Todo povo que nao respeita os seus animais nao pode ser chamado de humano. Esse povo da Ucrania ja foi dizimado pela fome imposta pelos govenos comunistas da Uniao Sovietica,. Sera que nao aprenderam a ser mais humildes e solidarios na dor? Que tragedia. Os animais pagando pela ganancia e pelo dinheiro.Como pode alguem ser feliz num pais desses. Nao se esquecam que no Brasil morrem 50.000
Como pode alguem ser feliz num pais desses?
Todo povo que nao respeita os seus animais nao pode ser chamado de humano. Esse povo da Ucrania ja foi dizimado pela fome imposta pelos govenos comunistas da Uniao Sovietica,. Sera que nao aprenderam a ser mais humildes e solidarios na dor? Que tragedia. Os animais pagando pela ganancia e pelo dinheiro.Como pode alguem ser feliz num pais desses. Nao se esquecam que no Brasil morrem 50.000
O público oficial –e ponha oficial
A melhor notícia que se pode ter da convenção do PT na manhã de sábado (23) foi o tempo agradável. Depois de uma semana de Sol escaldante tostando a nossa cachola, hoje São Pedro soprou ventos mais frios pelas bandas do Montanhês.
Numa quadra pequena do colégio Pedro Martinello a militância vermelha saudava o nome de Marcus Alexandre. Ao fundo do palanque uma boa mostra da máquina a ser acionada no dia 7 de julho. A foto gigantesca de Marcus Alexandre dava uma noção da campanha publicitária e midiática que vem por ai.
Mas nada disso importa. O termômetro da corrida municipal mesmo estava (em tese) na plateia. Muito mais do que formada pelos moradores de um dos bairros mais pobres de Rio Branco, ela era composta por bons militantes que chegaram em seus confortáveis carros, sem se dar ao trabalho de apanhar um Tancredo Neves lotado-e atrasado.
Não havia problema de assalto. A Polícia Militar estava presente para garantir a segurança dos carros dos companheiros. Até o comandante da tropa vestiu a blusa vermelha e marcou presença na convenção. Esperava-se duas mil pessoas; confesso que não sou a melhor pessoa para fazer este cálculo de público, mas não sobrou espaço na quadra.
Dois palcos –um em cada extremidade – completavam o cenário. No do fundo a banda esquentou o povo tocando forró e depois o jingle que vai embalar a militância. A plateia também era composta pelos cabos eleitorais dos candidatos a vereador. Só a FPA tem 150 disputando 18 vagas na Câmara.
É óbvio que não se pode esperar uma convenção partidária repleta de pessoas do povo –exceto o deles. O eleitor não está interessado muito neste bla-bla-bla. A maioria só vota porque é obrigatório. Também não é de esperar que o povo esteja em massa ovacionando Tião Bocalom na próxima sexta.
Ao PT pesa a vantagem de ter a máquina na mão e mobilizar toda sua estrutura de cargos, o que encheria duas quadras como aquela. Portanto, não é por uma convenção nem por comícios que se pode dizer quem vai ganhar ou quem vai perder. Banderolas, balões e cartazes não dão voto. O vencedor será conhecido na noite do dia 7 de outubro.
Até lá é só muita especulação e disse me disse.
Procura-se
Alguém tem notícias do PMDB? Este partido ainda existe aqui pelo Acre?
Qualquer informação favor entrar em contato
Ganhos, perdas e danos do pragmatismo político
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| Ai se eu te pego, by Nani |
Houve uma época em que os gestos políticos orientavam a opinião pública e os cidadãos. Adversários eram adversários. Podiam conviver educadamente, mas se posicionavam como entidades distintas, donos de posições singulares, que não permitiam movimentos de convergência a não ser quando estivessem em jogo o futuro da pátria ou os interesses nacionais. Acordos e alianças se faziam, mas ideias e princípios não se negociavam.
Tudo isso parece hoje pertencer a uma época pretérita que não volta mais. O mundo mudou, a política virou de ponta cabeça, deixou-se invadir de tal forma pelos negócios e pelo pragmatismo que terminou por perder sua força magnética, de organização de esperanças e utopias.
