TALENTO COLOMBENSE




O menino Lucas Dudi mostra seu talento ao mundo.Seu pai orgulhoso,tem dado o maior incentivo. Vai em frente garoto.
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QUESTIONAMENTO

AO NOBRE VEREADOR SEVERINO BARBOSA DA SILVA...

Diante do discurso sempre moralista,e com seu senso de buscar a verdade, em todas as oportunidades do vereador Painho, gostaríamos de questioná-lo e que o nobre respondesse no plenário da sessão de hoje (11/10/11). Em virtude das informações que recebemos, sobre a licitação ganha pelo seu irmão, na prestação de serviços do transporte escolar. E sobre sua assessoria; São as seguintes questões:

1- Houve favorecimento do ex chefe da habitação, Ratinho, no sorteio do apartamento em que a empresa do seu irmão tem a sede?
2- O imóvel é vedado para funcionamento de qualquer atividade empresarial ? O titular tem conhecimento?
3- A licitação pedia 02 vans? Houve a troca por 02 kombis?
4- Segundo consta as kombis não tem identificações, procede?
5- Houve favorecimento pelo sr. ser ligado ao executivo e ser líder do prefeito na câmara?
6- Procede as insinuações que seu irmão, é laranja no negócio do transporte escolar?
7- Seus assessores, desempenham as funções, em que local?
8- Poderia nominar os nomes de seus assessores?
9- Algum deles é motorista das kombis acima citadas?

Se houvesse a possibilidade do nobre vereador, nos esclarecer estas dúvidas, ficaremos agradecidos e sensibilizados. Até porque em seus pronunciamentos em plenário tem sido rigoroso e com detalhes minuciosos que nos leva a crer que não existe nenhuma influência,nepotismo ou qualquer outra coisa que o valha.
Desde já agradecemos sua sinceridade e atenciosidade.
NILCEUSEMCENSURA.
Colombo,10 de outubro de 2011.
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Porto Alegre: empresas de comunicação tentam impor favoritos numa eleição sem favoritos

Tentar impor o favoritismo de uma ou outra candidatura e relegar ao segundo plano um partido que historicamente lidera a preferência dos eleitores é, no mínimo, arriscado, para não dizer imprudente. Afinal, poucos são os pré-candidatos colocados na disputa, partidos importantes não definiram suas táticas eleitorais e o próprio eleitorado sequer começou a pensar com mais profundidade sobre o processo futuro. Além do mais, a política é dinâmica e tal qual um jogo de xadrez, todos os movimentos são cuidadosos e tem seu tempo para acontecer. Como acertadamente diz a peça publicitária de um determinado veículo de comunicação, “em um minuto tudo pode mudar”.

Pois é dentro deste cenário que duas grandes empresas de comunicação buscam impor desde já o favoritismo de um ou outro candidato em Porto Alegre. O ponto em comum entre elas é que ambas desconsideram o PT, que governa o Brasil com Dilma, o Rio Grande do Sul com Tarso, que governou a cidade por quatro mandatos consecutivos e sempre esteve presente no segundo turno nos pleitos eleitorais na capital. Também desconsideram solenemente a indefinição de partidos como o PTB, PMDB e PP sobre o comportamento que adotarão em 2012. Sobre os novos PSD e PPL, que já nascem com vereadores e alguma expressão na política municipal, tecem algumas poucas linhas.

Ambas as empresas de comunicação utilizam semelhante estratégia para projetar os candidados de sua conveniência. Através de pesquisas, notas plantadas, críticas, elogios, buscam novas formas e fatos no intuito de criar uma verdadeira confusão no eleitor menos atento. Aliás, cabe lembrar, esta mesma tentativa de construção do favorito foi realizada em pleitos anteriores. Na eleição de 2010, por exemplo, um ano antes da eleição, as mesmas empresas disseminaram que o PT poderia compor a chapa do PMDB ao governo estadual e, em nível nacional, a vitória de Serra era algo quase natural diante da falta de candidato de expressão do PT. Nada disso ocorreu. O favoritismo foi desfeito ao longo do tempo, com Tarso vencendo Fogaça ainda no primeiro turno no Rio Grande do Sul e Dilma aniquilando Serra e tornando-se a primeira presidenta do Brasil.

Por hora, é evidente que a tendência é pré-candidatos já lançados aparecerem melhores colocados em pesquisas eleitorais. Porém, a mudança deste cenário até o início do processo eleitoral é algo inevitável. Certo é que o PT caminha para ter candidatura forte em Porto Alegre, o PMDB pode ter candidatura própria ou ser vice do Fortunati, O PTB e o PSD esperarão 2012 chegar para definir em qual chapa serão vice, podendo compor inclusive com o PT, o PP tem como opções compor com Paulo Borges do DEM, Marchezan do PSDB ou mesmo Manuela do PCdoB-PSB.

