VERGONHA ALHEIA


Até cachorro tem vergonha kiakiakia
Deputado Eduardo Cunha do PMDB gente muito fina. Diz que tem denuncias a revelar contra o PT. Mas só agora, que não ganhou o cargo que queria em Furnas...kiakiakia É daqueles : se não der pra mim conto pra todo mundo quer tu deu pro outro.kiakiakia Que pessoa correta e honesta. kiakiakia .
No tempo em que a ética deveria prevalecer , quem tinha denúncias que as fizesse logo. Que sanasse os erros. Mas essa turma fisiológica só usa isso quando não está beneficiada.
Vergonha alheia!!!
Conta logo deputado, afinal o senhor foi eleito pra isso: pra fiscalizar, legislar, exigir  a representação dos valores constitucionais e legais.
Se não denunciar, se não abrir o bico logo e explanar vamos achar que o senhor é daqueles que é chegado num troca-troca...de cargos é claro, como todo bom político. kiakiakiakia


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São Leopoldo vai de vexaimel, vive seu momento Brandon, Iowa

Na cidade de Brandon, no estado de Iowa, no interior profundo dos EUA (na tal da América profunda!) há uma atração turística única. Trata-se da maior frigideira do mundo. 

Olha, aí ao lado, uma foto de uma turista visitando a maior frigideira do mundo. Em Brandon, Iowa, nos EUA profundos. 

Isso demonstra, claramente, que algo tosco pode atrair turistas. Não se trata da massa de turistas que vão visitar o que não é tosco, mas há atração de algum turista. Caso encerrado. 

E se uma cidade como São Leopoldo apostasse em algo tosco para atrair turistas? Tipo, que tal um prédio em estilo vexaimel, digo, enxaimel? Olha só a proposta do novo prédio da prefeitura de São Leopoldo, em uma estética oficial, mas digna de Brandon, Iowa:


Não é belo, mas é uma bela de uma tosqueira! E se São Leo fizesse isso? Viria algum turista?

Bem, nesse caso, temos que conceder que um ou outro turista seria atraído. Olha só:



Isso encerraria o caso de vez, mas nem todo o mundo tá feliz com a brandonização de São Leo. Eis o que dizem alguns arquitetos:
Talvez com ingenuidade, a Prefeitura Municipal de São Leopoldo lançou em 2009 um projeto de Centro Administrativo para a cidade. Localizado no coração histórico da cidade, o prédio seria um nefasto vizinho do patrimônio cultural circundante: Um bloco em altura, que tanto mimetizava o prédio Art Déco da antiga Prefeitura quanto acrescentava traves enxaimel a fachada.
Em suma, uma completa vergonha. Um projeto digno de figurar em programa humorístico, ou em alguma sátira arquitetônica de faculdade. Era difícil, à época, acreditar na veracidade da notícia. Mas ela estava lá, apresentando uma Prefeitura “vexaimel” que viria para resgatar a cultura alemã na cidade e “criar” um novo ponto turístico.
As obras do novo prédio da prefeitura de São Leopoldo tão a todo vapor. Brandon com músculo!

O estilo escolhido é o vexaimel, digo, enxaimel. 

Acho que uma coisa é usar enxaimel enquanto escolha consciente da apresentação medonha (medonha, pois não se está citando uma referência na criação de algo, mas sim fazendo algo meia boca, com orgulho, por se achar fiel ao passado) de uma estética. 

Outra coisa é inventar um passado fajutão (pois descontextualizado) e estufar o peito, dando uma de cara respeitador, dizendo eu-fiz-como-o-tata-fazia. 

É cômico. Cômico de provocar risadas de cuspir a farofa. Cômico de fazer pensar em Brandon, no obscuro, profundo e medonho interior dos Estados Unidos da América. 

O pessoal dessa outra coisa só cria ponto turístico ao criar uma bela tosquice (a qual não necessariamente é uma tosquice bela), a qual só atrai turistas de tosquices (tipo os personagens de filmes que vão pra roça obscura ver a maior frigideira do mundo).
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Varejeira

Algumas palavras me apavoram.

Por exemplo, varejeira, em mosca varejeira.

O problema é que a mosca varejeira é pequenininha. Daí fico pensando, horrorizado, em como é a mosca do atacado, atacadeira.  Deve ser gigante!
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O preço do busão

Se levamos em conta só o custo do combustível, uma pessoa andando de carro gasta o dobro do que gastaria andando de busão. Duas pessoas de carro dá na mesma. Isto é absurdo, pois deveria haver estímulos de vários tipos ao uso do transporte coletivo, a começar pelos estímulos econômicos.

O transporte coletivo tá decaindo em Porto Alegre. No resto do RS é um pesadelo econômico. Em todo lugar é um pesadelo psicológico, pois usar busão é sentir-se menor e desprezado pela má qualidade do serviço.

Que fazer, ante isso? Sinceramente, parece que a única coisa a fazer é cuspir na cara de qualquer gestor público que mantenha ou piore esse quadro e venha falar em respeito, verde, ambiente ou futuro. 

Uma passagem de busão deveria ser muito mais barata do que um litro de gasolina. Se não é assim, o autorrespeito leva a pessoa a buscar um carrinho, pois é muita idiotice ficar esperando um tempão por um busão lotado que custa quase o mesmo que andar de carro.
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A INCRÍVEL SUPERAÇÃO DO TABLOIDE MAIS ENGRAÇADO DO BRASIL



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