PROMESSA DE SERRA SOBRE ESCOLAS TÉCNICAS É UM EMBUSTE

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Candidato do atraso à presidência da República, Zé Chirico demonstra, a cada compromisso que assume como “programa de governo", ter perdido completamente o senso de ridículo – se é que algum dia o teve. Sem rumo, sem projeto, sem ideias próprias e, sobretudo, sem-vergonha, o tucano não sabe mais o que inventar para abastecer a Imprensa Golpista e Pestilenta de manchetes ribombantes. Onde quer que chegue com seu séquito de xeleléus, Serra vai logo dizendo que faz-e-acontece, que é o bambambã da parada, o rei das cocadas, que não tem para ninguém. E, sem qualquer pejo, passa a desenfiar as mais estapafúrdias promessas, imediatamente guindadas às primeiras páginas dos jornalões e dos tabloides de todo o país. “Eu vou fazer a ponte do Guaíba”, estampou, outro dia, a gazetinha do Grupo RBS, como se não houvesse ponte alguma unindo as margens opostas do encantador estuário gaúcho.
A verdade é que Serra dirá sempre qualquer coisa sobre qualquer coisa, visto que caberá aos conglomerados mafiomidiáticos que o sustentam dourar suas falas e fazê-las parecer exequíveis ou verossímeis.
No último sábado, 24, José Serra andou batendo perna no interior do Paraná. Na cidade de Paranavaí, discursando para uma multidão de, aproximadamente, 90 pessoas, o tucano levou seu desvario ao paroxismo, prometendo “entupir o Brasil de cursos técnicos”. De acordo com a versão edulcorada do comício, publicada n’O Estado de S. Paulo, o candidato afirmou que “se for eleito irá criar o Programa do Ensino Técnico (Protec), com 1 milhão de vagas em quatro anos”. Ainda conforme a notícia, “o Protec seguiria o modelo do Programa Universidade Para Todos (Prouni), em que as universidades particulares oferecem bolsas de estudos subsidiadas pelo governo federal para os estudantes sem recursos”.
Não é bonito isso? Serra vai dar bolsas de estudos para os alunos das escolas técnicas brasileiras, praticamente todas estatais, públicas e gratuitas. Talvez seja a senha de que ele pretende, antes, privatizar os CEFETs. Ou, provavelmente, seja mais um de seus desvarios da boca para fora – dos quais os brasileiros sérios já estão entupidos de ouvir.
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EUA e Paquistão, quem fará a reportagem?









O inglês The Guardian está dando uma bela lição de jornalismo. Recebeu o arquivo com mais de 91 mil relatórios secretos vazados para o site WikiLeaks e preparou um enorme banco de dados, com ótimas ferramentas e infográficos para pesquisa. A coisa é tão vasta e complexa que David Leigh, seu editor de investigações (sim, eles ainda fazem isso) aparece em vídeo para explicar em tutorial como usar o material. Um lorde.

Mas, do que já surgiu de informação, uma me parece maior que todas, e é claro que boa parte da mídia internacional e a nossa não deve dar a devida importância: o apoio do governo paquistanês aos talibãs. Trairagem com os americanos, diriam alguns? Talvez o buraco seja mais em cima. Caberia uma belíssima reportagem se alguém juntasse informações que a própria mídia forneceu ao longo dos últimos nove anos sobre as relações entre EUA e Paquistão. Esta poderia ter feito seu trabalho, mas não o fez. Só agora aparecem fatos graças à internet e a um provável militar descontente.

Sugiro alguns pontos:

A CIA e a ISI, a central de inteligência paquistanesa, trabalham coladinhas há anos. A última é cria da primeira, usam o mesmo modelo, é permanente a colaboração entre as duas. Quem diz é o New York Times. E a CIA já repassou centenas de milhões de dólares para sua congênere no Paquistão, diz o Los Angeles Times.

A CIA e a ISI criaram o talibã, disse Asif Ali Zardari, o próprio presidente do Paquistão, registrado no The Times of India. Interessante, não? Será que isso não dá uma bela reportagem em edição dominical? E não foi o único a dizer. Selig Harrison, um especialista em Ásia do the Woodrow Wilson International Centre for Scholars, confirmou o mesmo, com dados abundantes, no Emperor's Clothes.