Conclusão? O que todos já sabem. Não há candidatos favoritos um ano antes de qualquer eleição, mesmo que as empresas de comunicação, por um motivo ou outro, busquem impô-los. A propósito: na última década, os favoritos apontados um ano antes do pleito pelas empresas de comunicação quase sempre perderam as eleições no Rio Grande do Sul.
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Hasta Siempre Comandante Che Guevara!


Em 09 de outubro de 1967, Ernesto Che Guevara era assassinado na Bolívia com a ajuda da CIA. Calaram sua voz, mas não calaram suas ideias e sua paixão revolucionária. El Che continua a ser um simbolo para todos aqueles que acreditam e lutam por um mundo mais justo e igualitário.


Hasta siempre comandante Che Guevara
Carlos Puebla (versão de Sílvio Rodriguez)

Aprendimos a quererte
Desde la histórica altura
Donde el sol de tu bravura
Le puso un cerco a la muerte.

Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.

Tu mano gloriosa y fuerte
Sobre la historia dispara
Cuando todo santa clara
Se despierta para verte.

Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.

Vienes quemando la brisa
Con soles de primavera
Para plantar la bandera
Con la luz de tu sonrisa.

Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.

Tu amor revolucionario
Te conduce a nueva empresa
Donde esperan la firmeza
De tu brazo libertario.

Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.

Seguiremos adelante
Como junto a ti seguimos
Y con Fidel te decimos:
Hasta siempre comandante.

Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara.
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A primavera norte-americana*

A primavera árabe, elogiada nos meios de comunicação como movimento popular pelo fim das tiranias naquela parte do mundo, pode estar se repetindo onde menos se esperava: no coração financeiro do planeta, de onde emana o modelo que o leva a um impasse de grandes proporções, que ameaça sua própria sobrevivência. O movimento “Ocupar Wall Street”, embora ainda sem objetivos muito bem definidos e sem a mesma atenção midiática dispensada aos povos árabes, está colocando o dedo na ferida do capitalismo financeiro e arregimentando cada vez mais pessoas.

Manifestações pacíficas, aplaudidas em outros cantos do mundo, naturalmente não são bem-vindas no quintal norte-americano, ainda mais quando decidem acampar no distrito financeiro de Nova York. Na praça Tahir, pode, na Porta do Sol, vá lá, mas em Wall Street não. A democracia dos Estados Unidos tratou seus pacíficos cidadãos a cassetetes e gás de pimenta, quando se dirigiam ao local. Mais de 700 pessoas foram presas pelo "crime" de se manifestarem contra uma ordem mundial que causa crise, recessão e desemprego.

Mas o tiro está saindo pela culatra. Assim como nas praças árabes, a repressão gera mais mobilização, e diversas categorias profissionais aderem ao movimento. A solidariedade começa a se espalhar por outras cidades dos Estados Unidos e o movimento cresce, aparece e luta pelo que o presidente Obama não conseguiu. Inverter a ordem do jogo em que ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais numerosos. O desemprego nos EUA atinge cerca de 20 milhões de pessoas, enquanto os bônus nos grandes bancos e empresas movimentam fortunas ofensivas, principalmente em tempos de crise e déficit fiscal elevado.

Qualquer tentativa de elevação de imposto, taxação dos mais ricos ou algo que o valha é bombardeada pelos republicanos e pelo setor conservador da sociedade, que não entrega os anéis, mas periga perder os dedos. O movimento norte-americano se organiza pelas redes sociais e funciona de forma horizontal, sem lideranças definidas. Na Praça Tahir também não havia lideranças claras, mas a persistência do povo egípcio derrubou o governo.

Os manifestantes norte-americanos não pedem a cabeça de Obama, mas em seu protesto ainda difuso está a revolta contra o domínio do capital financeiro sobre o país. Os americanos de lá perderam suas casas na crise do subprime e seus empregos no repique da convulsão econômica, da qual o país não conseguiu emergir. Para um país forjado por sua classe média deve ser insuportável conviver com tanta desigualdade social, ameaçando sua democracia política.

O movimento ainda irá enfrentar mais repressão policial e boicote midiático. Seu futuro é incerto. Mas pela solidariedade que tem despertado e o envolvimento de categorias de peso, como o sindicato nacional dos trabalhadores do setor siderúrgico (USW), com mais de um milhão de filiados, pode ganhar massa muscular e conquistar corações e mentes de um país que não se mobiliza de forma abrangente desde os protestos pelo fim da guerra do Vietnã.


* por Mair Pena Neto, jornalista que trabalhou em O Globo, Jornal do Brasil, Agência Estado e Agência Reuters.
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