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Fortaleza: Moroni do DEM lidera pesquisa do DATAFOLHA

O candidato Moroni Torgan (DEM) lidera a primeira rodada de pesquisas O POVO/Datafolha para a eleição municipal de Fortaleza. Moroni obteve 27% das intenções de voto, na pesquisa estimulada (que apresenta um cartão com o nome de todos os candidatos para o eleitor escolher).
Em seguida, estão os candidatos Inácio Arruda (PCdoB) e Heitor Férrer (PDT). Inácio registrou 14% das intenções de voto e Heitor, 11%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados.
Logo abaixo, estão Renato Roseno (PSol) e Marcos Cals (PSDB), ambos com 6%, Roberto Cláudio (PSB), com 5%; e Elmano de Freitas (PT), com 3%.
Um dado que chama a atenção é o fato de 21% dos eleitores não saberem em quem votar. É um índice muito alto, mesmo para o início da campanha. Em 2004, por exemplo, o índice de indecisos da primeira pesquisa O POVO/Datafolha, realizada em 21 de julho, era de 9%. Em 2008, na pesquisa de primeiro de agosto, era de 6%.
A pesquisa O POVO/Datafolha ouviu 831 eleitores com 16 anos ou mais na cidade de Fortaleza entre os últimos dias 18 e 19 (quarta e quinta-feira). A pesquisa possui amostragem estratificada por sexo e idade com sorteio aleatório dos entrevistados. Ele possui margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TRE com o número CE 00004-2012.
O resultado completo da pesquisa você confere na edição impressa do O POVO deste domingo.Fonte: O Povo.
Moroni à frente também na espontânea
O candidato Moroni Torgan (DEM) também lidera a pesquisa espontânea, com 7% das intenções de voto, na primeira rodada do levantamento feito pelo Datafolha e publicado no O POVO deste domingo. Na sequência, aparecem os candidatos Heitor Ferrer (PDT), com 4%; Roberto Claudio (PSB), Inácio Arruda (PCdoB), Renato Roseno (PSol) e Elmano (PT) 2%, cada; Marcos Cals (PSDB), com 1%; e com menos de 1% Professor Valdeci (PRTB).
A espontânea avalia o voto mais consolidado, aquele em que o eleitor lembra o nome do candidato sem lhe ser apresentado a lista com os nomes. O percentual de eleitores indecisos alcança 71%, quando não há apresentação de lista.
A pesquisa O POVO/Datafolha ouviu 831 eleitores com mais de 16 anos em Fortaleza entre os dias 18 e 19/7. A pesquisa é um levantamento por amostragem estratificada por sexo e idade, com sorteio aleatório dos entrevistados. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TRE com o número CE 00004-2012.
Leia os detalhes da pesquisa na edição impressa do O POVO deste domingo.
O “líder” na rejeição também é Moroni
Ao mesmo tempo em que lidera as pesquisas, Moroni Torgan também é o candidato que sofre a maior rejeição do eleitorado de Fortaleza: 27% dos entrevistados da pesquisa O POVO/Datafolha dizem que não votariam nele de forma alguma. É exatamente o mesmo percentual de eleitores que dizem votar em Moroni na pesquisa estimulada. Em seguida, vem o candidato Inácio Arruda (PCdoB),com 20% de taxa de rejeição.
Em seguida aparecem os demais candidatos, todos empatados entre si:
Marcos Cals (11%); Elmano de Freitas, Heitor Ferrer, Roberto Claudio e Gonzaga (10%, cada); André Ramos e Renato Roseno (8%, cada); e finalmente, Professor Valdeci 7%.
A pesquisa O POVO/Datafolha ouviu 831 eleitores com mais de 16 anos em Fortaleza entre os dias 18 e 19/7. A pesquisa é um levantamento por amostragem estratificada por sexo e idade, com sorteio aleatório dos entrevistados. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TER com o número CE 00004-2012.
Leia os detalhes da pesquisa na edição impressa do O POVO deste domingo.

