BENTO XVI, O ÚLTIMO CABO ELEITORAL DE SERRA

A coisa é nojenta, repugnante. Sabendo de antemão a data e a hora do seu passamento político, Serra conseguiu mobilizar a TFP, a seção tupiniquim da Opus Dei e o clero católico reacionário para obter do ex-integrante da juventude nazista que hoje prega moral de batina branca em Roma e protege padres pedófilos,  uma providencial sessão de conselhos a bispos do Maranhão, afirmando que estes devem orientar politicamente os fiéis católicos.

Pois Bento XVI, "coincidentemente" a três dias de uma eleição em que o tema do aborto fulgurou pela boca da turma que clama pela volta da Idade das Trevas, fez estas declarações sob encomenda: "O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas. (...) Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático - que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana - é atraiçoado nas suas bases. Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo".

Quem adivinhar o endereço das declarações do Papa ganha uma medalhinha de Santo Expedito, o das causas impossíveis.

Na verdade, as declarações acima corroboram a ação do bispo panfleteiro de Guarulhos, colocando gasolina no tanque do medievalismo de parte da Igreja Católica brasileira que fecha os olhos para os graves problemas de saúde pública decorrentes da pratica do aborto em clínicas clandestinas que colocam em risco a vida das mulheres.

Para poupar trabalho, se herr Ratzinger quisesse, de fato, ajudar Serra, deveria enviar uma extrema-unção à sua candidatura, que já está com o pé na kalunga há dias. Seria algo mais condigno com os ideais cristãos do que tentar se intrometer na eleição alheia.


Leia a pérola, na íntegra, aqui (Estadão)
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O vampiro imagina voltar com um golpe em 2012, mas seu fim será mesmo em 2010



O #SerraCafetao foi grosseiro e estúpido com as mulheres mineiras. No vídeo catástrofe que produziu, com um alucinado roteiro e mensagem golpista, voltou com grosseria e estupidez para com a Dilma.

Está claro que Serra é um misógino.

Ainda bem que depois de segunda não vamos mais saber dele.
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O SAMBA PEDE PASSAGEM

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PSDB dá sumiço em 400 milhões da saúde pública

Auditoria comprova sumiço de recursos federais em SP


Governador eleito terá de dar conta de verba assim que assumir o estado


Quando assumir, pela terceira vez, o governo do estado de São Paulo em 1º de janeiro de 2011, o tucano Geraldo Alckmin terá que prestar contas de um sumiço milionário de recursos federais do Ministério da Saúde dimensionado, em março passado, pelo Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus). O dinheiro, quase 400 milhões de reais, deveria ter sido usado para garantir remédios de graça para 40 milhões de cidadãos, mas desapareceu na contabilidade dos governos do PSDB nos últimos 10 anos. Por recomendação dos auditores, com base na lei, o governo paulista terá que explicar onde foram parar essas verbas do SUS e, em seguida, ressarcir a União pelo prejuízo.

O relatório do Denasus foi feito a partir de auditorias realizadas em 21 estados. Na contabilidade que vai de janeiro de 1999 e junho de 2009. Por insuficiência de técnicos, restam ainda seis estados a serem auditados. O número de auditores-farmacêuticos do País, os únicos credenciados para esse tipo de fiscalização, não chega a 20. Nesse caso, eles focaram apenas a área de Assistência Farmacêutica Básica, uma das de maior impacto social do SUS. A auditoria foi pedida pelo Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF), ligado à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, para verificar denúncias de desvios de repasses de recursos do SUS para compra e distribuição de medicamentos nos sistemas estaduais de saúde.

O caso de São Paulo não tem parâmetro em nenhuma das demais 20 unidades da federação analisadas pelo Denasus até março de 2010, data de fechamento do relatório final. Depois de vasculhar todas as nuances do modelo de gestão de saúde estadual no setor de medicamentos, os analistas demoraram 10 meses para fechar o texto. No fim das contas, os auditores conseguiram construir um retrato bem acabado do modo tucano de gerenciar a saúde pública, inclusive durante o mandato de José Serra, candidato do PSDB à presidência. No todo, o período analisado atinge os governos de Mário Covas (primeiro ano do segundo mandato, até ele falecer, em março de 2001); dois governos de Geraldo Alckmin (de março de 2001 a março de 2006, quando ele renunciou para ser candidato a presidente); o breve período de Cláudio Lembo, do DEM (até janeiro de 2007); e a gestão de Serra, até março de 2010, um mês antes de ele renunciar para disputar a eleição.

