Fortaleza: O Voto e as Eleições

Escrito por Lila Dourado - Blog Que roupa vestirei
A História, o Voto e o Futuro são Livres
Às vésperas das eleições, os poderes se articulam, através das representatividades dos estados. As conquistas democráticas, o papel da imprensa e o pensamentro crítico do cidadão, passam a ser alvo de revisionismo, questionados e criticados por alguns seguimentos de poder.
No momento,constatar o óbvio é engatar a marcha da contra-mão da História. É como se algumas "verdades", não pudessem ser questionadas.
Há algum tempo atrás... o músico Cazuza, indagou: "Que país esse?"

Hoje,ainda são muitos os que fazem esta reflexão,mesmo sabendo que este país se chama Brasil. Terra de um povo cheio de garra, capaz de levantar-se e continuar sorrindo,após enchentes,queimadas,epidemias e desemprego. O povo nordestino sofre com o solo seco, enquanto muitos enriquecem com a in dústria das sêcas, em regiões com grandes lençóis de água.Mesmo com tantos problemas, vivemos numa terra cercada de mar e bela por natureza.
No período eleitoral,parece que vivemos no inferno...com tantos problemas apresentados e as falsas promessas apresentadas na TV.Cada cidadão pode observar a "Montagem do Circo",assistir a apresentação dos espetáculos, através dos programas eleitorais e criar sua própria versão da história.Nela, não precisa ter vilões, nem mocinhos, os personagens são reais e capazes de construir uma história diferente.Nessa história, a saúde, a educação e a segurança, são direitos de todos  e as desigualdades sociais foram de fato diminuidas e não simples propostas de candidatos, em campanha eleitoral.Quem sabe assim, num futuro bem próximo ,nossos filhos não precisem ficar indignados com palhaços surreais, capazes de transformar o nosso município,estado e país em picadeiro de circo.É neste contexto, que a platéia torna-se alvo dos artistas vilões, que usam das habilidades e estratégias possíveis, para torná-los fantoches e marionetes, deixando-os "Tiriricas" da vida.
Se no século 20, acreditávamos num mundo dividido nas ideologias, de esquerda e direita.O século 21, abriu novas perspectivas. Muitas conquistas foram feitas em defesa do ser humano e das liberdades democráticas.Por isso, não podemos permitir que estas conquistas sejam ameaçadas, com o engodo de que a queda do muro de Berlim, significa a junção de todo o pensamento político ,numa só corrente.
Desde a antiguidade, os que detém o poder, tentam impor a massa da população seus pensamentos.Para isso, usam a máquina administrativa, articulam-se te todas as formas possíveis, para garantir a manutenção do poder e alargar os braços territóriais da política coronelista,sob o disfarce da competência e da modernidade política.Assim, seguem como corruptores,sem critérios políticos ou ideológicos,aliando-se aos mais diversos partidos, tentando ludibriar o povo,com a mostra do "Espetáculo da Salvação".A vontade do poder é  grande, vai além do perspectivismo e de suas ramificações.Por isso,muitos candidatos retroscedem politicamente, como inquisidores medievais,constroem fogueiras para tentar queimar o opositor da pior forma possível. Seguem ferindo os princípios da ética política e democrática, ao negarem ao povo o direito de ver o que é real e o que é imaginário. A liberdade de escolha e expressão do povo torna-se ameaçada.
