A DÚVIDA: VOZ DA DERROTA


Pesquisar é muito bom. Buscar a verdade das coisas e fatos  com o auxílio de toda a ciência ao nosso dispor é importante para o nosso crescimento.

Mas é diferente de duvidar. 
Muitos pensam que duvidar é parte da pesquisa. Da busca da verdade.

Não. Duvidar é de  caráter subjetivo, portanto, emocional e anticientífico.
Duvidar é dar ouvidos à derrota.

No momento em que se vai tomar uma atitude surge  a voz da derrota: “E se não der certo?” “E se você estiver enganado?”
Aí, lascou-se, como dizemos no Nordeste. Você não vai nem pra frente nem pra trás. Fica  imobilizado pela dúvida.

Quando entramos na campanha pela eleição da Dilma se duvidássemos não a elegeríamos.  Se duvidássemos de que fora apenas uma bolinha de papel...

Grande parte da mídia lança dúvidas diárias, constantes, sobre todos os movimentos e atos progressistas, sobre pessoas, instituições, movimentos...
Não lança estas dúvidas buscando a verdade. Buscam a inatividade, a imobilização das forças que se opõem a ela. Semeiam a discórdia, a cizânia a dúvida entre irmãos e companheiros para que seu poder de dominação continue prevalecendo.

E parece que muitas pessoas, mesmo tendo vivido a experiência de terem sido enganadas nas informações que recebem, não aprendem com o fato, e mais uma vez se deixam levar pela dúvida, pela falsa informação, pelas mentiras da imprensa golpista, porque são ditas com tamanha irresponsabilidade, com tamanha desfaçatez que até os mais preparados podem acabar se deixando esmorecer pelas manobras desse tipo de informação.
Portanto, em caso de dúvidas, procure saber de onde vem esta voz de derrota, de impedimento, de imobilização.

Você ficará surpreso de ver que pode vencê-la, e avançar sempre para as suas vitórias.

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Tarso Genro elogia passado fajuto dos gaúchos

La Vieja Bruja conta a história e explica pra quem quiser entender.

Ao embarcar na fantasia do passado republicano e iluminista do RS, Tarso deixou de lado o debate baseado na verdade pra partir pra negociação pura e simples: ele faz de conta que o passado belo-mas-fajuto dos gaúchos é verdadeiro, os gaúchos o aplaudem. É a velha barganha da verdade pelo poder, a qual costuma dar certo por aqui, no RS, pois somos viciados em forjar passados autoglorificantes. Quem dá mais dessa balinha pro público-criancinha fica mais queridinho.

Eu acho este tipo de falsificação do passado preocupante. Temos que encarar os fatos, e admitir os erros passados, cuidando pra não repeti-los no presente e no futuro. Entendo (mas não aprovo) que um político use deste recurso para se dar bem, mas acho que o público e as instituições melhor fariam se encarassem a real.
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Dez milhões de pessoas deixam pobreza no Brasil em cinco anos*

* Reproduzo matéria do portal R7 sobre a redução da desigualdade social no Brasil durante os governos Lula e Dilma.

Renda média dos brasileiros subiu 28% entre 2004 e 2009

Os programas sociais e o aumento real do salário mínimo entre 2004 e 2009 derrubaram em 5,6% a desigualdade de renda entre os brasileiros, tirando da pobreza 10 milhões de pessoas, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).


De acordo com os especialistas do instituto, “essa evolução na distribuição de renda foi [...] motivada pelo crescimento econômico e a geração de emprego” [...] “mas a grande novidade foi a transformação da política social em protagonista da mudança, por meio dos aumentos reais do salário mínimo, e da expansão das transferências focalizadas de renda”.

Os brasileiros considerados pobres (com renda média de R$ 104,04) diminuíram em dez milhões entre 2004 e 2009: passaram de 28 milhões para 18 milhões de pessoas.

No mesmo período, 6 milhões de brasileiros deixaram a condição de “extremamente pobres”. Em 2004, 15 milhões de pessoas recebiam até R$ 67, hoje 9 milhões ganham em média R$ 104,04.

