FASCISTA JAMAIS TEVE HUMOR

Postei ontem uma piada sobre FHC e Serra.
É apenas uma piada. Humor.
Continuarei postando muitas outras mais.
Bem diferente das acusações de tucanos e fascistas de que Dilma é abortista, criminosa, terrorista, ladra e de que Lula é ladrão, corrupto etc. etc..
Bem diferente da baixaria,da grossura e raiva que orientou a campanha dos partidos oposicionistas.
Protegido pelo anonimato recebo comentário, que publiquei, chamando-me de calhorda.
O comentário, onde o comentarista esconde-se no anonimato, afirma sendo eu comuna amo a violência.
Se há uma violência inominável é a violência da má distribuição de renda; do desperdício das classes abastadas, verdadeira violência contra os pobres do Brasil e do Mundo.
Fiz uma piada, mas a violência real, que parte sobretudo da Direita como este Anônimo, é a mesma que matou a freira Dorothy Stanger no Pará, ou que agride e mata minorias na av. Paulista ou em marquises de Brasília.
O que caracteriza o fascista, seja ele de esquerda ou direita é a sua falta de humor.
E nisto nosso fascista que esconde-se no anônimato, se caracteriza.
Ainda assim agradeço a este que vive nas sombras por ter visto minha piada e me dado a preferência, somando ao meu blog.
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LÊNIN ANTECIPOU O WIKILEAKS

Diplomacia Exposta


"Inaugurar pactos de paz, depois dos quais não deverá haver acordos diplomáticos secretos, mas sim uma diplomacia franca e sob olhos públicos."  (Primeiro os 14 pontos do presidente Wilson, 1918)


   No alto verão de 1914, milhares de europeus de idade variada apresentaram-se voluntariamente às juntas de alistamento militar. Por todo o lado sentia-se uma euforia patriótica que fez com que a guerra que se avizinhava fosse a mais popular da história do ocidente. Estavam exultando em poder disparar uns contra os outros naquilo que foi provavelmente o maior surto de estupidez coletiva do mundo contemporâneo.
   No entanto, todos tinham motivos nobres para pegar em armas. A causa, acreditavam, era nobre: defender a pátria. E, se for preciso, morrer por ela.
   Até os partidos da 2ª Internacional Socialista que juraram fazer uma greve geral contra a guerra sucumbiram à maré belicista, votando nas verbas necessárias para municiar os exércitos e as marinhas. Somente um minúsculo grupo de exilados russos, liderados por Lênin, então um desconhecido que vivia em Berna, na Suíça, não se deixou seduzir pelo clamor sanguinário. Em setembro de 1915, reunido em Zimmerwald com outros socialistas, ele defendeu a tese de que "a guerra imperialista deveria se tranformar em guerras civis", para por abaixo a ordem reinante. Mas foi uma declaração inócua.
   Dois anos e dois meses depois, Lênin e os bolchevistas tomavam de assalto o poder na Rússia enquanto o czarismo ruía estrepitosamene. Seu primeiro movimento foi tirar o país da guerra e fazer a paz.
   De qualquer modo, a Rússia, exausta e com o exército amotinado, não podia mais continuar enfrentando as potências centrais (impérios Alemão e Austro-Húngaro).
   Deu-se, então, que os aliados ocidentais (Grã-Bretanha, França e EUA) jogaram todo o seu peso no sentido de evitar isso. Precisam do soldado russo no front leste para fixar parte dos alemães por lá. 
    A resposta de Lênin foi a publicação dos "documentos secretos" encontrados no cofre do Ministério d Exterior russo e imediatamente publicados no jornal Yzvestiya entre 10 e 23 de novembro de 1917. Foi a maior exposição até então conhecia das vísceras de um Estado.
   Lá estavam as provas de que a matança que havia devorado 16 milhões de vidas não tinha nada a ver com "defesa a pátria", mas era um vergonhoso jogo de toma-lá-dá-cá de territórios acertado entre os chefes de Estado das potências. a guerra, enfim, fora travada com fins imorais!
   O Presidente dos Estados Unidos, W. Wilson, um sincero idealista, dada a repercussão do episódio, terminou por colocar nos seus Quatorze Pontos (apresentados ao Congresso e 8 de janeiro de 1918 o compromisso de abolir com a diplomacia secreta como proposta futura a ser seguida por todas as nações.
   Agora, no caudal da guerra americano-afegã, assistimos outra vez à divulgação de uma massa impressionante de de "documentos secretos" pelo WikiLeaks, que de certo modo cumpre com o programa do presidente Wilson que desejava arejar as relações entre os Estados . Só que os tempos do idealismo foram-se há muito tempo com a morte dele.
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O artigo acima, do prof. Voltaire Schilling, publicado na imprensa portoalegrense no dia 07 do corrente, mostra que os americanos se lixaram para as idéias do presidente Wilson, mas também demonstra que a atitude de Lênin (aliás também esquecida pelos seus sucessores) antecipou a imperiosa necessidade de que os negócios públicos, inclusive os que dizem respeito às relações internacionais, devem ser trazidos ao conhecimento dos cidadãos, única forma de promover o controle social sobre os todos os governos e evitar as aberrações que custaram, ao longo da história, milhões de vidas.

