TRÊS PICADAS POR DIA


Dom Pedro II faleceu por complicações do diabetes. Pouca gente sabe disto.
Diabéticos como eu, sabem.

Tornei-me diabético quando parei de fumar.
Buscando melhorar a saúde suspendi o tabaco. Engordei 12 quilos e aí: diabetes.

No início você não tem muita noção. O s médicos vão dizendo que é para evitar açucares e massas.
Depois te mandam comprimidos.
Mais tarde entra a insulina.

No meu caso, são três picos por dia.
É muito chato. Almoço, café e janta.
Fora os outros picos diários com as tiras medidoras da glicose.
Antes e depois de cada prazer oral, a punição com a agulha.

Junta com os comprimidos e com uma dieta rigorosa, onde não pode: arroz, massas, batatas, feijões, álcool, açúcar...e  vai por aí.
Com uma despesa em medicamentos maior que muitos salários de classe média.

Diabetes. Uma lição de vida.
A gente aprende a negociar com a pequena morte a cada dia.
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• Tirando carta

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Gisele Bündchen e a Censura

Propaganda & Marketing, 03/10/11.
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NÃO SUBSTIMEM A INTELIGÊNCIA DO POVO

DUAS CLASSES...
Existem dois tipos de homens públicos, os que têm a obrigação de cuidar dos interesses da população e os que têm como único propósito cuidar dos seus próprios interesses. As duas coisas raramente são compatíveis. O melhor que político pode fazer ao eleitor, é ser o mais correto possível.Havendo mais HONESTIDADE e SERIEDADE da parte desses senhores,poderiam exigir compromentimento absoluto, de seus partidos e de seus pares, a cumprir suas funções para que foram eleitos.

MOBILIZAÇÃO...
Para que os vereadores, revejam seus compromissos antes de serem eleitos, se é que tiveram algum.Aplicarem posição correta de homem público realmente, coerente com o exercício de sua função. Poucos são afinados com a política. Poucos sabem, o que é ser um homem público. Poucos são competentes. Poucos são dignos de representar seu municipio. Mas a maioria são uns INCOMPETENTES.

DE NADA A COISA NENHUMA...
A cidade de Colombo, vive um dos seus piores momentos políticos.O despreparo toma conta do nosso legislativo. Nos últimos anos temos assistido situações, medíocre, destemperada e bisonha em sessões, discussões ridículas, mostrada principalmente pelo líder da bancada do prefeito, o vereador Painho e o líder da oposição vereador
Waldirlei, dois representantes que deveriam dar o exemplo, de mostrar como se faz política, de como se exerce um mandato delegado pelo povo. Mas não,mostram suas incompetências, defendendo seus caciques.
Os demais, ficam a mercê, desses dois capachos de seus respectivos "líderes". Pouco ou quase nada realizaram pelo município, ao contrário,alguns mancharam a imagem da cidade e da classe política, que já vem sendo deturpada a muito tempo.Enfim, políticos com pouca ou quase nenhuma expressão.

ZUMBI DOS PALMARES..
Os moradores da vila estão aguardando,a presença da SECRETARIA DE OBRAS e dos VEREADORES,para uma visitinha básica.O caos está espalhado pelas ruas. E avisam: não está sendo cobrado pedágio, como foi notíciado.Sugestão aos vereadores: mandem os assessores que fazem "aquele trabalho nas bases" para uma fiscalização mais apurada e depois cobrar o secretário.Os vereadores EURICO DINO, GILBERTO DA AGROLOMBO e OLIVEIRA, deram nomes de parentes, em ruas do zumbi. Imaginem se não houvesse essa HOMENAGEM.

AMANHÃ...
Faremos uma análise, de cada um dos vereadores, para que o povo saiba, para onde estamos indo. Todas as colocações serão meramente políticas, as quais temos o direito de comentar e criticar,suas funções e seus salários são gerados pelo povo.
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O Voto Distrital

Mais poder ao eleitor,
Informe-se sobre o Voto Distrital

A essência de um regime de liberdades públicas está na representação popular. Numa democracia, os Três Poderes da República nascem da manifesta vontade do povo, mas é o Legislativo que simboliza a efetiva participação dos cidadãos nos destinos da nação. É o Congresso que, quando independente e ciente de suas responsabilidades, colabora para o fortalecimento das instituições democráticas.
Só as democracias podem exercer a devida autocrítica, aprimorando seus mecanismos de representação, buscando mais eficiência nos sistemas de tomada de decisão, deixando florescer os espaços para o contraditório, para o debate, para as ideias, para a pluralidade e para a diversidade. O Congresso brasileiro tem prestado relevantes serviços à sociedade, mas precisa buscar o aprimoramento da representação, de modo que espelhe com maior fidelidade a vontade do povo.
Sair às ruas e conversar com as pessoas é sentir a indignação pulsando contra uma política que já não representa como deveria, da qual pouquíssimos ousam se orgulhar. Política que sistematicamente vem legando ao segundo plano o compromisso com a legitimidade do sistema democrático. Política que, simplesmente, deixou de prestar contas de suas ações e distanciou-se da sociedade, definitivamente. O Poder Legislativo tem hoje como referência muito mais o governo do que os eleitores.
O atual modelo de representação, baseado na proporcionalidade, teve seus méritos e contribuiu para o progresso do país, mas se tornou, infelizmente, fonte de graves problemas para o próprio Poder Legislativo, contribuindo para o descrédito da instituição. Não podemos manter um sistema de representação que acaba conduzindo à Câmara dos Deputados parlamentares ignorados ou repudiados pelos próprios eleitores, que obtêm assento no Poder Legislativo com a ajuda de “puxadores de votos”, pinçados, muitas vezes, no mundo das celebridades. O voto distrital, ademais, baratearia enormemente o custo das campanhas eleitorais, processo que, por si mesmo, contribuiria para diminuir o financiamento ilegal de candidaturas.
Defendemos o voto distrital. Acreditamos que o eleitor tem de manter vivo na memória o seu voto, o que certamente acontecerá quando um parlamentar representar o seu “distrito”. Esse voto, condicionado também pela geografia, traz o benefício adicional de evitar que a Câmara dos Deputados se limite a uma Casa de representação de lobbies. O Congresso não pode ser uma reunião de meras corporações a serviço de interesses setoriais. Justamente porque queremos um eleitor mais próximo do eleito de seu distrito, repudiamos ainda o chamado “voto em lista fechada”, proposta que fortaleceria unicamente as burocracias partidárias, permitindo a eleição de parlamentares sem rosto.
O voto distrital, ao dar poder ao eleitor para fiscalizar e cobrar o desempenho de seus representantes, contribuirá para melhorar o Poder Legislativo, o que elevará a qualidade da nossa democracia. Abracemos essa ideia e façamos chegar a nossa vontade ao Poder Legislativo, que, em boa hora, mostra-se disposto a fazer a reforma política.
Que os deputados, tornados quase anônimos logo depois das eleições, assumam um rosto: o rosto do povo brasileiro!
Se você concordar e se interessar, ASSINE AQUI
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