A esperança tem nome: Lúdio Cabral!



Hoje, a esperança falou mais alto. 


Esperança que tem nome e voz: Lúdio Cabral. Demonstramos a todos esse partido plural e único. Disputamos arduamente por nossas convicções e sabemos como ninguém que o projeto que defendemos é mais importante que todas as nossas diferenças. Ao ser referendado pela ampla maioria dos presentes neste encontro, apenas 27 delegados resolveram abster-se, o que não significa que deixaram de apoiar Lúdio Cabral. Petista de verdade tem DNA. Todos estão cientes de que Cuiabá quer uma alternativa diferente do que esses governos guiados por interesses econômicos e empresarias e que deixam alijados da participação a grande maioria da população. Hoje, reconhecemos que o mundo pode ter mudado, mas nossas crenças e valores permanecem inabaláveis, pautados pela honestidade, lealdade e companheirismo. Lúdio Cabral assume um desafio imenso: representar o PT, sobretudo, essa população que nunca teve voz e vez. Partilhamos da crença forjada nas lutas que empreendemos nesses 32 anos de PT de que os avanços sociais não são dádivas, mas conquistas. Precisamos que todos façam saber, aos amigos e adversários, que selamos um compromisso de construirmos juntos a vitória nas eleições de 2012. Temperados pela luta – e são tantas as nossas lutas – ainda há pouco estávamos empenhados na defesa do patrimônio público na campanha contra a privatização da SANECAP, da Saúde, contra o aumento abusivo do IPTU e pelo transporte com qualidade assegurando o passe livre. São muitas as nossas lutas. Haverão ainda tantas outras. Sei que todos estão orgulhosos do bom combate. Precisamos que cada petista transmita aos nossos aliados e advsersários que seremos implacáveis, resistentes, persuasivos, honestos e dispostos a permitir que Cuiabá experimente o modo petista de governar – esse que tão bem fez ao Brasil com Lula e agora com a Presidenta Dilma. É hora de trazermos os velhos companheiros que precisavam apenas de um bom motivo para irem as ruas, juntarem-se nas reuniões, conduzirem essa campanha que será de todos. Hoje, 10 de junho de 2012, o PT resolveu chamar toda a militância para livrar Cuiabá da exploração por grupos que se perpetuam no poder servindo apenas aos seus interesses...

Hilda Suzana Veiga Settineri
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Advogado de Gilmar Mendes já o chamou de desequilibrado, destemperado, açodado, leviano e de 'mostrar as patas'

Gilmar Mendes e Sergio Bermudes
O advogado Sergio Bermudes, que defende o ministro Gilmar Mendes no processo que lhe move seu sócio no IDP, coautor de dois de seus livros e professor Inocêncio Mártires Coelho, também já foi desafeto de Mendes (mas, também, perguntaria o Tavares - aquele inesquecível personagem de Chico Anysio - "quem não é?").

Em maio do ano passado, publiquei aqui 'Gilmar [Mendes] minha esperança é que você deixe o cargo que ocupa e que não merece por causa do seu desequilíbrio, do seu destempero, da sua leviandade', que reproduzo, em parte, a seguir.

A frase não é de nenhum adversário do ministro e ex-presidente do STF Gilmar Mendes, mas de seu amigo advogado Sergio Bermudes, que emprega Guiomar, esposa de Gilmar, em seu escritório de Brasília, que teria pagado viagem a Buenos Aires ao casal Mendes, que empresta sua Mercedes Benz ao casal quando vêm ao Rio. E que também é advogado da Rede Globo e de Daniel Dantas - a quem Gilmar Mendes deu dois habeas corpus em menos de 24 horas.

A frase está escrita na página 33 do pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes feito pelo advogado Alberto de Oliveira Piovesan:

Gilmar, você agrediu-me brutalmente; agrediu, virulentamente, os processualistas; agrediu os advogados brasileiros e conspurcou a dignidade do cargo que imerecidamente ocupa.

Insistindo em mostrar as patas, você, muito obviamente, questionou a minha seriedade profissional.

Minha esperança é que você deixe o cargo que ocupa e que não merece por causa do seu desequilíbrio, do seu destempero, da sua leviandade, e que abdique da sua propalada pretensão de alcançar o Supremo Tribunal Federal, onde se requer, mais que um curso no exterior, reflexão e serenidade, em vez do açodamento e da empáfia que você exibe.

Na época, Gilmar Mendes era advogado-geral da União, no governo daquele que considera um estadista, Fernando Henrique Cardoso, de quem tinha (ou ainda tem?) um retrato em sua mesa de trabalho.
Seria interessante também saber do advogado Sergio Bermudes por que ele mudou tão radicalmente de opinião a respeito de um homem que classificou como desequilibrado, destemperado, leviano, açodado e que mostrava as patas.

