Às 15h em ponto

Valeu a pena esperar. Enfim, depois de quase dois anos, a presidente (a) Dilma Rousseff vai receber seus companheiros de partido do Acre. Ela que deu tantos pulos no Amazonas e alguns em Rondônia ainda não tinha se encontrado com os companheiros da floresta. Como mostra a imagem acima, não há dúvidas. Às 15h em ponto o governador Tião Viana será recebido no Palácio do Planalto.

Segundo a estatal Agência de Notícias do Acre, ele estará acompanhado dos senadores Jorge Viana e Anibal Diniz, militantes do PT. Uma certeza pode-se ter deste encontro: Dilma vai cobrar explicações quanto à qualidade da BR-364, que nem tem um ano de inauguração e já se decompõe a cada caminhão e carro que passam.

O governador, óbvio, colocará a culpa no solo e clima da região. Mas é claro que a qualidade da obra também contribui. Quem passou pela rodovia este final de semana relatou que a camada de asfalto não supera os cinco centímetros –cinco seria exagero. Dilma já sabe que a BR-364 precisa de reconstrução.

Veja o que ela disse em sua coluna Conversa com a Presidenta: “As construtoras são obrigadas por lei a entregar as obras com a qualidade especificada no contrato. Quando o trabalho é mal executado, Vanessa, as empresas são obrigadas a corrigir as falhas, como ocorreu, por exemplo, com a BR-174-RR, com a BR-101-Nordeste, e agora com a BR-364-AC, que está sendo refeita.”.

Mas vamos torcer para que nada estrague este encontro, muitas fotos sejam tiradas e o governador retorne de Brasília com a mala cheia de novidades e promessas de Dilma para o Acre, que deu vitória a José Serra (PSDB) em 2010.
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Maurim Vergolino - MP quer derrubar registro de candidatos


