O que te importa?



Enquanto o mundo cai sobre as costas do Tribunal de Justiça com a revelação dos supersalários pagos pelo Poder aos seus magistrados, a famigerada Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) continua fechada, trancada e trancafiada para o acesso do contribuinte. Já são dois meses de Lei de Acesso à Informação (LAI) e nada do Parlamento zelar pela transparência, que fica somente em suas propagandas “cala-boca”.

Isto sem contar outras leis que obrigam a divulgação das prestações de contas. Dias destes fizeram uma coletiva de imprensa para anunciar que em um mês o Portal da Transparência estaria no ar. Já são dois meses e o contribuinte continua sem saber de nada. Ao tentar acessar o Portal da Transparência o patrão recebe ao seguinte aviso

Acesso Negado
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Muito bonito para a nossa cara, não!?!?!? Não acredita. Veja aqui

O advogado Edinei Muniz entrou com um pedido de informações baseado na LAI. Ele queria as prestações de contas das verbas de gabinetes dos 24 deputados, incluindo as notas fiscais. No pedido ele fornecia o e-mail de jornalistas para que estes também recebessem os dados. O prazo expirou e o advogado está sem as informações.

Ele agora recorrerá à Mesa Diretora. É pouco provável que obtenha êxito. O melhor mesmo será preparar uma ação e entrar na Justiça. Esta também é a melhor solução para nós, pagadores de impostos, sabermos como o nosso dinheiro é usado pelos senhores deputados.
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Auto-estima por Calvin e Haroldo

Jornal da Tarde, 23/07/12.
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Quente e frio!

Este é um bom artigo escrito pela jornalista Eliane Cantanhêde na Folha de S Paulo deste domingo. Mostra bem o paradoxo entre a onda “concurseira”  em voga no Brasil e a onda de greves no setor público por melhorias nos salários.

Vale a pena ler

Quente e frio!

Há uma corrida desenfreada por concursos e vagas públicas. Simultaneamente, uma onda de greves e protestos de servidores. Afinal, é bom ou não é?

Direito é o curso mais procurado do país, mas não significa uma vocação coletiva, ou que todos os vestibulandos queiram ser advogados, juízes, delegados. A maioria quer usar a faculdade como "cursinho" para fazer concurso --não importa o setor.

Essa corrida ocorre pelo aumento de vagas no serviço público na era Lula, com um festival de concursos em todas as áreas, todos os Poderes, todos os Estados. E, claro, é estimulada pela estabilidade, pela aposentadoria, pela ascensão funcional. É botar o pé dentro e subir degraus.

É uma contradição: se tudo parece tão bacana e a turma estuda tanto para entrar, é preciso explicar as greves em mais de 20 setores da administração e os 10 mil servidores que pararam o trânsito em Brasília na última quarta, pichando um ministério, ameaçando invadir outro.

Talvez seja tão bom que os funcionários se sentem fortes o suficiente para confrontar Dilma Rousseff e exigir o impossível: R$ 92 bilhões de aumentos, 50% a mais na folha de pagamentos. Nenhum patrão do mundo faria isso. Muito menos um patrão, ou patroa, que apenas gerencia o dinheiro dos outros --os contribuintes.

Dilma argumenta com a crise internacional e joga duro, mas os grevistas também. Ela só cedeu para os professores das universidades, focando o top da carreira (doutores com dedicação exclusiva) e dando até 45% de reajuste em três anos. A categoria rejeitou, porque só a "elite" seria beneficiada. E os dois lados têm razão: nem o salário dos docentes é justo nem há dinheiro para tudo.

Que o impasse entre governo e servidores sirva para que essa obsessão "concurseira" recue para a normalidade. Para isso, porém, Dilma precisa garantir crescimento e investimentos na economia. O setor público está quente, a indústria, esfriando.
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MARCO VALÉRIO VOLTA A CHANTAGEAR LULA E O PT



Reportagem em VEJA desta semana mostra que o empresário ameaça revelar ao Ministério Público detalhes de conversas suas com o então presidente.
Um dos amigos mais próximos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Paulo Okamotto está há dois meses às voltas com uma missão: o ex-metalúrgico foi encarregado de manter sob controle – e em silêncio – o empresário Marcos Valério. Reportagem publicada em Veja desta semana revela que, às vésperas do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), o empresário está chantageando mais uma vez Lula e o PT. 

Denunciado pelo procurador-geral da República como o operador do maior esquema de corrupção da história, Marcos Valério responde por cinco crimes cujas penas, somadas, podem chegar a 43 anos de prisão. Em maio, ele fez chegar à cúpula do PT uma ameaça: estava decidido a procurar o Ministério Público para revelar detalhes de suas conversas com Lula em Brasília. O ex-presidente sempre negou a existência de qualquer vínculo entre ele e o operador do mensalão. 
Paulo Okamotto, hoje diretor-presidente do Instituto Lula, entrou em ação para evitar turbulências. Ele admite ter participado de reuniões com Marcos Valério, mas diz que isso nada tem a ver com ameaças ou chantagens. Indagado se as conversas envolviam assuntos financeiros, ele explicou: “Ele tem uma pendência lá com o partido, de empréstimo, coisa de partido”. Referia-se ao processo em que Valério cobra judicialmente 55 milhões de reais do PT, como pagamento pelos empréstimos fictícios que abasteceram o mensalão.

Okamotto concluiu, em tom enigmático: “Marcos Valério tinha relação com o partido, ele fez coisas com o partido. Eu nunca acompanhei isso. Então, quem pariu Mateus que o embale, né, meu querido?”
O advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, petista histórico e também integrante do círculo íntimo de Lula, foi destacado para descobrir se as ameaças, dessa vez, procediam. “Greenhalgh é o pacificador, é quem sempre dá as garantias a ele”, disse a VEJA uma fonte da confiança do empresário. Greenhalgh teria descoberto que tudo não passa de um blefe. 
Blefando ou não, é no mínimo estranho que, sete anos depois do mensalão, Marcos Valério continue ameaçando o PT - e o PT continue assombrado com as ameaças de Marcos Valério.
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O triunfo da pelegada petralha

Bruno Toscano Franco posted in Militarismo Já!!!!



Bruno Toscano Franco 9:28am Jul 22


CONHEÇA A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PT Lúcia Hippólito, comentarista politica da CBN “Nascimento” do PT:
O PT nasceu de cesariana, há 29 anos. O pai foi o movimento sindical, e
a mãe, a Igreja Católica, através das Comunidades Eclesiais de Base.
Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais,
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