ele entendeu que todos trabalharam para ocultar os verdadeiros destinatários de saques realizados no Banco Rural e dar aparência de legalidade na movimentação financeira entre a instituição bancária e as agências de publicidade de Valério.

Por outro lado, ele inocentou quatro outros réus neste item, o quarto da denúncia do Ministério Público Federal (MPF). Para Lewandowski, não há provas de que Geiza Dias, gerente da agência de publicidade do empresário, e a ex-diretora do Banco Rural Ayanna Tenório, o também ex-diretor Vinicius Samarane e Rogério Tolentino, advogado do empresário, participaram do esquema.

O voto é divergente da posição adotada pelo relator, ministro Joaquim Barbosa, que havia votado na segunda-feira (10) favoravelmente pela condenação de Kátia Rabello, Marcos Valério e outros sete acusados. Barbosa inocentou apenas Ayanna.
O julgamento será retomado nesta quinta-feira (13), com mais uma manifestação de Barbosa e, em seguida, o início dos votos dos demais ministros do STF.
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Relembre os paranaenses envolvidos e os que investigaram o esquema
Lewandowski disse que o MPF conseguiu comprovar, por meio de "centenas de documentos", a clandestinidade das operações. O revisor citou o laudo do Instituto Nacional de Criminalista da Polícia Federal, que faz menção expressa do envolvimento do publicitário e dos sócios dele. "Acho que está bem claro que Marcos Valério foi um dos artífices de toda essa trama", destacou.
Para o revisor não há provas de que as quatro pessoas inocentadas tinham envolvimento com o grupo. Lewandowski disse, por exemplo, que Geiza Dias era "absolutamente subalterna" e que ganhava pouco mais de R$ 1.000. "É o salário hoje de uma empregada doméstica", diz o ministro. E completou: "Quem lava dinheiro, quem pratica o crime de branqueamento de capitais, age às escondidas e não usa e-mail corporativo, não manda beijos e abraços, não se coloca a disposição para esclarecimentos adicionais", disse.
A sessão
No início da sessão desta quarta, o advogado de Rogério Tolentino contestou, em plenário, a condenação de seu cliente, por Joaquim Barbosa. Segundo ele, a condenação se deu com base em uma operação de empréstimo que está em outro processo. Esse processo, sustentou o advogado, está na Justiça de Minas Gerais e não é de competência do STF. Cabe agora a Barbosa avaliar a proposta do advogado de defesa.
Barbosa, relator do processo, criticou durante a sessão o delegado da Polícia Federal Luiz Flávio Zampronha por ter concedido entrevistas à imprensa em que cobrava providências para a instrução da ação penal. Zampronha, que presidiu as investigações do mensalão chegou a dizer em uma das entrevistas que não há provas para condenar uma das rés do processo, Geiza Dias, ex-gerente da SMP&B, empresa de Marcos Valério.
Divisão
Este é o quarto item da denúncia apresentada em 2006 pelo Ministério Público Federal (MPF). Segundo a acusação, os réus do núcleo financeiro e do núcleo publicitário se uniram para montar um “sofisticado mecanismo de branqueamento de capitais”, que permitia a distribuição de dinheiro do chamado mensalão sem deixar vestígios.
O MPF diz que o esquema entre o Banco Rural e o grupo do publicitário Marcos Valério começou ainda em 1998, durante a campanha para o governo de Minas Gerais, o que foi chamado de “mensalão mineiro”. O esquema consistia na emissão de cheques pelas empresas do publicitário Marcos Valério para pagar supostos fornecedores, quando, na verdade, os valores iam para as mãos de políticos.
A defesa dos réus alega que não houve lavagem de dinheiro porque todos os saques eram identificados com assinaturas e recibos. O Ministério Público sustenta que as assinaturas serviram apenas para o controle de Marcos Valério, e que os verdadeiros destinatários dos saques nunca foram informados ao Banco Central.
O julgamento
Até agora, o STF analisou apenas dois dos sete capítulos da denúncia, condenando cinco réus por desvio de dinheiro público (Capítulo 3) e três por gestão fraudulenta de instituição financeira (Capítulo 5).
Relativo ao Capítulo 3, foram condenados o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) – corrupção passiva, peculato (pelo contrato firmado entre a Câmara dos Deputados e a SMP&B) e lavagem de dinheiro; os publicitários Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach – corrupção ativa e dois crimes de peculato; e o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato – corrupção passiva, dois crimes de peculato e lavagem de dinheiro;
Já em relação ao Capítulo 5, os réus condenados foram a ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello, o ex-vice-presidente da instituição financeira José Roberto Salgado e o atual vice-presidente do banco, que, na época dos fatos era diretor, Vinícius Samarane.
Os únicos réus absolvidos até agora foram o ex-ministro da Comunicação Social da Presidência da República Luiz Gushiken e a ex-dirigente do Banco Rural Ayanna Tenório.
gazeta do povo com agências

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Bancários ameaçam fazer greve nacional a partir de terça-feira (18)


A Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), entidade filiada à CUT (Central Única dos Trabalhadores) que reúne sindicato dos bancários de vários Estados, anunciou nesta quarta-feira (12) que a categoria iniciará uma greve nacional a partir da próxima terça-feira (18). 