Já os brasileiros com renda média de R$ 278,42 em 2009 – os chamados vulneráveis – somavam 81 milhões de pessoas, um a menos que em 2004.

Enquanto isso, os “não pobres”, aqueles com renda per capita de R$ 465 ou mais, subiram de 51 milhões, em 2004, para 78 milhões em 2009. Hoje, a renda dessa parcela da população é de R$ 1.207,99.

De acordo com o Ipea, “em 2009 tornou-se altamente improvável encontrar um recebedor de salário mínimo em família extremamente pobre”.

Mesmo assim, “a despeito do ganho de bem-estar do período”, diz o estudo, “em 2009 ainda havia 107 milhões de brasileiros” vivendo todo mês com menos do que R$ 465 per capita.
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“Se um gay casa com outro e não me causa problema algum, não há motivo para proibir essa união”

Dita por um militante de esquerda, defensor dos direitos humanos, a frase acima não causaria surpresa ou impacto algum. Ocorre que o autor da frase é ninguém menos do que o “rei” Roberto Carlos. O autor da música “Jesus Cristo” e católico fervoroso assumido ainda justificou sua defesa da união civil entre homossexuais acrescentando que “todo o ser humano tem direito a felicidade. Ser contra a felicidade é ser a favor da loucura”, defendendo a união civil entre homossexuais.

Surpreendentes para o cidadão comum, as afirmações de Roberto demonstram que a população brasileira deve refletir sobre o conceito de moral, bons costumes e felicidade disseminado por uma sociedade patriarcal por vezes apegada ao fundamentalismo religioso. O “rei” demonstra que ser católico não significa necessariamente ser preconceituoso.

Mesmo não sendo religioso, pelo que sei, são os próprios livros sagrados que pregam a defesa da felicidade do ser humano. Coisas que bolsonaros da vida não conseguem compreender e devido a isso espalham o preconceito e o ódio.

Mesmo não sendo homossexual, a defesa da liberdade e da felicidade são cláusulas pétreas da vida. Ser feliz significa expressar sentimentos verdadeiros, fato que independe da orientação sexual. A infelicidade de um ser humano está na repressão de sentimentos próprios em nome de conceitos morais equivocados.
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SUCESSO QUASE "MATA" O BAFO DE BODE


A personagem estourou no IBOPE logo no primeiro dia, confirmando o que afirma Mestre Chico Anysio: “Em televisão personagem pega de primeira ou não pega, não é como no teatro onde se tem tempo para consertar uma personagem que não se encontrou ainda.”

O que era pra ser uma personagem pequena, feita por um ator desconhecido do grande público , tomou a novela.
Esculhambou o organograma  de escalação e escalões dos atores. Foi inusitado.

 Análises e papos internos rolando.
Eu , ingênuo, vendo a vida com bons olhos,  nem imaginava. Caminhava sobre  cobras e escorpiões e nem percebia.Deus protege as crianças, os bêbados e os ingênuos.
Mas a “conspiração” avançava e eu nem sabia.

Já se falava – pela boca de outros personagens :  “Vamos afogar o Bafo de Bode”, “Vamos jogar ele no rio e sumir com o corpo”.

Até que um dos diretores da Novela, a quem tenho dívida de gratidão,  numa noite, gravando na praia, numa externa, me chamou a um canto e disse:

-“Bemvindo,você quer continuar nesta novela?”
-“Quero sim.”
- “Então recua, vai pra sombra. Seu sucesso está criando problemas. Já pensam em acabar com a personagem. Recua. Você soube passar por uma Ditadura e  sobreviveu. Teve jogo de cintura. Então, vai tirar de letra esse desafio de agora.  Recua.  Menos. Deixa passar um mês, depois volta brilhando.A novela vai durar um ano, o que é um recuo de um mês?  Mas até lá: moita.”
Segui o conselho dele,  foi assim que o  Bafo de Bode sobreviveu na novela, até que finalmente, o transformaram no “careta” do  Possidônio Antunes, descaracterizando de vez a a personagem e cortando as asas dela pouco antes do fim da novela.

 Mas o “estrago” na ordem das coisas já estava feito: Bafo de Bode era vitorioso em todo o Brasil. Era irreversível.

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