Por que Moroni Torgan? A consolidação como candidato da oposição.
por Luiz Cláudio Ferreira Barbosa - Perfil no Facebook
Por que Moroni Torgan? A consolidação como candidato da oposição.
Moroni Torgan não caiu na pesquisa Datafolha – O Povo, pelo contrário, teve um crescimento de 5% em relação a pesquisa Datafolha – PSB: 22%. Os 27 (vinte e sete) pontos percentuais nessa última pesquisa, apenas reforça a ideia de que já não é simplesmente o recall.
Na campanha eleitoral de 2004 o candidato derrotado do PFL, deixou de ser prefeito de Fortaleza, por uma série de erros estratégicos, mas saiu com o discurso político – eleitoral anti – Luzianne Lins. No pleito seguinte, para Prefeitura de Fortaleza, foi o principal candidato de oposição na avaliação da opinião pública fortalezense. Saiu derrotado de novo, dessa vez havia sedimentado o seu discurso ideológico contra a atual prefeita, que foi reeleita naquele pleito eleitoral.
O candidato demista representa o voto de oposição, que era antes um candidato invisível no debate público. Moroni Torgan talvez não se desidrate no horário político eleitoral da televisão e rádio. As suas chances de ir para o segundo turno são extraordinárias em relação aos outros candidatos das oposições.
O voto de oposição concentrado no discurso do Moroni Torgan
A ausência do ex–senador Tasso Jereissati nas articulações da chapa majoritária tucana, talvez tenha ajudado na romaria dos votos tassistas para Moroni Torgan. Marcos Cals não representou até agora o neo – tucano como candidato de oposição aos executivos públicos ( Federal, Estadual, Municipal) para opinião pública fortalezense.
A candidatura do Heitor Férrer ainda não encontrou um discurso coerente como opositor da atual administração municipal, o seu forte talvez seja como crítico parlamentar do Governo estadual, qualquer tentativa de reproduzir um discurso de última hora contra a administração municipal de Fortaleza, talvez como marketing eleitoral, esta postura de candidato anti-Luizianne , não traga resultados positivos para sua campanha.
A dissolução do consórcio governista cidista – petista em várias candidaturas
O bloco partidário (PMDB – PSB – PT – PC do B) fora vitoriosos nas ultimas eleições majoritárias (2006 – 2008 – 2010). Na eleição de 2008, o marketing eleitoral do realinhamento das máquinas administrativas públicas (Federal, Estadual, Municipal), seria responsável por uma nova Era política – administrativa para Prefeitura de Fortaleza. As oposições não destruíram essa mensagem durante o período eleitoral de 2008, como também durante o segundo mandato da prefeita Luzianne Lins.
A implosão da aliança do PT com o PSB, foi a grande responsável pelos baixos índices dos votos dos seus candidatos.
O médico Roberto Cláudio sofre com a dificuldade de montar um discurso como opositor a atual gestão municipal, pois o rompimento foi recente perante a opinião pública. PSB faz campanha de volume ao olhar do eleitor – cidadão, sem conseguir anular a antiga idéia dos valores positivos da aliança PT – PSB. Moroni Torgan avança para dominar o discurso de candidato oposicionista, sem espaço para o socialista.
O advogado Elmano de Freitas ainda não construiu a sua imagem política, como candidato do Partido dos Trabalhadores. O mesmo sofre uma enorme dificuldade para ser aceito como candidato do continuísmo, sem consenso dentro das fileiras do seu próprio partido. O candidato dos Democratas deve centralizar as suas críticas negativas no candidato petista, será uma polarização natural para o eleitor fortalezense.
O senador Inácio Arruda tem 14% dos votos na pesquisa Datafolha – O Povo, o candidato do bloco PT – PMDB só tem 5%, como também o representante do PT – PR só alcançou o patamar eleitoral de 3%. Os três candidatos do antigo consórcio governista cidista – petista tem aproximadamente juntos 22% dos votos. Algo próximo á rejeição de 27% do eleitorado fortalezense ao candidato dos Democratas.
O governador Cid Gomes e a prefeita Luzianne Lins até agora não saíram vitoriosos nessa guerra pelo controle do bloco governista cearense de apoio ao Planalto. A subida da candidatura do Moroni Torgan, por si só, esvazia o candidato tucano, onde o demista poderia ultrapassar o patamar eleitoral de 30% nas próximas pesquisas eleitorais, o que seria possível com ajuda do eleitorado tassista, essa ameaça real ao domínio político – administrativo do PT e do PSB na política cearense.
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ZÉ VICENTE E HELDER ESCONDEM QUE SÃO CANDIDATOS DE JOTA CAMARGO???