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Lula tinha em suas maos, os meios de comunicacao, a bandidagem e o povo.

Pena que ele nao aproveitou a mare a seu favor desde os meios de comunicacao ate a bandidagem e o povo. A prova dessa protecao que foi criada em volta dele voltemos a 2006 por ocasiao do Mensalao. Todos tentaram abafar e alegar que sempre foi feito isso. Tinha tudo para fazer do Brasil uma grande potencia mundial. O povo acreditou nele de bobo porque a primeira vez que ele foi eleito deputado,
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Ainda sobre a entrevista de Tarso com blogueir@s do RS

Foto: Eduardo Seidl/Agência Cel3uma de Imagens
Escreve Cris Rodrigues no blog Somos Andando:

Tarso Genro se compromete com a democratização da comunicação e deixa a mídia gaúcha de cabelo em pé

Na entrevista coletiva concedida pelo governador eleito Tarso Genro, teve um pouco de tudo. Assuntos diversos foram tratados, com crítica à oposição, à imprensa e à base aliada. Essas menos que aquelas, e identifico dois motivos para isso. Primeiro, o óbvio, de que os blogueiros eram de esquerda e, portanto, mais identificados ideologicamente. E outro fator de peso, o fato de o PT, até agora, ser oposição no RS. É muito mais fácil fazer perguntas críticas a quem é governo e já teve bastante oportunidade de errar do que a quem vai assumir, cheio de propostas para fazer tudo lindo.

A ideia de que a crítica deve orientar as perguntas é lógica, parte do pressuposto de que o fulano entrevistado não vai dizer por livre e espontânea vontade coisas de que não gosta. Cabe a quem está de fora perguntar. Mas acho que a ideia de uma entrevista coletiva não é fazer crítica. Como qualquer entrevista, ela vem com a proposta de obter informações. Assuntos pouco tratados podem ser aprofundados, temas nem tocados durante a campanha podem ser esclarecidos. E informações foram obtidas.

Tarso falou de economia solidária, relações internacionais, movimentos sociais, ambientalismo, economia, comunicação, corrupção, alianças, PPPs, transversalidade, saúde, agricultura, transição, educação, rádios comunitárias.

Tarso já tinha chamado a atenção durante a campanha e essa entrevista confirmou: além de um grande orador, fala com muito conteúdo, preocupado em acertar, com um discurso de fato de esquerda, sem ranço. E mostra, acima de tudo, que aprendeu demais durante seu período como ministro no governo Lula.

E, importante, aproveitou o evento para prestar uma deferência às novas mídias e fazer dos blogueiros o público para o anúncio de sua mais nova secretária, Vera Spolidoro, para a Comunicação e Inclusão Digital, além do jornalista Pedro Osório para a presidência da Fundação Piratini, que agrega TVE e FM Cultura. É um ato simbólico, a informação já tinha vazado, mas é significativo porque mostra que o governador está disposto a prestar atenção ao mundo da internet e, o fundamental, à democratização da comunicação de um modo geral.

Economia Solidária

Disse que economia solidária não é política social, mas política econômica. Usou uma expressão que se repetiu mais adiante com relação a mídia alternativa: não fará políticas paternalistas. Disse que é bem diferente de políticas sociais, que deverá implementar nesse segundo caso, mas que “paternalismo é humilhação”. Economia solidária, apesar de ter sido pouco valorizada no governo Lula, entrou no Pronasci, programa criado e desenvolvido por Tarso no Ministério da Justiça, e que terá atenção especial.

Relações Internacionais

Respondeu que a viagem feita à Europa não significa que os países do Norte serão privilegiados, como questionei, em detrimento da integração regional e do fortalecimento das relações Sul-Sul, mas que a integração regional tem que ser feita através de uma visão universal, e que as relações triangulares incluindo a Europa (principalmente Espanha e Portugal por causa da relação com os países da América do Sul) são fundamentais para o crescimento regional, até porque, com a crise, a relação se inverte e eles se tornam mais dependentes da gente do que a gente deles, segundo Tarso.

