Senadora Marta Suplicy fala: "José Serra mente. Usou de má-fé no passado e continua com o mesmo expediente. Em janeiro de 2005 poderia pagar todos os compromissos que venciam naquele mês porque dispunha de dinheiro em caixa: R$ 358, 6 milhões, para contas que somavam R$ 267, milhões. Superávit de mais de R$ 91 milhões, segundo constatou o Tribunal de Contas do Município. Mas, como tinha outros interesses políticos, fabricou o caos, deixou de pagar fornecedores, assustou credores, criou situações falsas e filas de gente desesperada à porta da Prefeitura. Mais prova de sua má-fé? Serra arrecadou, até o final de junho de 2005, mais de R$ 7,42 bilhões, e teve despesas de pouco mais de R$ 5,15 bilhões. O restante, mais de R$ 2,27 bilhões, ficou investido no mercado financeiro".
Folha desembarca de candidatura Serra e agora vai de Russomano
| No coração da Folha sai Serra e entra Russomano |
Repare na reportagem de Nelson de Sá como o início do amor é lindo (menos para o Serra, é claro):
À primeira vista, Celso Russomanno e seu marqueteiro, Ricardo Bérgamo, parecem até concordar com o paralelo com Fernando Collor. Um de seus curtos programas --e os de Collor também eram-- chegou a lançar o nome do candidato na tela com "nn" coloridos, um verde, outro azul. Collor e o marqueteiro Chico Santa Rita, como se sabe, lançaram em 1989 os "ll" em verde e amarelo.
Mas os protagonistas são muito diferentes. Collor, com ira divina, empunhava o estandarte da vingança. Já Russomanno promete conciliação e justiça, soa ponderado, agradável até. Logo de cara, ecoou em sua propaganda o bordão que vem desde o programa "Aqui Agora", quando ele dizia resolver os conflitos com soluções razoáveis para "ambas as partes".
A novidade é que agora ele quer agradar a todas as partes. Por exemplo, declara que "táxi também é um transporte coletivo", portanto, "também deve ser subsidiado". Aliás, "vamos ver de que forma atender a todos os segmentos", como os caminhoneiros, também "transporte coletivo", pois "transportam cheios de mercadoria". Aliás, "sabe quem fez a lei do Dia do Caminhoneiro? Eu".
Sobre o transporte coletivo de fato, "vamos melhorar com ônibus de piso baixo", pois hoje ele é "inimigo dos idosos". Também com "motor atrás, para que o ruído não seja grande", e "ar condicionado". Em outro programa, "vamos ajudar os professores com melhores salários". Também "pagando mais ao médico do que ele ganha no hospital particular" etc.
A lista de promessas é apresentada em meio às pessoas mais pobres, em cenas gravadas de madrugada em pontos de ônibus ou escolas, como Russomanno fazia no SBT e na própria Record. Conversa com elas, dialoga, enquanto a locução bate que é "homem do povo que defende as pessoas", "que fala língua que eu entendo".
Mas com tão pouco tempo, se comparado a José Serra, Fernando Haddad e até Gabriel Chalita, sua ascensão não se explica só por propaganda. O presidente de sua legenda, Marcos Pereira, que antes foi vice-presidente da Record, tem uma explicação melhor, que supostamente ouviu de Lula: para ter chances, um candidato precisa de partido forte, muito dinheiro ou rede de televisão. Com dois, já dá para vencer. [Fonte]
Será que vai dar em casamento ou é só um relacionamento por interesse, para tentar a todo custo evitar uma vitória do PT na capital paulista?
Os que tentam um racha entre Dilma e Lula quebram a cara. Dilma: ‘Ninguém tem o direito de questionar minha fidelidade’
Desde o início do mandato da presidenta Dilma, oposição e mídia corporativa (se não são a mesma coisa) tentam procurar brechas e provocar fendas e rachas na relação entre a presidenta e o ex-presidente Lula. Em vão.
Agora, foi a vez do ex-presidente FHC, aquele de quem todos os candidatos tucanos fogem como o diabo da cruz, avançar o sinal e tentar provocar um desgaste na relação Lula-Dilma, acusando o ex-presidente de ter deixado uma "herança pesada" para Dilma.
Achou que as recentes conversas com a presidenta o autorizavam a tanto. Recebeu uma dura, pronta e firme resposta de Dilma, em nota que publiquei e comentei aqui.
Mas a presidenta resolveu ir além e repicou o tema ontem, diante de jornalistas:
Como não têm nada a fazer, vão continuar tentando. E perdendo tempo. E a aprovação aos governos Lula-Lula-Dilma aumentando. Quem não lê essa linha do tempo perde o caminho e acaba como José Serra, falando sozinho.
