No dia hoje o Dr LUIZ FERNANDO TOMAZI KEPPEN e a MM juiza eleitoral da 49º Zona Eleitoral-Colombo, faz saber aos interessados que se encontram aptos a participar das eleições de 2012 no municipio de Colombo, os candidatos a prefeito BETI PAVIN , J.VICENTE, J.CORDEIRO E ROSE CAVALLI, conforme documento abaixo:
Lúdio Cabral visita bairro Pedra 90 e segue para reunião com Lula
O candidato a prefeito Lúdio Cabral, da coligação “Cuiabá, Mato Grosso, Brasil”, passou a manhã deste domingo (29) no bairro Pedra 90, onde o petista e seu candidato a vice, Francisco Faiad (PMDB), percorreram a feira livre, dialogando com moradores dos bairros Pedra 90, Voluntários da Pátria, Vista da Chapada e do Cinturão Verde, área que concentra cerca de 50 mil habitantes.
Na tarde deste domingo, Lúdio segue para a cidade de São Paulo, onde se reúne na segunda (30) com o presidente Lula para sessão de fotos e gravações para a campanha.
O abastecimento de água, a melhoria no atendimento da policlínica e o asfaltamento são as principais reivindicações dos moradores da região do Pedra 90. Um deles, Reinaldo Campos, reclama que há locais do bairro que nunca tiveram o abastecimento de água regularizado.
A situação é a mesma no Cinturão Verde, que concentra 794 chácaras. “Em alguns locais, a água vem dia sim, dia não. Em outros, o cidadão precisa instalar uma mangueira para puxar água de outra região. No Cinturão Verde, dependemos de poços artesianos”.
Os moradores também reclamam que mais da metade das ruas do Pedra 90 não são asfaltadas, e que a Policlínica do bairro, inaugurada em 2009, tem déficit de médicos e problemas estruturais como vazamentos no telhado. “Há apenas 8 vagas para consulta para quem é do Cinturão Verde e só somos atendidos às terças-feiras”, reclamou a técnica em enfermagem Maria de Lourdes Ferreira.
Lúdio Cabral apresentou aos moradores as ações voltadas à saúde de seu programa de governo, que prevê a reorganização do sistema municipal de saúde, dando atenção especial aos serviços de atenção primária, com ações como a implantação de 30 Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) e a ampliação das equipes com profissionais como psicólogos e professores de educação física. Também é meta do candidato realizar um concurso público por ano na área de saúde, onde mais da metade dos 6 mil servidores está contratada irregularmente. O concurso também promoverá a inserção dos cerca de 500 profissionais da saúde formados anualmente pela UFMT na rede do SUS, melhorando o atendimento.
Lúdio lembrou à população que a região do Pedra 90 seria uma das beneficiadas com os recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do Governo Federal, porém Cuiabá não foi contemplada pelo programa por ter optado pelo modelo da concessão do saneamento à iniciativa privada. “Essa área já deveria estar 100% asfaltada e com cobertura total de serviços de água e esgoto. Vamos reassumir a gestão do saneamento e ir atrás destes recursos”, garantiu.
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Correspondente do El País no Brasil plagia matéria do Estadão e nem dá crédito
Juan Arias, correspondente do jornal espanhol El País no Brasil, mora no Rio, mais precisamente em Saquarema, pequena cidade da Região dos Lagos, a 100 km da capital, Rio de Janeiro.
É de lá que ele escreve seu noticiário ficcional, ou suas reportagens editorializadas, sempre atacando os governos populares de Lula e Dilma.
Já o critiquei aqui - El Pais segue desinformando sobre Brasil e governo da presidenta Dilma, mas o comportamento dele segue orientação de seu jornal, que é a mesma de nossa mídia corporativa, hostil aos governos populares não só do Brasil como de toda a América Latina.
Até aí é problema deles. Mas, agora, Arias pegou uma reportagem do Estadão, sob um suposto mal estar do governo brasileiro, especialmente da presidenta Dilma, com a participação da ex-candidata à presidência Marina Silva na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, e só não fez um Copy & Paste total porque são línguas diferentes, e também porque pegaria muito mal - afinal, ele está aqui, em Saquarema, teoricamente, para trabalhar, não?