Por isso, faz-se necessário não só reavaliarmos os nossos passos.Mas, principalmente questionarmos a nossa responsabilidade no que fizemos, no que estamos vendo e no que queremos daqui pra frente.
Precisamos abrir nossos armários, não somente pra retirar lençóis,cobertores e roupas para os muitos desabrigados desse país.Precisamos colocar neles " vestes" com uma nova linhagem.Que nos proporcione,conforto e dignidade.
Sei que ouviremos alguém dizer"político é político ...é tudo igual",como quem diz:" roupa é roupa,tanto faz vestir uma, como outra" .Mas, sabemos que não é verdade.Não podemos entrar nessa. Muitos dos nossos heróis morreram, outros tiveram destinos diferentes e alguns sobreviveram .Mas, nós estamos vivos e precisamos nos unir cada vez mais, em nome da democracia que conquistamos, em prol da diversidade e da pluralidade política.
Aceitar o que nos impõem é retroceder e acreditar na antiga política "Café com Leite". Sejamos heróis de nós mesmos.Salvemos a dignidade  política nacional, através da arma que possuimos, o Voto.Fruto de muita luta, suor e lágrima. Alimentemos em nós, a vontade de um tempo
novo e diferente pra nós e nossos filhos.Sejamos condutores
responsáveis ,dessa nave chamada Brasil.
Não podemos ficar bravos, com o fato do voto ser obrigatório. Precisamos sorrir por essa  conquista e por sabermos que nossa pátria é bela, musical e cheia de esperança.Votemos com fé, confiança e vontade.Apostemos na garantia do que conquistamos e em novas possibilidades,que garantam  a melhoria de vida para todos.É observando o histórico político, as propostas e ações dos candidatos, que poderemos fazer a escolha certa.
Não podemos esquecer...através do voto, alguns países tornaram-se reféns de ditaduras, onde o povo, a arte, a ciência, a educação e a imprensa, ficou à revelia de um só partido,sem vez ou voz, como nos países sob o regime ditatorial.
Conquistamos a cidadania,  somos seres pensantes e  como tal, podemos votar e eleger quem queremos, não podemos nos deixar levar pelas ricas campanhas publicitárias  e pelos programas produzidos por agências de publicidades milionárias ,transmitidos diariamente em doses sufocantes na TV.Não podemos permitir, que esta overdose nos torne tolos. As imagens veiculadas nos programas eleitorais,são de que moramos no caos e estamos em total desamparo e que elegendo o candidato X ou Y iremos solucionar todos os problemas ligados a habitação, saúde, educação, moradia,trabalho, violência...votando "neles"viveremos felizes para sempre!
É a velha história...o poder é bom e muitos  agem com destreza, com os instrumentos possíveis e impossíveis,para garantir a escalada.
Os programas partidários, no geral nos mostram propostas milagrosas,sem nenhum conteúdo ideológico, um verdadeiro festival de curta,onde leva o prêmio, quem usa as melhores técnicas e efeitos audiovisuais.
Vivemos numa democracia e o voto é fundamental instrumento de participação,expressão e manifestação ativa do nosso povo.
Sejamos bons  filhos dessa Pátria Mãe Gentil, ajudando nossos irmãos a acordarem dessa letargia e assim como Montesquieu, precisamos descobrir a semelhança das coisas diferentes e a diferença das coisas semelhantes!
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NO DIA EM QUE O POVO ACORDAR !!! COLOMBO VAI MUDAR !!!

