Justiça acata denúncia contra Serra

Da insuspeita Folha:

Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul aceita denúncia contra Serra

FELIPE SELIGMAN DE BRASÍLIA, 07/10/2010 - 23h06

A Justiça Eleitoral do Rio Grande do Sul aceitou na noite de ontem denúncia contra o candidato tucano à presidência, José Serra.

O PT entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a abertura de um processo para investigar calúnia e difamação supostamente praticados contra o partido e contra o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, em uma entrevista dada pelo tucano ao jornal "Zero Hora".

A denúncia apresentada pelo Ministério Público cita trechos da entrevista em que o tucano é questionado sobre declarações de seu vice, o deputado Indio da Costa (DEM), a respeito da suposta relação do PT com as Farc.

E cita também trechos em que Serra fala sobre o dossiê com dados sigilosos da Receita contra integrantes do PSDB, como o seu vice-presidente, Eduardo Jorge, foi coordenado por Pimentel.

A denúncia foi recebida pelo juiz José Ricardo Coutinho Silva, da 111ª Zona Eleitoral de Porto Alegre, que é a primeira instância da Justiça Eleitoral.

O advogado da campanha de Serra, Ricardo Penteado, afirmou que "não há qualquer impropriedade no que José Serra declarou [na entrevista]".

"Entendo que não há qualquer questão criminal a ser discutida neste caso". Ele disse que o candidato não havia sido informado da decisão, mas que "apresentará a defesa cabível" quando necessário.
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UM CHEIRO DE TORQUEMADA NO AR


UM CHEIRO DE TORQUEMADA NO AR

Não eram eles os iluministas, os paladinos da sociedade do esclarecimento, a cepa mais refinada dos intelectuais da República,os arautos da Razão, da tolerância e dos valores liberais? Não eramos nós, a massa ignara e bruta, a escumalha depositária do atraso, o ajuntamento desfibrado, desprovido de outro pendor que não a vocação totalitária para rebanho adestrado pelos messiânicos, os populistas, os picaretas, os narradores do Juízo Final, bispos e bispas aspiradores de dízimo e sopradores de ignorância? Não eramos os cúmplices dos aiatolás a emprestar a mão omissa ao apedrejamento de adúlteras nas praças distantes do Irã onde Deus e o Demônio se entrelaçam nos corredores de um Estado que detém o monopólio da fé e da força? Então por que esse cheiro de Torquemada no ar que vem de dentro do Olimpo tucano? Por que a TFP se sente em casa ali de novo para ministrar --"pega e passa!"-- suas lições de como semear ódios, medos e ignorâncias contra a candidata do demônio? Em que ponto das reentrâncias iluministas se escondiam as palavras que Mônica Serra, a intelectual bailarina dos finos salões de Higienópolis e do Alto de Pinheiros, foi buscar para chantagear a alma do brasileiro pobre, cansado, de 73 anos, evangélico e vendedor ambulante, Edgar da Silva, que ao voltar para a casa deparou-se com a fina dama e depois de declarar o voto em Dilma, ouviu da esposa de José Serra a terrível maldição contra seu discernimento laico: "Ela é a favor de matar as criancinhas"

(Carta Maior defende a republica dos iguais, livres de toda opressão; 08-10)
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PT anuncia medidas contra "guerra suja" na campanha

Do Mulheres com Dilma:

Combate à “guerra suja” de boatos na campanha

O Partido dos Trabalhadores anunciou duas medidas importantes para combater os boatos e as falsidades contra a campanha de Dilma Rousseff. A coligação Para o Brasil Seguir Mudando lançará um manifesto para acabar com a "guerra suja" vista no final do primeiro turno das eleições presidenciais.

O segundo ponto é o pedido à Polícia Federal (PF) para investigar a autoria do panfleto apócrifo distribuído ontem no encontro nacional do PSDB e aliados que apóiam a candidatura de José Serra. O texto orienta como difundir uma campanha contra Dilma na internet. O caso foi noticiado no blog do jornalista Fernando Rodrigues.

"O manifesto faz uma análise do primeiro turno e contém uma avaliação de como deve ser a discussão do segundo turno, que vai balizar a ação política da militância do PT e dos partidos aliados", disse o presidente do PT, José Eduardo Dutra, após reunião da Executiva do partido, em Brasília.

Segundo ele, "queremos evitar e repelir esta verdadeira guerra suja que está sendo feita por alguns setores, tentando inclusive colocar temas religiosas como centro de uma disputa eleitoral".

No documento, além de combate à boataria, os partidos da coligação querem comparar os projetos das gestões Lula e Fernando Henrique Cardoso. Também apontarão os problemas questionamentos sobre as privatizações dos anos 90, a dependência de programas do Fundo Monetário Internacional e sobre o marco regulatório do pré-sal, que mudou o sistema de concessão para o sistema de partilha de produção de campos de petróleo.