Comparem a reportagem do Estadão de ontem com a do El País de hoje:
Estadão:
Agora, a do El País, de (?) Juan Arias:
Arias não procurou nem disfarçar. Usou até os mesmos depoentes e depoimentos, na cara de pau. Deveria, ao menos dar o crédito. Ou não? Ou é tudo a mesma coisa e entre eles está tudo certo já que o objetivo é o mesmo?
Será que El País e o Estadão sabem disso?
Clique para ver...
É de lá que ele escreve seu noticiário ficcional, ou suas reportagens editorializadas, sempre atacando os governos populares de Lula e Dilma.
Já o critiquei aqui - El Pais segue desinformando sobre Brasil e governo da presidenta Dilma, mas o comportamento dele segue orientação de seu jornal, que é a mesma de nossa mídia corporativa, hostil aos governos populares não só do Brasil como de toda a América Latina.
Até aí é problema deles. Mas, agora, Arias pegou uma reportagem do Estadão, sob um suposto mal estar do governo brasileiro, especialmente da presidenta Dilma, com a participação da ex-candidata à presidência Marina Silva na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, e só não fez um Copy & Paste total porque são línguas diferentes, e também porque pegaria muito mal - afinal, ele está aqui, em Saquarema, teoricamente, para trabalhar, não?
Comparem a reportagem do Estadão de ontem com a do El País de hoje:
Estadão:
Marina Silva causa mal estar entre ministros em Londres
Londres, 28/07/2012 - A presença da ex-ministra Marina Silva na cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres causou mal estar entre os ministros do governo de Dilma Rousseff. A participação pegou a todos de surpresa.
Marina entrou carregando a bandeira com os anéis olímpicos juntamente com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o maestro argentino Daniel Barenboim e prêmios Nobel. O convite partiu do Comitê Olímpico Internacional, sem o conhecimento do governo brasileiro, e foi mantido em sigilo. A ex-ministra é reconhecida internacionalmente por seu trabalho de defesa do meio ambiente.
A situação cria constrangimento porque Marina não tem boas relações com Dilma Rousseff e acabou encobrindo a presença da presidente do próximo país-sede da Olimpíada na cerimônia de abertura de Londres, ontem. "Marina sempre teve boa relação com as casas reais da Europa e com a aristocracia europeia", disparou o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, adversário político de Marina na polêmica do Código Florestal. "Não podemos determinar quem as casas reais escolhem, fazer o quê?"
O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que a primeira reação foi de surpresa. Para ele, o COI deveria ter feito um melhor trabalho de comunicação com o governo brasileiro. "É óbvio que seria mais adequado por parte do COI e da organização do evento que houvesse um diálogo de forma mais concreta com o governo brasileiro para a escolha das pessoas", disse, sem deixar de reconhecer a importância do trabalho ambiental de Marina.
Para outro membro da delegação, que pediu para não ser identificado, o que o COI fez foi o equivalente a convidar um membro da oposição britânica para um evento no Brasil que tenha o governo de Londres como convidado especial.
Ao Grupo Estado, Marina explicou que só recebeu o convite na ultima terça-feira, dia 24. Sobre Dilma, insistiu em não criar polêmica, dizendo que "sentia orgulho" em ver a primeira presidente mulher do país na arquibancada do estádio olímpico.
Ontem, Dilma foi mostrada pelas câmeras oficiais por menos de cinco segundos, enquanto a entrada de Marina foi amplamente comentada, como representante da luta ambiental no mundo. O ministro do Turismo, Gastão Vieira, só ficou sabendo da presença de Marina já no Estádio Olímpico. "Foi surpresa", disse o ministro da Ciência, Marco Antonio Raupp.
Agora, a do El País, de (?) Juan Arias:
La ecologista Silva eclipsa la presencia de Dilma en la apertura de los Juegos
La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, y los ministros de su Gobierno presentes a la apertura de los Juegos Olímpicos de Londres tuvieron que ver con sorpresa, sin que nadie les hubiese informado antes, desfilar junto al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, y siete personalidades mundiales más a la ecologista y opositora Marina Silva llevando la bandera olímpica, mientras era aplaudida y puesta de relieve ante millones de telespectadores del mundo.