Não há dúvida: Em tempo de eleição é preciso uma mão que incentive. Controversa,ou não, será   ??tentaram promover um "pão com circo " no Bosque da Uva ??, se tentaram, não deu certo !!

Promover um show em época de campanha eleitoral é um tiro no pé dos organizadores  ??
É só em  "Combis", mas  vão que vão. Mas quem apresentou  o show foi  Osni Mendes ?? E os políticos  ?? Mas deixemos esta discussão para outra hora. 

Aqui, meu aplauso para a extrema agilidade do povo que dá o parecer nos processos judiciais. Sim, porque tem os carimbadores oficiais, que ficam lá: este pode, este não pode, este pode, este não. Parece peça de teatro !!  O processo vai andando, tanto os processos eleitorais como os criminais !!  Como vai acabar ? 

O DIA EM QUE O POVO ACORDAR !! COLOMBO VAI MUDAR E OS GOVERNANTES NÃO CONSEGUIRÃO DORMIR !!
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Russomanno muda tom e elogia Bilhete Único Mensal de Haddad

Antes crítico da proposta petista de criar o Bilhete Único Mensal, o candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, afirmou nesta terça-feira, 4, que adorou a ideia que é uma das principais bandeiras da campanha do adversário Fernando Haddad (PT). A mudança de tom ocorreu após o ex-deputado ter sido criticado pelo petista, que o cobrou de não conhecer as finanças da cidade. Os dois protagonizaram no debate RedeTV/Folha da última segunda-feira, 3, um confronto direto no qual Haddad questionou Russomanno sobre suas contrariedades à proposta.
Um dia após o candidato petista apresentar seu programa de governo, em 13 de agosto, Russomanno criticou o Bilhete Único Mensal, proposto por Haddad, e disse que seu partido não trabalha com "obras faraônicas". O candidato afirmou que o projeto vai além das condições financeiras da cidade e prometeu respeitar o orçamento municipal.
Russomanno, no entanto, voltou a pedir ao ex-ministro que prove a viabilidade da proposta. Disse que, se for viável, será o primeiro a implantar o Bilhete Único de Haddad. Ele também negou desconhecer as finanças municipais.
"Não (demonstrei desconhecimento). Adorei a idéia, se for viável eu sou o primeiro a implantar.
Só pedi para que ele me apresentasse um estudo de viabilidade e volto a repetir: se houver um estudo de viabilidade e for possível, eu sou o primeiro a fazer, sem problema nenhum", declarou o candidato durante visita ao Mercado Municipal do Ipiranga, na zona Sul da capital.
O ex-deputado repetiu que não pode fazer propaganda enganosa.
Questionado se mudará a estratégia de não revidar aos ataques caso seja mais torpedeado na campanha, Russomanno disse que não: manterá postura, sob argumento de que não quer baixar o nível do debate. Para ele, não é questão de calar e consentir.
"Se eu for alvo de ataques, eu não vou responder, eu não vou baixar o nível da campanha. Acho que a campanha tem que ter o mais alto nível", afirmou. "Não é uma questão de calar e consentir. E sim má questão de que, muitas vezes, as denúncias são falsas, são mentirosas, são impróprias, e eu não vou me baixar neste nível. Quem quer fazer campanha de baixo nível, vá procurar outro candidato para discutir, não vai ser comigo". Fonte: Estadão.

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Fortaleza: Tasso aposta em Heitor Férrer

Definitivamente, Tasso não está na campanha de Marcos Cals (já o viu?), isso não quer dizer que nos bastidores o “coroné” não esteja agindo pesado para viabilizar uma candidatura “descolada” de sua rejeição na capital e com algum potencial de retirar os candidatos dos seus desafetos – Luizianne e Cid – da disputa, ou alguém acha que ele esqueceu 2 010 e tá preocupado apenas com os netos e a ampliação do Iguatemi? Pois bem, é aqui que entra o antes “agressivo paladino da justiça e da moralidade” e hoje “mansinho” HEITOR FÉRRER, É NELE QUE TASSO APOSTA TODAS AS SUAS FICHAS, um segundo turno entre Heitor e Moroni é o melhor dos mundos para o galeguim, fica “tudo dominado”, só lembrando: 1. quem contrabandeou Moroni para o Ceará foi Tasso, que o fez Secretário de Segurança e depois seu vice-governador; 2. o empresário Alexandre Pereira, vice de Heitor, era o vice de Moroni na última eleição e; 3. Em 2010, Heitor arrecadou pouco mais de R$ 120 mil, hoje, estima gastar R$ 7 milhões, por “coincidência”, parte de sua estrutura de campanha – publicitários, assessoria jurídica, etc. - trabalhava até dezembro para o PSDB de Tasso. De onde virá o dinheiro? Isso tudo sem falar em Patrícia Saboya, companheira de partido de Heitor e aliada para todas as horas de Tasso. Só para ilustrar, há dois anos, o CORONEL ADAUTO BEZERRA contou ao jornalista Demitri Túlio que foi procurado por Heitor Férrer. “Veio um deputado aqui, tive pena dele.” E continua: “Esse rapaz chegou aqui com um pacotinho de santinhos na mão. Um por um entregando. -Mas Heitor, o que é isso? -Minha campanha é essa, não tenho dinheiro, não tenho nada. Tudo que consegui até agora foram R$ 12 mil. Aí fui e dei uma ajuda pra ele. Esse menino pulou (levanta as mãos), ‘coronel, o senhor me salvou’.” Parece que um “coronel” o salvou novamente, já que hoje, dinheiro parece não ser um problema.
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A obsessão do jornalismo partidário

