Chove em Washington e Serra abre o guarda-chuva em Brasília
Para não esquecer e entender a subserviência do tucanato aos interesses neocoloniais. Um misto de mentiras, cinismo, despeito e burrice! E eles ainda querem voltar a governar o Brasil!
Manifesto: Em defesa de um modelo democrático para a comunicação no Brasil
Em defesa de um modelo democrático para a comunicação no Brasil
O Brasil vive um momento de decisão nacional em que os meios de comunicação tradicionais assumem mais uma vez o papel de partido político e se alinham a um candidato, que se declara claramente contra qualquer movimento que proponha a democratização da comunicação no país. Com o objetivo de garantir seu espaço hegemônico num mercado que se abre para novos atores, os empresários da mídia insistem em demonizar aqueles que defendem o avanço democrático nesse campo.
No cenário eleitoral, dois projetos antagonistas estão em disputa. Um deles representa a política de desregulamentação e a manutenção da concentração e verticalização dos meios de comunicação. O outro acolhe as propostas históricas da sociedade em relação à democratização da comunicação no Brasil com dois grandes marcos já estabelecidos: a criação de uma rede pública de comunicação e a realização da 1ºConferência Nacional de Comunicação – Confecom. Além de iniciar a implantação da rede universal de banda larga no país.
O processo de democratização da comunicação está em curso e não pode ser interrompido por uma minoria que enxerga a mídia apenas como um negócio. A liderança deve permanecer com aqueles que tratam a comunicação como um direito social focado no interesse público.
O governo que surgirá das urnas nesse segundo turno precisa garantir a continuidade desse processo e deve se comprometer com a evolução política institucional do setor. A participação pública nesse campo é essencial e um modelo democrático de comunicação necessário.
Considerando a história política de cada candidato e os recentes debates públicos e manifestações programáticas dos partidos envolvidos na disputa eleitoral, os jornalistas, estudantes de comunicação e demais cidadãos abaixo assinados, preocupados com o tema, proclamam seu apoio à candidata Dilma Rousseff por entender que, em seu governo, será garantido o espaço democrático para o debate sobre a comunicação.
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BOLINHA DE PAPEL BATE NO TSE E VOLTA À CARECA DO SERRA
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| "Que-time-é-teu? Bateu-na-trave-e-entrou-no-teu" |
fotomontagem surrupiada do Cloaca News (sem a legenda)
Na esteira da tentativa de capitalizar politicamente com o "atentado" da bolinha de papel, cuja repercussão máxima obtida até agora foi Serra ter virado motivo chacota também no exterior (imaginem, até os argentinos ridicularizaram Serra!), a coordenação(?) da candidatura quer mandar o Brasil direto para o inferno, resolveu levar o caso ao TSE.
Mas - novamente, que azar! - não deu certo. O ministro Eduardo Neves rechaçou o pedido de liminar feito pelos tucanos depenados afirmando que “Após ler os documentos que instruem a inicial e assistir o programa impugnado, não vislumbro, neste momento, a presença dos pressupostos para a concessão da medida liminar requerida”.
Segundo ainda Neves, “a controvérsia sobre os fatos, ou ao menos, sobre a interpretação que a eles é emprestada pelos órgãos de imprensa e pelos candidatos não permite que, neste primeiro exame, sejam os mesmos considerados sabidamente inverídicos, o que não significa reconhecê-los como verdadeiros, pois dependem do exame das provas e versões apresentadas, a ser feito no momento do exame do mérito da representação, garantindo-se, assim, que a defesa seja exercida”.
Que tem initmidade a advocacia sabe que, nos chamados tribunais superiores, não conseguir a liminar equivale a, praticamente, perder a causa.
Serra anda com tanto azar que deveria pedir ao pastor Malafaia e ao bispo panfleteiro uma sessão de exorcismo.
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