“Vamos continuar fazendo uma campanha de debate de idéias, de projetos. Todas as vezes que nos sentirmos caluniados, atacados, todas as vezes que detectarmos prática de crimes vamos recorrer aos órgãos competentes", garante Dutra.
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Quem são e para onde irão os eleitores de Marina Silva?

Por Antônio Augusto de Queiroz*, do DIAP

A resposta a esta pergunta será dada pelas pesquisas qualitativas que estão sendo feitas pelos institutos de pesquisa e pelas urnas no dia 31 de outubro, mas já é possível antecipar algumas constatações desse processo eleitoral, que está em fase de decantação. Minha hipótese é de que o peso político de Marina Silva é menor do que os votos que recebeu e que seu partido, o PV, é menor e menos verde que ela.

A senadora Marina Silva foi apresentada pela intelectualidade e pela mídia como a candidata ideal: mulher, religiosa, de origem humilde, comprometida socialmente, defensora do meio ambiente, honesta e sem o suposto radicalismo do PT nem o conservadorismo do PSDB. Seria a terceira via, embora não dispusesse de grande estrutura partidária, tempo de televisão e recursos para uma campanha presidencial.

Com esse perfil, Marina recebeu votos de um eleitorado difuso, que pode se classificado em quatro grupos: 1) o da fadiga, 2) o flutuante, 3) o da revanche ou do troco, e 4) o convicto.

O primeiro grupo, da fadiga, é composto por eleitores que não estão satisfeitos com o PT nem têm saudades do PSDB. Esse grupo descarregou seus votos na Marina menos por convicção e mais por considerá-la uma candidata simpática, honesta, boazinha, que poderia, eventualmente, se converter numa terceira via. Foi falta de opção.

O segundo grupo, o flutuante, foi determinante para levar a eleição para o 2º turno. É composto de eleitores pendulares, que não queriam José Serra, estiveram indecisos um período, declararam votos para Dilma, mas próximo da eleição desistiram e votaram em Marina.

Esse grupo é muito heterogêneo. É formado por eleitores que não gostaram dos escândalos no Governo (quebra de sigilo e episódio da Casa Civil) e também se deixaram influenciar pelos boatos de que a candidata Dilma era a favor do aborto, da união civil de pessoas do mesmo sexo e que teria declarado que "nem Cristo" tiraria sua eleição em primeiro turno.

Especula-se que neste grupo, formado majoritariamente por potencias eleitores de Dilma, inclui-se até gente de partidos da base aliada, que, certo da vitoria da candidata governista, teria (por ação ou omissão) consentido levar a eleição para o 2º turno como forma de reduzir o poder do PT e forçar uma negociação política em novas bases, inclusive com o fortalecimento dessas forças na coordenação de campanha.

O terceiro grupo, o da revanche ou do troco, é formado por pessoas que antes votavam no PT, mas que se sentiram traídas ou chateadas com determinadas políticas públicas ou com a postura das autoridades.

Esse grupo inclui, por exemplo, os aposentados do serviço público que tiveram que pagar contribuição previdenciária, os pensionistas que tiveram redução na pensão, os servidores que não tiveram reajuste, além de pessoas que resolveram punir o PT por suposta arrogância no Governo.

O quarto grupo, o da convicção, é formado pelos eleitores que tem certeza do voto, ou seja, acham que Marina é mais preparada para governar e possui o melhor programa. É um grupo heterogêneo, formado majoritariamente por intelectuais, jovens, por pessoas de classe média alta e também por gente humilde. Seu universo, entretanto, não passa de 5% do eleitorado brasileiro ou um terço dos votos da Marina.

Entre os postulantes à presidência da República, Marina foi poupada pelos dois principias candidatos, José Serra e Dilma Rousseff, ambos interessados em seus votos, na hipótese, que afinal se confirmou, de 2º turno.

Ninguém poderá afirmar, com certeza, para quem irão esses votos, se para Dilma ou Serra, ou, se ainda, serão anulados. O mais provável é que estes votos sejam distribuídos igualmente entre Dilma, Serra e abstenção ou nulos. Neste caso, se Dilma mantiver os votos do primeiro turno e acrescentar mais um terço dos votos dados a Marina terá sua eleição assegurada. É essa a minha aposta.

(*) Jornalista, analista político, diretor de Documentação do Diap e autor dos livros "Por dentro do processo decisório - como se fazem as leis" e "Por dentro do Governo - como funciona a máquina pública"
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DESMENTINDO OS BOATOS

Dilma em encontro com líderes religiosos: ela não come criancinhas...

Finalmente, depois de deixar correr solta a boataria difamatória contra Dilma na internet durante o primeiro turno, a coordenação da campanha petista resolveu, a exemplo do que já havia feito Barak Obama na sua eleição, criar um link no site da campanha de Dilma no qual são desmentidas as informações falsas disseminadas na internet contra a candidata.

No link "Em nome da verdade" são esmagadas as calhordices e infâmias espalhadas pela direita brucutu contra Dilma.

É tarefa dos blogueiros progressistas divulgar o link acima para aplicar o contraveneno às baixarias na rede!
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