Brasil tem 193,4 milhões de habitantes, segundo o IBGE

Movimento na rua 25 de Março, na véspera do Dia das Mães, São Paulo

Estado mais populoso do país é São Paulo, com 41.901.219 de moradores

Movimento na rua 25 de Março: São Paulo tem a maior população do país (Rubens Cavallari/Folhapress)
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira uma estimativa da população residente no Brasil. De acordo com os números, publicados no Diário Oficial da União, o país tem 193.946.886 milhões de habitantes.

O estado de São Paulo é o mais populoso do país, com 41.901.219 de habitantes. Na sequência estão Minas Gerais, com 19.855.332 de residentes, e Rio de Janeiro, com 16.231.365 de pessoas. A Bahia está em quarto lugar, com 14.175.341 moradores.

Os números foram calculados para 1º de julho de 2012 e têm relação com os que foram elaborados para o ano de 2011 e com o Censo Demográfico 2010.
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Funai apura denúncia de chacina de 80 índios.

Fotos de arquivo da tribo ianomâmi feitas por organização de direitos dos indígenas (Foto: ONG Survival International)

Aldeia ianomâmi é de difícil acesso e fica em território venezuelano.
Indígenas que escaparam foram achados no Brasil, diz instituto ambiental.


A Fundação Nacional do Índio (Funai) está investigando a denúncia de massacre de indígenas ianomâmi por garimpeiros em uma aldeia na fronteira entre o Brasil e a Venezuela. Uma equipe de técnicos da instituição está em contato com grupos indígenas na região via rádio para buscar informações.
O local onde ocorreu o massacre, a aldeia Irotatheri, é de difícil acesso e fica em território venezuelano, segundo a Funai. Para chegar até o local do massacre são necessários "de quatro a dez dias" de caminhada do ponto onde os técnicos estão, diz a assessoria da fundação.
Segundo relatos de três sobreviventes a organizações defensoras dos indígenas, o massacre teria ocorrido após tentativa de garimpeiros brasileiros de estuprar mulheres ianomâmi. Até 80 indígenas (número de membros da aldeia Irotatheri) podem ter sido mortos pelos garimpeiros, de acordo com a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia (Coiam).
No Brasil
Nesta quinta-feira (30), outros ianomâmi que dizem ter escapado da chacina foram encontrados no Brasil, segundo informações do Instituto Socioambiental (ISA). Até então, os sobreviventes haviam sido achados na Venezuela. Os indígenas chegaram feridos à aldeia Onkiola, segundo o instituto. A vila fica na região de Auaris, no extremo noroeste de Roraima, distante 450 km da capital, Boa Vista.
Os garimpeiros teriam usado armas de fogo e explosivos contra a aldeia, segundo relatos dados pelos sobreviventes às ONGs. Para Marcos Wesley de Oliveira, coordenador do Programa Rio Negro, do ISA, e especialista na etnia ianomâmi, o Brasil e a Venezuela deveriam somar forças na investigação.
"Como são garimpeiros brasileiros em território venezuelano, trabalhar em cooperação é a melhor solução para todos, para elucidar o caso", diz Oliveira. Ele ressalta que os dois países "já tem vários acordos de cooperação, inclusive para vigilância e proteção de fronteira".
O especialista considera que o Brasil "não poderia e nem vai" se eximir de investigar um caso como este, até pelo histórico de apuração de outro massacre contra ianomâmis, ocorrido na década de 1990, em Haximu, também em Roraima.
Procurado pelo G1, o Ministério da Justiça não se posicionou sobre o caso. O Ministério Público Federal em Roraima, estado mais próximo à fronteira com a Venezuela, onde teria ocorrido o massacre, afirmou que os garimpeiros podem ser processados e até presos caso tenham entrado no Brasil.
O G1 também procurou a Polícia Federal, que deve emitir nota oficial ainda nesta quinta-feira (30). Segundo apurou a equipe de reportagem, o procedimento-padrão da força policial, neste caso, é aguardar que as autoridades venezuelanas procurem o Itamaraty, que então aciona o Ministério da Justiça e a PF para realizar investigação. O MPF em Roraima aguarda procedimento similar - um contato das autoridades da Venezuela com o Itamaraty para que haja investigação judicial.
Venezuela
A Promotoria Geral da Venezuela indicou nesta quarta-feira (29) uma comissão para investigar o suposto ataque, que teria sido cometido em julho, mas cujos detalhes só vieram à tona nos últimos dias.
De acordo com a ONG Survival International, os índios, que teriam encontrado os corpos carbonizados das supostas vítimas do massacre, só conseguiram reportar a ação muito tempo após ela ter sido cometida, já que os ianomâmi vivem em uma região isolada e as testemunhas levaram dias para chegar a pé até o povoamento mais próximo.
O massacre teria ocorrido no dia 5 de julho. A denúncia foi apresentada na Promotoria-Geral e a Defensoria Popular, em Puerto Ayachucho, na Venezuela, e também perante a 52ª Brigada de Guarnição Militar, que registrou os depoimentos.
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Árvores 'semeiam' chuva na região da Amazônia, diz estudo da USP