Desde que o Ibope Inteligência começou a fazer levantamentos sobre o Índice de Confiança Social (ICS), em 2009, a mídia (meios de comunicação) foi a instituição brasileira que apresentou maior queda em sua credibilidade, atrás apenas do sistema público de saúde e das escolas públicas: de 71 pontos em 2009, chegou a 67 em 2010 e atingiu 55 pontos em 2011, vale dizer, 16 pontos a menos (ver aqui).
A queda acentuada de credibilidade da grande mídia não é um fenômeno que ocorre somente no Brasil. O respeitado Pew Research Center for the People and the Pressdivulgou recentemente resultado de levantamento sobre a credibilidade dos treze principais grupos de mídia nos Estados Unidos: nove registraram queda importante. A média positiva, que em 2010 era de 62%, caiu para 56%. Registre-se que em 2002 o índice era de 71%, isto é, 15 pontos percentuais acima (ver aquie, neste Observatório, “Credibilidade jornalística diminuiu, revela pesquisa“).
No Brasil, as razões para a acentuada queda de credibilidade da grande mídia são várias e já tive a oportunidade de tratar da questão em outras ocasiões (ver “Pontos dos Princípios reforçam dúvidas“ e “Ética e credibilidade de uma profissão“). Entre essas razões certamente está a inconteste e fartamente documentada partidarização que passou a caracterizar o “jornalismo político” que tem sido praticado nos últimos anos.
Retomo o assunto a propósito de um episódio certamente menor, mas emblemático.
Jornalismo ou oportunismo partidário
Alguns dos principais jornalões brasileiros estamparam em sua primeira página, na sexta-feira (31/8), a fotografia da presidente Dilma Rousseff lendo a resposta de duas de suas ministras a bilhete que ela mesma lhes mandou em solenidade no Palácio do Planalto, ocorrida na véspera. A foto saiu com grande destaque nas capas de O Globo,O Estado de S.Paulo,Estado de Minas eCorreio Braziliense.
As matérias e colunas relativas à foto, em sua maioria, comentavam o desencontro entre a posição da presidente e o acordo que teria sido sacramentado entre as ministras de Relações Institucionais e do Meio Ambiente e parlamentares visando a aprovação de medida provisória relativa ao polêmico Código Florestal.
Algumas dessas matérias chamaram a atenção para o uso de bilhetes entre a presidente e suas ministras, prática que já foi utilizada no passado pelos ex-presidentes Getúlio Vargas e Jânio Quadros.
O Correio Braziliense, todavia, escolheu aproveitar a ocasião para atacar o ex-presidente Lula. Na capa do jornal está escrito ao lado da foto da presidenta Dilma: “A presidente não apenas é contra a censura como, ao contrário do antecessor, lê jornais”.
Na página interna (5) que trata do assunto, um box assinado pelo editor de política com o título “Uma presidente que lê jornais” diz:
“O mais importante no bilhete é que Dilma reconhece a importância dos jornais impressos, ao contrário do que já afirmaram outros presidentes, incluindo aí o petista Luiz Inácio Lula da Silva. É preciso comemorar a leitura de Dilma”.
Um pouco à frente, prossegue o editor:
“É bom saber que temos no maior posto de comando do país alguém que utiliza informações produzidas pelos jornais impressos para cobrar resultados dos auxiliares. Um ponto a mais para a presidente.”
O alvo é o ex-presidente
No momento em que o STF realiza o julgamento da Ação Penal nº 470 sob intensa artilharia da grande mídia que tem ignorado deliberadamente a presunção constitucional de inocência desde que estourou o escândalo no primeiro governo Lula [cf. Venício A. de Lima, Mídia: Crise Política e Poder no Brasil, Editora Perseu Abramo; 2006], a utilização do episódio do bilhete para atacar o ex-presidente, inclusive insinuando – irresponsavelmente – que ele seria a favor da censura, expressa o grau de partidarização a que chegou o jornalismo político praticado pela grande mídia.
O Brasil talvez seja hoje o único país do mundo onde a oposição sistemática da grande mídia se dirige não à presidente em exercício, mas a um ex-presidente da República. E para isso, além de promover a atual presidente – que o ex-presidente fez eleger – também dela se utiliza para perpetrar os ataques.
Não é sem razão que despenca a credibilidade da grande mídia.
***
[Venício A. de Lima é jornalista, professor aposentado da UnB e autor de, entre outros livros, de Política de Comunicações: um balanço dos Governos Lula (2003-2010), Editora Publisher Brasil, 2012]
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