Foi uma marolinha!

Por isso a Dilma vencerá as eleições para a Presidência da República, se possível, já no 1º turno!
O vídeo foi assistido na Maria Frô, da onde destacamos:

Para mim é um vídeo bastante didático sobre o mimetismo da velha mídia e sua aposta num projeto político de dependência econômica, sem soberania nacional.

Ele recupera discursos veiculados pela mídia velha, por políticos da oposição e discursos do presidente Lula sobre a crise mundial de 2008. Também mostra como a imprensa internacional abordou as ações tomadas pelo presidente Lula para que a crise mundial não fizesse grandes estragos no Brasil. Lembram-se? Lula dizia a crise aqui será uma marolinha e toda a mídia e a oposição diziam que seria um tsunami.

Agora, no período eleitoral, o vídeo também nos mostra como tanto a velha mídia como a oposição ao governo Lula apostam em nossa falta de memória.


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Fogaça, um muro que cai

Muros, de vez em quando, caem. Para um lado ou para o outro. Não foi, no entanto, o que aconteceu aqui, no RS, quando houve a inusitada queda de um muro exatamente sobre quem estava... EM CIMA DELE! Mas – calma – não procurem a explicação para o estupendo fato nas ciências exatas, mas sim na política, ramo no qual o impossível pode, sim, acontecer.

A vítima, José Fogaça, conhecido por ser um verdadeiro radical da cautela criou, com o auxílio de seu mentor e também craque na arte de subir em muros, o senador Pedro Simon, a fantástica teoria da “imparcialidade ativa”, segundo a qual o PMDB gaúcho não se posicionaria no pleito federal porque seus deputados apoiam maciçamente a candidatura de Serra, ao passo que o PDT, partido do seu vice, apóia Dilma. Assim, comodamente, Fogaça fez o que mais gosta: subiu no muro, esperando descê-lo somente após a eleição, de forma a ficar bem com quem ganhasse a eleição para presidente.

Ocorre que Simon e os deputados do seu partido contaram a Fogaça uma pequena fábula: os prefeitos do PMDB estariam fechados com Serra. Além disso, o candidato atucanado estava bem à frente de Dilma no RS, fatores a aconselhar uma segura distância de qualquer definição.

Mas Fogaça não contava com dois pequenos azares na sua tranqüila vida de candidato que só entra para ganhar: os prefeitos do PMDB não estavam com Serra, e Dilma disparou nas pesquisas, projetando aquele que poderá ser o maior massacre eleitoral numa eleição brasileira. Além do mais, Fogaça igualmente desconheceu aquele que é, talvez, a mais marcante característica do povo gaúcho:  aqui ninguém gosta de homem que fica em cima do muro.

O resultado não foi outro: os prefeitos do PMDB, que não querem sobrar na barca, pensando no futuro dos seus municípios, promoveram um verdadeiro levante, encurralando Fogaça, Simon e os deputados peemedebistas que, agora, não sabem como fazer para desenrolar o imbroglio em que meteram o partido. Os reflexos já são sentidos com o contínuo crescimento de Tarso nas pesquisas, sinalizando que a eleição podem também ser decidida no RS ainda no primeiro turno.

O esmero na burrice foi tão grande que não há conserto possível para o estrago: se Fogaça, Simon e o PMDB gaúcho declararem apoio à Dilma, passarão por oportunistas, uma vez que a eleição presidencial está praticamente decidida; se declararem apoio a Serra, correrão mais rápido para a morte e, se permanecerem no muro... bem, esta hipótese não existe mais, porque graças a um terremoto chamado Dilma, o muro já caiu... sobre Fogaça.
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Envelope de camisinha dos anos 1940

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CARÍCIAS TUCANAS

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Serra agora é uma vivandeira de quartéis

Por Brizola Neto

É o silêncio dos culpados, é a mente de quem se entregou de corpo e alma, se é que este sujeito tem uma, a tudo o que condenava e criticava antes que a sua ânsia de poder o transformasse numa alma penada.

José Serra, aquele que falou faz dois dias em liberdade de imprensa e nos perigos da censura lulista aos meios de comunicação, exigiu que seu encontro, hoje, no Clube da Aeronáutica, fosse fechado à imprensa.

