DIRETO AO ASSUNTO

RUA ASTORGA...
Finalmente recebeu uma visitinha, agora que está sendo trabalhada. Os vereadores Gilberto da Agrolombo, Binho e Angelo Bettinardi, não perderam a oportunidade de sair na foto, comportamento ridículo desses nobres vereadores, gostaria de vê-los visitando as ruas esburacadas em toda Colombo. Tirar fotos em obras é moleza, quero ver irem ao Monte Castelo, isso só para citar um. O Eurico Dino e o Nivaldo JNP pelo jeito não foram convidados, mas podem ter certeza não faltará oportunidade.


A PRÉ-CANDIDATA...
Rose Cavalli, deveria explicar como seus parentes ganham licitações da Prefeitura. No mínimo é nepotismo. Vocês podem imaginar ela eleita Prefeita? Haja licitação.


O SECRETÁRIO...
De Agricultura Pedro Ademir, poderia responder qual foi a contribuição que trouxe para o município? Essa dupla RC/PA é realmente fora de série, isso no sentido negativo naturalmente.


FALANDO...
Em licitação, o caso do irmão do vereador Painho, algum vereador procurou saber? Do Chirague, usina de asfalto? E outras tantas? Será corporativismo? Senhores vereadores vamos fiscalizar. Só tirar fotos para sair no jornal de Colombo não dá.


ESCRITÓRIOS...
Políticos dos vereadores de Colombo, será que tem atividades parlamentares? Ou é essencialmente eleitoral? Ou escritório de campanha, mantido com o dinheiro público?


O PRESIDENTE...
Do Sismucol Antonio Rodrigues Neto, foi de uma infelicidade total ao fazer as declarações estapafúrdias no informativo do sindicato. Uma delas,dizer que temos uma Secretária de Saúde fazendo um trabalho de referência para a região metropolitana é brincadeira de mau gosto. Isso é coisa de pelego. "O gabinete do vereador Waldirlei não deve ter gostado".


SE FOR...
Feita uma pesquisa com os servidores, mais de noventa porcento, não aprovariam suas declarações e nem o seu comando a frente do sindicato.


PODERIA...
Nos informar se o sindicato teve que abrir mão de parte do imposto sindical?


ELOGIOS...
A Secretaria de Ação Social, Meio Ambiente e Regional do Osasco pelo desempenho razoável em 2011.


JÁ...
As Secretarias de Agricultura, Turismo, Planejamento, Habitação, Saúde, Educação e Obras. Deixaram a desejar.
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Video com milhoes de visitas. Quem nao viu deve faze-lo, por favor!

Meus amigos, estou saindo se Deus me permitir de um verdadeiro pesadelo pelo qual nao desejaria que passasse o meu pior inimigo, se tivesse algum. Pela confianca que tenho em Deus Pai  misericordioso repassarei a voces este video que todos devem assistir sem perder um so minuto. Depois comentem o que acharam. Espero continuar a luta da Demoracia, mas se eu nao estiver aqui, por favor nao deixem
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TERÇA - FEIRA É DIA DO PALHAÇO

REUNIÃO DE...
Um partido político colombense, teve um diálogo interessante, um membro pediu a palavra e fez a seguinte pergunta: Quem nesta mesa quer ser candidato a prefeito e tem três milhões de reais para a campanha? Quem tiver, sou companheiro e vou apoiar. Ninguém se pronunciou, então ele disse:Eu tenho e sou candidato.


CORRE A...
Boca pequena, que um político colombense tem um resort em Alagoas. Poderia aplicar em Colombo. A revista VEJA publicaria o preço módico até ficaria em conta da reportagem recente.


A AUSÊNCIA...
Dos vereadores nos gabinetes continua acontecendo, os assessores das bases também, até quando vamos aceitar essa situação?


O CIRCO...
Está armado, amanhã é terça-feira, pedimos a presença dos palhaços colombenses, como trata o vereador Painho. Sem nosso comparecimento a sessão fica sem graça. COMPAREÇAM.