Ao se debruçarem sobre as contas da Secretaria Estadual de Saúde, os auditores descobriram um rombo formidável no setor de medicamentos: 350 milhões de reais repassados pelo SUS para o programa de assistência farmacêutica básica no estado simplesmente desapareceram. O dinheiro deveria ter sido usado para garantir aos usuários potenciais do SUS acesso gratuito a remédios, sobretudo os mais caros, destinados a tratamentos de doenças crônicas e terminais. É um buraco e tanto, mas não é o único.
A avaliação dos auditores detectou, ainda, uma malandragem contábil que permitiu ao governo paulista internalizar 44 milhões de reais do SUS nas contas como se fossem recursos estaduais. Ou seja, pegaram dinheiro repassado pelo governo federal para comprar remédios e misturaram com as receitas estaduais numa conta única da Secretaria de Fazenda, de forma ilegal. A Constituição Federal determina que para gerenciar dinheiro do SUS os estados abram uma conta específica, de movimentação transparente e facilmente auditável, de modo a garantir a plena fiscalização do Ministério da Saúde e da sociedade. Em São Paulo essa regra não foi seguida. O Denasus constatou que os recursos federais do SUS continuam movimentados na Conta Única do Estado. Os valores são transferidos imediatamente depois de depositados pelo ministério e pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS), por meio de Transferência Eletrônica de Dados (TED).

Em fevereiro, reportagem de CartaCapital demonstrou que em três dos mais desenvolvidos estados do País, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, todos governados pelo PSDB, e no Distrito Federal, durante a gestão do DEM, os recursos do SUS foram, ao longo dos últimos quatro anos, aplicados no mercado financeiro. O fato foi constatado pelo Denasus após um processo de auditoria em todas as 27 unidades da federação. Trata-se de manobra contábil ilegal para incrementar programas estaduais de choque de gestão, como manda a cartilha liberal seguida pelos tucanos e reforçada, agora, na campanha presidencial. Ao todo, de acordo com os auditores, o prejuízo gerado aos sistemas de saúde desses estados passava, à época, de 6,5 bilhões de reais, dos quais mais de 1 bilhão de reais apenas em São Paulo.

Ao analisar as contas paulistas, o Denasus descobriu que somente entre 2006 e 2009, nos governos de Alckmin e Serra, dos 77,8 milhões de reais do SUS aplicados no mercado financeiro paulista, 39,1 milhões deveriam ter sido destinados para programas de assistência farmacêutica – cerca de 11% do montante apurado, agora, apenas no setor de medicamentos, pelos auditores do Denasus. Além do dinheiro de remédios para pacientes pobres, a primeira auditoria descobriu outros desvios de dinheiro para aplicação no mercado financeiro: 12,2 milhões dos programas de gestão, 15,7 da vigilância epidemiológica, 7,7 milhões do combate a DST/Aids e 4,3 milhões da vigilância epidemiológica.

A análise ano a ano dos auditores demonstra ainda uma prática sistemática de utilização de remédios em desacordo com a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) estabelecida pelo Ministério da Saúde, atualizada anualmente. A lista engloba medicamentos usados nas doenças mais comuns pelos brasileiros, entre os quais antibióticos, antiinflamatórios, antiácidos e remédios para dor de cabeça.  Entre 2006 e 2008, por exemplo, dos 178 medicamentos indicados por um acordo entre a Secretaria de Saúde de São Paulo e o programa de Assistência Farmacêutica Básica do Ministério da Saúde, 37 (20,7%) não atendiam à lista da Rename.

Além disso, o Denasus constatou outra falha. Em 2008, durante o governo Serra, 11,8 milhões do Fundo Nacional de Saúde repassados à Secretaria de Saúde de São Paulo para a compra de remédios foram contabilizados como “contrapartida estadual” no acordo de Assistência Farmacêutica Básica. Ou seja, o governo paulista, depois de jogar o recurso federal na vala comum da Conta Única do Estado, contabilizou o dinheiro como oriundo de receitas estaduais, e não como recurso recebido dos cofres da União.

Apenas em maio, dois meses depois de terminada a auditoria do Denasus, a Secretaria Estadual de Saúde resolveu se manifestar oficialmente sobre os itens detectados pelos auditores. Ao todo, o secretário Luís Roberto Barradas Barata, apontado como responsável direto pelas irregularidades por que era o gestor do sistema, encaminhou 19 justificativas ao Denasus, mas nenhuma delas foi acatada. “Não houve alteração no entendimento inicial da equipe, ficando, portanto, mantidas todas as constatações registradas no relatório final”, escreveram, na conclusão do trabalho, os auditores-farmacêuticos.