“A assessoria de imprensa do Clube da Aeronáutica afirmou que o fechamento do evento à imprensa foi a pedido da assessoria do candidato. “Eles estabeleceram as regras do jogo. Eles pediram. Nós queríamos que fosse aberto”, afirmou o assessor do clube, coronel Paulo F. Tavares.”, registrou o IG.

Por que, Serra?

Foste lá pedir um golpe contra a vontade popular que te repudia e consagra Lula e Dilma? Foste falar do esquerdismo perigoso? Da república sindicalista? Do que os golpistas de 64 usavam contra a legítima expressão eleitoral de um povo que não quer ser escravo das elites a que você agora serve?

Você não apenas matou o jovem Serra, seu “Zé” de araque, você pisoteou até a sombra do que você já foi um dia.

Vamos ver o que dirão de você os mervais, os jabores, os milleniuns. Vamos ver se a tua censura, se o teu autoritarismo, se os teus golpes baixos, tuas mentiras, tuas favelas falsas, tua sordidez vai merecer uma palavra de condenação.

Não vai, Serra, o povo brasileiro já decidiu o teu destino. E é bem quente por lá.

texto surrupiado de Brizola Neto de seu Tijolaço





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DILMA: PRESIDENTE OU PRESIDENTA?



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Por Urariano Mota

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Olhem só a que nível chega o reacionarismo, ou, o que é igual ou pior, a prestação de serviço a um patrão reacionário.

Na Folha de S. Paulo deste sábado:



“Petista é vendida como "presidenta" em comícios e ‘presidente’ na TV
ANA FLOR
DE SÃO PAULO
‘Afinal, ela vai ser presidente ou presidenta?’, perguntou Rosane dos Santos, ao deixar um comício em São Paulo, na última semana. A militante se referia ao título que a candidata do PT ao Planalto, Dilma Rousseff, teria caso eleita. A confusão tem origem no uso, desde o início do ano, nos discursos da candidata, do presidente e de outros aliados, do termo ‘presidenta’. A alteração do gênero da palavra, que na ortografia não tem versão feminina, foi uma forma de reforçar o fato de Dilma ser mulher....”

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Não bastasse o viés (santa palavra do jargão) enviesado, o primeiro parágrafo é uma exibição redundante da mais rotunda ignorância. Ignorância da própria língua: “A alteração do gênero da palavra, que na ortografia não tem versão feminina...”
A repórter poderia dizer “A variante do gênero da palavra, que no léxico ...”, ou mesmo “A alteração do gênero da palavra, que no vocabulário corrente”, mas ortografia? Pelo amor de todas as flores, não. Ortografia, vale recordar, cuida das regras da escrita correta das palavras e dos pontos de acentuação, segundo a gramática normativa. Comete um erro ortográfico, por exemplo, alguém que escreva “estupideis” em lugar de “estupidez”. Ou “confuzão” em “lugar de “confusão”.
No caso, se erro houvesse (e não há) em “presidenta”, seria de significado ou semântica, porque “presidenta” se encontra há muito dicionarizada. Mas pra que se importar com tais ninharias, quando o objetivo é jogar “ortografia” no ventilador?
Seria bom que os redatores obedientes dessem uma olhada nos dicionários antes do atendimento ao estalo dos dedos do patrão. Como aqui:
No Dicionário Aurélio:
Presidenta – S.f. 1. Mulher que preside. 2. Mulher de um presidente.
No Dicionário Houaiss:
Presidenta
Acepções
■ substantivo feminino
1 mulher que se elege para a presidência de um país

Ex.: a p. da Nicarágua
2 mulher que exerce o cargo de presidente de uma instituição

Ex.: a p. da Academia de Letras
3 mulher que preside (algo)
Ex.: a p. da sessão do congresso
4 Estatística: pouco usado.
esposa do presidente
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Mas pra que discutir contra a força do tacape, não é? O que importa mesmo é: Dilma, presidenta. Ou Dilma, presidente. Ou, se quiserem, a primeira mulher do Brasil na presidência. Para que suportem, ou não, uma presidenta nos próximos quatro anos.
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