MEU HUMOR : DO LIMÃO FIZ LIMONADA

Em 1978 quando de uma apresentação teatral em Brasília do espetáculo"Gracias a La Vida" comecei a sofrer terrível perseguição por parte da Polícia Federal, através do Chefe da Censura sr. Carlos Lúcio, perseguição política que se transformou em inquérito e se arrastou pela PF de  Salvador por mais dois anos.
Foi um processo muito bem urdido e que usava de tortura psicológica contra mim.
Ameaças de que se "não calasse a boca"em cena nunca mais voltaria a fazer teatro, me matariam, até interrogatórios e testes constantes.
Este processo levou-me a profundo estado de depressão e paranóia e afastou-me dos palcos por dois anos.
Sómente em 1981, com ajuda psicanalítica, e através do humor, consegui voltar a atuar em cena.



Percebi que com o humor eu não seria levado a sério e podia dizer o que quisesse.
Vivi do humor pelos próximos doze anos, e então aos poucos retornei ao teatro tradicional e fui para a tv.
Nesta data de hoje, estou em Porto Alegre para fazer meu show de humor no Bourbon Country.
E percebo que da repressão, do limão que me deram, fiz uma limonada.
Transformei a derrota em vitória e ampliei meus recursos profissionais.
Carlos Lúcio já deve ter sido levado diante da Justiça Divina, já que da dos homens escapou até agora. Muitos agentes daquela época também.
Mas importante é a lição que a vida me ensinou: persevere sempre, lute, viva e seja vitorioso.
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A Shell infiltra seu pessoal no governo nigeriano

Os telegramas vazados pelo Wikileaks trazem evidências do modo como as grandes empresas roubam recursos naturais dos países pobres.

Mais especificamente, mostram que a Shell infiltra seu pessoal no governo da Nigéria, e sabe tudo o que se decide nos ministérios.

Além disso, a Shell delata políticos "militantes" aos diplomatas estadunidenses.

Via Guardian.

PS - É de se lembrar que, no Brasil, em 2009, a oposição (PSDB e DEM/PFL) apresentou emenda sobre o pré-sal que era mero cut & paste de textos feitos pelas petrolíferas gringas.
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O CIRCO LIVRE DA BAHIA - VIII - AS DANÇARINAS

Enquanto não se iniciava a reforma do antigo Circo fizemos pequenos arranjos e iniciamos as apresentações assim mesmo.
Entre os números apresentados constava a Discoteca, levado a efeito pelas dançarinas, moças que dançavam a música que tocava durante.
Era um entretenimento, um entreato entre outros números.
Mas fazia muito sucesso entre  a platéia masculina, maioria neste tipo de circo nas apresentações noturnas.
Na foto abaixo, atrás das bailarinas, de óculos e smoking estava eu apresentando a função.
Entre as 5 dançarinas, três eram circenses e duas eram do nosso grupo de teatro.
Você é capaz de dizer quais  as duas que são de teatro e as três circenses?
Numeramos as 5 da esq. para a dir. , assim a que está em primeiro plano seria a número 01, e a de numero 05 a que está junto a mim.
Experimente acertar.
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Carta das Mulheres Contra o Estupro sobre a prisão de Assange

Carta de Katrin Axelsson, da Women Against Rape (Mulheres Contra o Estupro):
Muitas mulheres na Suécia e na Inglaterra se surpreenderão com o zelo pouco usual com o qual Julian Assange está sendo perseguido por alegações de estupro [...]. 
A Assange, que parece não ter condenações criminais, se rejeitou o direito à fiança [...]. Mas fiança após alegações de estupro é rotina. Por dois anos demos apoio a uma mulher que sofreu estupro e violência doméstica de um homem previamente condenado após ter tentado matar uma ex-parceira e seu filho -- foi garantido a ele o direito à fiança enquanto a polícia investigava. 
Há uma longa tradição de usar o estupro e a agressão sexual para agendas políticas que não têm nada a ver com a segurança das mulheres. No sul dos EUA, frequentemente o linchamento de negros era justificado baseado em que eles tinham estuprado ou mesmo olhado par uma mulher branca. Nós mulheres não aceitamos que nossa exigência de segurança seja mal-utilizada, enquanto os casos de estupro no melhor dos casos continuam sendo negligenciados, no pior dos casos são blindados. 

PS - Você pode se interessar pela postagem O tapa na cara das mulheres estupradas.
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Gleen Greenwald sobre a prisão de Julian Assange

Não importando o que você ache do Wikileaks, eles não foram acusados de crime algum, muito menos indiciados ou condenados. Apesar disso, olhe o que aconteceu com eles. Eles foram removidos da Internet [...] seus fundos foram congelados [...] personalidades da mídia e políticos pediram que fossem assassinados e rotulados como uma organização terrorista. O que de fato está acontecendo é uma guerra pelo controle da Internet, e se ou não a Internet pode de fato servir ao seu fim último -- o qual é permitir que os cidadãos se unam e democratizar os controles sobre as facções mais poderosas do mundo.
-- Gleen Greenwald é advogado de direito constitucional e colunista da Salon. Via Democracy Now!
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