El Comité Olímpico había guardado el secreto con celo y la propia presidenta Dilma supo de la distinción a su adversaria política cuando esta salió llevando la bandera olímpica.
La que fuera ministra de Medio Ambiente del expresidente Luiz Inazio Lula da Silva durante cinco años y fundadora con él de su partido (el PT) dejó el Gobierno por incompatibilidad de la entonces ministra de la Casa Civil, Dilma Rousseff, a la que Silva consideraba poco inclinada a los temas ecológicos.
La exministra dejó también el partido de Lula y Dilma, se pasó al Partido Verde y disputó con Dilma las presidenciales consiguiendo 20 millones de votos, que obligaron a la candidata de Lula a disputar la segunda vuelta.
El Comité Olímpico Internacional (COI) ha alegado que la ecologista fue escogida junto con otras siete personalidades mundiales por “su lucha contra la destrucción de la selva amazónica”.
El hecho de que Silva ensombreciera la presencia de la mandataria brasileña en Londres que solo tuvo cinco segundos en la televisión ha causado malestar en el Gobierno de Brasilia y en su diplomacia.
Todos han confesado que fueron cogidos de sorpresa y que ninguna autoridad brasileña había sido ni consultada ni avisada con antelación.
El ministro de Deportes, el comunista, Aldo Revelo, comentó con ironía: “No podíamos impedir que la Casa Real de Inglaterra invitara a la exministra. Además ella siempre se llevó bien con la nobleza europea”.
El presidente del Congreso, Marco Maia, ha revelado también su sorpresa dando a entender que como mínimo se ha tratado de un gesto de poco gusto diplomático.
Dilma ha sido elegante y no ha comentado el caso. Su antagonista política, Silva, comentó en su página web que se había sentido orgullosa de ver en el palco a la primera mujer brasileña presidenta de la república.
Arias não procurou nem disfarçar. Usou até os mesmos depoentes e depoimentos, na cara de pau. Deveria, ao menos dar o crédito. Ou não? Ou é tudo a mesma coisa e entre eles está tudo certo já que o objetivo é o mesmo?
Será que El País e o Estadão sabem disso?
E AGORA ..
Os futuros vereadores de Colombo, devem estar cientes de que é o resultado das eleições que define os papéis de cada um, de acordo como os mesmos se apresentaram durante a campanha eleitoral. É a vontade dos eleitores revelada nas urnas que decide quem ocupará os papéis democráticos de oposição e governo.
Ao migrar de um partido da oposição para a base, DEPOIS DE ELEITO, o político não apenas está sendo infiel ao partido, ele estar sendo infiel ao extremo aos eleitores, seus representados, e a vontade soberana das urnas, que decidiu democraticamente que o lugar dele é a oposição ao governo eleito.
Todo governo tem o poder de atração porque detém a máquina administrativa, além de todos os privilégios à disposição daqueles que o apoiam: cargos na Administração para parentes e aliados, preferência na liberação das emendas parlamentares (obras) e possibilidade maior de reeleição.
Tomando por empréstimo um termo da Biologia, um político que troca de partido para apoiar qualquer governo que seja eleito pode ser chamado de político-hospedeiro, ou seja, é um tipo de político que não conseguiria sobreviver sem fazer parte da base de um governo. Geralmente esses políticos integram partidos médios e pequenos sem expressão, trocam de partido a cada eleição para facilitar a reeleição e sempre apoiam qualquer governo eleito, migrando para a base de apoio sem qualquer cerimônia ou mesmo consulta aos seus eleitores.Políticos-hospedeiros são facilmente encontrados no baixo clero dos parlamentos e são reconhecidos entre os seus pares por não apresentar projetos de relevância, ou simplesmente não apresentar projetos; são parlamentares que tem como péssima característica não frequentar os parlamentos; da mesma forma que são conhecidos ser políticos que não costumam frequentar a tribuna nem mesmo para defender o governo para o qual passou a fazer parte.
QUEM VIVER VERÁ ...
QUEM VIVER VERÁ ...
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