Está sendo distribuído na manhã deste sábado em Colombo, o primeiro encarte da campanha para prefeito de Zé Vicente e Helder Lazarotto. O que causa estranheza é que que eles escondem que são candidatos do prefeito J. Camargo, pelo menos nessa primeira edição esqueceram ou ficaram com vergonha "tenho pena do Jota". Chegam a dizer que "juntos vamos trabalhar para a construção de uma cidade mais agradável, justa e com inclusão social, pois ela é o nosso núcleo mais forte depois da família". Isso vem confirmar o que sempre escrevemos nesse blog.
Nossa !! será que eles não são realmente os candidato do Jota, seria então a Rose Cavalli ou o Joel Cordeiro?
Sobre  creches eles dizem que irão criar a tal BOLSA CRECHE, um convênio entre prefeitura e escolas particulares, e que vão acabar com a fila de crianças esperando por uma vaga na creche. Nossa !! Isso quase me convence que não são candidatos do Jota.

Zé Vicente diz que "irá implantar um novo jeito de governar e  para isso não pode voltar atrás". Nossa !! Continuo achando que não são candidatos do Jota.  Dizem que vão criar o parque do Guaraituba,  iluminar todos os campos de futebol , fazer asfalto primeiro e depois cobrar e  um plano de calçamento onde existir asfalto.
Nossa!! Estou quase acreditando que não são candidatos do jota.

No final existe uma foto montagem com Zé e Helder com Dilma e Lula, onde diz que " DILMA E LULA APÓIAM   ZÉ VICENTE E HELDER. 
 Nossa !! Esqueceram de colocar a foto do prefeito e não citaram o seu nome nos 60 mil exemplares.
Será que não querem  o apoio do prefeito  ???????
Nosssssssa !!!!


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Era uma vez um Governo da Floresta


Quanto mais os anos avançam mais o conceito de Florestania vai caindo no ostracismo. A economia da floresta vai ficando de lado e entra em campo o desenvolvimentismo por meio da indústria e do agronegócio. Tião Viana deu fim à Secretaria da Floresta criada pelo irmão Jorge Viana. De conceitos como manejo florestal, extração sustentável e produtos verdes, as palavras de ordem são indústria, emprego e mecanização agrícola.

Tião Viana teve uma eleição apertada e corre o risco de perder em Rio Branco. Tudo fruto do descontentamento da população com as políticas econômicas. A Florestania não surtiu o efeito necessário. Beneficiou apenas uma pequena elite governamental e empresarial. Enquanto os defensores da economia da floresta estavam encastelados em seus sonhos que tudo estava a mil maravilhas, o povo se revoltou nas urnas.

A Florestania não gerou riquezas para o Acre. O Acre só andou na última década por conta do inchaço de verbas federais enviadas por Luis Inácio Lula da Silva. A fonte secou e o dinheiro é escasso. Está sendo necessário endividar o Acre para manter os investimentos e a reeleição de Tião Viana.

O governador Tião Viana não quer pagar o preço –nós vamos – de centrar os esforços num campo econômico cujos resultados são de longuíssimo prazo, e alcance restrito. A grande maioria da população acreana continua na pobreza. O contracheque do funcionalismo público e o Bolsa Família mantêm a duras penas a economia em movimento. No interior a situação é pior. Tião Viana fomenta o empreendedorismo entregando equipamentos. Ótimo!