Vista aérea da floresta amazônica  (Foto: AFP)

Sem as plantas, clima da área seria drasticamente alterado, afirma cientista.
Estudo publicado na 'Science' foi feito junto com a Universidade Harvard.

Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) descobriram que a formação das chuvas na região da Amazônia está muito mais ligada à floresta do que o imaginado anteriormente. Um estudo inédito, publicado na revista "Science", aponta que as plantas emitem sais de potássio que "semeiam" as nuvens, formando as partículas aerossóis responsáveis por causar chuva.
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Sem a floresta, o clima e as chuvas na região seriam alterados de forma drástica, disse para o G1 o professor de física da USP Paulo Artaxo, coordenador brasileiro do estudo. A pesquisa foi realizada em conjunto com cientistas das tradicionais universidades de Berkeley e Harvard (nos Estados Unidos) e com o Instituto Max Planck, na Alemanha.
Antes do estudo, acreditava-se que os aerossóis responsáveis pelas chuvas eram gerados por reações químicas no ar, afirma Artaxo. A pesquisa revelou que este conceito está errado.
"Uma quantidade significativa das gotículas [de chuva] contém potássio, elemento de emissão direta das plantas, que não é formado na atmosfera", diz o cientista. A descoberta significa, segundo o pesquisador, que os processos biológicos das árvores controlam as chuvas na Amazônia "muito mais do que se pensava".
Esta "ligação íntima" entre a biodiversidade da floresta e o clima não existe em áreas de vegetação rasteira, diz Artaxo. No cerrado e na caatinga, por exemplo, o elo entre clima e as plantas é bem menor. Isso acontece porque os sais de potássio são emitidos pelas folhas das árvores. "A floresta tem um índice de área folhada muito maior do que as gramíneas", afirma.
Árvore destruída em área de queimada ilegal na floresta amazônica (Foto: Antonio Scorza/AFP) 
Árvore destruída em área de queimada ilegal na
floresta amazônica (Foto: Antonio Scorza/AFP)
Planeta
Para o professor, a descoberta adiciona um elemento à forma como a vida controla a formação da atmosfera e do clima no planeta. "Não é só através da fotossíntese e da respiração, não é só pela emissão dos gases de efeito estufa, mas também as partículas aerossóis são controladas por processos biológicos", diz ele.
O processo de criação das chuvas pelas plantas existe em todas as áreas de mata tropical, segundo o pesquisador. "Esse mecanismo não é peculiar nem único da floresta amazônica. Ele vale para qualquer vegetação arbórea, mas não gramínea."
A descoberta só foi possível graças ao uso de grandes equipamentos científicos conhecidos como aceleradores de partículas, similares ao Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês). Um acelerador pode fazer com que partículas atinjam velocidade próxima à da luz, como é o caso do LHC, um túnel circular de 27 km localizado entre a Suíça e a França.
Os aparelhos usados no estudo coordenado por Artaxo ficam nos EUA e na Alemanha, e são batizados de Advanced Light Source (ALS, na sigla em inglês) e Bessy 2, respectivamente.
O equipamento, segundo o cientista, acelera elétrons em uma energia muito alta. Eles batem em um alvo e produzem raio-X, que pode ser colidido com as partículas aerossóis e permitir que elas sejam analisadas. Com essa "radiografia" foi possível descobrir o potássio contido nas gotículas. Sem esta tecnologia, avalia Artaxo, a descoberta não aconteceria.
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Ex-Procurador da Fazenda Nacional processado por sonegação fiscal e crime tributário