Barata faleceu em 17 de julho passado, dois meses depois de o Denasus invalidar as justificativas enviadas por ele. Por essa razão, a discussão entre o Ministério da Saúde e o governo de São Paulo sobre o sumiço dos 400 milhões de reais devidos ao programa de Assistência Farmacêutica Básica vai ser retomada somente no próximo ano, de forma institucional.
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Conheça os futuros secretários do governo Tarso

Nesta semana, o governador eleito Tarso Genro anunciou alguns nomes do seu secretariado: Abgail Pereira, Beto Albuquerque, Estilac Xavier, Marcelo Danéris e Luis Antonio de Assis Brasil serão secretários no governo que se inicia dia 1º de janeiro. Conheça aqui um pouco mais sobre cada um dos cinco indicados:
Abgail Pereira (PCdoB) – Estará à frente da Secretaria de Turismo.É formada em Pedagogia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), com especialização em Psicopedagogia pela Universidade Castelo Branco (RJ). Foi presidente por três mandatos e é atual vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Hoteleiro, Restaurantes, Bares e Similares e em Turismo e Hospitalidade de Caxias do Sul (Sintrahtur). Também foi vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (Contracs). Foi candidata a vice-prefeita em Caxias do Sul na chapa liderada pelo petista Pepe Vargas , concorreu à Câmara de Caxias do Sul e na última eleição, concorreu à senadora, quando obteve mais de 1,5 milhão de votos.
Beto Albuquerque (PSB) – Convidado a assumir a Secretaria de Infraestrutura e Logística do governo Tarso Genro, Beto Albuquerque, 47 anos, começou a carreira política em sua cidade natal, Passo Fundo. Formado em Direito pela UPF, concorreu a vereador em 1988 pelo PSB, mas sua primeira vitória nas urnas veio dois anos depois, quando foi eleito deputado estadual. Em 1998 foi eleito para a Câmara dos Deputados, e assumiu a Secretaria dos Transportes do governo Olívio Dutra. Foi reeleito em 2002, 2006 e em 2010 recebeu a segunda maior votação entre os deputados federais do RS, com mais de 200 mil votos.
Estilac Xavier (PT) - O futuro secretário-Geral de Governo Estilac Xavier, 55 anos, foi o coordenador financeiro da campanha de Tarso Genro. Comandou a Secretaria de Obras de Porto Alegre por oito anos durante a administração petista na década de 90, e em 2000 se elegeu vereador da Capital. Dois anos depois chegou à Assembleia Legislativa e, ao fim do mandato, se transferiu para Brasília, onde atuou como assessor especial da Casa Civil do governo Lula. Estilac se formou engenheiro eletricista pela Universidade Federal de Santa Maria, cidade onde nasceu, e bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFRGS.
Luiz Antônio de Assis Brasil – Será Secretário de Cultura do Estado. É formado em Direito pela PUCRS, mas sempre esteve ligado às artes, como músico e escritor. Foi violoncelista da OSPA e estreou como escritor em 1976 publicando o romance “Um Quarto de Légua em Quadro”. Escreve para a imprensa artigos históricos e literários desde a década de 70. Também nesta época iniciou trajetória como administrador cultural. Foi chefe da secção de Atividades Artísticas da Prefeitura de Porto Alegre, diretor do Centro Municipal de Cultura da Capital e diretor do Instituto Estadual do Livro em 1983. Já ganhou vários prêmios literários.
Marcelo Danéris (PT) – Será Secretário Executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, a ser criado pelo governo de Tarso Genro. Marcelo coordenou o programa de governo de Tarso na eleição estadual. Atualmente está à frente da comissão técnica que formata a nova estrutura do governo. Foi assessor de gabinete do deputado federal e líder do governo Lula, Henrique Fontana. Foi presidente municipal do PT de Porto Alegre e vereador na Capital. Nas eleições de 2008 concorreu a vice na chapa encabeçada pela deputada federal Maria do Rosário (PT) na disputa pela prefeitura de Porto Alegre.

Mauro Knijnik é confirmado no secretariado de Tarso Genro


Após uma nova reunião, ocorrida na manhã desta quarta-feira (27), o governador eleito, Tarso Genro, confirmou o nome de Mauro Knijnik na Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI). A agência será criada através de projeto de lei a ser encaminhado para a Assembléia Legislativa. A pasta terá como objetivo promover a execução das ações de desenvolvimento regional e microrregional e políticas de atração de grandes investimentos de fora do Estado e do país. A AGDI contará com órgão técnico de apoio aos municípios para elaboração de projetos e captação de recursos.
Mauro Knijnik – Vai dirigir a nova Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI). Knijnik é empresário, economista formado pela UFRGS, com cursos de especialização em diversos países e é técnico aposentado do BRDE. Foi professor em várias universidades presidente do Conselho de Administração do Banco do Estado do RS – Banrisul. Foi secretário da Fazenda do Estado entre 1979 e 1983. Também foi presidente da Federasul. É coordenador do Instituto Ethos no Rio Grande do Sul e é membro do conselho de diversas empresas. É natural de Porto Alegre.


Fonte: rs13 AQUI e AQUI
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