Será pelo fato de hoje Gilmar Mendes não ser mais advogado-geral da União, mas ministro do STF, onde vão parar muitas causas defendidas pelo escritório Sergio Bermudes, como as de Daniel Dantas?

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TESTE DO CORAÇÃOZINHO

CUIDANDO DA SAÚDE INFANTIL...
Aprovado o projeto apresentado pelo vereador HELDER LAZAROTTO, que obriga a realização do teste nos recém-nascidos nas maternidades do município de COLOMBO. O TESTE DO CORAÇÃOZINHO é indolor, utilizado para medir os níveis de oxigênio no sangue e deve ser realizado em recém-nascidos assintomáticos após 24 horas de vida, mais antes da alta hospitalar para detectar presença de cardiopatia congênita. Sendo detectada alteração na OXIMETRIA, a investigação de problema cardiológico é então aprofundada. O ecocardiograma fatal nem sempre faz parte dos exames solicitados pelo médico durante o pré-natal, A OXIMETRIA DO PULSO, que incorre em muito baixo custo, poderá salvar vidas, desencadeando investigação cardiológica mais profunda nestas crianças.
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A gata do dia

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'Eu matei mais de cem militantes de esquerda'

A revelação acima é do ex-delegado do Dops, Claudio Antonio Guerra, no livro “Memórias de uma guerra suja” (Editora Topbooks, 2012). A leitura das revelações do delegado Guerra impressionam pela crueza (sempre na primeira pessoa) como são contadas as façanhas da chamada “tigrada” (agentes da repressão, sejam os recrutados no meio militar, sejam os das polícias civis dos estados e da PF).
Mais revelações do delegado e matador Claudio Guerra, no livro e em parte desta entrevista de 52 minutos, veiculada pela estação pública TV Brasil, e conduzida (de forma vacilante) pelo jornalista Alberto Dines:
- Governos dos Estados Unidos solicitavam ações clandestinas da repressão brasileira. Exemplo: o delegado Guerra participou de uma ação terrorista em Angola. Uma bomba colocada por um comando brasileiro, do qual Guerra participou, matou inúmeros dirigentes angolanos do MPLA que participavam de uma reunião no recinto de uma rádio em Maputo.
- A participação e o financimento da repressão feita por grandes empresários brasileiros, industriais, banqueiros, comerciantes, fazendeiros.
- A instituição de um aparato estatal de repressão montado a partir do AI-5, em 1968. Como se protegiam os que praticavam os crimes políticos bárbaros. O aparelhamento do Estado para a institucionalização de um aparato de sombras e terror, acima da lei, sem controle do próprio Estado, e, sobretudo, com a "garantia da mais absoluta impunidade". "Isso que nos motivava" - confessa Guerra, no livro.
- As motivações da bomba no Riocentro, em maio de 1981. Por que deu errado o atentado terrorista organizado pela “tigrada”. A luta interna entre os militares: os que queriam a "abertura, lenta, gradual e segura" e os setores recalcitrantes da linha dura (como o general Geisel dizia, os “bolsões sinceros, porém radicais”).
- A simulação de um atentado a bomba organizado pelo dono das Organizações Globo, Roberto Marinho, à sua própria residência no Cosme Velho, Rio de Janeiro.
- A tentativa de assassinato de Leonel Brizola.
- O assassinato do delegado Sérgio Paranhos Fleury, por decisão dos seus próprios companheiros, motivado pela sua relativa autonomia, consumo excessivo de álcool e cocaína, e por ter se exposto demais na sua ação criminosa no comando do DOI-Codi e na Operação Bandeirantes.
- Os jornalistas e artistas (ainda vivos) que serviram a linha dura e as ações criminosas da “tigrada”.
- O assassinato do ex-dono da revista Manchete, Alexandre Von Baumgarten.
- O uso de uma usina de açúcar e álcool para incinerar corpos de militantes vítimas de torturas bárbaras, mutilações de corpos, esquartejamento e sumiço de pessoas. Ele relata que viu o corpo da irmã do jornalista Bernardo Kucinski - autor do livro “K” - e do seu marido antes de ser jogado na fornalha da usina que fica em Campos, estado do Rio.
Já se vê que o ex-delegado Claudio Guerra tem muita história para contar à Comissão da Verdade. Aliás, tanto no livro, quanto nesta entrevista, ele afirma que está disposto a declinar o nome de seus antigos companheiros da “irmandade” (como eles se chamavam entre si, durante a repressão civil-militar de 64/85).
Será que alguém ainda tem coragem de dizer que o ex-delegado Claudio Antonio Guerra é um revanchista, por estar revelando a memória que muitos querem borrar da história brasileira?
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