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Correspondente do El País no Brasil plagia matéria do Estadão e nem dá crédito
Juan Arias, correspondente do jornal espanhol El País no Brasil, mora no Rio, mais precisamente em Saquarema, pequena cidade da Região dos Lagos, a 100 km da capital, Rio de Janeiro.
É de lá que ele escreve seu noticiário ficcional, ou suas reportagens editorializadas, sempre atacando os governos populares de Lula e Dilma.
Já o critiquei aqui - El Pais segue desinformando sobre Brasil e governo da presidenta Dilma, mas o comportamento dele segue orientação de seu jornal, que é a mesma de nossa mídia corporativa, hostil aos governos populares não só do Brasil como de toda a América Latina.
Até aí é problema deles. Mas, agora, Arias pegou uma reportagem do Estadão, sob um suposto mal estar do governo brasileiro, especialmente da presidenta Dilma, com a participação da ex-candidata à presidência Marina Silva na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, e só não fez um Copy & Paste total porque são línguas diferentes, e também porque pegaria muito mal - afinal, ele está aqui, em Saquarema, teoricamente, para trabalhar, não?
Comparem a reportagem do Estadão de ontem com a do El País de hoje:
Estadão:
Agora, a do El País, de (?) Juan Arias:
Arias não procurou nem disfarçar. Usou até os mesmos depoentes e depoimentos, na cara de pau. Deveria, ao menos dar o crédito. Ou não? Ou é tudo a mesma coisa e entre eles está tudo certo já que o objetivo é o mesmo?
Será que El País e o Estadão sabem disso?
Clique para ver...
É de lá que ele escreve seu noticiário ficcional, ou suas reportagens editorializadas, sempre atacando os governos populares de Lula e Dilma.
Já o critiquei aqui - El Pais segue desinformando sobre Brasil e governo da presidenta Dilma, mas o comportamento dele segue orientação de seu jornal, que é a mesma de nossa mídia corporativa, hostil aos governos populares não só do Brasil como de toda a América Latina.
Até aí é problema deles. Mas, agora, Arias pegou uma reportagem do Estadão, sob um suposto mal estar do governo brasileiro, especialmente da presidenta Dilma, com a participação da ex-candidata à presidência Marina Silva na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, e só não fez um Copy & Paste total porque são línguas diferentes, e também porque pegaria muito mal - afinal, ele está aqui, em Saquarema, teoricamente, para trabalhar, não?
Comparem a reportagem do Estadão de ontem com a do El País de hoje:
Estadão:
Marina Silva causa mal estar entre ministros em Londres
Londres, 28/07/2012 - A presença da ex-ministra Marina Silva na cerimônia de abertura da Olimpíada de Londres causou mal estar entre os ministros do governo de Dilma Rousseff. A participação pegou a todos de surpresa.
Marina entrou carregando a bandeira com os anéis olímpicos juntamente com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o maestro argentino Daniel Barenboim e prêmios Nobel. O convite partiu do Comitê Olímpico Internacional, sem o conhecimento do governo brasileiro, e foi mantido em sigilo. A ex-ministra é reconhecida internacionalmente por seu trabalho de defesa do meio ambiente.
A situação cria constrangimento porque Marina não tem boas relações com Dilma Rousseff e acabou encobrindo a presença da presidente do próximo país-sede da Olimpíada na cerimônia de abertura de Londres, ontem. "Marina sempre teve boa relação com as casas reais da Europa e com a aristocracia europeia", disparou o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, adversário político de Marina na polêmica do Código Florestal. "Não podemos determinar quem as casas reais escolhem, fazer o quê?"
O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que a primeira reação foi de surpresa. Para ele, o COI deveria ter feito um melhor trabalho de comunicação com o governo brasileiro. "É óbvio que seria mais adequado por parte do COI e da organização do evento que houvesse um diálogo de forma mais concreta com o governo brasileiro para a escolha das pessoas", disse, sem deixar de reconhecer a importância do trabalho ambiental de Marina.
Para outro membro da delegação, que pediu para não ser identificado, o que o COI fez foi o equivalente a convidar um membro da oposição britânica para um evento no Brasil que tenha o governo de Londres como convidado especial.