Ludimar Calandrini, procurador fiscal da Prefeitura de Santarém

A Justiça Federal de Santarém ouviu ontem a testemunha do Ministério Público Federal, Ademir Taketomi, no processo nº 4484-41.2011.4.01.3902, em que foram denunciados pelo Ministério Público Federal e recebida a denúncia pela Justiça Federal contra os senhores Ludimar Calandrini Sidônio, Gláucia de Fátima Sidônio e Dárcio Augusto Dias da Silva, pelos crimes de sonegação fiscal e contra a ordem tributária.
PROCURADOR DA FAZENDA FISCAL EM SANTARÉM
Ludimar Calandrini exerceu a Procuradoria da Fazenda Nacional em Santarém e atualmente é o Procurador Fiscal da Prefeitura Municipal de Santarém, no Governo da Prefeita Maria do Carmo, onde já foi alvo de uma reportagem a respeito de receber honorários advocatícios pelas execuções fiscais apresentadas, sem que a lei municipal determine.
Segundo a representação e denúncia, Ludimar Calandrini, Gláucia e Dárcio, falsificaram e prestaram declaração falsa ao órgão da administração pública e à Justiça Estadual, quando informaram no balanço patrimonial e apresentaram à Justiça do Estado, por ocasião de um processo que Ludimar responde junto ao Fórum de Santarém.
SONEGAÇÃO FISCAL E CRIME TRIBUTÁRIO
Ludimar Calandrini, Glaucia Sidônio e Dárcio, foram denunciados pela Lei 8.137/90, crime contra a ordem tributária e Lei nº 4.729/65, por sonegação fiscal.
Ademir Taketomi foi afastado da empresa mesmo sendo sócio, por exigir o cumprimento das obrigações legais, de acordo com as leis tributárias. Ademir requereu prestação de contas de Ludimar e foi negado, teve que ingressar na Justiça do Estado para conseguir a prestação de contas, quando foram detectadas as irregularidades na escrita fiscal da empresa Delícia Refrigerantes Ltda, já que a administração de Ludimar era temerária para a empresa, visto que além de não emitir notas ficais na venda dos produtos, depositava a receita da empresa em sua conta bancária.
Revoltado com a insistência de Ademir para que apresentasse a prestação de contas, Ludimar afastou Ademir, deixando de pagar o pró-labore, ficando Ademir em situação difícil financeiramente, tudo por exigir a legalidade na administração da empresa, mesmo Ludimar Calandrini ocupando a Procuradoria da Fazenda Nacional em Santarém.
BALANÇO FALSO
Para justificar junto a Justiça Estadual, Ludimar Calandrini apresentou balanço patrimonial com informações falsas, visto que a empresa havia apresentado Declaração de Imposto de Renda junto à Secretaria da Receita Federal com informações do Simples Nacional, porém, na Justiça Estadual apresentou Balanços Patrimoniais de 2001 a 2004, divergindo informações e regime de tributação, ocasionando informações falsas, para auferir vantagem.
Segundo a representação que deu causa a denúncia do Ministério Público e aceita pela Justiça Federal, a sócia Gláucia Sidônio ingressou na Delícia Refrigerantes em 24 de abril de 2002, porém, assinou o Balanço de 2001 como sócia. Caracterizando falsificação de documento.
INFORMAÇÕES FALSAS
A empresa Delícia Refrigerantes optou pelo Simples Nacional, porém, Ludimar Calandrini, atualmente Procurador Fiscal da Prefeitura Municipal de Santarém, apresentou Balanço Patrimonial pelo Lucro Real junto a Justiça do Estado. Várias informações falsas constam no balanço como valor do estoque, ativo imobilizado, passivo circulante, obrigações trabalhistas, obrigações fiscais, exigível a longo prazo e prejuízos acumulados.