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Agora, foi a vez do ex-presidente FHC, aquele de quem todos os candidatos tucanos fogem como o diabo da cruz, avançar o sinal e tentar provocar um desgaste na relação Lula-Dilma, acusando o ex-presidente de ter deixado uma "herança pesada" para Dilma.
Achou que as recentes conversas com a presidenta o autorizavam a tanto. Recebeu uma dura, pronta e firme resposta de Dilma, em nota que publiquei e comentei aqui.
Mas a presidenta resolveu ir além e repicou o tema ontem, diante de jornalistas:
(...) Dilma lembrou que tinha construído uma boa relação com Fernando Henrique, mas achou impróprio ter sua fidelidade ao governo Lula posta em dúvida.
— Olha, ninguém tem o direito de questionar meu caráter ou minha fidelidade ao governo do qual fiz parte durante oito anos como ministra das Minas e Energia e chefe da Casa Civil. Fazer crítica ao governo, pode, mas questionar minha posição, não! Sempre que acontecer isso, minha posição será muito clara: vou dizer que ninguém pode questionar minha fidelidade aos nossos governos — disse Dilma. [íntegra aqui]
Como não têm nada a fazer, vão continuar tentando. E perdendo tempo. E a aprovação aos governos Lula-Lula-Dilma aumentando. Quem não lê essa linha do tempo perde o caminho e acaba como José Serra, falando sozinho.
Jeito Roberto Cláudio de Governar
Para que nunca mais se repita o dia 29 de setembro de 2011, converse com seus familiares e amigos, diga a eles que o candidato do coronel e ditador Cid Ferreira Gomes não tem equilíbrio emocional e administrativo para governar a cidade de Fortaleza, o fundamental ele não sabe que "É CUIDAR DAS PESSOAS". O vídeo é a prova que Roberto Cláudio não sabe respeitar os professores, e nem outro cidadão de Fortaleza.
QUAL É A COLOMBO QUE QUEREMOS ??
Nessa eleição tem candidato tentando vender uma cidade que não existe e jamais existirá nos moldes como estamos vendo!! . No momento, sabemos que podemos escolher 3 tipos de cidade que estão prometendo: " Para Frente Colombo, A Colombo que Queremos e Colombo no Rumo Certo". Mas onde está a fictícia Colombo que supostamente a população quer ??.
Onde estão os “Grandes investimentos que viriam para cidade ?? O que demonstra a confiabilidade em nosso potencial de crescimento ??. Onde está a " Nova Colombo" que seria uma nova realidade que permitiria melhorar a auto estima dos moradores da cidade ??. Era apenas um slogan ?? Nota-se a importância que os nossos políticos tem nesta cidade".
Colombo apresentou um elevado crescimento populacional nos últimos anos, “Esse momento é de extrema relevância para discutir o futuro que queremos e o destino dessa cidade que a muito tempo deixou de ser uma Colônia Italiana".
A cidade cresceu e vários problemas cresceram juntos, o saneamento básico está abaixo do esperado, a coleta de lixo pesa no bolso dos mais pobres, as Escolas Públicas padecem de cuidados e profissionais devidamente remunerados, o sistema se saúde precisa ser melhorado, a violência toma conta das ruas. É essa a cidade que não queremos ter ?? Mas é essa a cidade que o novo prefeito(a) vai encontrar e terá que mudar esse perfil ??.
E a Caixa Econômica Federal ?? Essa se instalou em nossa Cidade com qual propósito?? É isso que eu não entendo !! A Caixa deve fazer parte de um projeto que seja importante para todos , uma parceria firmada com a prefeitura para poder atender além de seus clientes, ter a participação ativa nas obras de desenvolvimento da cidade, não apenas um agente financeiro. “A CEF prioriza a promoção social e projetos de desenvolvimento em Colombo ??” Como exemplo, a construção de casas pelo Programa Minha Casa Minha Vida, para pessoas que ganham até 1 salário minimo ?? Ou somente financia grandes investimentos, onde uma prestação custa 800,00 reais mensais !! Pobre pode pagar esse valor ?? O programa Minha Casa Minha Vida é um incentivo federal para as populações de baixa renda ??
"A verdade é que independente de qual Colombo nós teremos, é o nosso voto que deveria escolher, mas o futuro de Colombo está sendo discutido por Juízes e advogados, e não pelos moradores, parece que os juízes sabem mais do que aqueles que aqui vivem e o que é melhor para todos nós".
Mas boa parte a culpa é do eleitor que se vende por qualquer tapinha nas costas, ou por ser chamado pelo primeiro nome, por uma figura politica qualquer dessas que a estas horas está prometendo milagres nas próximas eleições. Platão já dizia que “O preço a pagar pela tua não participação na politica é seres governado por quem é inferior”, em outras palavras:“Aqueles que não saem ás ruas para defenderem seus direitos, acabarão por serem governados por imbecis”.
EU AINDA ACREDITO EM DIAS MELHORES !!
Ivan de Colombo
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