Informativo oficioso da campanha de Serra, Folha informa: Alckmin vai tirar estatal que deu a Maluf porque PP não se aliou a Serra

A decisão já estaria tomada. Segundo a Folha, "o governador Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu tirar das mãos do deputado Paulo Maluf o comando da CDHU, a companhia de habitação do Estado de São Paulo".

Quer dizer então que a CDHU do governo tucano está nas mãos de Maluf não por competência do gestor, mas apenas por um toma-lá-dá-cá político? Mas os tucanos fazem no particular aquilo que condenam no PT em público?...

Na cúpula do governo, a troca está sendo tratada como "inevitável". Há, no entanto, divergências sobre qual o melhor momento para fazê-la.

A maioria dos conselheiros do governador acredita que a mudança só deve acontecer após a eleição municipal, junto a outras substituições no secretariado. Desse modo, Alckmin evitaria que o ato fosse lido como uma retaliação.

Seria esta então a satisfação que Alckmin daria a Serra, que teria ficado furioso com ele que não teria se esgorçado o suficiente para que Maluf e o PP fechassem com a candidatura do tucano à prefeitura de São Paulo?
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Erundina desiste de ser vice de Fernando Haddad..

Jornal da Tarde - SP, 20/06/12.
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Lembro aos defensores da atitude de Erundina como ética que isto implica em afirmar que Lula é aético

Não há meio termo nem espaço para tergiversação. O presidente Lula, que saiu do governo como o presidente mais popular da história do Brasil e elegeu "um poste", como a presidenta Dilma era considerada pela mídia serrista, poderia estar em casa ou dando palestra e recebendo fortunas pelo mundo, mas colocou a mão na m... massa e resolveu apostar na candidatura de Fernando Haddad, para que São Paulo se juntasse ao projeto vitorioso do Brasil.

Para tanto, Lula julgou que seria importante a presença do PSB na campanha. E julgou também que seria importante a presença do PP de Paulo Maluf, como antes julgara a do PSD de Kassab. O objetivo era (e é) trazer a experiência vitoriosa do governo federal para a prefeitura de São Paulo.

Quando a deputada Erundina assumiu o compromisso de ser vice na chapa de Haddad, conforme acordo com seu partido, já sabia das negociações anteriores com Kassab e de outra em curso com o PP de Maluf. E não se opunha a ela, como fica claro neste trecho de uma entrevista que ela deu ao Estadão em 16 de junho (há três dias) e que reproduzo a seguir [destaque em negrito é meu]:

Estado: A sra. combateu o deputado Paulo Maluf durante parte muito importante de sua carreira política. Que avaliação a sra. faz da entrada dele na campanha?
Luiza Erundina: Foi uma decisão dos partidos que não passou nem passaria por mim. Provavelmente teria dificuldade de aceitar essa decisão. Meu partido deve ter sido consultado sobre isso. As responsabilidades de alianças são da direção nacional.

Estado: Tivesse sido consultada, diria ‘não’?
Luiza Erundina: Faria minhas ponderações. Não vou estar confortável no mesmo palanque com o Maluf. Com certeza não. Até acho que ele nem vai enfrentar a reação da massa, que é o nosso povo, com quem a gente vai ganhar as eleições e governar a cidade. Com esse povo a gente consegue manter a coerência.

Estado: A sra. foi surpreendida pelo apoio?
Luiza Erundina: Fui, quando o jornalista me mostrou uma mensagem eletrônica. Agora eu entendo o pragmatismo de ter uns minutos a mais numa disputa acirrada, esses minutos, segundos, devem fazer diferença. Agora não sei se o custo político compensa a vantagem do tempo de televisão. Mas acho que a campanha não sou eu e nem Maluf individualmente. É um processo muito mais amplo, complexo, plural. Isso se dilui, a meu ver. Claro que não é confortável. Pra mim não será confortável estar no mesmo palanque com o Maluf. Não que eu tenha nada contra a pessoa dele. Inclusive a gente convive no Congresso numa boa. Ele sabe o que eu penso, eu sei o que ele pensa. A gente convive no mesmo espaço e tem que saber distinguir a pessoa daquilo que ela pensa e faz na política.

Portanto, Erundina sabia da possibilidade de Maluf na campanha e, se confessava que lhe era desconfortável,  aceitava a decisão da direção nacional de seu partido e da campanha.

Mas, a tal foto de Maluf com Lula e Haddad, mais o violento ataque vindo da mídia serrista e até de vários simpatizantes e militantes do PT ou do governo mudaram a decisão de Erundina, que, segundo o presidente do PSB, teria desistido da candidatura.

Está sendo elogiadíssima pela mídia serrista, por outros partidos de oposição ao governo e até por militantes que odeiam o Maluf e apoiam a "decisão ética" da deputada. Imaginem José Serra, então...

Pergunto: Se ela já sabia da possibilidade da aliança e concordava com ela,  por que mudou de ideia? Por que colocou sua imagem pessoal à frente de um projeto político com o qual ela dizia concordar?

Pergunto também aos militantes, aos petistas e admiradores do presidente Lula que enaltecem a posição de Erundina:

- É certo lançar o presidente Lula às feras, colocá-lo como antiético ou aético, em oposição a uma ética Erundina?

Eu não acho.


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CONFIRMADO !!! PSC VAI DE JOSÉ VICENTE E HELDER LAZAROTTO


O PSC de Colombo, oficializou ontem(15-06) 09:00 , em reunião na regional do Maracanã, o nome de José Vicente(PSC) e Helder Lazarotto(PTN), para disputar a prefeitura de Colombo. José Vicente, sempre foi o primeiro nome na lista do prefeito, porém havia a real possibilidade de lançar outros nomes como , Oliveira da Ambulância, Onéias Ribeiro, Gilberto Agrolombo,   e a própria vice prefeita Rosi Cavalli.  O que poderia viabilizar a escolha de José Vicente, era a não candidatura de  Beti Pavin e a escolha de um vice que conseguisse agregar oposição e situação. 
 Enquanto havia a demora na divulgação dos nomes da situação e oposição, o vereador Helder Lazarotto(PTN) e Eurico Dino  (PV), trabalhavam suas candidatura para a disputa da prefeitura . O nome de Helder Lazarotto para prefeito foi ganhando musculatura e novos adeptos, culminando então  no lançamento de sua candidatura para prefeito. O crescimento do nome de Helder Lazarotto e o baixo índice de rejeição, foi decisivo para que  o seu nome viesse a compor na chapa de vice prefeito, com essa escolha, diminui de forma considerável  a rejeição do nome de José Vicente dentro do próprio grupo e de uma grande parcela de eleitores.
Vamos aguardar agora a reação da oposição que vinha motivada e com um " cálculo político "por detrás da escolha do prefeito".

 Fonte: Blog do Ivan de Colombo
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