 
O promotor Maurim Vergolino, da 84ª Zona Eleitoral protocolou na sexta-feira 31 de agosto, uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral por abuso de poder político e econômico pedindo a cassação dos registros de todos os candidatos da coligação “Uni dos Pela Vontade do Povo”, de Ulianópolis, no sudeste do Pará. Na ação, considerada inédita no Pará, além dos 17 candidatos também foram denunciados o prefeito de Ulianópolis, Jonas Santos Souza e o advogado Walter Almeida representante da Coligação. Dentre os acusados estão quatro membros de uma mesma família.
Os denunciados são o fazendeiro Davi Resende Soares, (que aguarda deferimento de registro de candidatura a prefeito), a vice Neusa de Jesus Pinheiro e os candidatos a vereador Suely Xavier Soares, Marta Resende Soares, Unilson Quinaip de Freitas, Clara Maria Bemerguy, Gilvan Oliveira Santos, Gilvan Vieira de Castro, Givaldo Ribas Mesquita, Heider Carvalho da Silva, Hermes Junior Rocha, Isaías dos Santos Silva, Jean Carlos Aguiar Santos, José Santana Gomes, Marcio Alves Cabral de Sousa, Maria Ervania Lacerda Silva, Mariete da Silva Buzzi e Raimundo Reinaldo da  Costa. Todos são acusados por  uso indevido, desvio e abuso do  poder e autoridade e utilização indevida de veículos durante um comício ocorrido em Ulianópolis no dia 25 de agosto.
O prefeito de Ulianópolis, Jonas Santos Souza, é acusado pelo MP de praticar graves atos de abuso e desvio do seu poder de autoridade, com a cessão indevida de servidores, veículos e o próprio imóvel sede da Prefeitura de Ulianópolis, em benefício da campanha dos demais investigados. Em depoimento prestado ao Ministério Público, o representante da empresa Ítalo Todde, que alugou o palco para o comício da coligação declarou que firmou um contrato para aluguel de um palco de estrutura metálica, som profissional e queima de fogos. De acordo com Victor Hugo, representante da empresa, os comícios deveriam ocorrer nos dias 25 de agosto, 16 e 29 de setembro e 4 de outubro de 2012.
O serviço do contrato teria sido pago pelo Comitê Financeiro, conforme cópias da nota fiscal de serviços, do recibo e do cheque usado para o pagamento, os quais o advogado da coligação, Walter Almeida, fez questão de entregar ao Promotor Eleitoral, na tentativa de demonstrar que nenhuma irregularidade havia sido praticada. No entanto, segundo o promotor Maurim Vergolino, ainda que o preço contratado tenha sido pago pelo comitê financeiro, não restou dúvidas de que o prefeito Jonas Santos determinou que funcionários e veículos da Prefeitura de Ulianópolis fossem empregados na preparação do local do comício, na montagem e desmontagem do palco, da iluminação e das demais estruturas utilizadas no evento do dia 25 de agosto, tudo em benefício da coligação “Unidos Pela Vontade do Povo”.
FLAGRANTES - Testemunhas ouvidas no MP declararam que presenciaram e filmaram um eletricista da Prefeitura de Ulianópolis trabalhando na instalação da iluminação do local do comício. As testemunhas também flagraram um caminhão pipa da Prefeitura molhar a área onde seria realizado o evento. Todas as filmagens e fotografias foram juntadas à Ação. Na manhã do dia 28 de agosto, em diligência realizada na prefeitura de Ulianópolis, o promotor Maurim Vergolino apreendeu toda a estrutura do palco usado no comício. O material estava armazenado dentro da garagem da prefeitura, caracterizando o abuso de poder político e econômico.
Na ocasião, vários funcionários da prefeitura confirmaram que o palco fora utilizado no comício da coligação “Unidos Pela Vontade do Povo”. “Ficou claro e evidente que o palco permanecia guardado na prefeitura para utilização nas datas dos próximos comícios, sendo que, em cada um deles, seriam, novamente, utilizados servidores e veículos da prefeitura para o transporte, montagem e desmontagem do palco, e das demais estruturas utilizadas”. Afirma o promotor na Ação que pede a Cassação dos Registros de todos os componentes da coligação. 
Em seu depoimento, o representante da empresa que alugou o palco, Victor Hugo Todde, declarou que no dia seguinte à realização do comício, domingo, 26 de agosto, não conseguiu fretar caminhão que transportasse o palco para Dom Eliseu, razão pela qual solicitou ao advogado da coligação, Walter Almeida, que guardasse a estrutura no pátio da prefeitura. “Entretanto, ao ser questionado sobre como o palco foi transportado até a prefeitura, o depoente entrou em contradição, dizendo que conseguiu fretar um caminhão, mas apenas para fazer o transporte dentro de Ulianópolis, não declinando qualquer dado sobre o caminhão e o seu motorista”.  Diz a Ação do MP ressaltando que não haveria razão para que o caminhoneiro supostamente contratado aceitasse fazer o frete dentro de Ulianópolis, mas não aceitasse seguir apenas 60km, pela Rodovia BR-010, até Dom Eliseu, uma vez que o tempo de carga e descarga da estrutura deve ser equivalente ao da breve viagem.
Para o promotor, na verdade, o “frete” até a Prefeitura de Ulianópolis ficou a cargo de veículos a serviço da municipalidade. O representante da empresa também confirmou a presença de todos os denunciados no comício realizado no dia 25 de agosto. Ao final da Ação, o promotor Maurim Vergolino pede à justiça eleitoral a notificação de todos os representados, a inelegibilidade de todos os candidatos pelo período de oito anos e a cassação de todos os registros de candidatura dos 17 integrantes da coligação “Unidos Pela Vontade do Povo”.
Além desta Ação, o fazen-deiro Davi Resende está sendo investigado em outras três ações eleitorais acusado de apresentar um diploma falso para obter o registro, doar lotes em troca de votos e de manter contratos de aluguel de imóveis com a prefeitura em período vedado pela Legislação Eleitoral. A mulher do fazendeiro, Suely Resende, a irmã, Marta Resende, e ainda o tio de Suely Resende, Unilson Quinaip, todos denunciados na Ação, concorrem ao cargo de vereador nas eleições de 7 de outubro.
 
Texto: Evandro Corrêa (Jornal O Liberal) e Politica com pimenta malagueta.
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Todos os municípios ganharão reforço da Polícia nas eleições desse ano no pará.


O plano de ação que definirá a atuação do sistema de segurança pública do governo do Pará durante as Eleições municipais deste ano ainda depende de acertos sobre o conjunto de atuações do Estado com o sistema de segurança da União. Independente disso, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) já adianta que todos os municípios paraenses deverão receber reforço da Polícia Civil (PC).

ATUAÇÃO
Segundo o secretário adjunto de gestão operacional da Segup, coronel Mário Solano, os municípios devem receber, pelo menos, uma equipe da PC para atuar no dia do pleito que acontece em outubro deste ano. “Todos os municípios terão esse reforço. Todos terão, pelo menos, um delegado, um investigador e um escrivão”, garantiu. “A segurança será garantida com forças da União em parceria com forças do Estado”.
Segundo o secretário adjunto, a expectativa é de que mais municípios paraenses também recebam o reforço federal.
“Até agora, já tem a confirmação de 39 municípios paraenses que receberão reforço da União. Porém, vamos identificar se mais municípios poderão receber esse reforço”, informou. “Estamos trabalhando de forma integrada e coletiva. Ainda estamos na concretização do planejamento, na tratativa para fechar esse plano. Dependemos de informações da União”.
Segundo Solano, o sistema de segurança do Estado já está realizando reuniões para prever a integração das ações com a União através do Exército brasileiro.
Segundo ele, os representantes do Estado ainda devem sentar para conversar com a Polícia Federal (PF) sobre o assunto em um segundo momento. Não há previsão de quando o plano deverá ficar pronto.
(Diário do Pará) e Politica com pimenta malagueta
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Banpará entra em greve nesta terça-feira