PRESIDENTE...
Onéias Ribeiro, quando o Sr. vai responder os questionamentos protocolados por esse blog? Fazem sete meses.
O jurídico continua analisando? Respeite a lei.


SERÁ...
Que a Câmara vai prestar conta dos gastos deste ano a população? Seria um relatório bem especificado para entendermos melhor?. É obrigação, é dever, é transparência. Uma prestação completa de gastos pode ser até do cafezinho. Vamos aguardar.
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A FALA DO CIDADÃO

Se visitarmos as cidades da região metropolitana e outras cidades, poderemos notar que muitas são verdadeiros cartões postais, com praças, sinalização, limpeza, ruas em bom estado, boa sinalização, etc. e nesta época natalina prefeituras deixando cidades mais bonitas e enfeitadas. Ao contrario de Colombo parece não se preocupar muito com a sujeira em que se encontra. Quase oito anos desta administração se passaram e a impressão é de que não evoluiu. O transito continua como era a tempos atrás e sem idéias para melhorar, falta de sinalização, ruas mal conservadas, poluição visual,.matilhas de cães nas ruas atacando os pedestres, ruas sujas e sem lixeiras, um exemplo esta no alto maracanã, conte quantas lixeiras tem ali. As calçadas mal conservadas ou sem, exemplo que poderia ajudar e começar a melhorar na limpeza das ruas e até dos bairros é a coleta de lixo que alem de ser cara, o caminhão que recolhe o lixo deixa mais sujeira caída do que antes de passar.
A administração municipal se agarra como que dever cumprido, pelo IDH publicado na revista veja, onde Colombo aparece dentro das cidades com maior índice, mas isso se deve a população que com seu suor e trabalho, desenvolvem o município, sem a mínima ajuda do poder municipal.


OBS:. ESTE COMENTÁRIO É DE UM CIDADÃO COLOMBENSE REFERENDADO POR NILCEUSEMCENSURA .
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A soma de todos os nossos malfeitos