Ludimar Calandrini foi indiciado e posteriormente denunciado pelo Ministério Público Federal e recebida a denúncia pela Justiça Federal.
NA PROCURADORIA DA FAZENDA.
Para apurar as denúncias contra Ludimar Calandrini na época em que exercia a Procuradoria da Fazenda Nacional em Santarém, ao lado da Receita Federal, Ademir Taketomi afirmou em seu depoimento que Ludimar praticava a advocacia administrativa na Procuradoria da Fazenda Nacional, já que no período que Ludimar Calandrini exercia a função de Procurador da Fazenda Nacional, adquiriu as quotas de seu irmão Jorge Taketomi e que toda operação foi realizada na Procuradoria da Fazenda.
Ademir Taketomi, na Comissão de Inquérito Administrativo da Procuradoria da Fazenda Nacional, declarou que Ludimar Calandrini era seu advogado mesmo exercendo a Procuradoria da Fazenda Nacional e que por diversas vezes, Ludimar recebeu Ademir na Procuradoria da Fazenda para tratar de assuntos particulares, tendo inclusive acompanhado Ademir junto ao Basa. Declarou ainda Ademir, que Ludimar Calandrini atualmente Procurador Fiscal do Município de Santarém no governo da Prefeita Maria do Carmo, administrava a empresa Delicia em seu gabinete na Procuradoria da Fazenda Nacional.
Em seu depoimento, Ademir declara que Ludimar vendia refrigerantes sem nota fiscal e utilizava sua própria conta bancária para depositar a receita da empresa Delícia Refrigerantes. E que Ludimar Calandrini era quem administrava a empresa mesmo sendo o Procurador da Fazenda.
Ontem, Ademir Taketomi foi ouvido na Justiça Federal de Santarém e confirmou seu depoimento na Policia Federal e as representações junto ao Ministério Público Federal e Estadual, Receita Federal e Justiça Estadual, ratificando que Ludimar Calandrini era sócio e administrava a empresa Delícia Refrigerantes no período em que era Procurador da Fazenda Nacional e que vendia sem nota fiscal.
Por: Carlos Cruz,  Oimpacto
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ITAITUBA: FESTIVAL DE MANDIOCA MOBILIZA AGRICULTURES

O festival tem o objetivo de divulgar, comercializar e incentivar os agricultores locais a se dedicarem ao cultivo da mandioca 
Cerca de mil pessoas estão sendo esperadas para o "2º Fest Mandioca", que será realizado nos próximos dias 1º e 2 de setembro, na comunidade Igarapé Preto, em Itaituba, oeste do estado.
Palestras promovidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), organizadora do evento, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e atividades culturais que envolvem torneios de pesca, de futebol, de descasca de mandioca, apresentação de grupos de dança e escolha da Miss Fest Mandioca, fazem parte da programação do evento que tem início a partir das 10h.
O festival tem o objetivo de divulgar, comercializar e incentivar os agricultores locais a se dedicarem ao cultivo da mandioca. A mandiocultura é uma das formas encontradas pela Emater para diversificar a produção das famílias agricultoras, que em sua maioria se dedicam às pecuárias de leite e corte.
Orientados pela Emater, os agricultores cultivam as variedades pingo de ouro e carema, que são resistentes a pragas e doenças, garantem boa produtividade e tem um grande diferencial em relação a outras variedades, a coloração amarelada, ideal para a comercialização.
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