Em Santarém, a greve ainda está sendo negociada com o Sindicato dos Bancários

Agência do Banpará em Santarém
As agências do Banpará, o Banco do Estado do Pará, não abrirão nesta terça-feira (04). Os mais de 1.300 servidores do banco que atuam na capital do Estado entram em greve por melhorias salariais. O Sindicato dos Bancários espera a adesão de pelo menos 50% dos trabalhadores das agências já no primeiro dia da greve, mas a adesão a paralisação ainda deve ser discutida em outras cidades como Castanhal, Barcarena, Marabá, Santarém e Capanema. Entre as reivindicações dos bancários estão o reajuste de 10,95%, participação nos lucros da empresa, aumento do piso salarial e implantação de auxílio para plano odontológico dos servidores e seus familiares.
Fonte: RG 15/O Impacto
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Telefonista chamada de 'elefante' no trabalho é indenizada em R$ 8 mil

Nahla Camila Santos lê a sentença que a indeniza por dano morais em Ribeirão Preto, SP (Foto: Adriano Oliveira/G1)

Mulher de 162 kg teve nome associado a animal em desenho no banheiro.
Funcionária processou empregador por danos morais em Ribeirão Preto.

Nahla lê a sentença do processo que moveu contra a empresa onde trabalhou (Foto: Adriano Oliveira/G1)
Alvo de piadas dos colegas de trabalho porque é obesa, a telefonista Nahla Camila dos Santos, de 29 anos, decidiu recorrer à Justiça e, na quarta-feira (29), aceitou um acordo proposto pela empresa onde trabalhava para receber R$ 8 mil de indenização.
Nahla, que permaneceu na empresa de mototáxi em Ribeirão Preto (SP) entre 2009 e 2011, disse que pesava 162 quilos na época – hoje pesa 130 –  e resolveu denunciar o empregador porque encontrou o desenho de um elefante na parede do banheiro utilizado pelos funcionários. Abaixo da figura estavam as letras “KA” que, segundo a jovem, faziam referência ao seu segundo nome, "Camila".

Primeiro ela procurou a polícia. “Sempre ouvi conversas baixinho, eles se referiam a mim com nomes pejorativos como gorda, elefantinho. Eu ficava mal, chorava e acabei procurando uma psicóloga. Foi ela que me ajudou a não aceitar as ofensas e registrar o boletim de ocorrência”, afirmou.
Orientada pelo escrivão, a telefonista redigiu uma carta relatando ao patrão todos os acontecimentos e pediu que ele assinasse o documento. Como, segundo ela, nenhuma atitude foi tomada, a questão foi levada à Justiça. "Eu ainda aguentei as piadas por mais três meses, até que eles me mandaram embora. E foi essa carta que provou no tribunal que eu realmente era assediada", relatou a telefonista.
Na decisão do processo, o juiz Gustavo Triandafelides Balthazar considerou que "cabe ao empregador propiciar um ambiente de trabalho saudável, tomando as medidas necessárias, inclusive fiscalizadoras, para que nenhum trabalhador tenha sua dignidade abalada."
Nahla Camila recebeu indenização por ser chamada de gorda na empresa onde trabalhava em Ribeirão Preto, SP (Foto: Adriano Oliveira/G1) 
Nahla recebeu indenização por ser chamada
de gorda na empresa onde trabalhava em Ribeirão
Preto, SP
O advogado da empresa de mototáxi, Mário Nelson Perez Júnior, negou que o proprietário não tenha tomado qualquer atitude a respeito da carta escrita por Nahla. Segundo Perez Júnior, o gerente advertiu e, após reincidência, demitiu em julho de 2011 o funcionário responsável pelas piadas preconceituosas contra a jovem, antes mesmo de Nahla ter sido dispensada.
Humilhações
Nahla afirmou que o objetivo da ação judicial era lutar contra o preconceito que sofreu desde a infância por ser obesa. Segundo a jovem, após o nascimento da única filha, há 4 anos, ela entrou em depressão e engordou ainda mais, o que dificultava conseguir um trabalho.
Em uma entrevista de emprego, a gerente de uma rede de lanchonetes chegou a dizer que não poderia contratar uma pessoa “gorda” para vender lanches anunciados como saudáveis. Em outra ocasião, a dona de uma loja afirmou que os uniformes não caberiam nela.
“Eu passava em todas as etapas e nunca era contratada. Fiquei tão desestimulada que ligava nos locais e perguntava se tinham restrição em contratar pessoas obesas. Uma vez a mulher me perguntou: Mas você é gorda quanto?”
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