Houve avanços nesse processo. Algumas ilusões tiveram de ser abandonadas e os protagonistas da política foram convidados a ultrapassar a barreira da pureza, da “ética da convicção” extremada, em benefício da realpolitik, da conquista de eleitores e da conservação do poder – coisas que se diluíram em uma sempre mais proclamada “ética da responsabilidade”.
O PT foi, na época pretérita que não volta mais, o partido que mais longe levou a ética extremada da convicção. Revestiu-a de ideologia, de promessas reformadoras, de compromissos com a população pobre e abandonada. Fez disso uma plataforma que o projetou para o primeiríssimo plano da política nacional e o converteu no principal partido do país.
Vieram, porém, os governos Lula (2002-2010) e tudo se transformou. O pragmatismo cortou o partido de cima a baixo, ao mesmo tempo em que o personalismo de Lula o cortou da esquerda à direita. O foco passou a ser muito mais o Estado do que a sociedade civil ou a opinião pública, e o partido se entregou ao controle de posições políticas fortes, convencido de que assim a mudança social aconteceria. Perdeu alguns anéis nessa operação, assistiu à debandada de parte de seus setores mais à esquerda e aceitou o protagonismo inconteste de sua liderança máxima, que se tornou o condutor único de todas as operações, da nomeação de ministros à escolha de candidatos às eleições.
Houve, entretanto, uma pedra no caminho. Lula e o PT não conseguiram entrar em São Paulo, que se manteve – estado e capital – sob controle do PSDB. O desafio paulista cresceu com a vitória de Dilma Rousseff. Afinal, como projetar a preponderância petista em Brasília sem a conquista do principal estado do país, epicentro da vida econômica e social?
O pragmatismo foi então radicalizado. Para as eleições municipais de 2012, decidiu-se fixar uma candidatura que tivesse cheiro de tinta fresca, com a qual se pudesse contestar o predomínio tucano. E optou-se, mais uma vez, por dar uma guinada para o centro, de modo neutralizar a força que o PSDB acumulou nesse segmento crucial.
Ainda que de modo meio torto, o PT que se subsumiu a Lula passou a mostrar maturidade, arquivou seus arroubos ideológicos, trocou a pureza pela “responsabilidade”. Converteu-se em ator principal e fez com que todos passassem a considerá-lo com seriedade.
O problema é que o ingresso do PT na arena da grande política está se fazendo pela porta da pequena política, onde são feitos pactos com o diabo, ou com jurados inimigos de ontem, pragmaticamente.
Política sem acordos e coligações, sem barganhas e concessões, é como noite sem lua. Não avança, nem produz resultados positivos. Mas há modos e modos de se fazer isso.
Ao aceitar os afagos de Paulo Maluf, na cerimônia em que o deputado aderiu à campanha de Fernando Haddad, o PT de Lula reiterou sua conversão ao jogo frio da política. Trocou a paixão pelo cálculo, pela contagem de apoios, minutos de propaganda e votos potenciais. Foi, porém, com sede total ao pote. Permitiu que o líder do PP explorasse ao máximo a aproximação. O gesto simbólico nos jardins de sua mansão foi a cereja no bolo.
Houve ganhos para ambos os lados. O PT incorporou 1'30" à sua propaganda e passou a dispor, em tese, de acesso mais privilegiado aos redutos eleitorais malufistas, ainda que sem garantias. De quebra, desafinou o coro dos contentes, mostrando que agora são outros tempos, outras amizades, que não somente os tucanos podem comer na seara do centro e da direita. Maluf, por sua vez, recebeu oxigênio adicional para seguir fazendo política, quem sabe agora com o benefício de não ser mais visto como o bicho-papão do autoritarismo e da corrupção. Também não teve garantia de nada, mas soube como extrair dividendos evidentes da operação. Ganhou uma exposição que em outros tempos seria inimaginável. Emplacou, ainda por cima, um aliado na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades.
As perdas e os danos do acordo, porém, parecem a essa altura maiores do que os ganhos. O PT perdeu Erundina, ainda que ela, ao desistir da candidatura a vice mas não da campanha, tenha oferecido ao partido uma aura de “dignidade política” que ajuda a contrabalançar as coisas. Perdeu também excelente oportunidade para traduzir em fatos o proclamado desejo de fazer uma campanha com o selo da renovação. Como convencer o eleitor de que algo “novo” desponta quando o “velho” aparece com ele abraçado quase ao ponto de sufocar?