Em torno da indignacao. Ilustração Cadu Tavares
Não seria preciso arder uma nova fogueira em Brasília – a do ministro do Trabalho, Carlos Lupi – para que a corrupção voltasse às manchetes. Não haveria como retornar ao primeiro plano algo que dele não sai há anos.
A primeira reação de quem se incomoda com a corrupção é apontar um culpado. Culpados evidentemente existem. Ninguém que esteja numa função de responsabilidade deixa passar como rotina certos procedimentos explosivos, que deslocam a tomada de decisões para a beira do precipício. Governar ou administrar é uma operação delicada, e quem vacila no cumprimento das obrigações e abre espaços para lobistas inescrupulosos, parentes vorazes, protegidos e amigos, ou deseja testar os limites da legalidade, não pode merecer perdão. Por bem menos muitos cidadãos são presos ou têm a vida reduzida a pó. Não há ingênuos na alta administração, muito menos anjos. Todos sabem distribuir favores, castigos e recompensas com a mesma desenvoltura. Ninguém rasga dinheiro, assina cheque em branco e pode alegar ter sido enganado. Porém, se sempre há culpados, nem sempre é fácil descobri-los ou atribuir as devidas responsabilidades na cadeia de comando da corrupção. Punições exemplares e cortes de cabeças coroadas são importantes, mas não desmontam esquemas.
A corrupção pode derrubar governos ou atrapalhar sua atuação. É uma arma de todas as oposições. Isto acaba por fazer com que denúncias e apurações fiquem envoltas numa névoa de suspeita. Serão os fatos aqueles mesmo ou tudo não passa de armação para desgastar o governo? Como as coisas hoje vêm a público de modo espetacular e ganham rápida difusão graças aos circuitos midiáticos, sempre haverá alguém para dizer que a “grande mídia golpista” está por trás dos escândalos. Tal tipo de acusação faz parte do jogo e ajuda a que muita gente reflua da luta anticorrupção por receio de ser confundido com os adversários de seu partido ou representante.
Corruptos e corruptores são malvistos. A petulância, a desfaçatez e a arrogância deles agridem a ética do cidadão comum, embora possam ser assimiladas pela ética dos políticos. Irritam e intimidam as pessoas, que procuram seguir com a vida tanto quanto possível longe de atritos com a legalidade. Quando a corrupção surge na esfera governamental e na política, o efeito é ainda pior, pois as pessoas tendem a perder a confiança que algum dia depositaram em seus representantes, transferindo isso para todo o sistema representativo.  Não é por acaso que a presidente Dilma cresça em prestígio quando afasta ministros suspeitos de atos ilícitos ou indignos. Perderá pontos se acobertá-los, permanecer indiferente ou paralisada diante deles. A ética do cidadão comum manifesta-se invariavelmente misturada com lampejos moralistas, podendo chegar mesmo a ser inteiramente comida por eles. Pode-se atacar a corrupção de um ponto de vista ético, político, econômico ou moral, cada um com seu mérito. É insensato, por exemplo, fazer como o ex-deputado José Dirceu, que dias atrás etiquetou as atuais denúncias de corrupção como “campanha moralista”. O que teria desejado dizer com isso? Que não é correto pensar a corrupção pelo registro do bom e do mau, de certo e do errado, ou que o correto seria interpretar certos desvios de conduta como sendo inevitáveis em quem tem responsabilidades governamentais?
Se quisermos descobrir como e porque a corrupção ressurge sem cessar, teremos de cortar mais fundo, ir além da caça aos culpados. A corrupção anda de braços dados com a desmoralização da política, dos políticos e de seus partidos. Nunca como hoje a classe política foi tão ruim, nunca os partidos foram tão frouxos e desorientados, nunca a política foi tão improdutiva. Na melhor das hipóteses, as pessoas esperam resultados dos governos em sentido estrito, do Poder Executivo, que costuma emergir cercado de pompa, inflado de expectativas e disfarçado de “vítima” de subordinados incompetentes e interesses poderosos. Um círculo, assim, se fecha: a má-qualidade da política fornece oxigênio para a corrupção e dificulta o combate a ela.
Mas não se trata só de má qualidade dos representantes. Políticos despreparados e sem visão social abrangente, tanto quanto corruptos e corruptores pendurados na administração pública, são impulsionados por defeitos sistêmicos. Nosso “presidencialismo de coalizão”, por exemplo, é parte importante do problema. Sem coalizões, os governos não governam; mas com elas, encharcadas que estão de interesses fisiológicos, ficam expostos a muitos malfeitos e dissonâncias, têm de carregar peso desnecessário e perdem coerência e unidade de ação. Embalada e protegida por este sistema, a corrupção se reproduz, governo após governo.
Por fim, há um fator que deriva da época. Sendo verdade que passamos a viver de modo mais rápido, individualizado e fora de controle, inseridos em redes e estruturas cortadas por riscos e crises permanentes, então ficou mais difícil controlar o que quer que seja. A corrupção adquiriu “vida própria”, atingindo áreas e pessoas antes tidas como inatingíveis. Também cresceu a percepção social dela, o que a torna ainda mais intolerável.
Isso não significa que somos impotentes perante este problema que se alimenta de hábitos seculares, bebe em muitas fontes e afeta tanto o setor público quanto o privado. Não poderemos, porém, eliminá-lo pela raiz se o reduzirmos à responsabilização pessoal ou acharmos que a solução virá da mera (e difícil) mobilização da sociedade civil. Avanços consistentes dependerão de múltiplas ações combinadas e só alçarão voo sustentável se estiverem articulados com uma perspectiva reformadora e democrática do Estado e da política, que entre outras coisas ajude a República brasileira a se tornar efetivamente republicana. [Publicado originalmente em O Estado de S. Paulo, 26/11/2011, p. A2].

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