E a denúncia de que a ISI estava por trás dos ataques em Mumbai em 2008? Teoria da conspiração? Há nomes envolvidos, diz o News Daily, cadê a reportagem?

E a história, de variadas fontes, que relataram que pouco antes do 11 de setembro o chefe do serviço secreto paquistanês, General Mahmood Ahmed, esteve em Washington. Lá, manteve conversas no Pentágono com o conselho de Segurança Nacional, depois com o diretor da CIA, Tenet, com pessoas da Casa Branca e com Marc Grossman, subsecretário dos EUA para assuntos externos. As mesmas fontes dizem que Mohamed Atta, um dos alegados terroristas do 11/9, recebeu pagamento no valor de 100 mil dólares de Amed Omar Saeed Sheikh, da ISI, que deposita o dinheiro em nome do general Mahmood Ahmed, diz o Asia Times.

Quem vai fazer a reportagem?
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Provas sao faceis porque os meliantes confiaram na impunidade

Muito boa postagem Stenio as declaracoes de Indio da Costa so colocaram as coisas nos devidos lugares. Lula estava muito tranquilo navegando em mares calmos, fazendo propaganda para sua candidata que alias nem vai mais a debates. Ele desobedece as leis o tempo todo, desafiando o Judiciario descaradamente e ainda por cima deixando de dar as explicacoes que o povo realmente precisa. Indio so foi a
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Brasileiro já pagou R$ 700 bilhões de impostos em 2010


Do início do ano até esta segunda-feira (26), os brasileiros já pagaram mais de R$ 700 bilhões em impostos estaduais, municipais e federais. A marca foi registrada hoje pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que está instalado no centro da capital. Em 2009, a marca de R$ 700 bilhões foi atingida 41 dias depois, no dia 4 de setembro.

Pela internet (www.impostometro.org.br), é possível acompanhar o avanço do Impostômetro no Brasil, nos estados e nos municípios. Inaugurado em abril de 2005, o sistema também informa o valor total pago de impostos desde janeiro de 2000 e faz estimativas de quanto será pago de impostos até dezembro de 2010. A metodologia utilizada considera impostos, taxas, contribuições, juros, multas e correções monetárias pagos às três esferas de governo.

G1
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Candidato poderá ser obrigado a registrar carta de princípios e programa de trabalho


Fonte: Agência Senado

O eleitor poderá passar a contar com um novo instrumento para fiscalizar a conduta dos políticos. É o que prevê proposta que obriga os candidatos a cargos eletivos a registrarem, na Justiça Eleitoral, uma carta de princípios e seu programa de trabalho. A matéria está na pauta da próxima reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), marcada para 4 de agosto.

O projeto de lei (PLS 195/06), que tramita na CCJ em caráter terminativo, define como carta de princípios uma declaração do candidato com informações sobre os fundamentos pelos quais postula a sua eleição. Já o programa de trabalho é a indicação dos objetivos que pretende realizar no decorrer do mandato.

Segundo o autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), a legislação em vigor permite que uma pessoa possa se tornar candidato a cargos no Legislativo ou no Executivo sem apresentar os fundamentos pelos quais pretende se eleger ou os objetivos que pretende realizar no curso do mandato, se eleito.

“Entendemos que é mesmo um direito do eleitor tomar conhecimento de que fundamentos movem o candidato e quais as suas propostas concretas, até para que possa vir a cotejar tais documentos com a atuação concreta dos mandatários”, explica Cristovam, em sua justificativa. Para o parlamentar pelo DF, esses dois documentos também podem se tornar instrumentos de defesa do eleito caso seu partido se afaste dos princípios originalmente assumidos.

Ao justificar seu parecer favorável ao projeto, o relator, senador Eduardo Suplicy (PT/SP), afirma que o registro obrigatório dos dois documentos na Justiça Eleitoral confere ao eleitor “novo instrumento de controle e fiscalização da conduta política de seus representantes eleitos”.

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