Ao Grupo Estado, Marina explicou que só recebeu o convite na ultima terça-feira, dia 24. Sobre Dilma, insistiu em não criar polêmica, dizendo que "sentia orgulho" em ver a primeira presidente mulher do país na arquibancada do estádio olímpico.
Ontem, Dilma foi mostrada pelas câmeras oficiais por menos de cinco segundos, enquanto a entrada de Marina foi amplamente comentada, como representante da luta ambiental no mundo. O ministro do Turismo, Gastão Vieira, só ficou sabendo da presença de Marina já no Estádio Olímpico. "Foi surpresa", disse o ministro da Ciência, Marco Antonio Raupp.
Agora, a do El País, de (?) Juan Arias:
La ecologista Silva eclipsa la presencia de Dilma en la apertura de los Juegos
La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, y los ministros de su Gobierno presentes a la apertura de los Juegos Olímpicos de Londres tuvieron que ver con sorpresa, sin que nadie les hubiese informado antes, desfilar junto al secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, y siete personalidades mundiales más a la ecologista y opositora Marina Silva llevando la bandera olímpica, mientras era aplaudida y puesta de relieve ante millones de telespectadores del mundo.
El Comité Olímpico había guardado el secreto con celo y la propia presidenta Dilma supo de la distinción a su adversaria política cuando esta salió llevando la bandera olímpica.
La que fuera ministra de Medio Ambiente del expresidente Luiz Inazio Lula da Silva durante cinco años y fundadora con él de su partido (el PT) dejó el Gobierno por incompatibilidad de la entonces ministra de la Casa Civil, Dilma Rousseff, a la que Silva consideraba poco inclinada a los temas ecológicos.
La exministra dejó también el partido de Lula y Dilma, se pasó al Partido Verde y disputó con Dilma las presidenciales consiguiendo 20 millones de votos, que obligaron a la candidata de Lula a disputar la segunda vuelta.
El Comité Olímpico Internacional (COI) ha alegado que la ecologista fue escogida junto con otras siete personalidades mundiales por “su lucha contra la destrucción de la selva amazónica”.
El hecho de que Silva ensombreciera la presencia de la mandataria brasileña en Londres que solo tuvo cinco segundos en la televisión ha causado malestar en el Gobierno de Brasilia y en su diplomacia.
Todos han confesado que fueron cogidos de sorpresa y que ninguna autoridad brasileña había sido ni consultada ni avisada con antelación.
El ministro de Deportes, el comunista, Aldo Revelo, comentó con ironía: “No podíamos impedir que la Casa Real de Inglaterra invitara a la exministra. Además ella siempre se llevó bien con la nobleza europea”.
El presidente del Congreso, Marco Maia, ha revelado también su sorpresa dando a entender que como mínimo se ha tratado de un gesto de poco gusto diplomático.
Dilma ha sido elegante y no ha comentado el caso. Su antagonista política, Silva, comentó en su página web que se había sentido orgullosa de ver en el palco a la primera mujer brasileña presidenta de la república.
Arias não procurou nem disfarçar. Usou até os mesmos depoentes e depoimentos, na cara de pau. Deveria, ao menos dar o crédito. Ou não? Ou é tudo a mesma coisa e entre eles está tudo certo já que o objetivo é o mesmo?
Será que El País e o Estadão sabem disso?
E AGORA ..
Os futuros vereadores de Colombo, devem estar cientes de que é o resultado das eleições que define os papéis de cada um, de acordo como os mesmos se apresentaram durante a campanha eleitoral. É a vontade dos eleitores revelada nas urnas que decide quem ocupará os papéis democráticos de oposição e governo.
Ao migrar de um partido da oposição para a base, DEPOIS DE ELEITO, o político não apenas está sendo infiel ao partido, ele estar sendo infiel ao extremo aos eleitores, seus representados, e a vontade soberana das urnas, que decidiu democraticamente que o lugar dele é a oposição ao governo eleito.
Todo governo tem o poder de atração porque detém a máquina administrativa, além de todos os privilégios à disposição daqueles que o apoiam: cargos na Administração para parentes e aliados, preferência na liberação das emendas parlamentares (obras) e possibilidade maior de reeleição.