Investiram milhões em indústrias verdes e o Acre continua pobre. Vendem para o exterior um Estado irreal, imaginário. O acreano quer sua maior riqueza de pé, mas quer emprego, quer dinheiro no bolso. A Florestania não trouxe este resultado. Tião Viana tomou para si o discurso do outro Tião (o do PSDB) e agora quer tornar o Acre uma potência agrícola. Ótimo!

O Governo do Povo do Acre deu fim ao Governo da Floresta. A ordem é gastar, investir, produzir, movimentar a economia. O Estado não vai comportar mais ninguém na sua folha de pagamento –já tem muito apadrinhado político. Temos 12% do território devastado pronto para ser uma mina do agronegócio.

O Acre não está pronto para a industrialização. Nossa infraestrutura é precária, temos um mercado consumidor pobre e a mão de obra não está preparada. A solução mais rápida é o campo. É possível, sim, conciliar a economia da floresta com o do campo. Cada uma no seu canto. A Florestania falhou, o povo reprovou e agora a visão desenvolvimentista da direita tucana está à porta.

Tião Viana está pagando os erros de seus antecessores.
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É PRA FRENTE COLOMBO !!! JAMAIS SUCUPIRA !!!

Caro leitor, é inevitável não nos lembrarmos de Odorico Paraguaçu em épocas de eleições municipais, até porque, ao vermos pela TV, as propagandas do nosso  município. em tese  é como se estivéssemos na cidade de SUCUPIRA. Ao vermos alguns casos que envolveram  parte de nossos vereadores da câmara municipal e da prefeitura de nossa cidade, nos deparamos com cenas extremamente digno Sucupira. Na verdade, ouso afirmar que Odorico supera  muito dos nossos políticos. Tivemos até um vereador evangélico que afirmou ter recebido um chamado de Deus para ser vereador. O famoso prefeito Odorico, com intuito de impressionar os moradores de Sucupira abusava na invenção de frases e palavras, imagina se existisse lá um crescimento imobiliário, o que não faltaria era "Zé Cadiabo".
O pobre cidadão colombense não é de Sucupira, mas é privado de sua cidadania, e frente a sua situação não consegue romper com o poder dominante, isto ocorre devido a necessidade histórica da chamada " Ação Social", usada  para a manutenção do povo nas mãos, muitos prefeitos e vereadores no Brasil , deixam faltar de tudo, e dessa forma o pobre cidadão vem sendo mantido nas mãos. Em nossa cidade não é o cemitério que demora a ser inaugurado, mas temos a Avenida Astorga, o  terminal do Roça Grande, o campo do Beira Rio, as 500 casas do PAC (que fazia parte da segunda etapa da obra da Astorga), asfaltos e o fechamento da buraqueira.  O cidadão é obrigado ainda a construir calçadas,  sendo que muitos  não conseguem nem  construir um muro para proteger sua casa.

Precisamos que Colombo volte a crescer junto com o povo, buscar uma forma que não exista  tendência de  políticos defenderem seus  próprios interesses frente  à sociedade acabe, e que saibam que devem respeito a sociedade, pois foi esta que com seu poder o elegeu, as mudanças sociais dependem unicamente do nosso voto, e para tornarem-se possíveis e necessário, temos que ter consciência política.
O voto é individual e ninguém, absolutamente ninguém, pode decidir ou definir em que você deve votar. Acredito que na perspectiva da ética, dia de eleição é dia de exercermos livremente as nossas opções políticas e ideológicas, ninguém possui o direito de manipular, impor ou decidir por você em quem votar. O voto é pessoal e instranferível e somente você tem o direito de escolher em quem votar, ainda que isso represente votar em Odorico Paraguaçú, Zéca Diabo, Dirceu Borboleta, Irmãs Cajazeiras ou ZÉ MANÉS. 
Mas o eleitor deve saber que uma escolha errada, custará 4 nos para corrigir !!!!
Pense nisso!   PRÁ FRENTE COLOMBO !!!    JAMAIS SUCUPIRA!! 
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