A democracia também perdeu, pois o pragmatismo político usurpou o lugar que nela devem ter o realismo, a coerência, os valores e os ideais, aumentando ainda mais o fosso que distancia as pessoas da política institucionalizada. Consolidou-se um modo de fazer campanha eleitoral. Nele, os políticos se abraçam, fazem festa, tramam e decidem. Num segundo momento, os eleitores votam. Ou nem isso.
O que resultará disso, no curto, no médio e no longo prazo, é questão inteiramente em aberto. [Publicado em O Estado de S. Paulo, 23/06/2012, p. A2].
Serra não toma jeito. Depois de se apropriar dos genéricos e do programa anti-Aids, agora mete a mão no slogan de Dilma
O homem é impossível. Serra é um mitômano incorrigível. Ele se diz engenheiro, mas não prova. Também se diz economista, e também não prova.
Em campanha, já afirmou ser o pai dos genéricos (que foi Jamil Haddad).
Afirmou também ser o criador do programa anti-Aids do governo federal, quando os criadores foram a doutora Lair Guerra de Macedo Rodrigues e o professor, médico e ex-ministro Adib Jatene.
Agora, com a cara de pau que lhe é peculiar, o homem dos escândalos das Operações Sanguessugas e Vampiro, o homem das ambulâncias superfaturadas, o homem que desistiu de um processo contra o jurista Bierrenbach, quando este solicitou exceção de verdade para provar o que dissera ("José Serra entrou pobre na Secretaria de Planejamento do Governo Montoro e saiu rico… Ele usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente... Poucos o conhecem. Engana muita gente. Chama-se José Serra. Fez uma campanha para deputado federal miliardária. Prejudicou a muitos dos seus companheiros...[Ele e Maluf] têm ambição sem limites. Uma sede de poder sem nenhum freio. E pelo poder eles são capazes de tudo")...
Pois, agora, esse mesmo José Serra se apropria do slogan da campanha de Dilma em 2010 ("Para o Brasil seguir mudando") e o transforma em "Para São Paulo seguir avançando", que é o desta sua campanha para a prefeitura de São Paulo.
Só que o Datafolha mostra que 80% dos paulistanos querem um novo governo. O paulistano não quer seguir, quer um governo diferente do atual Serra-Kassab, quer mudar.
Por isso, o mitômano vai continuar na fila, à espera de uma próxima eleição.
Clique para ver...
Em campanha, já afirmou ser o pai dos genéricos (que foi Jamil Haddad).
Afirmou também ser o criador do programa anti-Aids do governo federal, quando os criadores foram a doutora Lair Guerra de Macedo Rodrigues e o professor, médico e ex-ministro Adib Jatene.
Agora, com a cara de pau que lhe é peculiar, o homem dos escândalos das Operações Sanguessugas e Vampiro, o homem das ambulâncias superfaturadas, o homem que desistiu de um processo contra o jurista Bierrenbach, quando este solicitou exceção de verdade para provar o que dissera ("José Serra entrou pobre na Secretaria de Planejamento do Governo Montoro e saiu rico… Ele usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente... Poucos o conhecem. Engana muita gente. Chama-se José Serra. Fez uma campanha para deputado federal miliardária. Prejudicou a muitos dos seus companheiros...[Ele e Maluf] têm ambição sem limites. Uma sede de poder sem nenhum freio. E pelo poder eles são capazes de tudo")...
Pois, agora, esse mesmo José Serra se apropria do slogan da campanha de Dilma em 2010 ("Para o Brasil seguir mudando") e o transforma em "Para São Paulo seguir avançando", que é o desta sua campanha para a prefeitura de São Paulo.
Só que o Datafolha mostra que 80% dos paulistanos querem um novo governo. O paulistano não quer seguir, quer um governo diferente do atual Serra-Kassab, quer mudar.
Por isso, o mitômano vai continuar na fila, à espera de uma próxima eleição.
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