Tomando por empréstimo um termo da Biologia, um político que troca de partido para apoiar qualquer governo que seja eleito pode ser chamado de político-hospedeiro, ou seja, é um tipo de político que não conseguiria sobreviver sem fazer parte da base de um governo. Geralmente esses políticos integram partidos médios e pequenos sem expressão, trocam de partido a cada eleição para facilitar a reeleição e sempre apoiam qualquer governo eleito, migrando para a base de apoio sem qualquer cerimônia ou mesmo consulta aos seus eleitores.Políticos-hospedeiros são facilmente encontrados no baixo clero dos parlamentos e são reconhecidos entre os seus pares por não apresentar projetos de relevância, ou simplesmente não apresentar projetos; são parlamentares que tem como péssima característica não frequentar os parlamentos; da mesma forma que são conhecidos ser políticos que não costumam frequentar a tribuna nem mesmo para defender o governo para o qual passou a fazer parte.
QUEM VIVER VERÁ ...
QUEM VIVER VERÁ ...
VEREADORES COMETEM INFIDELIDADE COM O ELEITOR !!!!
Na eleição passada em Colombo, tivemos dois casos de "infidelidade com os eleitores"envolvendo dois vereadores.
A fidelidade partidária não deve ser observada apenas na relação político/candidato x partido político, devendo o eleitor também estar incluído. Quando um político é eleito e acaba migrando para a base da oposição ou situação, a infidelidade não é registrada apenas em relação ao partido pelo qual foi eleito, mas, e principalmente, com o eleitor, e um flagrante desrespeito à vontade soberana das urnas.
TRAIÇÃO POLÍTICA
TRAIÇÃO POLÍTICA
Existem muitos candidatos ao cargo de vereador, que estão em uma base mas apoiam um outro candidato ao cargo majoritário, isso pode ser visto nas ruas de Colombo.Nas eleições municipais, por exemplo, os candidatos a vereador de uma coligação que apóiam um candidato a prefeito, devem obedecer à vontade soberana das urnas e se colocar como base do governo, se ambos , vereador e prefeito, forem eleitos ou fazer parte da oposição quando apenas ele, vereador, se elege. Os candidatos ao cargo proporcional não percebem, ou não querem perceber, a vinculação existente entre ele, o partido ao qual pertence e os eleitores.
Exemplificando ainda com as eleições municipais. O candidato a vereador faz campanha nos seus redutos junto com o candidato a prefeito apresentando-o como o candidato dele, assim como pede votos em comícios, nos programas eleitorais gratuitos na rádio e na televisão.
A vinculação se observa ainda no chamado "santinho do candidato", no qual as fotos do candidato a vereador e do candidato a prefeito aparecem juntas, da mesma forma que os números de ambos aparecem juntos nas chamadas "colas", que são papéis distribuídos aos eleitores para facilitar a votação na urna eletrônica.Os candidatos ao cargo proporcional estão se comprometendo publicamente a apoiar aquele candidato ao cargo majoritário, fazendo parte da sua base de apoio, para o qual faz campanha, e se colocar como oposição caso o mesmo perca a eleição.
No nosso país normalmente os eleitores votam em candidatos da mesma "chapa" ou coligação, votando no vereador e no prefeito do mesmo partido ou coligação, nas eleições municipais.
GANGUE DAS URNAS ???
Os políticos devem estar cientes de que é o resultado das eleições que define os papéis de cada um, de acordo como os mesmos se apresentaram durante a campanha eleitoral. É a vontade dos eleitores revelada nas urnas que decide quem ocupará os papéis democráticos de oposição e governo.
Ao migrar de um partido da oposição para a base, o político não apenas está sendo infiel ao partido, ele estar sendo infiel ao extremo aos eleitores, seus representados, e a vontade soberana das urnas, que decidiu democraticamente que o lugar dele é a oposição ao governo eleito.
Todo governo tem o poder de atração porque detém a máquina administrativa, além de todos os privilégios à disposição daqueles que o apóiam: cargos na Administração para parentes e aliados, preferência na liberação das emendas parlamentares (obras) e possibilidade maior de reeleição.
Tomando por empréstimo um termo da Biologia, um político que troca de partido para apoiar qualquer governo que seja eleito pode ser chamado de político-hospedeiro, ou seja, é um tipo de político que não conseguiria sobreviver sem fazer parte da base de um governo. Políticos-hospedeiros são facilmente encontrados no baixo clero dos parlamentos e são reconhecidos entre os seus pares por não apresentar projetos de relevância, ou simplesmente não apresentar projetos; são parlamentares que tem como péssima característica não frequentar os parlamentos; da mesma forma que são conhecidos ser políticos que não costumam frequentar a tribuna nem mesmo para defender o governo para o qual passou a fazer parte.