Movimentos sociais

Tarso deve ter deixado a imprensa tradicional de cabelo em pé ao afirmar que deve tratar o MST da mesma forma que trata a Farsul, com respeito, diálogo e negociação e que vai valorizar a agricultura familiar em detrimento de grandes empresas exportadoras que não gerem desenvolvimento e renda no estado, sempre respeitando o meio ambiente. Afinal, “o Brasil ainda deve uma reforma agrária”.
Foto: Dialógico
Comunicação

Mas deve ter arrepiado principalmente nas questões específicas sobre comunicação. Disse que vai trabalhar pela criação de um conselho de comunicação, embora tenha ficado devendo a especificação da atuação e da composição desse conselho, e pela democratização da comunicação. Classificou nossa imprensa de “mídia uníssona neoliberal, dentro da qual transitam valores que têm sido derrotados” com a eleição de Lula e agora de Dilma. Enfatizou que o conselho não fará controle da opinião ou da informação, mas um passo para a efetiva democratização das fontes de produção e de reprodução, em busca do equilíbrio. E afirmou que temos liberdade de imprensa, que deve ser intocável, mas que não temos o “direito de livre circulação da opinião”.

Tarso criticou a prisão de Assange mostrando a incoerência entre prendê-lo e deixar soltos os donos dos veículos que divulgaram os documentos. Todos fizeram a mesma coisa, divulgação, ou seja, “se foi crime, e eu não acho que foi, foi um concurso criminal”. E o mais incrível para Tarso é a falta de protesto da grande imprensa, “ninguém está reclamando”.

Especificamente sobre uma nota que gerou controvérsia, publicada na coluna de Rosane de Oliveira há alguns dias que dizia “Se for suspensa sem um argumento convincente, a revitalização do Cais Mauá corre o risco de se transformar na Ford de Tarso Genro” e sobre o tratamento que o governo dará à imprensa, Tarso disse que recebe esse tipo de informação “com respeito, mas com certa ironia”, porque a nota foi uma espécie de ameaça, que diz para se cuidar, senão vai ser massacrado como foi o Olívio. Acrescentou que essa é uma informação ideologizada e foi muito feliz ao criticar a postura da imprensa, crente que detém isenção e “pureza”, que fica distante da relação do Estado com a sociedade, como se assistisse de longe e não participasse, não sofresse influência do processo de formação ideológica que cada um sofre com sua vivência cotidiana. Mostrou-se sereno diante da crítica, afirmou respeitá-la, mas não orientar sua ação política por esse tipo de manifestação.

Onde faltou

Senti falta de uma resposta mais firme no questionamento sobre o Cais Mauá. Tarso falou que não é contra as PPPs, com a ressalva de que não podem ser uma atitude do estado para proporcionar acumulação privada, que a do Cais está sendo revista juridicamente, mas não se comprometeu a revisar o mérito da parceria, o projeto em curso. Fará isso apenas se houver algum impedimento jurídico, para não ter que quebrar contrato e trazer prejuízo econômico. Resta saber se o prejuízo ambiental e urbanístico trazido pela realização da obra não será maior que o econômico.

Também deixou a desejar na resposta à questão sobre o código florestal e o gerenciamento dos órgãos do estado voltados ao meio ambiente. Mostrou não ter domínio sobre o tema, afirmou não saber exatamente o conteúdo das mudanças no código florestal, não sabia que ele seria votado já em plenário na próxima terça-feira e ficou de se informar melhor.

Por fim, é importante não confundir, como aconteceu na entrevista com Lula (vide a matéria d’O Globo), blogueiro com jornalista. Pesem algumas ausências e algumas presenças, havia alguns jornalistas formados e que atuam como tal, mas havia pessoas de várias formações, perguntando sobre a área de interesse do seu blog.
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O CIRCO LIVRE DA BAHIA X - O PAlCO DO VELHO CIRCO

Antes da reforma total quebramos um galho para seguir trabalhando.
O cenógrafo e  artista plástico Gilson Rodrigues deu uma melhorada no visual e tivemos este palco e cortina de fundo da foto abaixo.
Ainda assim, vocês podem ver os furos da lona e  o cercadinho de madeira  para evitar penetras (rsrsrs),  e sobretudo o detalhe do trapézio no centro da foto.
Vejam que baixa altura tinha o trapézio.
A compa Carmen Dias, do Paraná sempre quis fazer trapézio, mas tinha medo da altura. Com este daí ela faria sem rede de segurança.kiakiakiakia.
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