Segundo a Contraf, os bancários realizaram assembleias em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, entre outras cidades, e decidiram paralisar, caso a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) não aumente a proposta de reajuste salarial. Os sindicatos, entretanto, farão assembleias na segunda-feira (17) para avaliar se, de fato, a categoria irá paralisar.
Os trabalhadores exigem reajuste de 10,25% --5,25% para recompor a inflação e 5% de aumento real--, além de outras reivindicações. De acordo com a Contraf, a proposta patronal foi de 6% --0,58% de aumento real.
A categoria reivindica ainda aumento na PLR (Participação nos Lucros e Resultados), de três salários mais R$ 4.961,25; piso salarial de R$ 2.416,38; vales alimentação e refeição de R$ 622; plano de cargos, carreiras e salários para todos os bancários; auxílio educação; fim das terceirizações; e jornada de seis horas, entre outras demandas.
 
A reportagem ligou para a assessoria da Fenaban, mas ninguém atendeu. A entidade também foi contatada via email sobre a qual será a posição da Fenaban a respeito da greve.
UOL
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Charges do dia - zéééé..
















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JOEL CORDEIRO VENCE O DEBATE NA " ÓTV"

Foi realizado na noite desta quarta-feira(12/09), o segundo debate entre os candidatos a prefeito da cidade de Colombo. O candidato que teve um melhor desempenho e falou a "língua do povo", foi Joel Cordeiro ( PSD), Joel manteve a linha de ataques usada no primeiro debate, fez novas revelações dos bastidores do poder. O atual vereador e candidato Joel  Cordeiro, foi ironizado pelo candidato José Vicente, que disse : " vereador  por 12 anos com apenas 3 projetos ". 
Quem diria Joel ??  dos 12 anos, 8 só servindo !!! Agora serve de Bobo da corte ??
A candidata Beti Pavin , participou do debate de forma tranquila, respeitou os demais candidatos e foi respeitada pelo seu conhecimento e experiência.

MAS O NOVO  JOEL CORDEIRO REAGIU  E .......  DISPAROU NAS REVELAÇÕES !!

Entre a questões debatidas, os candidatos falaram de seus projetos de atuação nas áreas da educação, saúde, segurança, esporte, transporte, creches e limpeza pública. 
Joel Cordeiro, cobrou do candidato do prefeito, José Vicente, uma explicação sobre aplicação dos 212 milhões de reais arrecadado no ano de 2012 e porque esse dinheiro não é aplicado como deveria ser .
O candidato Zé Vicente, respondeu afirmando que está afastado da prefeitura a quase 4 anos, mas cometeu um gafe em afirmar que já é uma cultura desviar 30 % dos recursos, antes de chegar nas mãos da população. 
Essa afirmação levou o candidato Joel Cordeiro a " LOUCURA ', e disse que na sua administração esse percentual que hoje é desviado, será aplicado na saúde.  "O candidato do prefeito admite o desvio de 30 %, disse Joel. 


Joel Cordeiro, também disparou contra Rose Cavalli, lembrando que a mesma ainda é a atual vice-prefeita da cidade. Rose Cavalli explicou-se dizendo que como "vereadora fez um bom mandato, mas como prefeita ?? "nunca assumi a prefeitura por um dia se quer", destacou Rose.

A sede de justiça ou de vingança de Joel Cordeiro, não parou, inclusive fez afirmações que existem grupos ligados a prefeitura de Colombo que são beneficiados em licitações públicas. Essa é uma acusação grave !! 
Joel Cordeiro disse também  que " existe máquinas terceirizadas que estão quebradas, mas a prefeitura continua pagando". Outra revelação de Joel é que enquanto o prefeito J. Camargo, participa de churrascos com empresários do transporte coletivo, a situação no setor se agrava. Sobre a "Usina de Asfalto", Joel falou que o asfalto produzido por ela é mais caro,  e que muitos contribuintes, pagam o asfalto ,  e acabam morrendo sem ver os trabalho  realizado.

No apagar das luzes do debate, o candidato Zé Vicente, explicou os 30% desviados, citando casos como o mensalão. Será que  Zé pode ter dado um tiro no pé ??, pois o seu maior partido aliado é o  PT , e justamente o PT é o partido com maior números de pessoas envolvidas no esquema do mensalão, inclusive o ex-presidente Lula. Lula foi citado por Marco Valério, como sendo o chefe do esquema.

Ainda bem que o Zé  lembrou de explicar a gafe , pois não acabaria bem essa afirmação de desvio de 30%!!
Olha Zé ! tem coisas que é melhor nem tentar explicar, pois complica ainda mais. Nada que uma visita no oftalmologista do Helder , não resolva !!!.



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Jingle Luizianne Lins em 2004

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