POLÍTICOS CARA DE PAU
Os parlamentares infiéis estão desrespeitando os eleitores sob o falso argumento de que, fazendo da base governista, poderá trabalhar mais por eles. Na política nacional, contudo, a migração de um político para a base do governo ocorre por motivos não-republicanos, para utilizar um termo atual, mediante o pagamento de certa quantia em dinheiro (quem não ouviu falar em mensalão?) e na certeza de que ocupará pequenos espaços do poder, e todas as benesses decorrentes dele.
Para esse tipo de político é mais fácil ser governo, qualquer governo. Esses políticos profissionais (no pior significado da palavra) são reeleitos pelas constantes trocas de partido, por sempre estarem apoiando qualquer governo e contemplados pela injusta regra da proporcionalidade nas coligações partidárias no âmbito proporcional na qual, políticos com mais votos absolutos não conseguem se eleger porque outros foram eleitos graças ao grande número de votos dos "puxadores de votos".
FALTA RESPEITO COM O ELEITOR
FALTA RESPEITO COM O ELEITOR
Durante a campanha o candidato assume uma posição perante os eleitores, que de boa-fé, criam uma expectativa de sua atuação se ele for eleito. Não é proibido o político mudar de posição com relação ao governo ou mesmo trocar de partido, mas a migração geralmente ocorre logo após os resultados das eleições até pouco tempo após a posse do novo governo.
Os futuros vereadores, devem possuir o mínimo dever ético e político de se comportar de acordo com o que se espera dele, ou seja, obedecer à vontade soberana das urnas e ser governo ou oposição.
O parlamentar infiel se apropria indevidamente dos votos que recebeu e os negocia como moeda de troca com o governo para o qual quer fazer parte. Os votos recebidos em uma eleição são do político, mas também do partido que ofereceu todo suporte para elegê-lo, não esquecendo os votos de legenda que ainda que sejam relativamente poucos, são considerados para a formação do quociente eleitoral do partido e coligação.
O mandato do parlamentar não é uma procuração em branco dos eleitores e que este é negociável.
O mandato eletivo do parlamentar deve ser coerente com o que foi apresentado na campanha eleitoral e ser respeitado. Mas, se prestarmos um pouco mais de atenção, são estes políticos os processados eleitoralmente por compra de votos, propaganda irregular e uso indevido da máquina pública em seu favor.
abe então, a cada eleitor, acompanhar de perto os passos dos políticos.
Enfim, a fidelidade partidária de um político pode ser um dos critérios utilizados pelos eleitores na hora de decidir em quem votar. Como ficou demonstrado a fidelidade de um político não se relaciona apenas com os partidos, mas com o pleno funcionamento dos parlamentos e o papel fundamental dos eleitores na construção da Democracia.
MENINA DE 5 ANOS VIVIA COM VACAS E SÓ SABE MUGIR !!!
Essa é uma notícia que está chocando a Rússia, palco da história, e a Inglaterra, onde está sendo divulgado através da imprensa. Uma menina de cinco anos foi encontrada vivendo com vacas, numa zona rural do distrito de Solikamsk, e só sabe comunicar através de mugidos e gestos.
A menina foi resgatada pela polícia, depois da denúncia de um vizinho, e não sabe comer nem beber como os seres humanos, preferindo beber de uma panela. Vivia em um curral , praticamente, sem roupas, estava vivendo com o gado na fazenda..
"Recebemos uma denúncia de um dos vizinhos, que contou o que se passava, mas não pensávamos que fosse verdade. Quando fomos investigar nem acreditamos no que estávamos vendo. Era mesmo verdade e ficamos todos chocados", disse fonte da polícia russa, citada pelo Daily Mail.
| Solikamsk nos Montes Urais Adicionar legenda |
Segundo
testemunhas, a criança costumava ser trancada pelos pais e já há muito tempo era deixada no curral das vacas, onde passava dias e noites, com os bovinos. Após ser enviada para um centro de reabilitação, a menina já foi colocado com uma família adotiva.
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